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Q3334512 Ética na Administração Pública
Tendo em vista as regras básicas de comportamento profissional, tanto no trato diário com o público externo quanto no relacionamento com seus colegas de trabalho, analisar as afirmações a seguir:

I. O servidor público deve colaborar de maneira eficaz, compartilhando responsabilidades e apoiando os colegas para alcançar objetivos comuns.
II. O profissional deve adaptar-se a mudanças e estar disposto a comprometer-se para resolver conflitos e encontrar soluções.
III. O servidor deve abordar conflitos de maneira autoritária, buscando soluções que atendam apenas os seus interesses perante a repartição pública.

Está(ão) Corretos:
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Q3334511 Atendimento ao Público
O atendimento no serviço público refere-se às interações entre servidores públicos e cidadãos, onde são oferecidos serviços, informações e suporte pertinentes a diversos aspectos da administração pública.
Nessas interações, é correto afirmar que cabe ao servidor público:
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Q3334445 Português
Dentre as palavras a seguir, aquela que é formada por cinco sílabas é:
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Q3334443 Português
As concordâncias verbal e nominal estão corretas apenas em:
Alternativas
Q3334442 Português
Nas sentenças a seguir, o elemento em destaque é uma preposição apenas em: 
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Q3334441 Português
Avalie o emprego do acento indicador de crase nas sentenças a seguir e assinale a alternativa em que se verifica incorreção.
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Q3245402 Segurança e Saúde no Trabalho
Quanto às medidas de prevenção contra acidentes, que devem ser implementadas pelo empregador, de acordo com o que estabelece a Norma Regulamentadora 01 (NR 01), assinale a alternativa que classifica corretamente a ordem de prioridade.
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Q3245401 Segurança e Saúde no Trabalho
O uso de determinados equipamentos de proteção individual (EPI) é obrigatório em atividades laborais que expõem o empregado a riscos de acidentes. A Norma Regulamentadora nº 6 (NR 06), emitida pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), estabelece como responsabilidades do empregador e do empregado:
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Q3245400 Mecânica

Uma instalação que opera com 3 bombas centrífugas (I, II e III) está passando por manutenção conforme descrição a seguir:


I. Troca de rolamentos devido a identificação de ruído excessivo na caixa de mancais após monitoramento.


II. Limpeza periódica programada do filtro “Y” instalado na tubulação de sucção.


III. Substituição do selo mecânico devido a vazamento excessivo por quebra nos anéis rígidos de vedação dinâmica.



Considerando os procedimentos de manutenção para as 3 bombas, os tipos de manutenção que estão sendo empregados em cada bomba são:

Alternativas
Q3244921 Matemática

Um quadrado ABCD, de área 225 cm2 , foi dividido em 4 retângulos congruentes e 1 quadrado Q, conforme mostra a figura.



Imagem associada para resolução da questão



Sabendo que a área do quadrado Q excede a área de um retângulo em 5 cm2 , a diferença entre as medidas do maior lado e do menor lado de um retângulo é

Alternativas
Q3244912 Português

Leia o Texto II para responder à questão.


