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Q3715180 Português
Texto CG2A1


    Imagino que a escrita nasceu da necessidade de não esquecer. O primeiro pré-homem que pensou “preciso me lembrar disso” deve ter olhado em volta procurando alguma coisa que ele ainda não sabia o que era. Era um pedaço de papel e uma Bic. Claro que, para chegar ao papel e à esferográfica, tivemos que passar antes pelo risco com vara no chão, o rabisco com carvão na parede da caverna, o hieróglifo no tablete de barro etc. Mas a angústia primordial foi a de perder o pensamento fugidio ou a cena insólita. Pense em quantas ideias não desapareceram para sempre por falta de algo que as retivesse na memória e no mundo. A história da civilização teria sido outra se, antes de inventar a roda, o homem tivesse inventado o bloco de notas.

    As espécies que não desenvolveram a escrita valem-se da memória intuitiva. O salmão sabe, não sabendo, o caminho certo para o lugar onde nasceu e onde deve depositar seus ovos. Dizem que o elefante guarda na memória tudo que lhe acontece na vida, principalmente as desfeitas, mas vá pedir que ele bote seu ressentimento no papel. Já o homem pode ser definido como o animal que precisa consultar as suas notas. Nas sociedades não letradas, as lembranças sobrevivem na recitação reiterada e no mito tribal, que é a memória ritualizada. As outras dependem do memorando.

    E mesmo com todas as formas de anotação inventadas pelo homem desde as primeiras cavernas, inclusive o notebook, a angústia persiste. Estou escrevendo isto porque acordei com uma boa ideia para um texto e botei a ideia num papel. Normalmente não faço isso, porque sempre me esqueço de ter um bloco de notas à mão para não esquecer a eventual ideia e porque sei, intuitivamente, que, se tivesse o bloco de notas à mão, a ideia viria no chuveiro. Mas desta vez a ideia coincidiu com a proximidade de um pedaço de papel e um lápis, e anotei-a assim que acordei. Não exatamente a ideia, mas uma frase que me faria lembrar da ideia. Estou com ela aqui. “Conhece-te a ti mesmo, mas não fique íntimo”.

   E não consigo me lembrar de qual era a ideia de que a frase me faria lembrar. Algo sobre os perigos da autoanálise muito aprofundada? Sobre o pensamento socrático? Ou o quê? Não consigo me lembrar. Um consolo, numa situação destas, é pensar que, se a ideia não é lembrada, é porque não era tão boa assim. Mas geralmente se pensa o contrário: as melhores ideias são as que a gente esqueceu. O que é terrível.


Luís Fernando Verissimo. Memória e anotações. In: Estadão, 22/9/2011. Internet: <www.estadao.com.br> (com adaptações).  
No final do segundo parágrafo do texto CG2A1, a expressão “do memorando” poderia ser substituída, sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto, por 
Alternativas
Q3715179 Português
Texto CG2A1


    Imagino que a escrita nasceu da necessidade de não esquecer. O primeiro pré-homem que pensou “preciso me lembrar disso” deve ter olhado em volta procurando alguma coisa que ele ainda não sabia o que era. Era um pedaço de papel e uma Bic. Claro que, para chegar ao papel e à esferográfica, tivemos que passar antes pelo risco com vara no chão, o rabisco com carvão na parede da caverna, o hieróglifo no tablete de barro etc. Mas a angústia primordial foi a de perder o pensamento fugidio ou a cena insólita. Pense em quantas ideias não desapareceram para sempre por falta de algo que as retivesse na memória e no mundo. A história da civilização teria sido outra se, antes de inventar a roda, o homem tivesse inventado o bloco de notas.

    As espécies que não desenvolveram a escrita valem-se da memória intuitiva. O salmão sabe, não sabendo, o caminho certo para o lugar onde nasceu e onde deve depositar seus ovos. Dizem que o elefante guarda na memória tudo que lhe acontece na vida, principalmente as desfeitas, mas vá pedir que ele bote seu ressentimento no papel. Já o homem pode ser definido como o animal que precisa consultar as suas notas. Nas sociedades não letradas, as lembranças sobrevivem na recitação reiterada e no mito tribal, que é a memória ritualizada. As outras dependem do memorando.

