Questões de Concurso Comentadas para assessor - contabilidade

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Q2218984 Português

Texto para o item.




Internet: <www.prodi.ifes.edu.br> (com adaptações).

Quanto à tipologia textual e às ideias do texto, julgue o item.


É correto inferir do texto que o aumento das doenças crônicas no momento atual está diretamente relacionado aos hábitos da vida moderna.


Alternativas
Q2218983 Português

Texto para o item.




Internet: <www.prodi.ifes.edu.br> (com adaptações).

Quanto à tipologia textual e às ideias do texto, julgue o item.


De acordo com o último parágrafo do texto, em todo o mundo, as PICS têm sido mais buscadas que os tratamentos convencionais por diversos motivos, entre os quais a insatisfação com os serviços de saúde existentes.


Alternativas
Q2218982 Português

Texto para o item.




Internet: <www.prodi.ifes.edu.br> (com adaptações).

Quanto à tipologia textual e às ideias do texto, julgue o item.


É correto depreender do texto que as PICS podem ser empregadas isoladamente ou em conjunto com outras PICS.


Alternativas
Q2218980 Português

Texto para o item.




Internet: <www.prodi.ifes.edu.br> (com adaptações).

Quanto à tipologia textual e às ideias do texto, julgue o item.


O texto é essencialmente argumentativo, pois defende o uso das PICS, em razão de tais práticas estimularem os mecanismos naturais da prevenção de agravos e da recuperação da saúde. 

Alternativas
Ano: 2022 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Colombo - PR Provas: NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Administrador | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Analista Fiscal de Tributos | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Analista de sistemas de informação | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Analista de Desportos | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Assistente Social | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Assessor Contábil | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Economista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Sociólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Fonoaudiólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Bibliotecário | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Terapeuta Ocupacional | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Médico – Ginecologia e Obstetrícia | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Médico Generalista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Nutricionista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Médico - Psiquiatria | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Agrônomo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Agrimensor | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Psicopedagogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Geólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Biólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Arquiteto | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Turismólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Fisioterapeuta | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Enfermeiro do Trabalho | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Enfermeiro | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Farmacêutico | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro de Segurança do Trabalho | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Florestal | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Eletricista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Cartógrafo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Ambiental |
Q2532293 Raciocínio Lógico

Considere a sequência de figuras a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


Considerando a continuidade dessa sequência, a figura formada por 631 hexágonos será a de número:

Alternativas
Ano: 2022 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Colombo - PR Provas: NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Administrador | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Analista Fiscal de Tributos | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Analista de sistemas de informação | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Analista de Desportos | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Assistente Social | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Assessor Contábil | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Economista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Sociólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Fonoaudiólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Bibliotecário | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Terapeuta Ocupacional | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Médico – Ginecologia e Obstetrícia | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Médico Generalista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Nutricionista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Médico - Psiquiatria | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Agrônomo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Agrimensor | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Psicopedagogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Geólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Biólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Arquiteto | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Turismólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Fisioterapeuta | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Enfermeiro do Trabalho | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Enfermeiro | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Farmacêutico | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro de Segurança do Trabalho | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Florestal | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Eletricista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Cartógrafo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Ambiental |
Q2532292 Matemática

A figura abaixo representa um jardim em que a parte cinza será gramada. 


Imagem associada para resolução da questão



O valor que mais se aproxima da porcentagem da área gramada em relação ao todo é:

Alternativas
Ano: 2022 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Colombo - PR Provas: NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Administrador | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Analista Fiscal de Tributos | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Analista de sistemas de informação | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Analista de Desportos | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Assistente Social | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Assessor Contábil | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Economista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Sociólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Fonoaudiólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Bibliotecário | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Terapeuta Ocupacional | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Médico – Ginecologia e Obstetrícia | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Médico Generalista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Nutricionista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Médico - Psiquiatria | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Agrônomo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Agrimensor | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Psicopedagogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Geólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Biólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Arquiteto | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Turismólogo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Fisioterapeuta | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Enfermeiro do Trabalho | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Enfermeiro | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Farmacêutico | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro de Segurança do Trabalho | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Florestal | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Eletricista | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Cartógrafo | NC-UFPR - 2022 - Prefeitura de Colombo - PR - Engenheiro Ambiental |
Q2532289 Matemática
O gráfico a seguir mostra a quantidade de resultados negativos e positivos de 165 testes para covid-19 realizados em uma unidade de saúde em uma determinada semana de 2022.

