Questões de Concurso Comentadas para cirurgião-dentista - periodontia

Foram encontradas 645 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3419298 Português
Considere a sentença: Conforme o tempo passa, a Terra está ficando cada vez mais quente. Nesse contexto, o advérbio “mais” exprime:
Alternativas
Q3419297 Português
Leia o texto para responder à questão.



Como funciona o “manto da invisibilidade” desenvolvido por chineses 


Batizado de Chimera, projeto experimental foi inspirado em características do camaleão, da rã-de-vidro e do dragão-barbudo; detalhes foram publicados em revista científica


Acadêmicos das universidades de Tsinghua e de Jilin, ambas na China, têm feito pesquisas com o objetivo de desenvolver um “manto da invisibilidade”. Em artigo publicado no último dia 29 de janeiro na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), a equipe compartilha o andamento do projeto. “Nosso trabalho tira as tecnologias de camuflagem de um cenário restrito e as leva para terrenos em constante mudança”, afirmam.


Denominado Chimera, o “manto da invisibilidade” é feito de metamateriais, ou seja, materiais sintéticos capazes de manipular ondas eletromagnéticas e ficarem imperceptíveis a radares, conforme explica o South China Morning Post. E o nome não foi escolhido à toa: aspectos fundamentais do projeto estão associados a três animais diferentes — a quimera, por sua vez, é uma figura mitológica grega cujo corpo consiste em uma mistura de animais.


O trabalho tem como base características de répteis de sangue frio. Do camaleão, a habilidade de mudar de cor; da rã-de-vidro, a capacidade de tornar parte do corpo transparente; e do lagarto dragão-barbudo, o poder de regular a temperatura corporal. A ideia é construir uma “metassuperfície” que seja indetectável a luz visível, micro-ondas e raios infravermelhos.


Segundo o artigo disponível na PNAS, a Chimera demonstrou capacidade de se adaptar a diferentes paisagens (incluindo superfícies aquáticas, praias, desertos e solos congelados) devido à propriedade de reflexão de microondas. E, utilizando plástico PET e vidro de quartzo, os pesquisadores também conseguiram que ela ficasse transparente, do ponto de vista óptico, como a rã-de-vidro. Além disso, para evitar que o calor gerado pela eletricidade da Chimera fosse captado por detectores de infravermelho, os pesquisadores recorreram aos conhecimentos sobre o dragão-barbudo, que controla a temperatura corporal mudando a cor das suas costas. Com uma tecnologia mecânica baseada nesse fato, foi possível diminuir a diferença térmica da Chimera.


Apesar de ainda ser uma tecnologia experimental, os pesquisadores apontam possíveis aplicações. Por exemplo, no âmbito militar, a Chimera poderia esconder objetos ou pessoas, sendo assim uma ferramenta estratégica. Já no âmbito da preservação ambiental, o “manto da invisibilidade” poderia contribuir para a observação não invasiva de animais em seus habitats.


Revista Galileu. Adaptado. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/notici
a/2024/02/como-funciona-o-manto-dainvisibilidade-desenvolvido-por-chineses.ghtml>
Analise as palavras a seguir, que ocorrem no texto. Aquela que indica um processo de composição é:
Alternativas
Q3419296 Português
Leia o texto para responder à questão.



Como funciona o “manto da invisibilidade” desenvolvido por chineses 


Batizado de Chimera, projeto experimental foi inspirado em características do camaleão, da rã-de-vidro e do dragão-barbudo; detalhes foram publicados em revista científica


Acadêmicos das universidades de Tsinghua e de Jilin, ambas na China, têm feito pesquisas com o objetivo de desenvolver um “manto da invisibilidade”. Em artigo publicado no último dia 29 de janeiro na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), a equipe compartilha o andamento do projeto. “Nosso trabalho tira as tecnologias de camuflagem de um cenário restrito e as leva para terrenos em constante mudança”, afirmam.


Denominado Chimera, o “manto da invisibilidade” é feito de metamateriais, ou seja, materiais sintéticos capazes de manipular ondas eletromagnéticas e ficarem imperceptíveis a radares, conforme explica o South China Morning Post. E o nome não foi escolhido à toa: aspectos fundamentais do projeto estão associados a três animais diferentes — a quimera, por sua vez, é uma figura mitológica grega cujo corpo consiste em uma mistura de animais.


