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Ano: 2017 Banca: IESES Órgão: IGP-SC Prova: IESES - 2017 - IGP-SC - Perito Odontolegista |
Q1701553 Noções de Informática
Analise as seguintes definições e assinale a INCORRETA:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IESES Órgão: IGP-SC Prova: IESES - 2017 - IGP-SC - Perito Odontolegista |
Q1701541 Direito Penal

De acordo com a Lei 11.343/06, que Institui o Sistema Nacional de Políticas Públicas sobre Drogas - Sisnad, é correto afirmar que:


I. Para efeito da lavratura do auto de prisão em flagrante e estabelecimento da materialidade do delito, é suficiente o laudo de constatação da natureza e quantidade da droga, firmado por perito oficial ou, na falta deste, por pessoa idônea.

II. O perito que subscrever o laudo de constatação da natureza e quantidade da droga não ficará impedido de participar da elaboração do laudo definitivo.

III. O local será vistoriado antes e depois de efetivada a destruição das drogas apreendidas, sendo lavrado auto circunstanciado pelo delegado de polícia, certificando-se neste a destruição total delas.

IV. A destruição de drogas apreendidas na ocorrência de prisão em flagrante será feita por incineração, no prazo máximo de 30 (trinta) dias contado da data da apreensão, guardando-se amostra necessária à realização do laudo definitivo.


Assinale a alternativa correta: 

Alternativas
Ano: 2017 Banca: IESES Órgão: IGP-SC Prova: IESES - 2017 - IGP-SC - Perito Odontolegista |
Q1701527 Inglês

UNEARTHED: REMAINS OF THE EARLIEST KNOWN TSUNAMI VICTIM

By Charles Choi | October 25, 2017 1:00 pm

Paragraph 1 Tsunamis have claimed hundreds of thousands of lives in the past two decades. Now a new study finds that a 6,000-year-old skull may come from the earliest known victim of these killer waves.

Paragraph 2 The partial human skull was discovered in 1929 buried in a mangrove swamp outside the small town of Aitape Papua New Guinea, about 500 miles north of Australia. Scientists originally thought it belonged to an ancient extinct human species, Homo erectus. However, subsequent research dated it to about 5,000 or 6,000 years in age, suggesting that it instead belonged to a modern human. 

A Rare Specimen

Paragraph 3 The skull is one of just two examples of ancient human remains found in Papua New Guinea after more than a century of work there. As such, archaeologists wanted to learn more about this skull to elucidate how people settled this region.

Paragraph 4 The scientists went back to where this skull was found and sampled the soil in which it was discovered. They focused on details such as sediment grain size and composition.

Paragraph 5 In the sediment, the researchers discovered a range of microscopic organisms from the ocean known as diatoms. These were similar to ones found in the soil after a 1998 tsunami killed more than 2,000 people in Papua New Guinea — for instance, their shells of silica were broken, likely by extremely powerful forces. 

Paragraph 6 These diatom shells, combined with the chemical compositions and the size ranges of the grains, all suggest that a tsunami occurred when the skull was buried. The researchers suggested the catastrophe either directly killed the person or ripped open their grave.

Paragraph 7 Tsunamis, which are giant waves caused by earthquakes, volcanic eruptions or underwater landslides, are some of the deadliest natural disasters known. The 2004 tsunami in the Indian Ocean killed more than 230,000 people, a higher death toll than any fire or hurricane.

Paragraph 8 The site where the skull was found is currently about 7.5 miles away from the coast. Still, the researchers noted that back when whoever the skull belonged to was alive, sea levels were higher, and the area would have been just behind the shoreline.

Paragraph 9 The waves of the tsunami that hit Papua New Guinea in 1998 reached more than 50 feet high and penetrated up to three miles inland. “If the event we have identified resulted from a similar process, it could have also resulted in extremely high waves,” study co-lead author Mark Golitko, an archaeologist at the University of Notre Dame in Indiana and the Field Museum in Chicago.

