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Q525507 Português
Insânia*
Não há limites para a insânia, costumava dizer um amigo meu, grande jornalista e pessoa melhor ainda, desolado ante o espetáculo da humanidade sobre a Terra. Planejava começar assim um artigo que não chegou a escrever. Uma pena. Eu próprio teria fornecido ao meu amigo umas ilustrações de insânia sem limites, e sem que precisasse recorrer à experiência alheia: rir de si mesmo é uma virtude, e humildemente reconheço que motivos não me faltam.
*Insânia = loucura, demência, desatino (WERNECK, Humberto, Esse inferno vai acabar. Porto Alegre: Arquipélago, 2011, p. 107)
A frase sem que precisasse recorrer à experiência alheia está-se referindo
Alternativas
Q525506 Português
Preconceitos

      Preconceitos são juízos firmados por antecipação; são rótulos prontos e aceitos para serem colados no que mal conhecemos. São valores que se adiantam e qualificam pessoas, gestos, ideias antes de bem distinguir o que sejam. São, nessa medida, profundamente injustos, podendo acarretar consequências dolorosas para suas vítimas. São pré-juízos. Ainda assim, é forçoso reconhecer: dificilmente vivemos sem alimentar e externar algum preconceito. 

     São em geral formulados com um alcance genérico: “o povo tal não presta”, “quem nasce ali é assim”, “música clássica é sempre chata”, “cuidado com quem lê muito” etc. Dispensamnos de pensar, de reconhecer particularidades, de identificar a personalidade própria de cada um. “Detesto filmes franceses”, me disse um amigo. “Todos eles?” − perguntei, provocador. “Quem viu um já viu todos”, arrematou ele, coroando sua forma preconceituosa de julgar. 

      Não confundir preconceito com gosto pessoal. É verdade que nosso gosto é sempre seletivo, mas ele escolhe por um critério mais íntimo, difícil de explicar. “Gosto porque gosto”, dizemos às vezes. Mas o preconceito tem raízes sociais mais fundas: ele se dissemina pelas pessoas, se estabelece sem apelação, e quando damos por nós estamos repetindo algo que sequer investigamos. Uma das funções da justiça institucionalizada é evitar os preconceitos, e o faz julgando com critério e objetividade, por meio de leis. Adotar uma posição racista, por exemplo, não é mais apenas preconceito: é crime. Isso significa que passamos, felizmente, a considerar a gravidade extrema das práticas preconceituosas. 

(Bolívar Lacombe, inédito
Empregam-se corretamente as expressões destacadas em:
Alternativas
Q525505 Português
Preconceitos

      Preconceitos são juízos firmados por antecipação; são rótulos prontos e aceitos para serem colados no que mal conhecemos. São valores que se adiantam e qualificam pessoas, gestos, ideias antes de bem distinguir o que sejam. São, nessa medida, profundamente injustos, podendo acarretar consequências dolorosas para suas vítimas. São pré-juízos. Ainda assim, é forçoso reconhecer: dificilmente vivemos sem alimentar e externar algum preconceito. 

     São em geral formulados com um alcance genérico: “o povo tal não presta”, “quem nasce ali é assim”, “música clássica é sempre chata”, “cuidado com quem lê muito” etc. Dispensamnos de pensar, de reconhecer particularidades, de identificar a personalidade própria de cada um. “Detesto filmes franceses”, me disse um amigo. “Todos eles?” − perguntei, provocador. “Quem viu um já viu todos”, arrematou ele, coroando sua forma preconceituosa de julgar. 

      Não confundir preconceito com gosto pessoal. É verdade que nosso gosto é sempre seletivo, mas ele escolhe por um critério mais íntimo, difícil de explicar. “Gosto porque gosto”, dizemos às vezes. Mas o preconceito tem raízes sociais mais fundas: ele se dissemina pelas pessoas, se estabelece sem apelação, e quando damos por nós estamos repetindo algo que sequer investigamos. Uma das funções da justiça institucionalizada é evitar os preconceitos, e o faz julgando com critério e objetividade, por meio de leis. Adotar uma posição racista, por exemplo, não é mais apenas preconceito: é crime. Isso significa que passamos, felizmente, a considerar a gravidade extrema das práticas preconceituosas. 