Imagem associada para resolução da questão


Na semana seguinte, a unidade de saúde registrou um aumento no número de testes realizados, mas a proporção entre resultados negativos e positivos se manteve. Sabendo que, nessa segunda semana, foram realizados 297 testes, o número de resultados positivos foi de:
Alternativas
Q1904216 Direito Financeiro
Segundo o § 5º do Art. 165 da Constituição Federal de 1988, a Lei Orçamentária Anual (LOA) compreenderá o orçamento
Alternativas
Q1904215 Direito Financeiro
De acordo com o § 2º do Art. 165 da Constituição Federal de 1988, a Lei de Diretrizes Orçamentárias orientará a elaboração da Lei Orçamentária Anual. A Emenda Constitucional 102, de 2019, incluiu no § 12 qual redação? 
Alternativas
Q1904214 Administração Financeira e Orçamentária
Segundo o Art. 165 da Constituição Federal de 1988, entre as Leis de iniciativa do Poder Executivo está a do Plano Plurianual (PPA). Em conformidade com o § 1º desta carta a lei que instituir o PPA estabelecerá
Alternativas
Q1904213 Direito Financeiro
Os princípios orçamentários são premissas a serem observadas na concepção da proposta orçamentária. A Lei do Orçamento conterá a discriminação da receita e despesa de forma a evidenciar a política econômica financeira e o programa de trabalho do Governo. Em conformidade como o Art. 2º da Lei 4.320/64, deverão ser obedecidos quais princípios?
Alternativas
Q1904204 Raciocínio Lógico
Qual dos itens abaixo corresponde aos valores lógicos (de cima para baixo) da última coluna da tabela-verdade abaixo?

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q1904202 Português
Após a leitura do texto abaixo, avalie as proposições com (V) para verdadeiras e (F) para falsas
Furtos e rapinas

As palavras perdem o seu sentido, enquanto perdem sua cor o mar e o céu azul, que haviam sido pintados pela gentileza das algas que jorraram oxigênio durante três bilhões de anos. E a noite perde suas estrelas. Já existem placas de protesto cravadas nas grandes cidades do mundo: Não nos deixam ver as estrelas. Assinado: As pessoas. E no firmamento apareceram muitas placas que clamam: Não nos deixam ver as pessoas. Assinado: As estrelas. 
(GALEANO, Eduardo. Bocas do tempo. Porto Alegre, RS: L&PM POCKET, 2011)
( ) O texto inicia com a apresentação de fatos que ocorrem simultaneamente: perda de sentido das palavras, de cor do mar e do céu, e das estrelas da noite, para evidenciar prejuízos nos planos da humanidade e da natureza.
( ) Em “enquanto perdem sua cor o mar verde e o céu azul”, ocorre, do ponto de vista gramatical, uma inversão na ordem dos termos da oração, em que o sujeito simples vem posposto ao verbo.
( ) No plano global, o texto se sustenta, em um paralelo, pois não só no início, mas no corpo do texto, o autor destaca fatos simultâneos, tanto que a menção aos protestos poderia assim ser parafraseada: já existem placas de protesto cravadas nas grandes cidades do mundo, assinadas pelas pessoas, enquanto apareceram muitas outras no firmamento, assinadas pelas estrelas.
( ) Há um consenso de que a linguagem é essencialmente argumentativa, porém, por se tratar de uma crônica, em que se evidencia a função emotiva, essa força argumentativa ou a função apelativa se esvai, de modo que a denúncia contra a destruição da natureza melhor se adequa a outro gênero textual.
A sequência CORRETA de preenchimento é:


