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(O Globo, 14-07-2009)
Após a leitura desse pequeno texto pode-se inferir que:
“Uma casa com 204 copeiros. Pelo menos 20,4% dos 3.500 funcionários terceirizados do Senado são copeiros ou contínuos. Dá mais de sete para cada um dos 81 senadores. No total, são 717, sendo 204 copeiros e 513 contínuos, que custam ao Senado R$2.400 por mês, cada um.”
Não há dúvida de que a notícia tem um tom crítico, condenando o Senado; o argumento em que se apoia essa crítica é de base estatística (a distorção de mais de sete funcionários para cada senador), mas apresenta uma falha, que é a de:
Lya Luft - Veja, 15-07-2009
Para mim, escrever é sempre questionar, não importa se
estou escrevendo um romance, um poema, um artigo. Como
ficcionista, meu espaço de trabalho é o drama humano: palco,
cenário, bastidores e os mais variados personagens com os quais
invento histórias de magia ou desespero. Como colunista, observo
e comento a realidade. O quadro não anda muito animador, embora
na crise mundial o Brasil pareça estar se saindo melhor que a
maioria dos países. De tirar o chapéu, se isso se concretizar e
perdurar. Do ponto de vista da moralidade, por outro lado, até em
instituições públicas que julgávamos venerandas, a cada dia há
um novo espanto. Não por obra de todos os que lá foram colocados
(por nós), mas o que ficamos sabendo é difícil de acreditar. Teríamos
de andar feito o velho filósofo grego Diógenes, que percorria as
ruas em dia claro com uma lanterna na mão. Questionado, respondia
procurar um homem honrado.
Vamos ter de sair aos bandos, aos magotes, catando
essa figura, não uma, mas multidões delas, para consertar isso,
que parece não ter arrumação?
Lya Luft - Veja, 15-07-2009
Para mim, escrever é sempre questionar, não importa se
estou escrevendo um romance, um poema, um artigo. Como
ficcionista, meu espaço de trabalho é o drama humano: palco,
cenário, bastidores e os mais variados personagens com os quais
invento histórias de magia ou desespero. Como colunista, observo
e comento a realidade. O quadro não anda muito animador, embora
na crise mundial o Brasil pareça estar se saindo melhor que a
maioria dos países. De tirar o chapéu, se isso se concretizar e
perdurar. Do ponto de vista da moralidade, por outro lado, até em
instituições públicas que julgávamos venerandas, a cada dia há
um novo espanto. Não por obra de todos os que lá foram colocados
(por nós), mas o que ficamos sabendo é difícil de acreditar. Teríamos
de andar feito o velho filósofo grego Diógenes, que percorria as
ruas em dia claro com uma lanterna na mão. Questionado, respondia
procurar um homem honrado.
Vamos ter de sair aos bandos, aos magotes, catando
essa figura, não uma, mas multidões delas, para consertar isso,
que parece não ter arrumação?
I Uma operação ou método refere-se a uma unidade de processamento de um objeto e sempre muda o estado deste.
II Diagramas de fluxo de objetos descrevem objetos e a maneira segundo a qual eles são produzidos e consumidos.
III A maioria dos objetos tem um ciclo de vida em que uma sucessão de eventos pode mudar seu estado, e na análise orientada a objeto desenha-se um diagrama mostrando este ciclo.
IV Operações e métodos expressam o mesmo conceito, ou seja, código de programação que define o comportamento do objeto.
I Instância e esquema, em linhas gerais, representam a descrição da estrutura dos dados e as restrições que precisam ser obedecidas, e mudam raramente durante o tempo.
II Uma visão é qualquer relação que não faz parte do modelo conceitual, mas é visível para o usuário como uma relação virtual.
III A Integridade Referencial deve assegurar que um valor que aparece em uma relação para um dado conjunto de atributos deve aparecer também para certo conjunto de atributos em outra relação.
IV Gatilhos são restrições sobre o conjunto de relações válidas.