(Bolívar Lacombe, inédito
O emprego das vírgulas está plenamente adequado na frase:
Alternativas
Q525504 Português
Preconceitos

      Preconceitos são juízos firmados por antecipação; são rótulos prontos e aceitos para serem colados no que mal conhecemos. São valores que se adiantam e qualificam pessoas, gestos, ideias antes de bem distinguir o que sejam. São, nessa medida, profundamente injustos, podendo acarretar consequências dolorosas para suas vítimas. São pré-juízos. Ainda assim, é forçoso reconhecer: dificilmente vivemos sem alimentar e externar algum preconceito. 

     São em geral formulados com um alcance genérico: “o povo tal não presta”, “quem nasce ali é assim”, “música clássica é sempre chata”, “cuidado com quem lê muito” etc. Dispensamnos de pensar, de reconhecer particularidades, de identificar a personalidade própria de cada um. “Detesto filmes franceses”, me disse um amigo. “Todos eles?” − perguntei, provocador. “Quem viu um já viu todos”, arrematou ele, coroando sua forma preconceituosa de julgar. 

      Não confundir preconceito com gosto pessoal. É verdade que nosso gosto é sempre seletivo, mas ele escolhe por um critério mais íntimo, difícil de explicar. “Gosto porque gosto”, dizemos às vezes. Mas o preconceito tem raízes sociais mais fundas: ele se dissemina pelas pessoas, se estabelece sem apelação, e quando damos por nós estamos repetindo algo que sequer investigamos. Uma das funções da justiça institucionalizada é evitar os preconceitos, e o faz julgando com critério e objetividade, por meio de leis. Adotar uma posição racista, por exemplo, não é mais apenas preconceito: é crime. Isso significa que passamos, felizmente, a considerar a gravidade extrema das práticas preconceituosas. 

(Bolívar Lacombe, inédito
A articulação entre os tempos e os modos verbais está adequada na frase:
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Q525503 Português
Preconceitos

      Preconceitos são juízos firmados por antecipação; são rótulos prontos e aceitos para serem colados no que mal conhecemos. São valores que se adiantam e qualificam pessoas, gestos, ideias antes de bem distinguir o que sejam. São, nessa medida, profundamente injustos, podendo acarretar consequências dolorosas para suas vítimas. São pré-juízos. Ainda assim, é forçoso reconhecer: dificilmente vivemos sem alimentar e externar algum preconceito. 

     São em geral formulados com um alcance genérico: “o povo tal não presta”, “quem nasce ali é assim”, “música clássica é sempre chata”, “cuidado com quem lê muito” etc. Dispensamnos de pensar, de reconhecer particularidades, de identificar a personalidade própria de cada um. “Detesto filmes franceses”, me disse um amigo. “Todos eles?” − perguntei, provocador. “Quem viu um já viu todos”, arrematou ele, coroando sua forma preconceituosa de julgar. 

      Não confundir preconceito com gosto pessoal. É verdade que nosso gosto é sempre seletivo, mas ele escolhe por um critério mais íntimo, difícil de explicar. “Gosto porque gosto”, dizemos às vezes. Mas o preconceito tem raízes sociais mais fundas: ele se dissemina pelas pessoas, se estabelece sem apelação, e quando damos por nós estamos repetindo algo que sequer investigamos. Uma das funções da justiça institucionalizada é evitar os preconceitos, e o faz julgando com critério e objetividade, por meio de leis. Adotar uma posição racista, por exemplo, não é mais apenas preconceito: é crime. Isso significa que passamos, felizmente, a considerar a gravidade extrema das práticas preconceituosas. 

(Bolívar Lacombe, inédito
Está inteiramente clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto.
Alternativas
Q525502 Português
Preconceitos

      Preconceitos são juízos firmados por antecipação; são rótulos prontos e aceitos para serem colados no que mal conhecemos. São valores que se adiantam e qualificam pessoas, gestos, ideias antes de bem distinguir o que sejam. São, nessa medida, profundamente injustos, podendo acarretar consequências dolorosas para suas vítimas. São pré-juízos. Ainda assim, é forçoso reconhecer: dificilmente vivemos sem alimentar e externar algum preconceito. 

     São em geral formulados com um alcance genérico: “o povo tal não presta”, “quem nasce ali é assim”, “música clássica é sempre chata”, “cuidado com quem lê muito” etc. Dispensamnos de pensar, de reconhecer particularidades, de identificar a personalidade própria de cada um. “Detesto filmes franceses”, me disse um amigo. “Todos eles?” − perguntei, provocador. “Quem viu um já viu todos”, arrematou ele, coroando sua forma preconceituosa de julgar. 