Alternativas
Q1904196 Português
Alguns cuidados deve ter o autor ao escrever um texto, para que no processo interativo o leitor perceba o propósito comunicativo e a comunicação seja eficaz. Assim, leia a notícia abaixo, exposta na Folha de São Paulo (31/05/21), atentando para a organização das estruturas linguísticas.
Evasão escolar é maior em estados sem aula presencial

Fechamento prolongado deve ampliar proporção dos que deixam de estudar
   Estados, que ainda continuam sem aulas presenciais, já registravam, mesmo antes da pandemia, as mais altas taxas de adolescentes fora da escola. Em todo o país, 18% dos jovens de 16 e 17 anos estavam sem estudar em 2019. No entanto, a situação já alcançava 27% no Maranhão.    Desde o início da pandemia, especialistas alertam sobre a necessidade de ações para evitar o aumento de alunos que saem da escola. A suspensão prolongada das aulas e a perda de renda das famílias são a combinação mais perigosa para afastar os jovens dos estudos.    Passados 14 meses da crise sanitária, os estados, que já tinham a maior proporção de alunos com menor condição socioeconômica e mais jovens fora da escola, ainda não reabriram suas escolas. É o que mostram os dados do Indicador de Permanência Escolar, lançado nesta segunda (31) pelo Iede (Interdisciplinaridade e Evidências no Debate Educacional). Com informações do Censo Escolar, o instituto calculou o percentual de estudantes que passaram pela escola e a abandonaram. [....]    Os dados mostram que, enquanto, no Maranhão, 27% dos jovens de 16 e 17 anos já não estavam mais na escola. Em Santa Catarina, por exemplo, a taxa é bem menor, de 10%. Para Faria, a enorme disparidade encontrada no Brasil é reflexo de um sistema educacional que não atua de forma eficaz para promover a equidade e dar suporte aos mais vulneráveis. Dos 15 estados com taxa de jovens fora da escola mais alta do que a média do país, 11 ainda não retornaram com aulas presenciais nas redes públicas. "A pandemia atinge de forma mais cruel os mais vulneráveis. Os sistemas educacionais que já tinham problemas mais complexos, como o abandono escolar, tiveram menos capacidade de reação nesse período", diz Daniel de Bonis, diretor de políticas educacionais da Fundação Lemann. [...] Isabela Palhares

Avalie as afirmações a seguir, relativas à escritura do texto.

I- O título da matéria sinaliza que a evasão escolar não se estende da mesma forma a todos os estados. Logo, a oração adjetiva no período que inicia o primeiro parágrafo tem valor restritivo, de modo que a frase deveria assim ser reescrita: “Estados que ainda continuam sem aulas presenciais já registravam ...”.
II- No 3º parágrafo, a informação relativa a não reabertura das escolas se refere apenas aos estados cujos alunos têm menor condição econômica e que estão fora da escola. Logo, a frase assim deveria estar escrita: “os estados que já tinham a maior proporção de alunos com menor condição socioeconômica e mais jovens fora da escola ainda não reabriram suas escolas”.
III- Para destacar a divergência no número de jovens fora da escola nos estados do Maranhão e Santa Catarina, o autor, no 4º parágrafo, inicia o período com a oração principal “os dados mostram que”, intercalando uma outra oração para tratar do primeiro estado, usando o “enquanto” e, depois, apresente uma nova oração para tratar do segundo estado. Portanto, a escrita da frase atende às normas da escrita.

É CORRETO o que se afirma em 

Alternativas
Q1904195 Português
Segue abaixo o subtítulo da matéria PORTAS ABERTAS, exposta em Veja (02/06/21). Após a leitura, indique, dentre as versões sugeridas de I a IV, qual(is) delas constitui(em) paráfrase(s) CORRETAS correspondente(s).

