Foram encontradas 645 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Texto I
A mobilidade da criança
O que significa a mobilidade para os pequenos habitantes das cidades brasileiras? Para parte deles, o ir e vir está sempre relacionado ao carro. Das janelas dos automóveis, eles enxergam reflexos da cidade, mas não participam dela.
Para a maior parcela, que se locomove a pé e de transporte coletivo, há insegurança, medo e a certeza de que o pedestre é considerado um intruso, um invasor do espaço. Além de aprender que precisa atravessar a rua correndo porque o tempo do semáforo é insuficiente e o pedestre não é respeitado, a criança brasileira se acostuma a caminhar em calçadas muito estreitas e até em ruas sem a presença delas. As décadas de planejamento urbano focado no carro tornaram as ruas um território de guerra – o fato de que o Brasil é o quarto país do mundo em mortes no trânsito fala por si só. Pesquisadores internacionais há tempos discutem os efeitos da “imobilidade” e da violência no trânsito no desenvolvimento físico, cognitivo, motor e social das crianças. Exercer a independência numa cidade segura é fundamental para o crescimento saudável. Nos países em que as crianças andam de bicicleta e a pé com segurança, como na Holanda e na Dinamarca, por exemplo, os acidentes são praticamente inexistentes e a infância é um período de feliz interação na sociedade.
Sobrepeso e falta de luz solar
Segundo a urbanista e arquiteta espanhola Irene
Quintáns, os urbanistas usam a presença de crianças
no espaço público como indicador de sucesso
urbano. “A ausência delas nas ruas aponta as falhas
das nossas cidades”, ela diz.
Moradora da capital paulista há sete anos e mãe de dois filhos, Irene acredita que privar os pequenos de caminhar não é positivo. “Uma criança que fica circunscrita à locomoção no carro tende a ficar insegura para se movimentar. Ela também tem mais dificuldade em perceber o outro. Isso se chama empatia e é muito importante para a vida em sociedade. Há ainda a questão do sedentarismo, do sobrepeso e da falta de luz solar. Crianças que caminham para a escola têm mais concentração para desenvolver atividades complexas”.
Mesmo com todas as dificuldades já citadas, é importante usar o transporte público, caminhar e participar da vida na cidade. Na próxima vez que levar seus filhos à escola, reflita: por que ir de carro? Que tal descobrir a cidade ao lado deles, trocando ideias sobre o que vocês veem? Assim, eles aprendem a ser cidadãos e a viver o coletivo, enquanto exigimos que o poder público priorize a proteção das nossas crianças.
(https://www.metrojornal.com.br/colunistas/2018/10/11/ mobilidade-da-crianca.html)
Texto I
A mobilidade da criança
O que significa a mobilidade para os pequenos habitantes das cidades brasileiras? Para parte deles, o ir e vir está sempre relacionado ao carro. Das janelas dos automóveis, eles enxergam reflexos da cidade, mas não participam dela.
Para a maior parcela, que se locomove a pé e de transporte coletivo, há insegurança, medo e a certeza de que o pedestre é considerado um intruso, um invasor do espaço. Além de aprender que precisa atravessar a rua correndo porque o tempo do semáforo é insuficiente e o pedestre não é respeitado, a criança brasileira se acostuma a caminhar em calçadas muito estreitas e até em ruas sem a presença delas. As décadas de planejamento urbano focado no carro tornaram as ruas um território de guerra – o fato de que o Brasil é o quarto país do mundo em mortes no trânsito fala por si só. Pesquisadores internacionais há tempos discutem os efeitos da “imobilidade” e da violência no trânsito no desenvolvimento físico, cognitivo, motor e social das crianças. Exercer a independência numa cidade segura é fundamental para o crescimento saudável. Nos países em que as crianças andam de bicicleta e a pé com segurança, como na Holanda e na Dinamarca, por exemplo, os acidentes são praticamente inexistentes e a infância é um período de feliz interação na sociedade.
Sobrepeso e falta de luz solar
Segundo a urbanista e arquiteta espanhola Irene
Quintáns, os urbanistas usam a presença de crianças
no espaço público como indicador de sucesso
urbano. “A ausência delas nas ruas aponta as falhas
das nossas cidades”, ela diz.