    E mesmo com todas as formas de anotação inventadas pelo homem desde as primeiras cavernas, inclusive o notebook, a angústia persiste. Estou escrevendo isto porque acordei com uma boa ideia para um texto e botei a ideia num papel. Normalmente não faço isso, porque sempre me esqueço de ter um bloco de notas à mão para não esquecer a eventual ideia e porque sei, intuitivamente, que, se tivesse o bloco de notas à mão, a ideia viria no chuveiro. Mas desta vez a ideia coincidiu com a proximidade de um pedaço de papel e um lápis, e anotei-a assim que acordei. Não exatamente a ideia, mas uma frase que me faria lembrar da ideia. Estou com ela aqui. “Conhece-te a ti mesmo, mas não fique íntimo”.

   E não consigo me lembrar de qual era a ideia de que a frase me faria lembrar. Algo sobre os perigos da autoanálise muito aprofundada? Sobre o pensamento socrático? Ou o quê? Não consigo me lembrar. Um consolo, numa situação destas, é pensar que, se a ideia não é lembrada, é porque não era tão boa assim. Mas geralmente se pensa o contrário: as melhores ideias são as que a gente esqueceu. O que é terrível.


Luís Fernando Verissimo. Memória e anotações. In: Estadão, 22/9/2011. Internet: <www.estadao.com.br> (com adaptações).  
Para construir o efeito humorístico do texto CG2A1, o autor recorre 
Alternativas
Q3715178 Português
Texto CG2A1


    Imagino que a escrita nasceu da necessidade de não esquecer. O primeiro pré-homem que pensou “preciso me lembrar disso” deve ter olhado em volta procurando alguma coisa que ele ainda não sabia o que era. Era um pedaço de papel e uma Bic. Claro que, para chegar ao papel e à esferográfica, tivemos que passar antes pelo risco com vara no chão, o rabisco com carvão na parede da caverna, o hieróglifo no tablete de barro etc. Mas a angústia primordial foi a de perder o pensamento fugidio ou a cena insólita. Pense em quantas ideias não desapareceram para sempre por falta de algo que as retivesse na memória e no mundo. A história da civilização teria sido outra se, antes de inventar a roda, o homem tivesse inventado o bloco de notas.

    As espécies que não desenvolveram a escrita valem-se da memória intuitiva. O salmão sabe, não sabendo, o caminho certo para o lugar onde nasceu e onde deve depositar seus ovos. Dizem que o elefante guarda na memória tudo que lhe acontece na vida, principalmente as desfeitas, mas vá pedir que ele bote seu ressentimento no papel. Já o homem pode ser definido como o animal que precisa consultar as suas notas. Nas sociedades não letradas, as lembranças sobrevivem na recitação reiterada e no mito tribal, que é a memória ritualizada. As outras dependem do memorando.

    E mesmo com todas as formas de anotação inventadas pelo homem desde as primeiras cavernas, inclusive o notebook, a angústia persiste. Estou escrevendo isto porque acordei com uma boa ideia para um texto e botei a ideia num papel. Normalmente não faço isso, porque sempre me esqueço de ter um bloco de notas à mão para não esquecer a eventual ideia e porque sei, intuitivamente, que, se tivesse o bloco de notas à mão, a ideia viria no chuveiro. Mas desta vez a ideia coincidiu com a proximidade de um pedaço de papel e um lápis, e anotei-a assim que acordei. Não exatamente a ideia, mas uma frase que me faria lembrar da ideia. Estou com ela aqui. “Conhece-te a ti mesmo, mas não fique íntimo”.

   E não consigo me lembrar de qual era a ideia de que a frase me faria lembrar. Algo sobre os perigos da autoanálise muito aprofundada? Sobre o pensamento socrático? Ou o quê? Não consigo me lembrar. Um consolo, numa situação destas, é pensar que, se a ideia não é lembrada, é porque não era tão boa assim. Mas geralmente se pensa o contrário: as melhores ideias são as que a gente esqueceu. O que é terrível.


Luís Fernando Verissimo. Memória e anotações. In: Estadão, 22/9/2011. Internet: <www.estadao.com.br> (com adaptações).  
A partir das características do texto CG2A1, é correto classificá-lo, quanto ao gênero textual, como  
Alternativas
Q3715177 Português
Texto CG2A1


    Imagino que a escrita nasceu da necessidade de não esquecer. O primeiro pré-homem que pensou “preciso me lembrar disso” deve ter olhado em volta procurando alguma coisa que ele ainda não sabia o que era. Era um pedaço de papel e uma Bic. Claro que, para chegar ao papel e à esferográfica, tivemos que passar antes pelo risco com vara no chão, o rabisco com carvão na parede da caverna, o hieróglifo no tablete de barro etc. Mas a angústia primordial foi a de perder o pensamento fugidio ou a cena insólita. Pense em quantas ideias não desapareceram para sempre por falta de algo que as retivesse na memória e no mundo. A história da civilização teria sido outra se, antes de inventar a roda, o homem tivesse inventado o bloco de notas.