Paragraph 10 These results show “that coastal populations have been vulnerable to such events for thousands of years,” Golitko said. “People have managed to live with such unpredictable and destructive occurrences, but it highlights how vulnerable people living near the sea can be. Given the far larger populations that live along coastlines today, the potential impacts are far more severe now.”

Paragraph 11 Golitko plans to return to the area over the next few years “to further study the frequency of such events, how the environment changed over time, and how people have coped with the environmental challenges of living in that environment.” He and his colleagues detailed their findings Wednesday in the journal PLOS O.

Retrieved and adapted from:

<http://blogs.discovermagazine.com/d-brief/2017/10/25/first-tsunami-victim/#.WfYiYmhSzIU Accessed on October, 29th, 2017


According to paragraph 10, the correct alternative is:
Alternativas
Ano: 2017 Banca: IESES Órgão: IGP-SC Prova: IESES - 2017 - IGP-SC - Perito Odontolegista |
Q1701519 Português

Atenção: Nesta prova, considera-se uso correto da Língua Portuguesa o que está de acordo com a norma padrão escrita.

Leia o texto a seguir para responder a questão sobre seu conteúdo.


DIÁLOGO DE SURDOS

Por: Sírio Possenti. Publicado em 09 mai 2016. Adaptado de: http://www.cienciahoje.org.br/noticia/v/ler/id/4821/n/dialogo_de_surdos Acesso em 30 out 2017.


   A expressão corrente trata de situações em que dois lados (ou mais) falam e ninguém se entende. Na verdade, esta é uma visão um pouco simplificada das coisas. De fato, quando dois lados polemizam, dificilmente olham para as mesmas coisas (ou para as mesmas palavras). Cada lado interpreta o outro de uma forma que este acha estranha e vice-versa.

   Dominique Maingueneau (em Gênese dos discursos, São Paulo, Parábola) deu tratamento teórico à questão (um tratamento empírico pode ser encontrado em muitos espaços, quase diariamente). [...]

   Suponhamos dois discursos, A e B. Se polemizam, B nunca diz que A diz A, mas que diz “nãoB”. E vice-versa. O interessante é que nunca se encontra “nãoB” no discurso de A, sempre se encontra A; mas B não “pode” ver isso, porque trairia sua identidade doutrinária, ideológica.

   Um bom exemplo é o que acontece frequentemente no debate sobre variedades do português. Se um linguista diz que não há “erro” em uma fala popular, como em “as elite” (que a elite escreve burramente “a zelite”, quando deveria escrever “as elite”), seus opositores não dirão que os linguistas descrevem o fato como uma variante, mostrando que segue uma regra, mas que “aceitam tudo”, que “aceitam o erro”. O simulacro consiste no fato de que as palavras dos oponentes não são as dos linguistas (não cabe discutir quem tem razão, mas verificar que os dois não se entendem).

   Uma variante da incompreensão é que cada lado fala de coisas diferentes.

   Atualmente, há uma polêmica sobre se há golpe ou não há golpe. Simplificando um pouco, os que dizem que há golpe se apegam ao fato de que os dois crimes atribuídos à presidenta não seriam crimes. Os que acham que não há golpe dizem que o processo está seguindo as regras definidas pelo Supremo.  

   Um bom sintoma é a pergunta recorrente feita aos ministros do Supremo pelos repórteres: a pergunta não é “a pedalada é um crime?” (uma questão mérito), mas “impeachment é golpe?”. Esta pergunta permite que o ministro responda que não, pois o impedimento está previsto na Constituição.

   Juca Kfouri fez uma boa comparação com futebol: a expulsão de um jogador, ou o pênalti, está prevista(o), o que não significa que qualquer expulsão é justa ou que toda falta é pênalti...

   A teoria de Maingueneau joga água na fervura dos que acreditam que a humanidade pode se entender (o que faltaria é adotar uma língua comum, quem sabe o esperanto). Ledo engano: as pessoas não se entendem é falando a mesma língua.