A União Europeia põe ordem na vacinação, diminui o contágio e já aceita turistas “seguros”, incentivando uma indústria vital. E os brasileiros? Fora da festa ainda
I- Enquanto a União Europeia põe ordem na vacinação, diminui o contágio e já aceita turistas “seguros”, incentivando uma indústria vital, os brasileiros ainda estão fora da festa.
II- A União Europeia põe ordem na vacinação, diminui o contágio e já aceita turistas “seguros”, incentivando uma indústria vital, porque os brasileiros estão fora da festa ainda.
III- A União Europeia põe ordem na vacinação, diminui o contágio e já aceita turistas “seguros”, incentivando uma indústria vital. Os brasileiros, porém, estão fora da festa ainda.
IV- Como a União Europeia põe ordem na vacinação, diminui o contágio e já aceita turistas “seguros”, incentivando uma indústria vital, os brasileiros estão ainda fora da festa.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q1904194 Português
No trecho de entrevista abaixo exposto, as lacunas devem ser preenchidas com as formas verbais devidamente flexionadas em conformidade com o tipo de sujeito com o qual cada verbo em destaque está relacionado.
Qual o impacto da má política na economia? Em meu livro, comparo o valor das empresas listadas na bolsa de valores nos últimos meses de 2012 e de 2017. Os anos de deterioração econômica e social levaram a uma perda de 700 bilhões de dólares. ______ (EXISTIR) muitas consequências que a gente não percebe. Não se ______ (ADOTAR) políticas públicas baseadas em evidências, ____-se (SOTERRAR) a transparência, _____-se (REFORÇAR) o clientelismo e ______-se (DESTRUIR) os valores éticos, morais e financeiros.
(Entrevista com Eduardo Mufarej, idealizador do RenovaBR, uma escola para políticos - VEJA, 02/06/21)

Indique a alternativa em que todos os verbos estão flexionados conforme as normas gramaticais.
Alternativas
Q1904193 Português

Após a leitura do texto abaixo, responda à questão.


Brasileiros são os que mais temem violência no mundo, aponta índice



  Os brasileiros são os que mais temem a violência ao redor do globo, com 83% da população do país muito preocupada com isso, aponta o Global Peace Index 2021, que mede o nível de paz e a ausência de violência em 163 nações.
  Divulgado nesta quinta-feira (17) pelo think tank independente australiano Institute for Economics and Peace (IEP), o índice mostra que, em relação ao medo da violência, o Brasil está acima da média mundial de 60%. O problema foi visto ainda como o maior risco para a própria segurança para 64% da população, à frente de questões como saúde, mesmo no ano da pandemia do coronavírus.
   Apesar de ser o país que mais teme a violência, o Brasil não está entre aqueles em que a população mais passou por situações violentas nos últimos dois anos - índice que está em 40%, mais de 20 pontos atrás da Namíbia, líder nesse aspecto do ranking com 63%. "Possivelmente, isso [o medo da violência] pode estar relacionado ao nível de denúncia dos crimes e a várias pessoas se comunicando em redes sociais." Killelea também aponta que 58% dos brasileiros se sentem menos seguros do que há cinco anos. O indicador vai na contramão da tendência mundial, que aponta que 75% das pessoas dizem se sentir tão ou mais seguras do que há cinco anos.