Texto II


    Porto Alegre está submersa. A maior parte do meu bairro, mergulhada em água de cor marrom avermelhada. Sexta-feira, 3 de maio, fazemos compras como se nos preparássemos para uma guerra: estocamos água, comida, lanternas, pilhas. Permaneceremos. No sábado, quando acordamos, a rua estava coberta de água. Chegam notícias alarmantes de outras áreas da cidade. Acaba a luz elétrica. Mas, imagine, o nosso prédio tem gerador. “Mas” − conjetura-se – “não haverá energia para as bombas abastecerem as caixas d’água”. Acaba o fornecimento municipal de água, não há água a ser bombeada, resta racionar a água que ainda temos na caixa d’água do prédio. No domingo, silenciosa e persistente, a água avança. Sobe. Se impõe, indiferente ao fato de que a chuva tenha parado e é um belo dia de sol. Impassível, como as águas que a tudo domina, assisto pelas janelas aquela cena. Estamos no décimo-primeiro andar, a água não chegará aqui. Imagine! Este é um prédio seguro, com todos os recursos, capaz de gerar sua própria energia, escadas pressurizadas, portaria virtual. Um luxo… Olho para baixo, um rapaz passa remando em uma canoa improvisada. Helicópteros, como ruidosos besouros metálicos, cortam os céus. Um caminhão do Exército oferece ajuda aos que querem deixar suas casas. Não é conosco. Isso não pode estar acontecendo. Um cheiro meio nauseabundo exala do rio marrom que passou a existir onde antes havia uma rua ladeada por amoreiras. Estaria eu culpando a água insalubre pela náusea que a ansiedade instaurara em meu corpo? Constata-se: a água continua a subir. Novo recorde para o nível do Guaíba, 5 metros e 33 centímetros. Mas a água não cai dos céus, a chuva dera uma trégua, a água surge dos bueiros aos borbotões acompanhada de ratos e baratas. Fala-se de cobras e lagartos. Jacarés? Contam que um jacaré passeia, digo, nada, pelo bairro. Não pode ser verdade. Segunda-feira, o gerador − que refrigerava nossa comida, recarregava nossos celulares e mantinha acesa alguma esperança de que resistiríamos e que a calamidade passaria longe de nossas confortáveis vidas – pifou pela sobrecarga.


    Incrédulos e anestesiados pegamos alguns pertences, documentos e computadores e conseguimos ainda sair do prédio com água até os joelhos e embarcarmos em nossa caminhonete, felizmente, alta. O assombro era imenso e a sensação era a de que não fazíamos parte daquele cenário, estávamos em outro lugar, apartados daquela realidade.


(Ondina Fachel Leal. 25.05.2024.

Disponível em: https://www.matinaljornalismo.com.br/.Adaptado)

No trecho “Estaria eu culpando a água insalubre pela náusea que a ansiedade instaurara em meu corpo?”, o verbo destacado pode ser substituído, mantendo-se o sentido original, por: 
Alternativas
Q3244911 Português

Leia o Texto II para responder à questão.


Texto II


    Porto Alegre está submersa. A maior parte do meu bairro, mergulhada em água de cor marrom avermelhada. Sexta-feira, 3 de maio, fazemos compras como se nos preparássemos para uma guerra: estocamos água, comida, lanternas, pilhas. Permaneceremos. No sábado, quando acordamos, a rua estava coberta de água. Chegam notícias alarmantes de outras áreas da cidade. Acaba a luz elétrica. Mas, imagine, o nosso prédio tem gerador. “Mas” − conjetura-se – “não haverá energia para as bombas abastecerem as caixas d’água”. Acaba o fornecimento municipal de água, não há água a ser bombeada, resta racionar a água que ainda temos na caixa d’água do prédio. No domingo, silenciosa e persistente, a água avança. Sobe. Se impõe, indiferente ao fato de que a chuva tenha parado e é um belo dia de sol. Impassível, como as águas que a tudo domina, assisto pelas janelas aquela cena. Estamos no décimo-primeiro andar, a água não chegará aqui. Imagine! Este é um prédio seguro, com todos os recursos, capaz de gerar sua própria energia, escadas pressurizadas, portaria virtual. Um luxo… Olho para baixo, um rapaz passa remando em uma canoa improvisada. Helicópteros, como ruidosos besouros metálicos, cortam os céus. Um caminhão do Exército oferece ajuda aos que querem deixar suas casas. Não é conosco. Isso não pode estar acontecendo. Um cheiro meio nauseabundo exala do rio marrom que passou a existir onde antes havia uma rua ladeada por amoreiras. Estaria eu culpando a água insalubre pela náusea que a ansiedade instaurara em meu corpo? Constata-se: a água continua a subir. Novo recorde para o nível do Guaíba, 5 metros e 33 centímetros. Mas a água não cai dos céus, a chuva dera uma trégua, a água surge dos bueiros aos borbotões acompanhada de ratos e baratas. Fala-se de cobras e lagartos. Jacarés? Contam que um jacaré passeia, digo, nada, pelo bairro. Não pode ser verdade. Segunda-feira, o gerador − que refrigerava nossa comida, recarregava nossos celulares e mantinha acesa alguma esperança de que resistiríamos e que a calamidade passaria longe de nossas confortáveis vidas – pifou pela sobrecarga.