   Até hoje, ninguém venceu uma disputa intelectual (ideológica) no debate. Quando venceu, foi com o exército, com a maioria dos eleitores ou dos... deputados.

Sírio Possenti

Departamento de Linguística

Universidade Estadual de Campinas 

Observe: “B não ‘pode’ ver isso, porque trairia sua identidade”. O emprego dos porquês requer especial atenção. Dessa forma, analise as frases das alternativas a seguir e assinale a única INCORRETA.
Alternativas
Q663829 Medicina Legal
Os polimorfismos do tipo STR são também chamados de
Alternativas
Q663828 Medicina Legal
O DNA mitocondrial tem sido muito usado em genética forense não apenas pela sua abundância nas células, mas também pelo seu mecanismo de herança peculiar. Com relação ao DNA mitocondrial e seu padrão de herança, assinale a opção correta.
Alternativas
Q663827 Medicina Legal
A figura precedente mostra as etapas A, B, C e D de uma reação em cadeia da polimerase (PCR). Considerando essas informações e a figura, assinale a opção correta acerca da técnica de PCR.
Alternativas
Q663826 Medicina Legal
Os polimorfismos do tipo RFLP, utilizados na genética forense, correspondem a
Alternativas
Q663825 Medicina Legal
No que concerne a amostras biológicas, assinale a opção correta.
Alternativas
Q663824 Medicina Legal
No que se refere a vestígios biológicos e extração de DNA, assinale a opção correta.
Alternativas
Q663823 Medicina Legal

Imagem associada para resolução da questão

Na figura precedente é apresentado um padrão de polimorfismos de DNA obtido em exame de paternidade após eletroforese em gel de poliacrilamida. Com base nos dados da criança, da mãe e de três homens — os supostos pais —, assinale a opção correta.

Alternativas
Q663822 Medicina Legal
Três anos depois de ter sido criado por lei, o banco de amostras de DNA de criminosos brasileiros possui apenas 569 condenados cadastrados, de acordo com relatório do Ministério da Justiça elaborado com dados coletados em todo o país. Embora no documento tenha sido destacado que o número de cadastrados representa menos de 1% do total de condenados por crimes hediondos e contra a pessoa — que, em todo o Brasil, corresponde a cerca de 60 mil detentos —, o uso desse banco pela justiça tem sido fundamental na elucidação de alguns crimes.
O Globo, 16/8/2015 (com adaptações).
Com relação aos métodos utilizados para a composição de um banco de dados de DNA semelhante ao mencionado no texto, assinale a opção correta.
Alternativas
Q663821 Medicina Legal
Assinale a opção correta relativa a avaliações odontológicas de danos decorrentes de lesões corporais, conforme previsto no CP.
Alternativas
Q663820 Medicina Legal
Com relação à análise das mordeduras, assinale a opção correta.
Alternativas
Q663819 Medicina Legal
Na reconstrução facial forense (RFF),
Alternativas
Q663818 Direito do Consumidor
Considerando as disposições do Código Civil e do Código de Defesa do Consumidor, assinale a opção correta acerca da responsabilidade civil do cirurgião-dentista.
Alternativas
Q663817 Direito Penal
De acordo com o Código Penal (CP), a lesão corporal será classificada como
Alternativas
Q663816 Medicina Legal
Assinale a opção que apresenta corretamente a análise da fórmula datiloscópica de Vucetish, série V2342/secção A1342.
Alternativas
Q663815 Medicina Legal
No sistema datiloscópico de Vucetish
Alternativas
Q663814 Medicina Legal
Considerando que a idade dos indivíduos pode ser determinada por meio da análise da sua dentição, assinale a opção correta.
Alternativas
Respostas
161: B
162: D
163: B
164: C
165: A
166: E
167: C
168: B
169: B
170: E
171: C
172: B
173: E
174: A
175: B
176: C
177: D
178: E
179: C
180: C