Moradora da capital paulista há sete anos e mãe de dois filhos, Irene acredita que privar os pequenos de caminhar não é positivo. “Uma criança que fica circunscrita à locomoção no carro tende a ficar insegura para se movimentar. Ela também tem mais dificuldade em perceber o outro. Isso se chama empatia e é muito importante para a vida em sociedade. Há ainda a questão do sedentarismo, do sobrepeso e da falta de luz solar. Crianças que caminham para a escola têm mais concentração para desenvolver atividades complexas”.
Mesmo com todas as dificuldades já citadas, é importante usar o transporte público, caminhar e participar da vida na cidade. Na próxima vez que levar seus filhos à escola, reflita: por que ir de carro? Que tal descobrir a cidade ao lado deles, trocando ideias sobre o que vocês veem? Assim, eles aprendem a ser cidadãos e a viver o coletivo, enquanto exigimos que o poder público priorize a proteção das nossas crianças.
(https://www.metrojornal.com.br/colunistas/2018/10/11/ mobilidade-da-crianca.html)
Texto I
A mobilidade da criança
O que significa a mobilidade para os pequenos habitantes das cidades brasileiras? Para parte deles, o ir e vir está sempre relacionado ao carro. Das janelas dos automóveis, eles enxergam reflexos da cidade, mas não participam dela.
Para a maior parcela, que se locomove a pé e de transporte coletivo, há insegurança, medo e a certeza de que o pedestre é considerado um intruso, um invasor do espaço. Além de aprender que precisa atravessar a rua correndo porque o tempo do semáforo é insuficiente e o pedestre não é respeitado, a criança brasileira se acostuma a caminhar em calçadas muito estreitas e até em ruas sem a presença delas. As décadas de planejamento urbano focado no carro tornaram as ruas um território de guerra – o fato de que o Brasil é o quarto país do mundo em mortes no trânsito fala por si só. Pesquisadores internacionais há tempos discutem os efeitos da “imobilidade” e da violência no trânsito no desenvolvimento físico, cognitivo, motor e social das crianças. Exercer a independência numa cidade segura é fundamental para o crescimento saudável. Nos países em que as crianças andam de bicicleta e a pé com segurança, como na Holanda e na Dinamarca, por exemplo, os acidentes são praticamente inexistentes e a infância é um período de feliz interação na sociedade.
Sobrepeso e falta de luz solar
Segundo a urbanista e arquiteta espanhola Irene
Quintáns, os urbanistas usam a presença de crianças
no espaço público como indicador de sucesso
urbano. “A ausência delas nas ruas aponta as falhas
das nossas cidades”, ela diz.
Moradora da capital paulista há sete anos e mãe de dois filhos, Irene acredita que privar os pequenos de caminhar não é positivo. “Uma criança que fica circunscrita à locomoção no carro tende a ficar insegura para se movimentar. Ela também tem mais dificuldade em perceber o outro. Isso se chama empatia e é muito importante para a vida em sociedade. Há ainda a questão do sedentarismo, do sobrepeso e da falta de luz solar. Crianças que caminham para a escola têm mais concentração para desenvolver atividades complexas”.
Mesmo com todas as dificuldades já citadas, é importante usar o transporte público, caminhar e participar da vida na cidade. Na próxima vez que levar seus filhos à escola, reflita: por que ir de carro? Que tal descobrir a cidade ao lado deles, trocando ideias sobre o que vocês veem? Assim, eles aprendem a ser cidadãos e a viver o coletivo, enquanto exigimos que o poder público priorize a proteção das nossas crianças.
(https://www.metrojornal.com.br/colunistas/2018/10/11/ mobilidade-da-crianca.html)
A Portaria nº 4.279, de 30 de dezembro de 2010, estabeleceu diretrizes para a organização das Redes de Atenção à Saúde no âmbito do SUS. Essa Portaria visa, prioritariamente, à
Em 1986, realizou-se a 8ª Conferência Nacional de Saúde, que subsidiou o texto constitucional de 1988 no quesito sobre Saúde, tendo como principal conquista:
A participação da iniciativa privada no Sistema Único de Saúde está estabelecida na Constituição Federal de 1988. Sobre esse tema, analise as afirmativas abaixo.