    Incrédulos e anestesiados pegamos alguns pertences, documentos e computadores e conseguimos ainda sair do prédio com água até os joelhos e embarcarmos em nossa caminhonete, felizmente, alta. O assombro era imenso e a sensação era a de que não fazíamos parte daquele cenário, estávamos em outro lugar, apartados daquela realidade.


(Ondina Fachel Leal. 25.05.2024.

Disponível em: https://www.matinaljornalismo.com.br/.Adaptado)

Considere o trecho a seguir:


    “Acaba o fornecimento municipal de água, não há água a ser bombeada, resta racionar a água que ainda temos na caixa d’água do prédio.” (1º parágrafo)


Para evitar a repetição da palavra “água”, o trecho está reescrito conforme a norma-padrão em:

Alternativas
Q3244910 Português

Leia o Texto II para responder à questão.


Texto II


    Porto Alegre está submersa. A maior parte do meu bairro, mergulhada em água de cor marrom avermelhada. Sexta-feira, 3 de maio, fazemos compras como se nos preparássemos para uma guerra: estocamos água, comida, lanternas, pilhas. Permaneceremos. No sábado, quando acordamos, a rua estava coberta de água. Chegam notícias alarmantes de outras áreas da cidade. Acaba a luz elétrica. Mas, imagine, o nosso prédio tem gerador. “Mas” − conjetura-se – “não haverá energia para as bombas abastecerem as caixas d’água”. Acaba o fornecimento municipal de água, não há água a ser bombeada, resta racionar a água que ainda temos na caixa d’água do prédio. No domingo, silenciosa e persistente, a água avança. Sobe. Se impõe, indiferente ao fato de que a chuva tenha parado e é um belo dia de sol. Impassível, como as águas que a tudo domina, assisto pelas janelas aquela cena. Estamos no décimo-primeiro andar, a água não chegará aqui. Imagine! Este é um prédio seguro, com todos os recursos, capaz de gerar sua própria energia, escadas pressurizadas, portaria virtual. Um luxo… Olho para baixo, um rapaz passa remando em uma canoa improvisada. Helicópteros, como ruidosos besouros metálicos, cortam os céus. Um caminhão do Exército oferece ajuda aos que querem deixar suas casas. Não é conosco. Isso não pode estar acontecendo. Um cheiro meio nauseabundo exala do rio marrom que passou a existir onde antes havia uma rua ladeada por amoreiras. Estaria eu culpando a água insalubre pela náusea que a ansiedade instaurara em meu corpo? Constata-se: a água continua a subir. Novo recorde para o nível do Guaíba, 5 metros e 33 centímetros. Mas a água não cai dos céus, a chuva dera uma trégua, a água surge dos bueiros aos borbotões acompanhada de ratos e baratas. Fala-se de cobras e lagartos. Jacarés? Contam que um jacaré passeia, digo, nada, pelo bairro. Não pode ser verdade. Segunda-feira, o gerador − que refrigerava nossa comida, recarregava nossos celulares e mantinha acesa alguma esperança de que resistiríamos e que a calamidade passaria longe de nossas confortáveis vidas – pifou pela sobrecarga.


    Incrédulos e anestesiados pegamos alguns pertences, documentos e computadores e conseguimos ainda sair do prédio com água até os joelhos e embarcarmos em nossa caminhonete, felizmente, alta. O assombro era imenso e a sensação era a de que não fazíamos parte daquele cenário, estávamos em outro lugar, apartados daquela realidade.


(Ondina Fachel Leal. 25.05.2024.

Disponível em: https://www.matinaljornalismo.com.br/.Adaptado)

Assinale a alternativa que apresenta trecho do 1º parágrafo em que há emprego de sentido figurado.
Alternativas
Q3244909 Português

Leia o Texto II para responder à questão.