   Outro ponto em que o Brasil nada contra a corrente é a taxa de homicídios, que, apesar da pandemia, cresceu no país, enquanto 116 nações reduziram seus índices desde 2008. No primeiro semestre do ano passado, 25.712 pessoas foram mortas, número 7% maior do que o registrado no mesmo período de 2019, segundo estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que compila estatísticas de criminalidade no país.
   Esses foram alguns dos fatores que levaram o Brasil a não avançar sua posição no ranking, permanecendo com um nível de paz considerado baixo. A pesquisa, realizada entre janeiro de 2020 e março de 2021, é baseada em 23 indicadores agrupados em três domínios: segurança, militarização e conflitos contínuos. O estudo mede o nível de violência física, de armamentos e de criminalidade, excluindo terror psicológico e intimidações verbais.
    No ranking geral, o Brasil permaneceu na 128ª posição, com pioras em indicadores como mortes por conflitos internos e terror político e avanços em questões como impacto do terrorismo e instabilidade política. Em 2020, o país era o 126º, mas a mudança não é considerada uma queda devido a atualizações nos dados.
   Já na América do Sul, o Brasil ocupa o 9º lugar, à frente apenas de Colômbia e Venezuela. Na região, o Uruguai segue como líder, apesar de ter registrado a maior piora em seus índices dentre os sul-americanos. Isso se deve, principalmente, à instabilidade política, aos protestos e aos crimes violentos. Por outro lado, a Argentina, na 3ª posição no continente, foi o país que mais avançou, com quedas nos índices de terror político e instabilidade política.
    Como um todo, a América do Sul foi a segunda que mais piorou seu nível de paz, atrás apenas da América do Norte. Os EUA, que avançaram sete posições no ano passado, caíram duas no ranking geral deste ano.
   Apesar de ter melhorado no indicador de impacto do terrorismo, o país norte-americano piorou nas questões de instabilidade política, conflitos internos e protestos violentos. O presidente do IEP aponta que esses fatores estão ligados à turbulenta eleição presidencial no ano passado, que culminou na invasão do Capitólio por apoiadores do ex-presidente Donald Trump no dia 6 de janeiro. Além disso, os EUA viram ainda diversas manifestações contra o racismo e a violência policial contra a população negra, que tiveram registros de violência. [...]
   Pelo lado positivo, pela primeira vez desde 2015 houve melhora do índice de conflitos permanentes, com queda nas mortes em campos de batalha e também no nível e na intensidade dos combates. [...] O estudo aponta que, se por um lado os conflitos e as crises da década passada estão diminuindo, eles devem ser substituídos "por uma nova onda de tensão e incerteza como um resultado da pandemia da Covid-19 e do aumento das tensões entre muitas das principais potências".
   O presidente do IEPvê três áreas como protagonistas dos problemas futuros. "Muito vai depender de quão bem o mundo vai se recuperar economicamente da Covid-19 nos próximos anos", diz. Nesse sentido, instabilidade política e protestos violentos são as principais preocupações, principalmente em países que não conseguirem se recuperar economicamente da pandemia, avalia Killelea. Além disso, a tendência de queda na militarização parece ter chegado ao fim e deve aumentar nos próximos anos. (Folha de Pernambuco- 17/06/21)