      Não confundir preconceito com gosto pessoal. É verdade que nosso gosto é sempre seletivo, mas ele escolhe por um critério mais íntimo, difícil de explicar. “Gosto porque gosto”, dizemos às vezes. Mas o preconceito tem raízes sociais mais fundas: ele se dissemina pelas pessoas, se estabelece sem apelação, e quando damos por nós estamos repetindo algo que sequer investigamos. Uma das funções da justiça institucionalizada é evitar os preconceitos, e o faz julgando com critério e objetividade, por meio de leis. Adotar uma posição racista, por exemplo, não é mais apenas preconceito: é crime. Isso significa que passamos, felizmente, a considerar a gravidade extrema das práticas preconceituosas. 

(Bolívar Lacombe, inédito
 As normas de concordância verbal estão plenamente observadas em:
Alternativas
Q525501 Português
Preconceitos

      Preconceitos são juízos firmados por antecipação; são rótulos prontos e aceitos para serem colados no que mal conhecemos. São valores que se adiantam e qualificam pessoas, gestos, ideias antes de bem distinguir o que sejam. São, nessa medida, profundamente injustos, podendo acarretar consequências dolorosas para suas vítimas. São pré-juízos. Ainda assim, é forçoso reconhecer: dificilmente vivemos sem alimentar e externar algum preconceito. 

     São em geral formulados com um alcance genérico: “o povo tal não presta”, “quem nasce ali é assim”, “música clássica é sempre chata”, “cuidado com quem lê muito” etc. Dispensamnos de pensar, de reconhecer particularidades, de identificar a personalidade própria de cada um. “Detesto filmes franceses”, me disse um amigo. “Todos eles?” − perguntei, provocador. “Quem viu um já viu todos”, arrematou ele, coroando sua forma preconceituosa de julgar. 

      Não confundir preconceito com gosto pessoal. É verdade que nosso gosto é sempre seletivo, mas ele escolhe por um critério mais íntimo, difícil de explicar. “Gosto porque gosto”, dizemos às vezes. Mas o preconceito tem raízes sociais mais fundas: ele se dissemina pelas pessoas, se estabelece sem apelação, e quando damos por nós estamos repetindo algo que sequer investigamos. Uma das funções da justiça institucionalizada é evitar os preconceitos, e o faz julgando com critério e objetividade, por meio de leis. Adotar uma posição racista, por exemplo, não é mais apenas preconceito: é crime. Isso significa que passamos, felizmente, a considerar a gravidade extrema das práticas preconceituosas. 

(Bolívar Lacombe, inédito
Atente para as seguintes afirmações:


I. No 1° parágrafo, o autor define o que seja preconceito e avalia a extensão dos prejuízos que sua prática acarreta, considerando ainda a dificuldade de se os evitar plenamente.


II. No 2° parágrafo, o autor reconhece na prática algumas formulações preconceituosas, reforçando a ideia de que os preconceitos impedem uma identificação adequada das coisas e das pessoas.


III. No 3° parágrafo, o autor estabelece um paralelo entre o juízo preconceituoso, passível de penalização, e o juízo decorrente do gosto pessoal, que se rege por critérios interiorizados e difíceis de definir.


Em relação ao texto, está correto o que se afirma em 

Alternativas
Q525500 Português
Preconceitos

      Preconceitos são juízos firmados por antecipação; são rótulos prontos e aceitos para serem colados no que mal conhecemos. São valores que se adiantam e qualificam pessoas, gestos, ideias antes de bem distinguir o que sejam. São, nessa medida, profundamente injustos, podendo acarretar consequências dolorosas para suas vítimas. São pré-juízos. Ainda assim, é forçoso reconhecer: dificilmente vivemos sem alimentar e externar algum preconceito. 

     São em geral formulados com um alcance genérico: “o povo tal não presta”, “quem nasce ali é assim”, “música clássica é sempre chata”, “cuidado com quem lê muito” etc. Dispensamnos de pensar, de reconhecer particularidades, de identificar a personalidade própria de cada um. “Detesto filmes franceses”, me disse um amigo. “Todos eles?” − perguntei, provocador. “Quem viu um já viu todos”, arrematou ele, coroando sua forma preconceituosa de julgar. 