Texto II


    Porto Alegre está submersa. A maior parte do meu bairro, mergulhada em água de cor marrom avermelhada. Sexta-feira, 3 de maio, fazemos compras como se nos preparássemos para uma guerra: estocamos água, comida, lanternas, pilhas. Permaneceremos. No sábado, quando acordamos, a rua estava coberta de água. Chegam notícias alarmantes de outras áreas da cidade. Acaba a luz elétrica. Mas, imagine, o nosso prédio tem gerador. “Mas” − conjetura-se – “não haverá energia para as bombas abastecerem as caixas d’água”. Acaba o fornecimento municipal de água, não há água a ser bombeada, resta racionar a água que ainda temos na caixa d’água do prédio. No domingo, silenciosa e persistente, a água avança. Sobe. Se impõe, indiferente ao fato de que a chuva tenha parado e é um belo dia de sol. Impassível, como as águas que a tudo domina, assisto pelas janelas aquela cena. Estamos no décimo-primeiro andar, a água não chegará aqui. Imagine! Este é um prédio seguro, com todos os recursos, capaz de gerar sua própria energia, escadas pressurizadas, portaria virtual. Um luxo… Olho para baixo, um rapaz passa remando em uma canoa improvisada. Helicópteros, como ruidosos besouros metálicos, cortam os céus. Um caminhão do Exército oferece ajuda aos que querem deixar suas casas. Não é conosco. Isso não pode estar acontecendo. Um cheiro meio nauseabundo exala do rio marrom que passou a existir onde antes havia uma rua ladeada por amoreiras. Estaria eu culpando a água insalubre pela náusea que a ansiedade instaurara em meu corpo? Constata-se: a água continua a subir. Novo recorde para o nível do Guaíba, 5 metros e 33 centímetros. Mas a água não cai dos céus, a chuva dera uma trégua, a água surge dos bueiros aos borbotões acompanhada de ratos e baratas. Fala-se de cobras e lagartos. Jacarés? Contam que um jacaré passeia, digo, nada, pelo bairro. Não pode ser verdade. Segunda-feira, o gerador − que refrigerava nossa comida, recarregava nossos celulares e mantinha acesa alguma esperança de que resistiríamos e que a calamidade passaria longe de nossas confortáveis vidas – pifou pela sobrecarga.


    Incrédulos e anestesiados pegamos alguns pertences, documentos e computadores e conseguimos ainda sair do prédio com água até os joelhos e embarcarmos em nossa caminhonete, felizmente, alta. O assombro era imenso e a sensação era a de que não fazíamos parte daquele cenário, estávamos em outro lugar, apartados daquela realidade.


(Ondina Fachel Leal. 25.05.2024.

Disponível em: https://www.matinaljornalismo.com.br/.Adaptado)

A partir da leitura do Texto II, pode-se afirmar, corretamente, que a autora demonstra estar
Alternativas
Q3244908 Português

Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


    As mudanças climáticas têm potencial de impacto extremamente relevante sobre o setor de saneamento e a vida das pessoas em geral. O impacto é de tal ordem que provoca desabrigados, fome e migrações em busca de melhores condições para sobrevivência.

    As consequências das mudanças de padrão de chuvas trazem ainda outras questões relevantes, como conflitos de uso, quando da ocorrência de secas, e potenciais desastres, quando da ocorrência de cheias. Os conflitos provocados pela falta de oferta geram dificuldades de alocação de água e disputas entre usuários. As cheias provocam, muitas vezes, situações de desastre que impactam vidas e trazem prejuízos econômicos. 

    A resiliência precisa ser construída com o objetivo de reduzir o impacto dos desastres sobre as populações, de modo a possibilitar a adaptação a novos regimes hidrológicos. Outras medidas de adaptação podem atuar sobre a oferta de água, necessitando intervenções estruturais, como a implantação de dessalinizadores, reúso, estruturas de armazenamento de água e interligação de bacias, às vezes até mesmo como sistemas redundantes.

    Há, por fim, a necessidade de serem adotadas medidas que induzam ao uso racional da água e que atuem na redução da demanda. Já há uma preocupação com redução de perdas em sistemas de distribuição, mas também é necessário o incentivo à introdução de equipamentos poupadores, na área residencial ou industrial. 



