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Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2015 - MGS - Nível Fundamental Completo |
Q591788 Português
                                   O PADEIRO

      Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

       - Não é ninguém, é o padeiro!

       Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo? Então você não é ninguém?

       Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...

        Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo.

(Rubem Braga. Ai de ti, Copacabana, Crônicas. Editora do autor, Rio de Janeiro, 1960)
Sobre a frase “Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim." ( 1°§), assinale a alternativa que apresenta seu número correto de orações: 
Alternativas
Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2015 - MGS - Nível Fundamental Completo |
Q591787 Português
                                   O PADEIRO

      Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

       - Não é ninguém, é o padeiro!

       Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo? Então você não é ninguém?

       Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...

        Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo.

(Rubem Braga. Ai de ti, Copacabana, Crônicas. Editora do autor, Rio de Janeiro, 1960)
De acordo com o assunto abordado, o objetivo do texto é: 
Alternativas
Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2015 - MGS - Nível Fundamental Completo |
Q591786 Português
                                   O PADEIRO

      Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

       - Não é ninguém, é o padeiro!

       Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo? Então você não é ninguém?

       Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...

        Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo.

(Rubem Braga. Ai de ti, Copacabana, Crônicas. Editora do autor, Rio de Janeiro, 1960)
Na primeira frase do texto, a palavra “dormido" refere-se:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2015 - MGS - Nível Fundamental Completo |
Q591785 Português
                                   O PADEIRO

      Tomo o meu café com pão dormido, que não é tão ruim assim. E enquanto tomo café vou me lembrando de um homem que conheci antigamente. Quando vinha deixar o pão à porta do apartamento ele apertava a campainha, mas, para não incomodar os moradores, avisava gritando:

       - Não é ninguém, é o padeiro!

       Interroguei-o uma vez: como tivera a ideia de gritar aquilo? Então você não é ninguém?

       Ele abriu um sorriso largo. Explicou que aprendera aquilo de ouvido. Muitas vezes lhe acontecera bater a campainha de uma casa e ser atendido por uma empregada ou outra pessoa qualquer, e ouvir uma voz que vinha lá de dentro perguntando quem era; e ouvir a pessoa que o atendera dizer para dentro: “não é ninguém, não senhora, é o padeiro". Assim ficara sabendo que não era ninguém...

        Ele me contou isso sem mágoa nenhuma, e se despediu ainda sorrindo.

(Rubem Braga. Ai de ti, Copacabana, Crônicas. Editora do autor, Rio de Janeiro, 1960)
O texto “O padeiro" fala sobre:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2015 - MGS - Nível Fundamental Incompleto |
Q587560 História e Geografia de Estados e Municípios
A Rodovia (BR) que liga as cidades de Paracatú (Noroeste) à Juiz de Fora (Sudeste) se encontra descrita na alternativa: 
Alternativas
Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2015 - MGS - Nível Fundamental Incompleto |
Q587559 Conhecimentos Gerais
As principais ocorrências de folguedos no estado de Minas Gerais são: 

I. Cavalhada.

II. Congado.

III. Festa do Divino.

IV. Reisado.

Das opções apresentadas, estão corretas. 


Alternativas
Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2015 - MGS - Nível Fundamental Incompleto |
Q587558 História e Geografia de Estados e Municípios
O estado de Minas Gerais faz divisa com vários estados brasileiros. Assinale a alternativa que não apresenta uma divisa correta.
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Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2015 - MGS - Nível Fundamental Incompleto |
Q587557 Conhecimentos Gerais
Preencha a lacuna do texto a seguir com a resposta correta. Minas Gerais é um estado privilegiado no quesito musical exportando talentos para outros estados brasileiros e para o exterior. O estado tem sido palco de uma das principais correntes musicais brasileiras, conhecida com o______________________, que, para muitos, é tão significativa para o legado cultural brasileiro como é o Samba.
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Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2015 - MGS - Nível Fundamental Incompleto |
Q587556 História e Geografia de Estados e Municípios
As mesorregiões do Estado de Minas Gerais (Segundo o IBGE) que faz fronteira com o Estado do Rio de Janeiro são os descritos na alternativa:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2015 - MGS - Nível Fundamental Incompleto |
Q587555 Conhecimentos Gerais
A migração desenfreada que comete a Europa é notícia diária na imprensa mundial. O que está ocorrendo é sem precedentes neste milênio. Muitos morrem tentando chegar à Itália, vindo da África em pequenos barcos, e atravessando o mar_______ . Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna.
Alternativas
Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2015 - MGS - Nível Fundamental Incompleto |
Q587547 Português

Texto II

Meninos

Sentado à soleira da porta

Menino triste

Que nunca leu Júlio Verne

Menino que não joga bilboquê

Menino das brotoejas e da tosse eterna

Contempla o menino rico na varanda

Rodando na bicicleta

O mar autônomo sem fim

É triste a luta das classes.