O trabalho tem como base características de répteis de sangue frio. Do camaleão, a habilidade de mudar de cor; da rã-de-vidro, a capacidade de tornar parte do corpo transparente; e do lagarto dragão-barbudo, o poder de regular a temperatura corporal. A ideia é construir uma “metassuperfície” que seja indetectável a luz visível, micro-ondas e raios infravermelhos.


Segundo o artigo disponível na PNAS, a Chimera demonstrou capacidade de se adaptar a diferentes paisagens (incluindo superfícies aquáticas, praias, desertos e solos congelados) devido à propriedade de reflexão de microondas. E, utilizando plástico PET e vidro de quartzo, os pesquisadores também conseguiram que ela ficasse transparente, do ponto de vista óptico, como a rã-de-vidro. Além disso, para evitar que o calor gerado pela eletricidade da Chimera fosse captado por detectores de infravermelho, os pesquisadores recorreram aos conhecimentos sobre o dragão-barbudo, que controla a temperatura corporal mudando a cor das suas costas. Com uma tecnologia mecânica baseada nesse fato, foi possível diminuir a diferença térmica da Chimera.


Apesar de ainda ser uma tecnologia experimental, os pesquisadores apontam possíveis aplicações. Por exemplo, no âmbito militar, a Chimera poderia esconder objetos ou pessoas, sendo assim uma ferramenta estratégica. Já no âmbito da preservação ambiental, o “manto da invisibilidade” poderia contribuir para a observação não invasiva de animais em seus habitats.


Revista Galileu. Adaptado. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/notici
a/2024/02/como-funciona-o-manto-dainvisibilidade-desenvolvido-por-chineses.ghtml>
Considere o excerto: “Acadêmicos das universidades de Tsinghua e de Jilin, ambas na China, têm feito pesquisas com o objetivo de desenvolver um ‘manto da invisibilidade’.” Nesse contexto, a expressão “ambas na China” se apresenta entre vírgulas, pois:
Alternativas
Q3419294 Português
Leia o texto para responder à questão.



Como funciona o “manto da invisibilidade” desenvolvido por chineses 


Batizado de Chimera, projeto experimental foi inspirado em características do camaleão, da rã-de-vidro e do dragão-barbudo; detalhes foram publicados em revista científica


Acadêmicos das universidades de Tsinghua e de Jilin, ambas na China, têm feito pesquisas com o objetivo de desenvolver um “manto da invisibilidade”. Em artigo publicado no último dia 29 de janeiro na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), a equipe compartilha o andamento do projeto. “Nosso trabalho tira as tecnologias de camuflagem de um cenário restrito e as leva para terrenos em constante mudança”, afirmam.


Denominado Chimera, o “manto da invisibilidade” é feito de metamateriais, ou seja, materiais sintéticos capazes de manipular ondas eletromagnéticas e ficarem imperceptíveis a radares, conforme explica o South China Morning Post. E o nome não foi escolhido à toa: aspectos fundamentais do projeto estão associados a três animais diferentes — a quimera, por sua vez, é uma figura mitológica grega cujo corpo consiste em uma mistura de animais.


O trabalho tem como base características de répteis de sangue frio. Do camaleão, a habilidade de mudar de cor; da rã-de-vidro, a capacidade de tornar parte do corpo transparente; e do lagarto dragão-barbudo, o poder de regular a temperatura corporal. A ideia é construir uma “metassuperfície” que seja indetectável a luz visível, micro-ondas e raios infravermelhos.


Segundo o artigo disponível na PNAS, a Chimera demonstrou capacidade de se adaptar a diferentes paisagens (incluindo superfícies aquáticas, praias, desertos e solos congelados) devido à propriedade de reflexão de microondas. E, utilizando plástico PET e vidro de quartzo, os pesquisadores também conseguiram que ela ficasse transparente, do ponto de vista óptico, como a rã-de-vidro. Além disso, para evitar que o calor gerado pela eletricidade da Chimera fosse captado por detectores de infravermelho, os pesquisadores recorreram aos conhecimentos sobre o dragão-barbudo, que controla a temperatura corporal mudando a cor das suas costas. Com uma tecnologia mecânica baseada nesse fato, foi possível diminuir a diferença térmica da Chimera.