(Meio ambiente, mudança climática e segurança hídrica –

Brazil Water Week. Disponível em: https://brazilwaterweek.com.br.

Adaptado)


Leia o Texto II para responder à questão.


Texto II


    Porto Alegre está submersa. A maior parte do meu bairro, mergulhada em água de cor marrom avermelhada. Sexta-feira, 3 de maio, fazemos compras como se nos preparássemos para uma guerra: estocamos água, comida, lanternas, pilhas. Permaneceremos. No sábado, quando acordamos, a rua estava coberta de água. Chegam notícias alarmantes de outras áreas da cidade. Acaba a luz elétrica. Mas, imagine, o nosso prédio tem gerador. “Mas” − conjetura-se – “não haverá energia para as bombas abastecerem as caixas d’água”. Acaba o fornecimento municipal de água, não há água a ser bombeada, resta racionar a água que ainda temos na caixa d’água do prédio. No domingo, silenciosa e persistente, a água avança. Sobe. Se impõe, indiferente ao fato de que a chuva tenha parado e é um belo dia de sol. Impassível, como as águas que a tudo domina, assisto pelas janelas aquela cena. Estamos no décimo-primeiro andar, a água não chegará aqui. Imagine! Este é um prédio seguro, com todos os recursos, capaz de gerar sua própria energia, escadas pressurizadas, portaria virtual. Um luxo… Olho para baixo, um rapaz passa remando em uma canoa improvisada. Helicópteros, como ruidosos besouros metálicos, cortam os céus. Um caminhão do Exército oferece ajuda aos que querem deixar suas casas. Não é conosco. Isso não pode estar acontecendo. Um cheiro meio nauseabundo exala do rio marrom que passou a existir onde antes havia uma rua ladeada por amoreiras. Estaria eu culpando a água insalubre pela náusea que a ansiedade instaurara em meu corpo? Constata-se: a água continua a subir. Novo recorde para o nível do Guaíba, 5 metros e 33 centímetros. Mas a água não cai dos céus, a chuva dera uma trégua, a água surge dos bueiros aos borbotões acompanhada de ratos e baratas. Fala-se de cobras e lagartos. Jacarés? Contam que um jacaré passeia, digo, nada, pelo bairro. Não pode ser verdade. Segunda-feira, o gerador − que refrigerava nossa comida, recarregava nossos celulares e mantinha acesa alguma esperança de que resistiríamos e que a calamidade passaria longe de nossas confortáveis vidas – pifou pela sobrecarga.


    Incrédulos e anestesiados pegamos alguns pertences, documentos e computadores e conseguimos ainda sair do prédio com água até os joelhos e embarcarmos em nossa caminhonete, felizmente, alta. O assombro era imenso e a sensação era a de que não fazíamos parte daquele cenário, estávamos em outro lugar, apartados daquela realidade.


(Ondina Fachel Leal. 25.05.2024.

Disponível em: https://www.matinaljornalismo.com.br/.Adaptado)

Considere o seguinte trecho do último parágrafo do Texto I:


“Há, por fim, a necessidade de serem adotadas medidas que induzam o uso racional da água e que atuem na redução da demanda.”


Assinale a alternativa que apresenta um trecho do Texto II que ilustra esse trecho do Texto I.

Alternativas
Q3244907 Português

Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


    As mudanças climáticas têm potencial de impacto extremamente relevante sobre o setor de saneamento e a vida das pessoas em geral. O impacto é de tal ordem que provoca desabrigados, fome e migrações em busca de melhores condições para sobrevivência.

    As consequências das mudanças de padrão de chuvas trazem ainda outras questões relevantes, como conflitos de uso, quando da ocorrência de secas, e potenciais desastres, quando da ocorrência de cheias. Os conflitos provocados pela falta de oferta geram dificuldades de alocação de água e disputas entre usuários. As cheias provocam, muitas vezes, situações de desastre que impactam vidas e trazem prejuízos econômicos. 

