Questões de Concurso Comentadas para técnico judiciário - área administrativa

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Q26036 Arquivologia
A conservação compreende os cuidados prestados aos documentos e, consequentemente, ao local de sua guarda. Com referência à conservação e restauração de documentos de arquivo, assinale a opção correta.
Alternativas
Q26035 Arquivologia
O arquivo intermediário justifica-se por questões econômicas. É uma forma de armazenamento de documentos mais barata que aquela feita nos setores de trabalho da organização. Com relação ao arquivo intermediário, assinale a opção correta.
Alternativas
Q26034 Arquivologia
A gestão de documentos engloba, entre outras, as fases de
Alternativas
Q26033 Arquivologia
O princípio de respeito aos fundos ou princípio da proveniência é um dos pilares da arquivologia. Com relação a esse princípio, assinale a opção correta.
Alternativas
Q26032 Arquivologia
Assinale a opção correta a respeito de arquivo.
Alternativas
Q26031 Noções de Informática
Acerca de sistema de informação e segurança da informação, assinale a opção correta.
Alternativas
Q26030 Noções de Informática
Com relação ao uso da Internet e da intranet, assinale a opção correta.
Alternativas
Q26029 Noções de Informática
Assinale a opção correta com relação ao sistema operacional Windows XP.
Alternativas
Q26028 Noções de Informática
Assinale a opção que contém apenas ferramentas de navegação e de correio eletrônico utilizadas em redes de computadores.
Alternativas
Q26025 Português
Os trechos a seguir são adaptações de partes do editorial do jornal Valor Econômico de 26/11/2009. Assinale a opção em que o trecho apresentado está gramaticalmente correto.
Alternativas
Q26024 Português
Os trechos a seguir são adaptações de partes do editorial do jornal Folha de S.Paulo de 29/11/2009. Assinale a opção em que o trecho apresentado está correto quanto ao emprego dos sinais de pontuação.
Alternativas
Q26023 Português
Os trechos apresentados nas opções abaixo são adaptações de partes de um texto disponível na Internet (www.dnt.adv.br). Assinale a opção em que o trecho apresentado está gramaticalmente correto.
Alternativas
Q26022 Português
Imagem 004.jpg

Em relação ao texto acima, assinale a opção correta.
Alternativas
Q26021 Português
Imagem 003.jpg

Assinale a opção que apresenta a associação correta entre a palavra indicada entre aspas e o seu sentido no texto acima.
Alternativas
Q26019 Português
É inegável que, com o advento da informática, o conceito de administração pública ganhou adjetivos nunca imaginados antes, como transparência e prestação de contas. Isso vem acontecendo em muitas cidades brasileiras, onde as prefeituras disponibilizam aos cidadãos serviços que só eram conseguidos após horas de fila. Outro benefício da informática aliada à Internet é a possibilidade de ter acesso aos atos e às contas da administração pública. Com um simples clique no mouse, todos os interessados no desenvolvimento municipal têm as informações atualizadas. E, mais do que isso, podem pedir certidões, boletos para pagamento de taxas e segunda via de documentos perdidos, como, por exemplo, o imposto predial e territorial urbano (IPTU).
Essas são apenas algumas das facilidades da informática. O principal, nesse processo, é saber com exatidão e transparência os projetos em andamento e as decisões tomadas pelos Poderes Executivo e Legislativo da cidade.

Idem, ibidem.