Apesar de ainda ser uma tecnologia experimental, os pesquisadores apontam possíveis aplicações. Por exemplo, no âmbito militar, a Chimera poderia esconder objetos ou pessoas, sendo assim uma ferramenta estratégica. Já no âmbito da preservação ambiental, o “manto da invisibilidade” poderia contribuir para a observação não invasiva de animais em seus habitats.


Revista Galileu. Adaptado. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/notici
a/2024/02/como-funciona-o-manto-dainvisibilidade-desenvolvido-por-chineses.ghtml>
Considere o excerto: “Apesar de ainda ser uma tecnologia experimental, os pesquisadores apontam possíveis aplicações.” A locução “apesar de”, de valor concessivo, poderia ser substituída pela expressão de sentido correspondente:
Alternativas
Q3419292 Português
Leia o texto para responder à questão.



Como funciona o “manto da invisibilidade” desenvolvido por chineses 


Batizado de Chimera, projeto experimental foi inspirado em características do camaleão, da rã-de-vidro e do dragão-barbudo; detalhes foram publicados em revista científica


Acadêmicos das universidades de Tsinghua e de Jilin, ambas na China, têm feito pesquisas com o objetivo de desenvolver um “manto da invisibilidade”. Em artigo publicado no último dia 29 de janeiro na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), a equipe compartilha o andamento do projeto. “Nosso trabalho tira as tecnologias de camuflagem de um cenário restrito e as leva para terrenos em constante mudança”, afirmam.


Denominado Chimera, o “manto da invisibilidade” é feito de metamateriais, ou seja, materiais sintéticos capazes de manipular ondas eletromagnéticas e ficarem imperceptíveis a radares, conforme explica o South China Morning Post. E o nome não foi escolhido à toa: aspectos fundamentais do projeto estão associados a três animais diferentes — a quimera, por sua vez, é uma figura mitológica grega cujo corpo consiste em uma mistura de animais.


O trabalho tem como base características de répteis de sangue frio. Do camaleão, a habilidade de mudar de cor; da rã-de-vidro, a capacidade de tornar parte do corpo transparente; e do lagarto dragão-barbudo, o poder de regular a temperatura corporal. A ideia é construir uma “metassuperfície” que seja indetectável a luz visível, micro-ondas e raios infravermelhos.


Segundo o artigo disponível na PNAS, a Chimera demonstrou capacidade de se adaptar a diferentes paisagens (incluindo superfícies aquáticas, praias, desertos e solos congelados) devido à propriedade de reflexão de microondas. E, utilizando plástico PET e vidro de quartzo, os pesquisadores também conseguiram que ela ficasse transparente, do ponto de vista óptico, como a rã-de-vidro. Além disso, para evitar que o calor gerado pela eletricidade da Chimera fosse captado por detectores de infravermelho, os pesquisadores recorreram aos conhecimentos sobre o dragão-barbudo, que controla a temperatura corporal mudando a cor das suas costas. Com uma tecnologia mecânica baseada nesse fato, foi possível diminuir a diferença térmica da Chimera.


Apesar de ainda ser uma tecnologia experimental, os pesquisadores apontam possíveis aplicações. Por exemplo, no âmbito militar, a Chimera poderia esconder objetos ou pessoas, sendo assim uma ferramenta estratégica. Já no âmbito da preservação ambiental, o “manto da invisibilidade” poderia contribuir para a observação não invasiva de animais em seus habitats.


Revista Galileu. Adaptado. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/notici
a/2024/02/como-funciona-o-manto-dainvisibilidade-desenvolvido-por-chineses.ghtml>
De acordo com o texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3344324 Odontologia
Leia as afirmativas abaixo relativas ao tratamento periodontal de Manutenção (Terapia periodontal de suporte):

I. Pequenas proporções de pacientes podem mostrar infecções recorrentes com progressão de lesões periodontais em alguns locais de modo completamente imprevisível.
II. Em pacientes sob vigilância rígida, envolvendo consultas com intervalos regulares, a reinfecção pode ser prevenida ou mantida em uma incidência mínima em muitos indivíduos.
III. A periodicidade da consulta de manutenção deve ser planejada de acordo com a doença periodontal, independentemente das necessidades individuais do paciente.
IV. A terapia periodontal de suporte deve ter uma periodicidade fixa e tem como objetivo remover completamente a microbiota subgengival e supragengival.
V. Durante a fase manutenção, o tratamento de locais reinfectados pode incluir pequenas correções cirúrgicas ou apenas uma instrumentação sob anestesia local.

