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Q3419316 Noções de Informática
Analisar as afirmações a seguir sobre o programa Microsoft Word 2016.

I. Acessando a guia "Layout" podemos definir configurações características ao formato da página, como tamanho, orientação e recuo.
II. A guia “Revisão” reúne ferramentas úteis para realização de revisão de conteúdo do texto, como ortografia.
III. A guia “Correspondência” apresenta a opção de “Estilos”, utilizada para modificar a aparência do texto.

Está(ão) Correto(s).
Alternativas
Q3419315 Noções de Informática
No Microsoft Windows 7, para acessar de forma rápida os programas que são utilizados com maior frequência, é possível fixar seu ícone na:
Alternativas
Q3419314 Noções de Informática
É um dos aplicativos que pode ser utilizado no Microsoft Windows 7, desenvolvido para limpar e otimizar o sistema:
Alternativas
Q3419313 Noções de Informática
Estando na área de trabalho do Microsoft Windows 7, para abrir o menu “Iniciar”, basta acionar qual dos comandos a seguir em seu teclado:
Alternativas
Q3419312 Noções de Informática
Utilizando o Microsoft Windows 7 é possível armazenar seus documentos em locais específicos e com nomes definidos pelos usuários, criando para isso novas:
Alternativas
Q3419301 Português
Assinale a alternativa em que a palavra apresentada está incorreta quanto ao emprego do hífen.
Alternativas
Q3419300 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras dadas são oxítonas.
Alternativas
Q3419299 Português
Considere as seguintes sentenças:

I. A resposta à carta chegou rápido.
II. Ele correu rápido para escapar da chuva.
III. O rápido cortejo demonstrou seu interesse.

Nas sentenças dadas, a palavra “rápido” ocorre como adjetivo apenas em:
Alternativas
Q3419298 Português
Considere a sentença: Conforme o tempo passa, a Terra está ficando cada vez mais quente. Nesse contexto, o advérbio “mais” exprime:
Alternativas
Q3419297 Português
Leia o texto para responder à questão.



Como funciona o “manto da invisibilidade” desenvolvido por chineses 


Batizado de Chimera, projeto experimental foi inspirado em características do camaleão, da rã-de-vidro e do dragão-barbudo; detalhes foram publicados em revista científica


Acadêmicos das universidades de Tsinghua e de Jilin, ambas na China, têm feito pesquisas com o objetivo de desenvolver um “manto da invisibilidade”. Em artigo publicado no último dia 29 de janeiro na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), a equipe compartilha o andamento do projeto. “Nosso trabalho tira as tecnologias de camuflagem de um cenário restrito e as leva para terrenos em constante mudança”, afirmam.


Denominado Chimera, o “manto da invisibilidade” é feito de metamateriais, ou seja, materiais sintéticos capazes de manipular ondas eletromagnéticas e ficarem imperceptíveis a radares, conforme explica o South China Morning Post. E o nome não foi escolhido à toa: aspectos fundamentais do projeto estão associados a três animais diferentes — a quimera, por sua vez, é uma figura mitológica grega cujo corpo consiste em uma mistura de animais.


O trabalho tem como base características de répteis de sangue frio. Do camaleão, a habilidade de mudar de cor; da rã-de-vidro, a capacidade de tornar parte do corpo transparente; e do lagarto dragão-barbudo, o poder de regular a temperatura corporal. A ideia é construir uma “metassuperfície” que seja indetectável a luz visível, micro-ondas e raios infravermelhos.


Segundo o artigo disponível na PNAS, a Chimera demonstrou capacidade de se adaptar a diferentes paisagens (incluindo superfícies aquáticas, praias, desertos e solos congelados) devido à propriedade de reflexão de microondas. E, utilizando plástico PET e vidro de quartzo, os pesquisadores também conseguiram que ela ficasse transparente, do ponto de vista óptico, como a rã-de-vidro. Além disso, para evitar que o calor gerado pela eletricidade da Chimera fosse captado por detectores de infravermelho, os pesquisadores recorreram aos conhecimentos sobre o dragão-barbudo, que controla a temperatura corporal mudando a cor das suas costas. Com uma tecnologia mecânica baseada nesse fato, foi possível diminuir a diferença térmica da Chimera.


Apesar de ainda ser uma tecnologia experimental, os pesquisadores apontam possíveis aplicações. Por exemplo, no âmbito militar, a Chimera poderia esconder objetos ou pessoas, sendo assim uma ferramenta estratégica. Já no âmbito da preservação ambiental, o “manto da invisibilidade” poderia contribuir para a observação não invasiva de animais em seus habitats.