Assinale a opção que apresenta a ideia principal do texto acima.
Alternativas
Q26018 Português
Em relação às estruturas e às ideias do texto acima, assinale a opção correta.
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TRT - 15ª Região (SP)
Q1239087 Português
Se o estudo recém-divulgado pelo IBGE, em vez de se chamar Síntese de Indicadores Sociais, se chamasse Síntese de Indicadores de Futuro, talvez ajudasse o País a se dar conta do que o espera se o mais crucial desses indicadores no mundo contemporâneo – a educação – continuar a ser, no Brasil, a catástrofe que as pesquisas revelam com desalentadora regu laridade. Fala-se em futuro não porque as escabrosas defi ciências do ensino já não venham emperrando a modernização nacional e a expansão dos nossos setores econômicos de ponta. Mas sobretudo porque, na era da revolução tecnológica permanente e globalizada, sem a superação acelerada do atraso educacional, a distância entre o País e as "sociedades do conhecimento" só tenderá a aumentar. O resultado previsível será o encolhimento da participação relativa do Brasil no intercâmbio internacional dos bens e serviços de alto valor agre gado – o que faz a riqueza das nações neste século XXI. Diga-se desde logo que a educação de massa, no Brasil, já foi pior. Avançou-se enormemente na última década em matéria de universalização do acesso à escola. Do mesmo modo, o desempenho do sistema de ensino melhorou, embora de forma muito desigual. Mas, a exemplo do que ocorre em tan tos outros aspectos da realidade do País, também na educação se avança a passos exasperadamente lentos – seja em relação às necessidades da população, seja em relação ao ritmo do progresso nas outras nações com as quais o Brasil deve ser cotejado. Entram governos, saem governos, e o poder público não consegue concentrar, pelo tempo devido, programas prioritários, recursos focalizados e políticas de gestão eficazes ali onde se trava de fato a mais decisiva das batalhas na frente da edu cação – o ensino fundamental. As consequências estão nos no vos números do IBGE. Há 2,4 milhões de crianças analfabetas na faixa dos 7 aos 14 anos, embora a maior parte delas esteja na escola. É o retrato de uma falência para a qual contribuem professores despreparados e sobrecarregados, condições de ploráveis de trabalho, a pobreza das famílias e o interesse insuficiente dos pais, eles próprios analfabetos ou quase isso. Outro indicador da crise é a chamada defasagem idade série. Os dados melhoraram, mas novamente o ritmo da me lhora deixa a desejar. O mesmo raciocínio vale para o nível de escolarização dos brasileiros com 15 anos ou mais. O aumento foi pequeno e ficou em um patamar muito abaixo de países como a Coreia do Sul. Sem falar, ainda, que a evasão no ensino médio é da ordem de 5 milhões de alunos por ano – o que reforça o nexo entre educação de baixíssima qualidade e a escassez de mão de obra qualificada. Em 2007, 30% dos bra sileiros de 15 anos em diante eram analfabetos funcionais ou analfabetos totais. É ominoso constatar que um terço da ge ração que desponta para o mercado de trabalho, por falta de educação básica adequada, não tem condições de ascensão social. São cidadãos que dificilmente sairão do nível de po breza.
O texto aponta, principalmente, 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TRT - 15ª Região (SP)
Q1239026 Português
Se o estudo recém-divulgado pelo IBGE, em vez de se chamar Síntese de Indicadores Sociais, se chamasse Síntese de Indicadores de Futuro, talvez ajudasse o País a se dar conta do que o espera se o mais crucial desses indicadores no mundo contemporâneo – a educação – continuar a ser, no Brasil, a catástrofe que as pesquisas revelam com desalentadora regu laridade. Fala-se em futuro não porque as escabrosas defi ciências do ensino já não venham emperrando a modernização nacional e a expansão dos nossos setores econômicos de ponta. Mas sobretudo porque, na era da revolução tecnológica permanente e globalizada, sem a superação acelerada do atraso educacional, a distância entre o País e as "sociedades do conhecimento" só tenderá a aumentar. O resultado previsível será o encolhimento da participação relativa do Brasil no intercâmbio internacional dos bens e serviços de alto valor agre gado – o que faz a riqueza das nações neste século XXI. Diga-se desde logo que a educação de massa, no Brasil, já foi pior. Avançou-se enormemente na última década em matéria de universalização do acesso à escola. Do mesmo modo, o desempenho do sistema de ensino melhorou, embora de forma muito desigual. Mas, a exemplo do que ocorre em tan tos outros aspectos da realidade do País, também na educação se avança a passos exasperadamente lentos – seja em relação às necessidades da população, seja em relação ao ritmo do progresso nas outras nações com as quais o Brasil deve ser cotejado. Entram governos, saem governos, e o poder público não