    As espécies que não desenvolveram a escrita valem-se da memória intuitiva. O salmão sabe, não sabendo, o caminho certo para o lugar onde nasceu e onde deve depositar seus ovos. Dizem que o elefante guarda na memória tudo que lhe acontece na vida, principalmente as desfeitas, mas vá pedir que ele bote seu ressentimento no papel. Já o homem pode ser definido como o animal que precisa consultar as suas notas. Nas sociedades não letradas, as lembranças sobrevivem na recitação reiterada e no mito tribal, que é a memória ritualizada. As outras dependem do memorando.

    E mesmo com todas as formas de anotação inventadas pelo homem desde as primeiras cavernas, inclusive o notebook, a angústia persiste. Estou escrevendo isto porque acordei com uma boa ideia para um texto e botei a ideia num papel. Normalmente não faço isso, porque sempre me esqueço de ter um bloco de notas à mão para não esquecer a eventual ideia e porque sei, intuitivamente, que, se tivesse o bloco de notas à mão, a ideia viria no chuveiro. Mas desta vez a ideia coincidiu com a proximidade de um pedaço de papel e um lápis, e anotei-a assim que acordei. Não exatamente a ideia, mas uma frase que me faria lembrar da ideia. Estou com ela aqui. “Conhece-te a ti mesmo, mas não fique íntimo”.

   E não consigo me lembrar de qual era a ideia de que a frase me faria lembrar. Algo sobre os perigos da autoanálise muito aprofundada? Sobre o pensamento socrático? Ou o quê? Não consigo me lembrar. Um consolo, numa situação destas, é pensar que, se a ideia não é lembrada, é porque não era tão boa assim. Mas geralmente se pensa o contrário: as melhores ideias são as que a gente esqueceu. O que é terrível.


Luís Fernando Verissimo. Memória e anotações. In: Estadão, 22/9/2011. Internet: <www.estadao.com.br> (com adaptações).  
No texto CG2A1, o vocábulo “insólita” (quinto período do primeiro parágrafo) está empregado no sentido de  
Alternativas
Q3715176 Português
Texto CG2A1


    Imagino que a escrita nasceu da necessidade de não esquecer. O primeiro pré-homem que pensou “preciso me lembrar disso” deve ter olhado em volta procurando alguma coisa que ele ainda não sabia o que era. Era um pedaço de papel e uma Bic. Claro que, para chegar ao papel e à esferográfica, tivemos que passar antes pelo risco com vara no chão, o rabisco com carvão na parede da caverna, o hieróglifo no tablete de barro etc. Mas a angústia primordial foi a de perder o pensamento fugidio ou a cena insólita. Pense em quantas ideias não desapareceram para sempre por falta de algo que as retivesse na memória e no mundo. A história da civilização teria sido outra se, antes de inventar a roda, o homem tivesse inventado o bloco de notas.

    As espécies que não desenvolveram a escrita valem-se da memória intuitiva. O salmão sabe, não sabendo, o caminho certo para o lugar onde nasceu e onde deve depositar seus ovos. Dizem que o elefante guarda na memória tudo que lhe acontece na vida, principalmente as desfeitas, mas vá pedir que ele bote seu ressentimento no papel. Já o homem pode ser definido como o animal que precisa consultar as suas notas. Nas sociedades não letradas, as lembranças sobrevivem na recitação reiterada e no mito tribal, que é a memória ritualizada. As outras dependem do memorando.

    E mesmo com todas as formas de anotação inventadas pelo homem desde as primeiras cavernas, inclusive o notebook, a angústia persiste. Estou escrevendo isto porque acordei com uma boa ideia para um texto e botei a ideia num papel. Normalmente não faço isso, porque sempre me esqueço de ter um bloco de notas à mão para não esquecer a eventual ideia e porque sei, intuitivamente, que, se tivesse o bloco de notas à mão, a ideia viria no chuveiro. Mas desta vez a ideia coincidiu com a proximidade de um pedaço de papel e um lápis, e anotei-a assim que acordei. Não exatamente a ideia, mas uma frase que me faria lembrar da ideia. Estou com ela aqui. “Conhece-te a ti mesmo, mas não fique íntimo”.