    A resiliência precisa ser construída com o objetivo de reduzir o impacto dos desastres sobre as populações, de modo a possibilitar a adaptação a novos regimes hidrológicos. Outras medidas de adaptação podem atuar sobre a oferta de água, necessitando intervenções estruturais, como a implantação de dessalinizadores, reúso, estruturas de armazenamento de água e interligação de bacias, às vezes até mesmo como sistemas redundantes.

    Há, por fim, a necessidade de serem adotadas medidas que induzam ao uso racional da água e que atuem na redução da demanda. Já há uma preocupação com redução de perdas em sistemas de distribuição, mas também é necessário o incentivo à introdução de equipamentos poupadores, na área residencial ou industrial. 



(Meio ambiente, mudança climática e segurança hídrica –

Brazil Water Week. Disponível em: https://brazilwaterweek.com.br.

Adaptado)

É preciso adotar medidas que contemplem desde _____________  implantação de dessalinizadores ________________ interligação de bacias, ____________ fim de reduzir o impacto dos desastres.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho.

Alternativas
Q3244906 Português

Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


    As mudanças climáticas têm potencial de impacto extremamente relevante sobre o setor de saneamento e a vida das pessoas em geral. O impacto é de tal ordem que provoca desabrigados, fome e migrações em busca de melhores condições para sobrevivência.

    As consequências das mudanças de padrão de chuvas trazem ainda outras questões relevantes, como conflitos de uso, quando da ocorrência de secas, e potenciais desastres, quando da ocorrência de cheias. Os conflitos provocados pela falta de oferta geram dificuldades de alocação de água e disputas entre usuários. As cheias provocam, muitas vezes, situações de desastre que impactam vidas e trazem prejuízos econômicos. 

    A resiliência precisa ser construída com o objetivo de reduzir o impacto dos desastres sobre as populações, de modo a possibilitar a adaptação a novos regimes hidrológicos. Outras medidas de adaptação podem atuar sobre a oferta de água, necessitando intervenções estruturais, como a implantação de dessalinizadores, reúso, estruturas de armazenamento de água e interligação de bacias, às vezes até mesmo como sistemas redundantes.

    Há, por fim, a necessidade de serem adotadas medidas que induzam ao uso racional da água e que atuem na redução da demanda. Já há uma preocupação com redução de perdas em sistemas de distribuição, mas também é necessário o incentivo à introdução de equipamentos poupadores, na área residencial ou industrial. 



(Meio ambiente, mudança climática e segurança hídrica –

Brazil Water Week. Disponível em: https://brazilwaterweek.com.br.

Adaptado)

Assinale a alternativa em que a reescrita do texto está em conformidade com a norma-padrão de concordância.
Alternativas
Q3244905 Português

Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


    As mudanças climáticas têm potencial de impacto extremamente relevante sobre o setor de saneamento e a vida das pessoas em geral. O impacto é de tal ordem que provoca desabrigados, fome e migrações em busca de melhores condições para sobrevivência.

    As consequências das mudanças de padrão de chuvas trazem ainda outras questões relevantes, como conflitos de uso, quando da ocorrência de secas, e potenciais desastres, quando da ocorrência de cheias. Os conflitos provocados pela falta de oferta geram dificuldades de alocação de água e disputas entre usuários. As cheias provocam, muitas vezes, situações de desastre que impactam vidas e trazem prejuízos econômicos. 

    A resiliência precisa ser construída com o objetivo de reduzir o impacto dos desastres sobre as populações, de modo a possibilitar a adaptação a novos regimes hidrológicos. Outras medidas de adaptação podem atuar sobre a oferta de água, necessitando intervenções estruturais, como a implantação de dessalinizadores, reúso, estruturas de armazenamento de água e interligação de bacias, às vezes até mesmo como sistemas redundantes.

    Há, por fim, a necessidade de serem adotadas medidas que induzam ao uso racional da água e que atuem na redução da demanda. Já há uma preocupação com redução de perdas em sistemas de distribuição, mas também é necessário o incentivo à introdução de equipamentos poupadores, na área residencial ou industrial. 



