Foram encontradas 913 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria para condenar o expresidente Jair Bolsonaro por cinco crimes relacionados à tentativa de golpe de Estado. Os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cármen Lúcia votaram a favor da condenação.
Apenas __________ divergiu, votando pela absolvição.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
A ________ garante a identidade de uma pessoa ou entidade no meio digital por meio de um certificado emitido por uma autoridade certificadora. A _________ é utilizada para assinar eletronicamente documentos, comprovando a autoria e impedindo alterações indevidas. Esse processo assegura a _________ e a _________ das informações que são pilares fundamentais da Segurança da Informação.
Considere as situações a seguir relacionadas à Segurança da Informação em uma empresa:
I. Durante a transmissão de dados entre dois setores parte das informações foi corrompida, resultando em registros de clientes alterados incorretamente no banco de dados.
II. Um colaborador acessou documentos restritos de outro departamento, mesmo não possuindo autorização para tal consulta. A partir das informações apresentadas, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.
( ) A situação I representa uma violação do princípio da integridade.
( ) A situação II caracteriza uma violação do princípio da confidencialidade.
( ) Em ambas as situações ocorreu também violação da integridade, pois os dados ficaram corrompidos.
( ) Nenhuma das situações apresentadas está relacionada ao princípio da autenticidade, que visa garantir que a informação é proveniente de uma fonte legítima.
O Microsoft 365 reúne aplicativos que permitem criar, editar e compartilhar documentos de diferentes formatos. Entre os mais conhecidos estão o Word, o Excel e o PowerPoint, cada um voltado a um tipo de tarefa. Nesse contexto, observe as colunas com os nomes dos aplicativos e algumas de suas características e assinale a alternativa com a sequência correta.
1. Microsoft Word.
2. Microsoft Excel.
3. Microsoft PowerPoint.
( ) Possui recursos como “Controle de Alterações” e criação automática de sumário, muito utilizado em trabalhos acadêmicos.
( ) Permite o uso de funções como PROCV, SOMASE e a criação de Tabelas Dinâmicas para análise de dados.
( ) Disponibiliza a guia “Transições” e a guia “Animações”, que permitem aplicar efeitos nas apresentações.
( ) Suporta a inserção de comentários em células, além de validação de dados para controle de entrada de informações.
( ) Possibilita inserir notas do apresentador, que ficam visíveis apenas para quem expõe a apresentação em modo de exibição.
As alturas dos jogadores de um time de vôlei são: 1,92m; 1,98m; 2,03m; 2,05m; 1,88m e 1,96m. Logo, a diferença entre a altura do maior jogador e a altura média do time é igual a
Leia o texto para responder a questão.
A Fobia do Nada
Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo
Por Claudia Miranda Gonçalves
Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.
Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.
Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.
Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.
A Dependência da Estimulação Constante
Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.
O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.
A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.
Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”
[...]
Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/
Leia o texto para responder a questão.
A Fobia do Nada
Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo
Por Claudia Miranda Gonçalves
Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.
Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.
Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.
Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.
A Dependência da Estimulação Constante
Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.
O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.
A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.
Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”
[...]
Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/
Leia o texto para responder a questão.
A Fobia do Nada
Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo
Por Claudia Miranda Gonçalves
Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.
Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.
Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.
Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.
A Dependência da Estimulação Constante
Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.
O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.
A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.
Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”
[...]
Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/
Leia o texto para responder a questão.
A Fobia do Nada
Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo
Por Claudia Miranda Gonçalves
Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.
Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.
Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.
Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.
A Dependência da Estimulação Constante
Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.
O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.
A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.
Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”
[...]
Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/
Leia o texto para responder a questão.
A Fobia do Nada
Por que executivos desenvolvem aversão ao vazio produtivo
Por Claudia Miranda Gonçalves
Um cliente meu, que é um executivo, estava há muito tempo em uma empresa e cogita uma transição. Depois de meses avaliando uma mudança de carreira, tinha clareza sobre seus próximos passos - mas ainda não tinha uma nova posição assegurada. Quando compartilhou seus planos com amigos e parentes, a reação foi unânime: “Não saia antes de ter outra coisa engatilhada.” Ele suspendeu o movimento.
Mas o que realmente o paralisou não foi a sabedoria financeira do conselho. Foi o terror do vazio. A perspectiva de alguns meses sem título, sem função, sem a validação diária de ser “necessário” em algum lugar. O preço que ele tem pagado por evitar essa suspensão temporária de relevância? A erosão gradual de sua autoestima e dignidade, preso em uma posição que já não o serve.
Do que você realmente tem medo quando para de produzir valor? A resposta mais honesta talvez não seja “instabilidade financeira” ou “prejuízo na carreira”. Pode ser algo muito mais primitivo: o terror do vazio, de descobrir quem você é quando não está sendo “executivo de alguma coisa”.
Desenvolvemos uma condição comportamental devastadora: intolerância crônica ao vazio produtivo - uma incapacidade de tolerar momentos ou períodos que não geram resultado mensurável. Por trás dessa compulsão se esconde nosso maior medo: a irrelevância.