                        (Murilo Mendes)

Vocabulário:

Júlio Verne - importante escritor francês do século XIX bilboquê - tipo de brinquedo 

No verso “O mar autônomo sem fim”, a expressão sublinhada foi empregada pelo autor para destacar a seguinte característica do mar:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2015 - MGS - Nível Fundamental Incompleto |
Q587546 Português

Texto II

Meninos

Sentado à soleira da porta

Menino triste

Que nunca leu Júlio Verne

Menino que não joga bilboquê

Menino das brotoejas e da tosse eterna

Contempla o menino rico na varanda

Rodando na bicicleta

O mar autônomo sem fim

É triste a luta das classes.

                        (Murilo Mendes)

Vocabulário:

Júlio Verne - importante escritor francês do século XIX bilboquê - tipo de brinquedo 

Dentre as palavras destacadas abaixo, retiradas do poema, apenas uma NÃO é substantivo. Assinale-a.
Alternativas
Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2015 - MGS - Nível Fundamental Incompleto |
Q587545 Português

Texto II

Meninos

Sentado à soleira da porta

Menino triste

Que nunca leu Júlio Verne

Menino que não joga bilboquê

Menino das brotoejas e da tosse eterna

Contempla o menino rico na varanda

Rodando na bicicleta

O mar autônomo sem fim

É triste a luta das classes.

                        (Murilo Mendes)

Vocabulário:

Júlio Verne - importante escritor francês do século XIX bilboquê - tipo de brinquedo 

No poema, o autor confronta dois tipos de meninos que, no texto, são diferenciados em função:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2015 - MGS - Nível Fundamental Incompleto |
Q587544 Português

Texto I

Nhenhenhén - Conversa interminável, monótona. Vem do tupi nheem, falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, os nativos, que aqui estavam já havia séculos, não entenderam patavina da estranha falação daqueles lusitanos barbudos e emplumados que desceram de barcos tão enormes, tão esquisitos. Deu-se um diálogo de verdadeiro nhenhenhém dos dois lados, ninguém se entendia, todos perplexos. Nos dias atuais, essa antiga expressão dos silvícolas ainda permanece vivíssima. Na palavra de certos demagogos e em arengas para plenários sonolentos, por exemplo...

                             (COTRIM, Márcio. O Pulo do Gato 2. São Paulo: Geração Editorial, 2009. p. 25)

Ao afirmar que a expressão dos silvícolas, que são os índios, permanece “vivíssima” o texto sugere que:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2015 - MGS - Nível Fundamental Incompleto |
Q587543 Português

Texto I

Nhenhenhén - Conversa interminável, monótona. Vem do tupi nheem, falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, os nativos, que aqui estavam já havia séculos, não entenderam patavina da estranha falação daqueles lusitanos barbudos e emplumados que desceram de barcos tão enormes, tão esquisitos. Deu-se um diálogo de verdadeiro nhenhenhém dos dois lados, ninguém se entendia, todos perplexos. Nos dias atuais, essa antiga expressão dos silvícolas ainda permanece vivíssima. Na palavra de certos demagogos e em arengas para plenários sonolentos, por exemplo...

                             (COTRIM, Márcio. O Pulo do Gato 2. São Paulo: Geração Editorial, 2009. p. 25)

Considerando as regras para separação silábica, indique a opção em que a palavra indicada foi dividida de modo ERRADO.
Alternativas
Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2015 - MGS - Nível Fundamental Incompleto |
Q587542 Português

Texto I

Nhenhenhén - Conversa interminável, monótona. Vem do tupi nheem, falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, os nativos, que aqui estavam já havia séculos, não entenderam patavina da estranha falação daqueles lusitanos barbudos e emplumados que desceram de barcos tão enormes, tão esquisitos. Deu-se um diálogo de verdadeiro nhenhenhém dos dois lados, ninguém se entendia, todos perplexos. Nos dias atuais, essa antiga expressão dos silvícolas ainda permanece vivíssima. Na palavra de certos demagogos e em arengas para plenários sonolentos, por exemplo...