Nos dois períodos abaixo expostos, temos o emprego de pronomes relativos que retomam constituintes neles presentes:
I- Apesar de ser o país que mais teme a violência, o Brasil não está entre aqueles em que a população mais passou por situações violentas nos últimos dois anos [...]
II- Os EUA viram ainda diversas manifestações contra o racismo e a violência policial contra a população negra, que tiveram registros de violência. [...]
A substituição dos pronomes em I e II deve ocorrer pelas respectivas formas pronominais:
Alternativas
Q1904192 Português

Após a leitura do texto abaixo, responda à questão.


Brasileiros são os que mais temem violência no mundo, aponta índice



  Os brasileiros são os que mais temem a violência ao redor do globo, com 83% da população do país muito preocupada com isso, aponta o Global Peace Index 2021, que mede o nível de paz e a ausência de violência em 163 nações.
  Divulgado nesta quinta-feira (17) pelo think tank independente australiano Institute for Economics and Peace (IEP), o índice mostra que, em relação ao medo da violência, o Brasil está acima da média mundial de 60%. O problema foi visto ainda como o maior risco para a própria segurança para 64% da população, à frente de questões como saúde, mesmo no ano da pandemia do coronavírus.
   Apesar de ser o país que mais teme a violência, o Brasil não está entre aqueles em que a população mais passou por situações violentas nos últimos dois anos - índice que está em 40%, mais de 20 pontos atrás da Namíbia, líder nesse aspecto do ranking com 63%. "Possivelmente, isso [o medo da violência] pode estar relacionado ao nível de denúncia dos crimes e a várias pessoas se comunicando em redes sociais." Killelea também aponta que 58% dos brasileiros se sentem menos seguros do que há cinco anos. O indicador vai na contramão da tendência mundial, que aponta que 75% das pessoas dizem se sentir tão ou mais seguras do que há cinco anos.
   Outro ponto em que o Brasil nada contra a corrente é a taxa de homicídios, que, apesar da pandemia, cresceu no país, enquanto 116 nações reduziram seus índices desde 2008. No primeiro semestre do ano passado, 25.712 pessoas foram mortas, número 7% maior do que o registrado no mesmo período de 2019, segundo estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que compila estatísticas de criminalidade no país.
   Esses foram alguns dos fatores que levaram o Brasil a não avançar sua posição no ranking, permanecendo com um nível de paz considerado baixo. A pesquisa, realizada entre janeiro de 2020 e março de 2021, é baseada em 23 indicadores agrupados em três domínios: segurança, militarização e conflitos contínuos. O estudo mede o nível de violência física, de armamentos e de criminalidade, excluindo terror psicológico e intimidações verbais.
    No ranking geral, o Brasil permaneceu na 128ª posição, com pioras em indicadores como mortes por conflitos internos e terror político e avanços em questões como impacto do terrorismo e instabilidade política. Em 2020, o país era o 126º, mas a mudança não é considerada uma queda devido a atualizações nos dados.
   Já na América do Sul, o Brasil ocupa o 9º lugar, à frente apenas de Colômbia e Venezuela. Na região, o Uruguai segue como líder, apesar de ter registrado a maior piora em seus índices dentre os sul-americanos. Isso se deve, principalmente, à instabilidade política, aos protestos e aos crimes violentos. Por outro lado, a Argentina, na 3ª posição no continente, foi o país que mais avançou, com quedas nos índices de terror político e instabilidade política.
    Como um todo, a América do Sul foi a segunda que mais piorou seu nível de paz, atrás apenas da América do Norte. Os EUA, que avançaram sete posições no ano passado, caíram duas no ranking geral deste ano.
   Apesar de ter melhorado no indicador de impacto do terrorismo, o país norte-americano piorou nas questões de instabilidade política, conflitos internos e protestos violentos. O presidente do IEP aponta que esses fatores estão ligados à turbulenta eleição presidencial no ano passado, que culminou na invasão do Capitólio por apoiadores do ex-presidente Donald Trump no dia 6 de janeiro. Além disso, os EUA viram ainda diversas manifestações contra o racismo e a violência policial contra a população negra, que tiveram registros de violência. [...]
   Pelo lado positivo, pela primeira vez desde 2015 houve melhora do índice de conflitos permanentes, com queda nas mortes em campos de batalha e também no nível e na intensidade dos combates. [...] O estudo aponta que, se por um lado os conflitos e as crises da década passada estão diminuindo, eles devem ser substituídos "por uma nova onda de tensão e incerteza como um resultado da pandemia da Covid-19 e do aumento das tensões entre muitas das principais potências".
   O presidente do IEPvê três áreas como protagonistas dos problemas futuros. "Muito vai depender de quão bem o mundo vai se recuperar economicamente da Covid-19 nos próximos anos", diz. Nesse sentido, instabilidade política e protestos violentos são as principais preocupações, principalmente em países que não conseguirem se recuperar economicamente da pandemia, avalia Killelea. Além disso, a tendência de queda na militarização parece ter chegado ao fim e deve aumentar nos próximos anos. (Folha de Pernambuco- 17/06/21)

Avalie a correspondência entre o conteúdo desenvolvido no texto e os tópicos temáticos propostos na sequência, indicando (V) para verdadeiro e (F) para falso.
( ) Crescente média do Brasil no fator “medo de violência”, superando a média mundial, apesar de menos registros de situações violentas nos dois últimos anos. (Ver parágrafo: 1, 2 e 3)
( ) Aumento na taxa de homicídios no Brasil em contraposição a outras nações que apresentaram diminuição nesse aspecto a partir de 2008. (Ver parágrafo 4)
( ) Manutenção de baixo nível de paz no Brasil justificada pela piora nos indicadores “conflitos internos”, “terrorismo”, “instabilidade política”, assemelhando-se nesse ponto ao Uruguai.(Ver parágrafos 6 e 7)
( ) Queda no nível da paz da América do Sul como um todo atribuída ao baixo nível de paz no Brasil, em virtude da piora nos indicadores “conflitos internos” e “temor político”. (Ver parágrafos 6, 7 e 8)
A sequência CORRETA de preenchimento é 
Alternativas
Q1904191 Português

Após a leitura do texto abaixo, responda à questão.