(Meio ambiente, mudança climática e segurança hídrica –

Brazil Water Week. Disponível em: https://brazilwaterweek.com.br.

Adaptado)

Considere os trechos a seguir:


•  As mudanças climáticas têm potencial de impacto extremamente relevante... (1º parágrafo)


•  Outras medidas de adaptação podem atuar sobre a oferta de água... (3º parágrafo)



Considerando o contexto em que estão empregados e preservando seu sentido, os termos destacados podem ser substituídos, respectivamente, por:

Alternativas
Q3244904 Português

Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


    As mudanças climáticas têm potencial de impacto extremamente relevante sobre o setor de saneamento e a vida das pessoas em geral. O impacto é de tal ordem que provoca desabrigados, fome e migrações em busca de melhores condições para sobrevivência.

    As consequências das mudanças de padrão de chuvas trazem ainda outras questões relevantes, como conflitos de uso, quando da ocorrência de secas, e potenciais desastres, quando da ocorrência de cheias. Os conflitos provocados pela falta de oferta geram dificuldades de alocação de água e disputas entre usuários. As cheias provocam, muitas vezes, situações de desastre que impactam vidas e trazem prejuízos econômicos. 

    A resiliência precisa ser construída com o objetivo de reduzir o impacto dos desastres sobre as populações, de modo a possibilitar a adaptação a novos regimes hidrológicos. Outras medidas de adaptação podem atuar sobre a oferta de água, necessitando intervenções estruturais, como a implantação de dessalinizadores, reúso, estruturas de armazenamento de água e interligação de bacias, às vezes até mesmo como sistemas redundantes.

    Há, por fim, a necessidade de serem adotadas medidas que induzam ao uso racional da água e que atuem na redução da demanda. Já há uma preocupação com redução de perdas em sistemas de distribuição, mas também é necessário o incentivo à introdução de equipamentos poupadores, na área residencial ou industrial. 



(Meio ambiente, mudança climática e segurança hídrica –

Brazil Water Week. Disponível em: https://brazilwaterweek.com.br.

Adaptado)

No trecho “ há uma preocupação com redução de perdas em sistemas de distribuição, mas também é necessário o incentivo à introdução de equipamentos poupadores, na área residencial ou industrial”, as expressões destacadas, respectivamente, indicam:
Alternativas
Q3244903 Português

Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


    As mudanças climáticas têm potencial de impacto extremamente relevante sobre o setor de saneamento e a vida das pessoas em geral. O impacto é de tal ordem que provoca desabrigados, fome e migrações em busca de melhores condições para sobrevivência.

    As consequências das mudanças de padrão de chuvas trazem ainda outras questões relevantes, como conflitos de uso, quando da ocorrência de secas, e potenciais desastres, quando da ocorrência de cheias. Os conflitos provocados pela falta de oferta geram dificuldades de alocação de água e disputas entre usuários. As cheias provocam, muitas vezes, situações de desastre que impactam vidas e trazem prejuízos econômicos. 

    A resiliência precisa ser construída com o objetivo de reduzir o impacto dos desastres sobre as populações, de modo a possibilitar a adaptação a novos regimes hidrológicos. Outras medidas de adaptação podem atuar sobre a oferta de água, necessitando intervenções estruturais, como a implantação de dessalinizadores, reúso, estruturas de armazenamento de água e interligação de bacias, às vezes até mesmo como sistemas redundantes.

    Há, por fim, a necessidade de serem adotadas medidas que induzam ao uso racional da água e que atuem na redução da demanda. Já há uma preocupação com redução de perdas em sistemas de distribuição, mas também é necessário o incentivo à introdução de equipamentos poupadores, na área residencial ou industrial. 



(Meio ambiente, mudança climática e segurança hídrica –

Brazil Water Week. Disponível em: https://brazilwaterweek.com.br.

Adaptado)

Segundo as informações do Texto I, é correto afirmar que 
Alternativas
Respostas
81: C
82: A
83: B
84: B
85: C
86: E
87: D
88: A
89: B
90: A
91: D
92: A
93: E
94: E
95: B
96: A
97: C
98: B
99: B
100: D