consegue concentrar, pelo tempo devido, programas prioritários, recursos focalizados e políticas de gestão eficazes ali onde se trava de fato a mais decisiva das batalhas na frente da edu cação – o ensino fundamental. As consequências estão nos no vos números do IBGE. Há 2,4 milhões de crianças analfabetas na faixa dos 7 aos 14 anos, embora a maior parte delas esteja na escola. É o retrato de uma falência para a qual contribuem professores despreparados e sobrecarregados, condições de ploráveis de trabalho, a pobreza das famílias e o interesse insuficiente dos pais, eles próprios analfabetos ou quase isso. Outro indicador da crise é a chamada defasagem idade série. Os dados melhoraram, mas novamente o ritmo da me lhora deixa a desejar. O mesmo raciocínio vale para o nível de escolarização dos brasileiros com 15 anos ou mais. O aumento foi pequeno e ficou em um patamar muito abaixo de países como a Coreia do Sul. Sem falar, ainda, que a evasão no ensino médio é da ordem de 5 milhões de alunos por ano – o que reforça o nexo entre educação de baixíssima qualidade e a escassez de mão de obra qualificada. Em 2007, 30% dos bra sileiros de 15 anos em diante eram analfabetos funcionais ou analfabetos totais. É ominoso constatar que um terço da ge ração que desponta para o mercado de trabalho, por falta de educação básica adequada, não tem condições de ascensão social. São cidadãos que dificilmente sairão do nível de po breza.
A ideia central do texto está corretamente sintetizada em: 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TRT - 15ª Região (SP)
Q1238902 Português
Se o estudo recém-divulgado pelo IBGE, em vez de se chamar Síntese de Indicadores Sociais, se chamasse Síntese de Indicadores de Futuro, talvez ajudasse o País a se dar conta do que o espera se o mais crucial desses indicadores no mundo contemporâneo – a educação – continuar a ser, no Brasil, a catástrofe que as pesquisas revelam com desalentadora regu laridade. Fala-se em futuro não porque as escabrosas defi ciências do ensino já não venham emperrando a modernização nacional e a expansão dos nossos setores econômicos de ponta. Mas sobretudo porque, na era da revolução tecnológica permanente e globalizada, sem a superação acelerada do atraso educacional, a distância entre o País e as "sociedades do conhecimento" só tenderá a aumentar. O resultado previsível será o encolhimento da participação relativa do Brasil no intercâmbio internacional dos bens e serviços de alto valor agre gado – o que faz a riqueza das nações neste século XXI. Diga-se desde logo que a educação de massa, no Brasil, já foi pior. Avançou-se enormemente na última década em matéria de universalização do acesso à escola. Do mesmo modo, o desempenho do sistema de ensino melhorou, embora de forma muito desigual. Mas, a exemplo do que ocorre em tan tos outros aspectos da realidade do País, também na educação se avança a passos exasperadamente lentos – seja em relação às necessidades da população, seja em relação ao ritmo do progresso nas outras nações com as quais o Brasil deve ser cotejado. Entram governos, saem governos, e o poder público não consegue concentrar, pelo tempo devido, programas prioritários, recursos focalizados e políticas de gestão eficazes ali onde se trava de fato a mais decisiva das batalhas na frente da edu cação – o ensino fundamental. As consequências estão nos no vos números do IBGE. Há 2,4 milhões de crianças analfabetas na faixa dos 7 aos 14 anos, embora a maior parte delas esteja na escola. É o retrato de uma falência para a qual contribuem professores despreparados e sobrecarregados, condições de ploráveis de trabalho, a pobreza das famílias e o interesse insuficiente dos pais, eles próprios analfabetos ou quase isso. Outro indicador da crise é a chamada defasagem idade série. Os dados melhoraram, mas novamente o ritmo da me lhora deixa a desejar. O mesmo raciocínio vale para o nível de escolarização dos brasileiros com 15 anos ou mais. O aumento foi pequeno e ficou em um patamar muito abaixo de países como a Coreia do Sul. Sem falar, ainda, que a evasão no ensino médio é da ordem de 5 milhões de alunos por ano – o que reforça o nexo entre educação de baixíssima qualidade e a escassez de mão de obra qualificada. Em 2007, 30% dos bra sileiros de 15 anos em diante eram analfabetos funcionais ou analfabetos totais. É ominoso constatar que um terço da ge ração que desponta para o mercado de trabalho, por falta de educação básica adequada, não tem condições de ascensão social. São cidadãos que dificilmente sairão do nível de po breza.
É correto afirmar que se trata de um texto 
Alternativas
Ano: 2009 Banca: FCC Órgão: TRF - 4ª REGIÃO
Q1221338 Direito Administrativo
A reintegração é 
Alternativas
Respostas
5761: D
5762: E
5763: A
5764: E
5765: B
5766: E
5767: C
5768: D
5769: A
5770: D
5771: C
5772: E
5773: A
5774: B
5775: B
5776: D
5777: E
5778: C
5779: B
5780: D