      Não confundir preconceito com gosto pessoal. É verdade que nosso gosto é sempre seletivo, mas ele escolhe por um critério mais íntimo, difícil de explicar. “Gosto porque gosto”, dizemos às vezes. Mas o preconceito tem raízes sociais mais fundas: ele se dissemina pelas pessoas, se estabelece sem apelação, e quando damos por nós estamos repetindo algo que sequer investigamos. Uma das funções da justiça institucionalizada é evitar os preconceitos, e o faz julgando com critério e objetividade, por meio de leis. Adotar uma posição racista, por exemplo, não é mais apenas preconceito: é crime. Isso significa que passamos, felizmente, a considerar a gravidade extrema das práticas preconceituosas. 

(Bolívar Lacombe, inédito
Ao avaliar a gravidade e a extensão dos preconceitos, o autor os condena sobretudo pela seguinte razão: eles
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Q123574 Segurança da Informação
Em relação a vírus de computador, considere:

I. Ao infectar um computador, um vírus pode alterar o modo como o sistema funciona, enviar um email fraudulento para uma lista de contatos, provocar travamentos e até reiniciá-lo repetidamente.

II. Uma das maneiras seguras de comunicação entre computadores é a utilização de programas de troca de mensagens instantâneas associada à confiabilidade de um bom software de antivírus instalado no computador.

III. Trojan horses são programas de computador que aparentam ser softwares úteis, mas na realidade comprometem a segurança do computador e causam muitos danos; propagam-se quando o usuário do computador abre inadvertidamente um programa, por pensar que a mensagem é proveniente de uma fonte segura.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q123573 Segurança da Informação
Em relação às principais técnicas usadas em Segurança da Informação, considere:

I. A assinatura digital é um processo que utiliza um par de chaves criptográficas, geradas aleatoriamente por meio do uso da chave privada do destinatário, para assinar a mensagem de modo que somente ele consiga abri-la.

II. O Hash é um modelo matemático de uma mensagem qualquer, construído por meio de uma função unidirecional, o que garante que não se pode chegar à mensagem original partindo-se apenas dele.

III. Atualmente, os algoritmos mais usados para Hash são MD4, MD5, SHA-1 e SHA-2.

IV. A criptografia simétrica tem como objetivo embaralhar os dadps de uma mensagem qualquer, garantindo que ninguém poderá ler a mensagem, preservando, com isso, sua autenticidade.

Está correto o que consta APENAS em
Alternativas
Q123572 Segurança da Informação
A atuação integrada de equipamentos, tais como, firewalls, switches e roteadores aumentam a segurança da rede, diminuindo os riscos, por meio de utilização de po- líticas, regras, geração de logs, etc. Entretanto, esse nível pode ser melhor ainda quando ferramentas como IDS (Intrusion Detection System) e IPS (Intrusion Prevention System) são utilizadas. Nesse contexto, considere:

I. O IPS é um sistema de prevenção e proteção contra as intrusões e não apenas de reconhecimento e sinalização das intrusões, como a maior parte dos IDS.

II. O HIDS é um tipo de IDS instalado para alertar sobre ataques ocorridos aos ativos da rede, por meio do monitoramento das conexões de entrada para tentar determinar se alguma destas conexões pode ser uma ameaça.

III. Nas análises do tráfego da rede, o IDS tem como função verificar os padrões do sistema operacional e de rede, tais como, erros de logins, excesso de conexões e volume de dados trafegando no segmento de rede e ataques a serviços de rede.

Está correto o que se afirma APENAS em
Alternativas
Q123571 Segurança da Informação
O vírus de computador que, após ter entrado no sistema, pode movimentar-se sozinho, duplicar-se em grande volume, enviar cópias de si próprio para todos os contatos do de correio eletrônico, causando um efeito de avalanche, que resulta em congestionamentos nas redes das empresas e em toda a Internet é o

Alternativas
Q123570 Segurança da Informação
Considere:

Os ...I... , costumeiramente embutidos em diversos programas de livre download, são programas que, automaticamente, exibem publicidade na tela do computa- dor sem a permissão do usuário e, ocasionalmente, são utilizados, maliciosamente, para captar informações pessoais sem a autorização ou o conhecimento do usuário, o que caracteriza a prática de ...II...

Completam correta e respectivamente as lacunas I e II da frase acima:
Alternativas
Q123569 Segurança da Informação
Sobre as combinações mais comuns de backup, conside- re:

I. Dependendo do tempo de retenção, é o que mais consome conjuntos de backup.

II. Possibilitam a manutenção de várias versões dos mesmos arquivos em diferentes conjuntos de backup.

III. É necessário pesquisar mais de um conjunto de backups para encontrar a versão mais recente de um determinado arquivo.