Brasileiros são os que mais temem violência no mundo, aponta índice



  Os brasileiros são os que mais temem a violência ao redor do globo, com 83% da população do país muito preocupada com isso, aponta o Global Peace Index 2021, que mede o nível de paz e a ausência de violência em 163 nações.
  Divulgado nesta quinta-feira (17) pelo think tank independente australiano Institute for Economics and Peace (IEP), o índice mostra que, em relação ao medo da violência, o Brasil está acima da média mundial de 60%. O problema foi visto ainda como o maior risco para a própria segurança para 64% da população, à frente de questões como saúde, mesmo no ano da pandemia do coronavírus.
   Apesar de ser o país que mais teme a violência, o Brasil não está entre aqueles em que a população mais passou por situações violentas nos últimos dois anos - índice que está em 40%, mais de 20 pontos atrás da Namíbia, líder nesse aspecto do ranking com 63%. "Possivelmente, isso [o medo da violência] pode estar relacionado ao nível de denúncia dos crimes e a várias pessoas se comunicando em redes sociais." Killelea também aponta que 58% dos brasileiros se sentem menos seguros do que há cinco anos. O indicador vai na contramão da tendência mundial, que aponta que 75% das pessoas dizem se sentir tão ou mais seguras do que há cinco anos.
   Outro ponto em que o Brasil nada contra a corrente é a taxa de homicídios, que, apesar da pandemia, cresceu no país, enquanto 116 nações reduziram seus índices desde 2008. No primeiro semestre do ano passado, 25.712 pessoas foram mortas, número 7% maior do que o registrado no mesmo período de 2019, segundo estudo do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que compila estatísticas de criminalidade no país.
   Esses foram alguns dos fatores que levaram o Brasil a não avançar sua posição no ranking, permanecendo com um nível de paz considerado baixo. A pesquisa, realizada entre janeiro de 2020 e março de 2021, é baseada em 23 indicadores agrupados em três domínios: segurança, militarização e conflitos contínuos. O estudo mede o nível de violência física, de armamentos e de criminalidade, excluindo terror psicológico e intimidações verbais.
    No ranking geral, o Brasil permaneceu na 128ª posição, com pioras em indicadores como mortes por conflitos internos e terror político e avanços em questões como impacto do terrorismo e instabilidade política. Em 2020, o país era o 126º, mas a mudança não é considerada uma queda devido a atualizações nos dados.
   Já na América do Sul, o Brasil ocupa o 9º lugar, à frente apenas de Colômbia e Venezuela. Na região, o Uruguai segue como líder, apesar de ter registrado a maior piora em seus índices dentre os sul-americanos. Isso se deve, principalmente, à instabilidade política, aos protestos e aos crimes violentos. Por outro lado, a Argentina, na 3ª posição no continente, foi o país que mais avançou, com quedas nos índices de terror político e instabilidade política.
    Como um todo, a América do Sul foi a segunda que mais piorou seu nível de paz, atrás apenas da América do Norte. Os EUA, que avançaram sete posições no ano passado, caíram duas no ranking geral deste ano.
   Apesar de ter melhorado no indicador de impacto do terrorismo, o país norte-americano piorou nas questões de instabilidade política, conflitos internos e protestos violentos. O presidente do IEP aponta que esses fatores estão ligados à turbulenta eleição presidencial no ano passado, que culminou na invasão do Capitólio por apoiadores do ex-presidente Donald Trump no dia 6 de janeiro. Além disso, os EUA viram ainda diversas manifestações contra o racismo e a violência policial contra a população negra, que tiveram registros de violência. [...]
   Pelo lado positivo, pela primeira vez desde 2015 houve melhora do índice de conflitos permanentes, com queda nas mortes em campos de batalha e também no nível e na intensidade dos combates. [...] O estudo aponta que, se por um lado os conflitos e as crises da década passada estão diminuindo, eles devem ser substituídos "por uma nova onda de tensão e incerteza como um resultado da pandemia da Covid-19 e do aumento das tensões entre muitas das principais potências".
   O presidente do IEPvê três áreas como protagonistas dos problemas futuros. "Muito vai depender de quão bem o mundo vai se recuperar economicamente da Covid-19 nos próximos anos", diz. Nesse sentido, instabilidade política e protestos violentos são as principais preocupações, principalmente em países que não conseguirem se recuperar economicamente da pandemia, avalia Killelea. Além disso, a tendência de queda na militarização parece ter chegado ao fim e deve aumentar nos próximos anos. (Folha de Pernambuco- 17/06/21)