   E não consigo me lembrar de qual era a ideia de que a frase me faria lembrar. Algo sobre os perigos da autoanálise muito aprofundada? Sobre o pensamento socrático? Ou o quê? Não consigo me lembrar. Um consolo, numa situação destas, é pensar que, se a ideia não é lembrada, é porque não era tão boa assim. Mas geralmente se pensa o contrário: as melhores ideias são as que a gente esqueceu. O que é terrível.


Luís Fernando Verissimo. Memória e anotações. In: Estadão, 22/9/2011. Internet: <www.estadao.com.br> (com adaptações).  
Conclui-se do texto CG2A1 que o fato que levou o autor a escrevê-lo foi 
Alternativas
Q3369701 Técnicas em Laboratório
O diagnóstico laboratorial de infecções virais envolve diferentes técnicas para detecção do agente infeccioso ou da resposta imunológica do paciente. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3369700 Técnicas em Laboratório
A coleta de urina para exames laboratoriais exige cuidados específicos para garantir a confiabilidade dos resultados. Acerca do tema, marque V, para as afirmativas verdadeiras e F, para as falsas.

(__)A primeira urina da manhã é preferida para exames, pois está mais concentrada e contém maior quantidade de elementos celulares e metabólitos.
(__)A coleta de urina para urocultura deve ser realizada com técnica asséptica para evitar contaminação por bactérias da flora normal.
(__)O armazenamento da amostra de urina pode ser feito à temperatura ambiente por tempo indeterminado, sem comprometer os resultados.
(__)A urina de 24 horas deve ser coletada descartando-se o primeiro jato do dia e armazenando todas as amostras subsequentes até completar 24 horas.

A sequência correta é:
Alternativas
Q3369699 Técnicas em Laboratório
A diluição correta de soluções laboratoriais é fundamental para garantir a precisão dos ensaios clínicos. Acerca do tema, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

(__)A diluição de soluções laboratoriais deve ser realizada utilizando vidrarias calibradas para garantir precisão nas medições.
(__)A concentração de uma solução pode ser expressa em molaridade, percentual ou partes por milhão, dependendo da aplicação.
(__)O uso de água destilada ou deionizada é irrelevante no preparo de soluções laboratoriais, pois qualquer tipo de água pode ser utilizado.
(__)O preparo de soluções tampão é essencial em laboratórios clínicos, pois mantém o pH estável durante os ensaios bioquímicos.

A sequência correta é:
Alternativas
Q3369698 Técnicas em Laboratório
O preparo de soluções e reagentes em laboratórios clínicos deve seguir procedimentos rigorosos para garantir a precisão dos resultados. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3369697 Técnicas em Laboratório
 A utilização de corantes histológicos em exames laboratoriais é um procedimento essencial para a visualização e diferenciação de componentes celulares e teciduais, permitindo a identificação de padrões morfológicos específicos e alterações estruturais associadas a processos fisiológicos e patológicos. Esses corantes interagem de forma seletiva com organelas, matrizes extracelulares e componentes químicos das células, possibilitando uma análise microscópica detalhada e contribuindo para o diagnóstico preciso de diversas condições clínicas. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3369696 Técnicas em Laboratório
A identificação de fungos em laboratórios clínicos requer métodos específicos. Considerando essa temática, analise as afirmativas a seguir.

I.A coloração de Gomori-Grocott é utilizada para a identificação de fungos em tecidos biológicos.
II.O meio de ágar Sabouraud é amplamente utilizado para o cultivo de fungos, devido ao seu pH ácido.
III.O teste de germinação em soro é utilizado para a identificação de Candida albicans.

Está correto o que se afirma em:
Alternativas
Q3369695 Técnicas em Laboratório
O isolamento de microrganismos em laboratório é essencial para identificação e diagnóstico de infecções. Acerca do tema, marque V, para as afirmativas verdadeiras e F, para as falsas.

(__)O método de estria em placa é utilizado para isolar colônias bacterianas a partir de uma amostra clínica.
(__)A cultura em meio líquido permite avaliar a suscetibilidade de bactérias a antibióticos.
(__)A incubação de culturas bacterianas deve ser realizada em temperatura ambiente para garantir crescimento uniforme.
(__)O teste de catalase diferencia bactérias do gênero Staphylococcus (positivas) de Streptococcus (negativas).