Estão CORRETAS as afirmativas: 
Alternativas
Q3344323 Odontologia
No que se refere ao abscesso periodontal, analise as afirmativas abaixo:


I. O abscesso periodontal é tipicamente encontrado em pacientes com periodontite não tratada e em associação com bolsas periodontais rasas e moderadas.

II. Surgem com frequência como uma exacerbação aguda de uma bolsa preexistente ou relacionada com a remoção incompleta de cálculo durante o tratamento periodontal.

III. Fratura dental, perfuração e impacção de corpo estranho são condições em que o abscesso periodontal não está relacionado com a doença periodontal inflamatória.

IV. O diabetes melito mal controlado tem sido considerado um fator predisponente para o abscesso periodontal.

V. Elevação ao longo da parte lateral da raiz, supuração, dor forte, mobilidade, febre e linfoadenopatia são características clínicas presentes no abscesso periodontal crônico.

Estão CORRETAS as afirmativas: 
Alternativas
Q3344322 Odontologia
No início dos anos de 1980, a necessidade de modificar os procedimentos cirúrgicos periodontais tradicionais para favorecer a regeneração periodontal tornou-se evidente. Isso levou ao desenvolvimento de desenhos específicos de retalhos para regeneração periodontal (Lindhe, 2018).

Leia as afirmativas abaixo relativas às características da técnica cirúrgica que visa à regeneração dos tecidos periodontais perdidos pela doença periodontal invasiva: 

I. Nestes procedimentos, faz-se necessário um fechamento primário passivo do retalho combinado com uma estabilidade ótima da ferida.

II. A técnica cirúrgica deve guardar espaço para formação e estabilidade de coágulos sanguíneos na interface entre o retalho e a superfície radicular.

III. Exposição do enxerto e da membrana, com consequente contaminação bacteriana durante a cicatrização, representa uma complicação dos procedimentos regenerativos.

IV. Há necessidade de preservar tecidos moles, tendo em vista o fechamento primário do espaço interdental, para conter enxertos a partir de retalhos reposicionados apicalmente.

V. O procedimento deve possibilitar a formação de um epitélio juncional longo, além da proteção do tecido mole da área tratada, a fim de evitar contaminação bacteriana.

Estão CORRETAS as afirmativas: 
Alternativas
Q3344321 Odontologia
Com relação ao tratamento cirúrgico periodontal que visa o recobrimento radicular, marque a afirmativa CORRETA:
Alternativas
Q3344320 Odontologia
Com relação ao enxerto gengival livre autógeno, marque a afirmativa CORRETA: 
Alternativas
Q3344319 Odontologia
Leia as afirmativas abaixo relativas aos retalhos periodontais para tratamento da bolsa periodontal.

I. Durante o processo de cicatrização, uma semana após a cirurgia, estabelece-se uma adesão epitelial ao dente por meio de hemidesmossomos e uma lâmina basal.

II. Retalhos deslocados apicalmente têm a vantagem de preservar a porção externa da parede da bolsa, mas reduzem a largura da gengiva inserida.

III. Tanto os retalhos de espessura total quanto os de espessura parcial podem ser deslocados.

IV. Uma incisão vertical em uma das extremidades da incisão horizontal é suficiente quando o retalho tiver que ser deslocado apicalmente.

V. Um mês após a cirurgia, verifica-se que o sulco gengival está epitelizado, com uma adesão epitelial bem definida.

Estão CORRETAS as afirmativas:
Alternativas
Q3344318 Odontologia
“A gengivectomia foi definida por Grant et al., em 1979, como “a excisão da parede de tecidos moles da bolsa periodontal patológica” (Lindhe, 2018).

Leia as afirmativas abaixo relativas ao procedimento de gengivectomia para tratamento da bolsa periodontal e marque a afirmativa CORRETA:
Alternativas
Q3344317 Odontologia
Com relação ao tratamento periodontal não cirúrgico, marque a afirmativa CORRETA:
Alternativas
Q3344316 Odontologia
Leia as afirmativas abaixo relativas aos fatores de risco para as doenças periodontais:

I. O biofilme é um fator crucial na inflamação dos tecidos periodontais, mas a progressão da gengivite para periodontite é, em grande parte, influenciada por fatores de risco relacionados ao hospedeiro.