A Dependência da Estimulação Constante
Como o meu cliente acima, muitos de nós desenvolvemos vício comportamental nos picos de dopamina gerados pela produtividade constante. Neurocientistas identificam esse padrão: como qualquer dependência, exige doses crescentes de estímulo para manter a sensação de estar vivo, relevante e importante.
O tédio - estado neurológico essencial para consolidação de memórias e insights genuínos - virou inimigo público #1. Transformamos cada momento de baixa estimulação em “oportunidade de desenvolvimento”. Férias e caminhadas viraram “retiros de crescimento pessoal”.
A hipervigilância constante - estado de alerta permanente típico de ambientes de alta pressão - impede que o cérebro acesse o “modo padrão”, rede neuronal ativa durante momentos de repouso que é crucial para criatividade, autoconhecimento e regulação emocional.
Como viciados em movimento, desenvolvemos tolerância: precisamos de cada vez mais atividade para nos sentirmos produtivos. A parada gera síndrome de abstinência real: ansiedade, culpa, sensação física de estar “desperdiçando a vida”. Mas o que realmente tememos não é desperdiçar tempo - é enfrentar a pergunta: “Quem sou eu sem meu cargo?”
[...]
Disponível em https://www.estadao.com.br/economia/lentes-de-decisao/a-fobia-do-nada/
Primeira coluna: desenvolvimento infantil
1.Desenvolvimento Cognitivo
2.Desenvolvimento Socioafetivo
3.Desenvolvimento Psicomotor
Segunda coluna: conceito
(__)O modo como a criança lida com suas emoções, se relaciona com os outros e interage socialmente.
(__)Capacidade de aprender, raciocinar, ter memória, atenção e resolver problemas.
(__)Domínio do corpo, dos movimentos, da lateralidade, da organização espacial e temporal, e da coordenação motora.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Primeira coluna: campos de experiências
1.O eu, o outro e o nós
2.Corpo, gestos e movimentos
Segunda coluna: aprendizagens
(__)Respeito e expressão de sentimentos e emoções.
(__)Conhecimento e respeito às regras de convívio social.
(__)Reconhecimento das ações do cotidiano para o cuidado de sua saúde e de ambientes saudáveis.
(__)Autonomia nas práticas de higiene, alimentação, vestir-se, cuidado com bem-estar e valorização do próprio corpo.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
Assinale a opção que preenche corretamente a lacuna no excerto:
Primeira coluna: funções essenciais
1.Mediador do conhecimento
2.Criador de um ambiente seguro e acolhedor
3.Organizador de situações de aprendizagem
4.Observador e facilitador
Coluna II: Descrições
(__)Observa atentamente as necessidades e os interesses das crianças, intervindo de maneira intencional para auxiliá-las em suas descobertas e superação de dificuldades.
(__)Atua como um elo entre a criança e o conhecimento, utilizando o lúdico e a brincadeira para facilitar a apropriação do conteúdo.
(__)Planeja e organiza espaços, atividades e materiais para estimular a exploração, o brincar e a interação das crianças.
(__)As crianças precisam de um ambiente que lhes ofereça segurança, regularidade e afeto para aprender e se desenvolver plenamente.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
(__)A rotina na Educação Infantil, embora fundamental para a sensação de segurança e organização das crianças, deve ser concebida de forma flexível, permitindo ajustes que respeitem os ritmos, as necessidades de descanso e as urgências manifestadas pelo grupo.
(__)Em virtude da exigência de se manter o foco pedagógico, as atividades lúdicas e a exploração devem ser realizadas apenas nos momentos de grande grupo e nos espaços externos, devendo-se evitar o brincar livre durante os cuidados essenciais.
(__)Os momentos de alimentação, higiene e repouso são intrinsecamente educativos e devem ser conduzidos com intencionalidade pedagógica, valorizando o diálogo, a construção da autonomia e a relação afetiva entre educador e criança.
(__)O planejamento da rotina, dos espaços e dos cuidados essenciais não pode ser estático; ele deve ser objeto de observação e registro constantes, sendo ajustado com base na escuta e nas necessidades reais manifestadas pelas crianças e pelo grupo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
I.O professor, ao planejar a rotina, deve promover intencionalidade pedagógica aos momentos de higiene, alimentação e repouso, compreendendo-os como oportunidades de aprendizagem, de construção de autonomia e identidade das crianças.
II.Embora a legislação preconize a indissociabilidade, o foco principal do cuidar deve recair sobre a faixa etária da creche (0 a 3 anos), enquanto o educar deve ser o papel primário e exclusivo da pré-escola.
III.O processo de cuidar e educar permite que as experiências, os conhecimentos e as habilidades da criança se ampliem, possibilitando que ela pense, questione e aja com consciência e responsabilidade.
É correto o que se afirma em:
I.A brincadeira é reconhecida como a principal forma de expressão, comunicação e aprendizagem da criança, devendo ser incorporada em todos os momentos da rotina.
II.As interações devem ser prioritariamente mediadas entre professor e aluno, sendo as interações entre as próprias crianças vistas como momentos de socialização informal, desconsiderando do contexto curricular.
III.A interação entre criança-criança, criança-professor/equipe pedagógica, criança-ambiente (objetos e conhecimentos) são consideradas importantes para a construção de sua identidade e autonomia.
É correto o que se afirma em: