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[...]. (Notícia publicada em https://g1.globo.com).
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Nascimento de milhões de tartarugas é registrado no Vale do Guaporé, em RO.
Uma tartaruga rara com coloração diferente foi encontrada por voluntários em um dos ninhos. A expectativa é que quatro milhões de filhotes cheguem ao rio. Por Rede Amazônica.
Teve início em São Francisco do Guaporé (RO), região de fronteira com a Bolívia, o período de nascimento das tartarugas. A expectativa é que quatro milhões dos pequenos quelônios consigam chegar ao Rio Guaporé.
A estiagem ajudou e com a pouca chuva na região os berçários das tartarugas não foram atingidos pela água, permitindo que os filhotes deixassem a areia por conta própria, como explica o Presidente da Associação Comunitária Quilombola e Ecológica do Vale do Guaporé (Ecovale), Zeca Lula.
"Esse ano com a pouca chuva, e o rio não conseguiu encher ainda, todas as praias estão de fora, a eclosão vai ser total. Todos os filhotes serão aproveitados".
(i) E para as equipes que trabalham com o salvamento das tartarugas, o ano de 2020 veio com uma surpresa: um filhote de coloração diferente foi encontrado em um dos ninhos. O pequeno não é albino, mas é raro na região, tendo sido o segundo encontrado em mais de 20 anos.
(ii) "Para ser albino, já que há essa falta de pigmentação geral, ele também precisa ter os olhos vermelhos. Animais albinos têm olhos vermelhos. Nesse caso, é muito mais provável que seja um animal com leucismo, que também é uma anomalia cromática, que faz com que o animal venha sem melanina, porém, os olhos continuam com a coloração normal", explica o biólogo Saymon Albuquerque.
(iii) O monitoramento é realizado pelos voluntários em seis praias e tem como objetivo auxiliar os filhotes e coibir o tráfico internacional das tartarugas. A soltura dos filhotes, evento simbólico que marca o final da eclosão, acontece ainda neste mês de dezembro.
Estas são algumas características do:
Vivendo e aprendendo (Victor Hugo)
Para responder à questão, leia atentamente a tirinha a seguir:

(Disponível em:
http://lounge.obviousmag.org/memorias_do_subsolo/
2012/12/as-diferentes-faces-de-liniers.html)
Para responder à questão, leia atentamente a tirinha a seguir:

(Disponível em:
http://lounge.obviousmag.org/memorias_do_subsolo/
2012/12/as-diferentes-faces-de-liniers.html)
Para responder à questão, leia atentamente o texto a seguir:
“Resiliência tem limites”: a saúde mental na pandemia de coronavírus
Chloé Pinheiro
Morre o senador, o porteiro, um familiar, o vizinho...
Não há vagas nos hospitais, vacinas estão demorando e o dinheiro cada dia fica mais curto. Como falar em saúde mental diante de um cenário tão desanimador? Logo no início da pandemia de Covid19, os especialistas temiam uma explosão de novos diagnósticos de transtornos psiquiátricos, em especial de depressão e ansiedade.
Mas duas pesquisas robustas recém-divulgadas mostram, na verdade, que somos mais resilientes do que se imaginava. “Óbvio que há impactos esperados e compreensíveis no bem-estar dos brasileiros, só que eles não se traduzem necessariamente em mais doenças”, explica o psiquiatra José Gallucci-Neto, da Universidade de São Paulo (USP).
Uma das revisões, publicada no periódico Psychological Medicine, avaliou 25 estudos com mais de 72 mil pessoas. Todas as pesquisas incluídas compararam a saúde mental dos participantes antes e durante períodos de lockdown ou quarentena.
Em geral, houve um aumento discreto na intensidade de sintomas ansiosos ou depressivos, mas que não configura um aumento no número de diagnósticos de doenças psiquiátricas. Já os níveis de sentimento de solidão e estresse e o risco de suicídio se mantiveram praticamente iguais.
Chloé Pinheiro
(Disponível em:
https://saude.abril.com.br/mentesaudavel/resiliencia-tem-limites-a-saude-mental-napandemia-de-coronavirus/, adaptado)
Para responder à questão, leia atentamente o texto a seguir:
“Resiliência tem limites”: a saúde mental na pandemia de coronavírus
Chloé Pinheiro
Morre o senador, o porteiro, um familiar, o vizinho...
Não há vagas nos hospitais, vacinas estão demorando e o dinheiro cada dia fica mais curto. Como falar em saúde mental diante de um cenário tão desanimador? Logo no início da pandemia de Covid19, os especialistas temiam uma explosão de novos diagnósticos de transtornos psiquiátricos, em especial de depressão e ansiedade.
Mas duas pesquisas robustas recém-divulgadas mostram, na verdade, que somos mais resilientes do que se imaginava. “Óbvio que há impactos esperados e compreensíveis no bem-estar dos brasileiros, só que eles não se traduzem necessariamente em mais doenças”, explica o psiquiatra José Gallucci-Neto, da Universidade de São Paulo (USP).
Uma das revisões, publicada no periódico Psychological Medicine, avaliou 25 estudos com mais de 72 mil pessoas. Todas as pesquisas incluídas compararam a saúde mental dos participantes antes e durante períodos de lockdown ou quarentena.
Em geral, houve um aumento discreto na intensidade de sintomas ansiosos ou depressivos, mas que não configura um aumento no número de diagnósticos de doenças psiquiátricas. Já os níveis de sentimento de solidão e estresse e o risco de suicídio se mantiveram praticamente iguais.
Chloé Pinheiro
(Disponível em:
https://saude.abril.com.br/mentesaudavel/resiliencia-tem-limites-a-saude-mental-napandemia-de-coronavirus/, adaptado)