I |
As instituições privadas poderão participar, de forma complementar, do Sistema Único de Saúde. |
II |
Os contratos são de direito público ou por meio de convênio. |
III |
As entidades lucrativas têm preferência sobre as filantrópicas e as sem fins lucrativos. |
IV |
É permitida a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no País. |
V |
É vedado todo tipo de comercialização de órgãos, tecidos e substâncias humanas para fins de transplante. |
Estão corretas as afirmativas
A Política Nacional de Humanização (PNH) está vinculada à Secretaria de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde e dispõe de equipes regionais de apoiadores que se articulam às secretarias estaduais e municipais de saúde. Os princípios norteadores da Política Nacional de Humanização (PNH) estabelecem
O abscesso periapical pode disseminar o exsudato inflamatório através dos planos fasciais dos tecidos moles. Essa disseminação aguda e edemaciada é denominada celulite. As formas mais graves de celulite resultantes de infecções dentárias são
A hemofilia A é uma coagulopatia caracterizada pela ausência ou deficiência do fator VIII de coagulação. As características clínicas mais frequentes nos pacien tes portadores de hemofilia A são
A mucocele é uma lesão comum da mucosa oral resultante da ruptura de um ducto de glândula salivar com consequente extravasamento da mucina para dentro dos tecidos moles adjacentes. Clinicamente, se apresenta como aumento de volume de coloração azulada, com episódios de remissão e exacerbação, geralmente, associado a trauma local ou como vesículas que se rompem, deixando a superfície ulcerada ou ainda, como a variante mucocele superficial. A lesão bucal envolvida no diagnóstico diferencial da mucocele superficial com as lesões vesículo-bolhosas de etiologia autoimune denomina-se
Os pacientes soropositivos para o HIV podem apresentar algumas lesões orais capazes de predizer a diminuição do número de linfócitos TCD4+ a níveis inferiores a 400 células/mm³, caracterizando um estado de imunossupressão. A doença bucal considerada como melhor marcador prognóstico de progressão da AIDS é:
A osteomielite com periostite proliferativa (osteomielite de Garrè) é uma reação periosteal resultante de infecção de baixa virulência ou irritação crônica com pouca frequência na clínica odontológica. Seu diagnóstico é essencialmente clínico/radiográfico. No entanto, em virtude da similaridade com outras lesões, seu diagnóstico pode confundir até os profissionais mais experientes em função do aumento de volume endurecido, que é capaz de atingir grandes dimensões, e da imagem radiográfica comum, incluindo algumas de natureza odontogênica. Nesse sentido, uma vez definido o diagnóstico de osteomielite de Garrè, a conduta terapêutica deve ser:
A cicatrização é uma resposta fibroproliferativa caracterizada por uma sequência de eventos, que começa logo após as 24 horas posteriores à lesão, com a finalidade de formar um tipo especializado de tecido, denominado tecido de granulação.
Analise as etapas abaixo que correspondem aos processos envolvidos na reparação tecidual:
I |
Formação de novos vasos sanguíneos e tecido de granulação. |
II |
Recrutamento de células inflamatórias em resposta à lesão inicial, com remoção do tecido danificado ou morto. |
III |
Proliferação e migração de células teciduais parenquimatosas e conjuntivas. |
IV |
Contração da ferida e aquisição de resistência da ferida. |
V |
Síntese de proteínas da matriz extracelular (MEC) e deposição de colágeno . |
VI |
Remodelação tecidual. |
A correta sequência dos processos ordenados de reparação tecidual é
A gengivite é uma inflamação da gengiva limitada aos tecidos moles, enquanto a periodontite é uma inflamação dos tecidos gengivais em associação à perda de inserção periodontal e do suporte ósseo. As características clínicas que diferenciam essas duas patologias são:
O fórceps e a alavanca são instrumentos cirúrgicos bastante utilizados nas exodontias. O uso correto desses instrumentos é fundamental para a otimização e sucesso do procedimento. Sobre a indicação, o uso e movimento do fórceps e da alavanca nas técnicas exodônticas, analise as afirmativas abaixo.
I |
Os movimentos do fórceps no ato da exodontia de um pré-molar superior deverão ser de intrusão, seguido de lateralidade, rotação e extrusão. |
II |
Os fórceps indicados para incisivo superior são o de no 99A e no 1, enquanto que os fórceps indicados para exodontia de caninos e pré-molares superiores são os de no 210 e no 65. |
III |
O fórceps é indicado em casos de extração de dentes com coroas íntegras ou coroas que suportem a força dos fórceps. Já a alavanca é indicada para dentes com coroas ou raízes destruídas, em que não é mais possível a utilização do fórceps. |
IV |
As alavancas possuem três mecanismos físicos de ação: alavanca, ação de sarilho ou roda e ação de cunha. A alavanca deve ter sua ponta ativa alojada o máximo possível entre a raiz e a parede do alvéolo. |
Estão corretas as afirmativas
Os cistos odontogênicos de desenvolvimento são lesões frequentes nos maxilares, geralmente assintomáticas, que apesar de compartilharem a mesma histogênese, podem apresentar comportamentos biológicos distintos.