A sequência correta é:
Alternativas
Q3369694 Técnicas em Laboratório
A biossegurança é essencial para prevenir riscos biológicos, químicos e físicos em laboratórios clínicos, garantindo a proteção dos profissionais, a integridade das amostras e a segurança do ambiente. Suas diretrizes envolvem o uso de equipamentos de proteção individual, o correto descarte de resíduos e a adoção de protocolos rigorosos para minimizar exposições a agentes nocivos. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3369693 Técnicas em Laboratório
O controle de qualidade laboratorial é fundamental para garantir a confiabilidade dos exames. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3369692 Técnicas em Laboratório
O diagnóstico microbiológico é essencial para a identificação de agentes infecciosos. Acerca do tema, marque V, para as afirmativas verdadeiras e F, para as falsas:

(__)O teste de susceptibilidade a antimicrobianos (antibiograma) é realizado para avaliar a resistência bacteriana a antibióticos.
(__)O exame direto a fresco pode ser utilizado para a observação de protozoários móveis em amostras biológicas.
(__)A cultura microbiológica é o único método disponível para diagnóstico de infecções virais.
(__)A PCR (Reação em Cadeia da Polimerase) é uma técnica molecular utilizada para a detecção de material genético de microrganismos.

A sequência correta é: 
Alternativas
Q3369690 Biomedicina - Análises Clínicas
O correto armazenamento das amostras biológicas é essencial para preservar sua integridade até a análise laboratorial. Considerando essa temática, analise as afirmativas a seguir.

I.Amostras de plasma devem ser armazenadas sob refrigeração ou congelamento para evitar degradação das proteínas.
II.O armazenamento de amostras biológicas deve seguir critérios específicos, levando em consideração o tipo de exame a ser realizado.
III.O congelamento de amostras de sangue total para exames hematológicos é o método mais adequado para garantir sua estabilidade.

Está correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3369689 Técnicas em Laboratório
Os anticoagulantes são substâncias fundamentais na preservação da integridade das amostras sanguíneas em exames laboratoriais, impedindo a ativação da cascata de coagulação por meio da inibição de diferentes fatores hemostáticos. Sua escolha e aplicação variam conforme o tipo de análise a ser realizada, influenciando diretamente a estabilidade dos componentes celulares e plasmáticos, a acurácia dos resultados e a viabilidade das técnicas diagnósticas. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3369688 Técnicas em Laboratório
A análise hematológica envolve diversos exames para avaliação das células sanguíneas. Acerca do tema, marque V, para as afirmativas verdadeiras e F, para as falsas.

(__)O hemograma é um exame laboratorial que avalia quantitativa e qualitativamente as células do sangue periférico.
(__)A contagem diferencial de leucócitos permite identificar e quantificar os diferentes tipos de glóbulos brancos.
(__)A dosagem de hemoglobina e hematócrito não é relevante para a avaliação de anemias.
(__)A coloração de Wright-Giemsa é amplamente utilizada para análise morfológica das células sanguíneas.

A sequência correta é:
Alternativas
Q3369687 Técnicas em Laboratório
A coloração microbiológica desempenha um papel fundamental na identificação de microrganismos, permitindo a diferenciação estrutural e funcional entre diferentes grupos bacterianos com base em suas características tintoriais. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3369686 Técnicas em Laboratório
A presença de interferentes pode comprometer os resultados de exames laboratoriais. Acerca do tema, marque V, para as afirmativas verdadeiras e F, para as falsas.

(__)A hemólise pode ocorrer devido a manipulação inadequada da amostra e pode interferir na dosagem de diversos analitos.
(__)A lipemia ocorre quando há excesso de lipídios no sangue, podendo afetar exames bioquímicos.
(__)A icterícia não influencia os exames laboratoriais, pois a bilirrubina não interfere nas medições espectrofotométricas.
(__)O armazenamento inadequado das amostras pode causar degradação de componentes bioquímicos, alterando os resultados laboratoriais.

A sequência correta é:
Alternativas
Respostas
61: B
62: D
63: B
64: D
65: B
66: C
67: B
68: C
69: D
70: A
71: E
72: E
73: A
74: B
75: B
76: B
77: C
78: C
79: B
80: B