II. O tabagismo aumenta o risco de desenvolvimento da doença periodontal, entretanto não tem associação com a resposta ao tratamento periodontal em indivíduos fumantes.

III. Os sinais e sintomas da gengivite e periodontite, como a vermelhidão gengival e o sangramento à sondagem, estão aumentados nos fumantes em comparação a não fumantes.

IV. Indivíduos diabéticos apresentam risco aumentado de doença periodontal e tanto a suscetibilidade à doença quanto o desfecho da terapia são influenciados pelo controle metabólico insatisfatório.

V. É aceito, atualmente, que o tratamento periodontal pode melhorar o controle metabólico dos indivíduos diabéticos e que a terapia periodontal é benéfica para o controle das duas doenças.

Estão CORRETAS as afirmativas:
Alternativas
Q3344315 Odontologia
Leia as afirmativas abaixo relativas à periodontite:

I. Apesar da periodontite iniciar-se e manter-se em virtude da placa microbiana, fatores relativos ao hospedeiro determinam a patogênese e a taxa de progressão da doença.
II. A extensão da periodontite é classificada como localizada, quando < 10% dos locais são afetados, e como generalizada, quando esse nível é excedido.
III. A progressão da periodontite crônica é, na maioria dos casos, de lenta a moderada, porém podem ocorrer períodos de destruição tecidual rápida.
IV. Alguns dentes podem manifestar grande destruição dos tecidos periodontais, enquanto outros quase não apresentam sinais de perda de inserção ou perda óssea.
V. Microrganismos específicos têm sido considerados como patógenos periodontais potenciais e sua presença é suficiente para que ocorra atividade da doença.

Estão CORRETAS as afirmativas:
Alternativas
Q3344314 Odontologia
Sobre os aspectos fisiopatológicos, características clínicas e tratamento da gengivite induzida pelo biofilme dental, marque a afirmativa CORRETA:
Alternativas
Q3344313 Odontologia
Leia as afirmativas abaixo relativas aos instrumentos utilizados para os procedimentos de raspagem e alisamento radicular em periodontia:


I. Não existe diferença importante na eficácia da instrumentação da raiz com o uso de instrumentos manuais ou elétricos (sônico/ultrassônico).

II. Procedimentos de raspagem com o uso de aparelhos sônicos e ultrassônicos produzem menos perda de tecido da superfície radicular do que os instrumentos manuais.

III. Os instrumentos manuais não permitem boa sensação tátil, tendem a ser mais demorados que outros métodos e requerem afiação frequente do instrumento.

IV. As curetas com hastes longas e mini lâminas foram concebidas para melhorar a eficácia da instrumentação subgengival em bolsas profundas e estreitas.

V. As foices são usadas principalmente para desbridamento/raspagem subgengival ou nos locais dentários com bolsas rasas.

Estão CORRETAS as afirmativas: 
Alternativas
Q3344312 Odontologia
Com relação ao exame radiográfico (imagens 2D) na avaliação periodontal, incluindo as radiografias intraorais e as panorâmicas, marque a afirmativa CORRETA:
Alternativas
Q3344311 Odontologia
Com relação ao exame clínico periodontal, marque a afirmativa CORRETA: 
Alternativas
Q3344310 Odontologia
Leia as afirmativas abaixo relativas à anatomia, histologia e fisiologia dos tecidos periodontais:

I. A altura da faixa de gengiva inserida é definida como a distância entre a junção mucogengival e a projeção da superfície externa do fundo do sulco gengival ou da bolsa periodontal.
II. Usualmente, a faixa média de gengiva inserida no aspecto vestibular na região de incisivos é de 6,5 a 7,0 mm na maxila e de 5,5 a 6,0 mm na mandíbula.
III. A distância entre o ponto de contato entre os dentes adjacentes e a crista óssea é um dos fatores que determinam a forma da gengiva no espaço interdental.
IV. As células epiteliais nos tecidos gengivais são capazes de reagir aos estímulos externos por meio da síntese de moléculas de adesão, citocinas, fatores de crescimento e enzimas.
V. Os fibroblastos e os queratinócitos são as células mais abundantes do tecido conjuntivo do ligamento periodontal.


Estão CORRETAS as afirmativas: 
Alternativas
Respostas
141: D
142: A
143: B
144: D
145: E
146: A
147: B
148: A
149: B
150: D
151: B
152: A
153: C
154: B
155: A
156: D
157: A
158: B
159: A
160: A