Com relação à organização global, o texto se caracteriza como expositivo-argumentativo, pois apresenta

I- uma tese que situa o Brasil em relação a outros países quanto ao problema da violência (o país que tem maior temor à violência).
II- um propósito comunicativo, que é discorrer sobre cada fator causador da violência, as consequências para a sociedade bem como as formas de enfrentamento.
III- dados estatísticos resultantes de pesquisa realizada, comparando a situação de violência entre os países a partir de indicadores previamente estabelecidos.
IV- depoimentos de autoridades no assunto, como forma de dar sustentação à tese, confirmando o princípio da polifonia.
V- uma avaliação da situação relatada, sinalizando o aumento da militarização como o maior protagonista do problema da violência.
É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q1904190 Português
Leia o fragmento textual abaixo, constituído pelo primeiro e último parágrafos de um texto exposto na seção “PRIMEIRA PESSOA” (Veja - 02/06/21), e responda à questão.


“NADACOMO ESSE ABRAÇO”

Adriana Martins, mãe do bebê que sobreviveu ao ataque à creche em Santa Catarina, fala de seu alívio. 

Vivi o pior dos pesadelos. Eu estava no trabalho, que fica a menos de 500 metros da creche onde Henryque estudava, quando percebi uma movimentação estranha entre meus colegas. Uns faziam ligações, outros conversavam discretamente entre si, todos muito apreensivos. Tive certeza de que algo ruim estava acontecendo, mas não fazia ideia do que enfrentaria naquele dia trágico. Foi então que avisaram que havia uma emergência na escolinha. Saí correndo em um ato instintivo, antes de receber qualquer informação ou detalhe. Aentrada estava lotada e eu só escutava boatos de que um louco havia ferido a faca e matado crianças e professores. Tive uma crise incontrolável de choro, nunca senti tamanho desespero, desabei. Precisava saber onde estava o meu filho. E de repente veio a notícia: Henryque fora encaminhado para a emergência. Mas como ele estava? Vivo? Morto? Corremos para o hospital. [...]
Não consigo nem pensar em como vai ser o retorno à escola. Sua recuperação física caminha bem, mas ele ainda tem muita tosse porque o pulmão perfurado acumulou secreção. Brinca e logo fica cansado. Foi terrível ver meu filho à beira da morte de uma hora para outra. Agora, é acompanhá-lo na luta para se recuperar 100%. O dia das mães em família, após o massacre, foi um momento especial, um presente. Não sinto ódio do jovem que o atacou, só quero o justo, que seja preso. Essa experiência transformou minha percepção sobre a vida. [...] 
Conforme a disposição na oração, os termos assumem diferentes funções. No período:
E de repente veio a notícia: Henryque fora encaminhado para a emergência
os constituintes (1) “a notícia” e (2) “Henryque fora encaminhado para a emergência”, funcionam, respectivamente, do ponto de vista sintático, como:
Alternativas
Respostas
301: E
302: E
303: C
304: E
305: B
306: D
307: A
308: D
309: E
310: C
311: E
312: D
313: B
314: B
315: D
316: E
317: A
318: E
319: D
320: A