O cisto que apresenta comportamento clínico agressivo e maior potencial de recidiva é:
Na execução de restaurações proximais em dentes posteriores , faz-se necessária a utilização de matriz e cunha, as quais devem estar bem adaptadas , visando à obtenção de restauração com ponto de contato adequado e sem excesso cervical. Sobre as matrizes, que são essenciais para a restauração de cavidades classe II, analise as afirmativas abaixo.
I |
As matrizes metálicas parciais podem ser utilizadas tanto para restaurações de amálgama quanto de resina composta. |
II |
A matriz de Tofflemire tem uma conformação angulada para possibilitar uma melhor adaptação ao dente nos casos clínicos em que a parede cervical da caixa proximal encontra-se no nível gengival ou subgengival. |
III |
A matriz de Barton é utilizada para restaurações em amálgama classe I composta ocluso-palatina, em molares superiores, e ocluso-vestibular, em molares inferiores. |
IV |
As matrizes têm várias funções, dentre elas, substituir as paredes faltantes da cavidade, permitir a reconstrução do contorno ou da superfície (palatina, vestibular ou lingual) do dente e evitar o extravasamento cervical do amálgama no momento da condensação. |
Estão corretas as afirmativas
Os cimentos de ionômero de vidro (CIV) surgiram dos estudos pioneiros de Wilson & Kent , no início da década de 1970 (1971), e foram introduzidos no mercado em 1975. Para que haja adesão do CIV à estrutura dentária, é preciso que o material entre em íntimo contato com a superfície dental e para isso, é preconizada a aplicação do ácido poliacrílico previamente a inserção do CIV. A ação do ácido poliarílico na dentina é:
Quando ocorre perda do tecido dentário por cárie ou fratura, há a necessidade de restaurá-lo, mantendo, além da sua função, sua vitalidade. Assim, com a inserção do material restaurador, há a interação desse material com a polpa, devido à permeabilidade dentinária, mesmo nos casos em que não há exposição pulpar direta. Em função disso, torna-se necessária a aplicação de materiais protetores do complexo dentino-pulpar (CDP) com o objetivo de diminuir ou impedir os danos pulpares. Com base nessas informações, analise as afirmativas abaixo em relação a esses agentes de proteção.
I |
Tradicionalmente, os materiais de proteção do CDP são classificados em agentes para forramento, agentes para cimentação, agentes para selamento e agentes para base cavitária. |
II |
Os agentes para selamento podem ser aplicados em todas as cavidades, independente da profundidade, e têm como um dos seus objetivos o vedamento da embocadura dos túbulos dentinários. Como exemplo desse tipo de agente , têm-se os adesivos dentinários. |
III |
Os agentes para forramento apresentam ótimas propriedades mecânicas, têm como principal função proteger a polpa das agressões externas e podem ser aplicados em cavidades de rasa e média profundidades. |
IV |
Os agentes para base cavitária têm como funções proteger o material de forramento, reconstruir parte da dentina perdida e adequar o preparo cavitário, quando necessário, para inserção do material restaurador. Devem ser utilizados em cavidade com média ou grande profundidade. |
Estão corretas as afirmativas
A realização de adequado isolamento do campo operatório é fundamental em diversas situações clínicas, entre elas, em casos de selamento dentário e restaurações diretas, com o objetivo de proporcionar um campo limpo, seco e em condições adequadas para receber o material selador/restaurador. Sobre o isolamento absoluto do campo operatório , analise as afirmativas a seguir.
I |
Na técnica de Parulla, todo o conjunto (lençol, arco e grampo) é levado ao mesmo tempo, sendo indicado para isso um grampo com asa. |
II |
Na execução de uma restauração de resina ocluso-mesial no elemento dentário 47, e, na ausência do elemento dentário 48, deve-se utilizar o grampo 205 no próprio dente a ser restaurado. |
III |
Quanto mais extensas forem as ameias proximais, maior deve ser a d istância entre as perfurações no lençol de borracha. |
IV |
Os grampos 206 a 209 são indicados para molares em erupção. |
Estão corretas as afirmativas