                             (COTRIM, Márcio. O Pulo do Gato 2. São Paulo: Geração Editorial, 2009. p. 25)

Ao final do texto, o autor fala em “demagogos” e “arengas”. “Demagogos” podem ser entendidos como pessoas ambiciosas que manipulam os outros para obter proveitos, e “arengas” são discursos feitos em público. Nesse sentido, ao usar essas duas palavras, o autor pretende atribuir ao termo “nhenhenhém” um sentido:
Alternativas
Ano: 2015 Banca: IBFC Órgão: MGS Prova: IBFC - 2015 - MGS - Nível Fundamental Incompleto |
Q587541 Português

Texto I

Nhenhenhén - Conversa interminável, monótona. Vem do tupi nheem, falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, os nativos, que aqui estavam já havia séculos, não entenderam patavina da estranha falação daqueles lusitanos barbudos e emplumados que desceram de barcos tão enormes, tão esquisitos. Deu-se um diálogo de verdadeiro nhenhenhém dos dois lados, ninguém se entendia, todos perplexos. Nos dias atuais, essa antiga expressão dos silvícolas ainda permanece vivíssima. Na palavra de certos demagogos e em arengas para plenários sonolentos, por exemplo...

                             (COTRIM, Márcio. O Pulo do Gato 2. São Paulo: Geração Editorial, 2009. p. 25)

A partir de uma leitura atenta do texto, é correto afirmar que o “nhenhenhém” que ocorreu entre portugueses e índios:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: IBFC Órgão: Prefeitura de Alagoa Grande - PB
Q1239425 Português
Texto I 
Dois amigos e um chato 
Os dois estavam tomando um cafezinho no boteco da esquina, antes de partirem para as suas respectivas repartições. Um tinha um nome fácil: era o Zé. O outro tinha um nome desses de dar cãibra em língua: era o Flaudemíglio.  Acabado o café o Zé perguntou: — Vais pra cidade?  — Vou — respondeu Flaudemíglio, acrescentando:  — Mas vou pegar o 434, que vai pela Lapa. Eu tenho que entregar uma urinazinha de minha mulher no laboratório da Associação, que é ali na Mem de Sá.  Zé acendeu um cigarro e olhou para a fla do 474, que ia direto pro centro e, por isso, era a fla mais piruada. Tinha gente às pampas.  — Vens comigo? — quis saber Flaudemíglio.  — Não — disse o Zé: — Eu estou atrasado e vou pegar um direto ao centro.  — Então tá — concordou Flaudemíglio, olhando para a outra esquina e, vendo que já vinha o que passava pela Lapa:  —Chi! Lá vem o meu... — e correu para o ponto de parada, fazendo sinal para o ônibus parar.  Foi aí que, segurando o guarda-chuva, um embrulho e mais o vidrinho da urinazinha (como ele carinhosamente chamava o material recolhido pela mulher na véspera para o exame de laboratório...), foi aí que o Flaudemíglio se atrapalhou e deixou cair algo no chão.  O motorista, com aquela delicadeza peculiar à classe, já ia botando o carro em movimento, não dando tempo ao passageiro para apanhar o que caíra. Flaudemíglio só teve tempo de berrar para o amigo: — Zé, caiu minha carteira de identidade. Apanha e me entrega logo mais.  O 434 seguiu e Zé atravessou a rua, para apanhar a carteira do outro. Já estava chegando perto quando um cidadão magrela e antipático e, ainda por cima, com sorriso de Juraci Magalhães, apanhou a carteira de Flaudemíglio.  — Por favor, cavalheiro, esta carteira é de um amigo meu — disse o Zé estendendo a mão.  Mas o que tinha sorriso de Juraci não entregou. Examinou a carteira e depois perguntou: — Como é o nome do seu amigo?  — Flaudemíglio — respondeu o Zé.  — Flaudemíglio de quê? — insistiu o chato.  Mas o Zé deu-lhe um safanão e tomou-lhe a carteira, dizendo: — Ora, seu cretino, quem acerta Flaudemíglio não precisa acertar mais nada! 
No trecho “antes de partirem para as suas respectivas repartições.”, o verbo “partir”, nesse contexto, tem “os amigos” como agentes dessa ação. Um pronome pessoal poderia substituí-los. Trata-se do pronome: 
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Marialva - PR
Q1224404 História e Geografia de Estados e Municípios
NÃO faz parte dos distritos de Marialva
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Marialva - PR
Q1206624 Português
É INCORRETO afirmar que, no título do texto: “Quer se proteger da depressão?  Seja uma boa pessoa”,
Alternativas
Respostas
5001: A
5002: D
5003: A
5004: C
5005: D
5006: B
5007: D
5008: A
5009: C
5010: C
5011: D
5012: A
5013: B
5014: A
5015: C
5016: D
5017: C
5018: A
5019: C
5020: C