IV. Arquivos são facilmente restaurados, pois estão armazenados no único conjunto de backup.


As descrições apresentadas nos itens I a IV referem-se correta e respectivamente a backups
Alternativas
Q123568 Segurança da Informação
Segundo os autores Kenneth Wyk e Richard Forno [Kenneth R. Wyk 2001], o processo de resposta a inci- dentes de segurança deve possuir cinco etapas: identi- ficação, coordenação, mitigação, investigação e educa- ção. Restabelecer o sistema, mesmo que seja com uma solução temporária, até que a solução definitiva seja implementada insere-se no contexto da etapa de
Alternativas
Q123567 Segurança da Informação
Em relação à segurança da informação e aos controles de acesso físico e lógico, considere:

I. Se um usuário não mais faz parte a lista de um grupo de acesso aos recursos de processamento da informação, é certo que o grupo seja extinto com a criação de um novo, contendo os usuários remanescentes.

II. Direitos de acesso (físicos e lógicos) que não foram aprovados para um novo trabalho devem ser retirados ou adaptados, incluindo chaves e qualquer tipo de identificação que associe a pessoa ao novo projeto.

III. O acesso às áreas em que são processadas ou armazenadas informações sensíveis deve ser con- trolado e restrito às pessoas autorizadas, preferencialmente por controles de autenticação, por exemplo, cartão de controle de acesso mais PIN (personal identification number).

Está correto o que se afirma em

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Q123566 Segurança da Informação
Em Segurança da Informação, a propriedade relacionada à precisão da informação e sua validade, segundo os padrões e expectativas estabelecidos, está associada ao princípio da
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Q123565 Engenharia de Software
Integram os ativos de informação:

I. correio eletrônico, editor de texto, sistemas de informação, dados de um sistema, computadores e planilhas eletrônicas.

II. papel, mensagens, textos, informações de funcionários e arquivos de aço.

III. pessoas (vendedores, gerentes) e processos (de compra e de venda) que utilizam as informações, rádio e telefone.

IV. salas de arquivos, depósitos de mídias, computa- dores, servidores, roteadores, nobreaks e racks.

Está correto o que consta em
Alternativas
Q123564 Redes de Computadores
Na arquitetura cliente-servidor, o
Alternativas
Q123563 Redes de Computadores

     O modelo ..I.. atua em camadas, desde as aplicações de rede até o meio físico que carrega os sinais elétricos ao seu destino. Na camada superior, funcionam os serviços que são diretamente fornecidos ao usuário da Internet. Nessa camada, funcionam protocolos tais como ..II..  .Sua principal funcionalidade
é padronizar a forma com que os programas consigam conversar entre si, definindo regras que devem ser obedecidas por todos os softwares que implementem tal serviço.

    A camada seguinte é responsável por criar uma conexão virtual entre a origem e o destino, tendo como principais protocolos o ..III.. , com a função de garantir que os dados sejam entregues livres de erros, em sequência e sem perdas ou duplicação, e o ..IV.., que é um protocolo não-orientado à conexão e geralmente é utilizado por aplicações que necessitam de velocidade e dispensam a confirmação de recebimento das informações.

   A próxima camada é aquela em que atua o protocolo ..V.., responsável por garantir que as informações enviadas por um computador cheguem a outros computadores mesmo que eles estejam em redes fisicamente distintas. Esse protocolo é o responsável pela capacidade da rede de se reconfigurar, procurando um caminho (rota) alternativo para a comunicação quando uma parte dela está fora do ar.

    O acesso ao meio físico de comunicação é a principal responsabilidade dessa camada, que também trata as topologias de rede e os dispositivos como switch, placas de rede, interfaces, etc. Nessa camada, os pacotes de dados são denominados quadros e é nela que são adicionados cabeçalhos e trailers MAC para permitir que seja feita a análise do MAC Address em um dado aplicativo.

São camadas do modelo OSI que se juntaram à camada Aplicação e formaram uma única camada no modelo TCP/IP:
Alternativas
Respostas
41: D
42: C
43: A
44: E
45: B
46: D
47: A
48: C
49: E
50: C
51: C
52: A
53: C
54: B
55: D
56: D
57: D
58: A
59: B
60: E