Revista Galileu. Adaptado. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/notici
a/2024/02/como-funciona-o-manto-dainvisibilidade-desenvolvido-por-chineses.ghtml>
Analise as palavras a seguir, que ocorrem no texto. Aquela que indica um processo de composição é:
Alternativas
Q3419296 Português
Leia o texto para responder à questão.



Como funciona o “manto da invisibilidade” desenvolvido por chineses 


Batizado de Chimera, projeto experimental foi inspirado em características do camaleão, da rã-de-vidro e do dragão-barbudo; detalhes foram publicados em revista científica


Acadêmicos das universidades de Tsinghua e de Jilin, ambas na China, têm feito pesquisas com o objetivo de desenvolver um “manto da invisibilidade”. Em artigo publicado no último dia 29 de janeiro na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), a equipe compartilha o andamento do projeto. “Nosso trabalho tira as tecnologias de camuflagem de um cenário restrito e as leva para terrenos em constante mudança”, afirmam.


Denominado Chimera, o “manto da invisibilidade” é feito de metamateriais, ou seja, materiais sintéticos capazes de manipular ondas eletromagnéticas e ficarem imperceptíveis a radares, conforme explica o South China Morning Post. E o nome não foi escolhido à toa: aspectos fundamentais do projeto estão associados a três animais diferentes — a quimera, por sua vez, é uma figura mitológica grega cujo corpo consiste em uma mistura de animais.


O trabalho tem como base características de répteis de sangue frio. Do camaleão, a habilidade de mudar de cor; da rã-de-vidro, a capacidade de tornar parte do corpo transparente; e do lagarto dragão-barbudo, o poder de regular a temperatura corporal. A ideia é construir uma “metassuperfície” que seja indetectável a luz visível, micro-ondas e raios infravermelhos.


Segundo o artigo disponível na PNAS, a Chimera demonstrou capacidade de se adaptar a diferentes paisagens (incluindo superfícies aquáticas, praias, desertos e solos congelados) devido à propriedade de reflexão de microondas. E, utilizando plástico PET e vidro de quartzo, os pesquisadores também conseguiram que ela ficasse transparente, do ponto de vista óptico, como a rã-de-vidro. Além disso, para evitar que o calor gerado pela eletricidade da Chimera fosse captado por detectores de infravermelho, os pesquisadores recorreram aos conhecimentos sobre o dragão-barbudo, que controla a temperatura corporal mudando a cor das suas costas. Com uma tecnologia mecânica baseada nesse fato, foi possível diminuir a diferença térmica da Chimera.


Apesar de ainda ser uma tecnologia experimental, os pesquisadores apontam possíveis aplicações. Por exemplo, no âmbito militar, a Chimera poderia esconder objetos ou pessoas, sendo assim uma ferramenta estratégica. Já no âmbito da preservação ambiental, o “manto da invisibilidade” poderia contribuir para a observação não invasiva de animais em seus habitats.


Revista Galileu. Adaptado. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/notici
a/2024/02/como-funciona-o-manto-dainvisibilidade-desenvolvido-por-chineses.ghtml>
Considere o excerto: “Acadêmicos das universidades de Tsinghua e de Jilin, ambas na China, têm feito pesquisas com o objetivo de desenvolver um ‘manto da invisibilidade’.” Nesse contexto, a expressão “ambas na China” se apresenta entre vírgulas, pois:
Alternativas
Q3419294 Português
Leia o texto para responder à questão.



Como funciona o “manto da invisibilidade” desenvolvido por chineses 


Batizado de Chimera, projeto experimental foi inspirado em características do camaleão, da rã-de-vidro e do dragão-barbudo; detalhes foram publicados em revista científica


Acadêmicos das universidades de Tsinghua e de Jilin, ambas na China, têm feito pesquisas com o objetivo de desenvolver um “manto da invisibilidade”. Em artigo publicado no último dia 29 de janeiro na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), a equipe compartilha o andamento do projeto. “Nosso trabalho tira as tecnologias de camuflagem de um cenário restrito e as leva para terrenos em constante mudança”, afirmam.


Denominado Chimera, o “manto da invisibilidade” é feito de metamateriais, ou seja, materiais sintéticos capazes de manipular ondas eletromagnéticas e ficarem imperceptíveis a radares, conforme explica o South China Morning Post. E o nome não foi escolhido à toa: aspectos fundamentais do projeto estão associados a três animais diferentes — a quimera, por sua vez, é uma figura mitológica grega cujo corpo consiste em uma mistura de animais.


O trabalho tem como base características de répteis de sangue frio. Do camaleão, a habilidade de mudar de cor; da rã-de-vidro, a capacidade de tornar parte do corpo transparente; e do lagarto dragão-barbudo, o poder de regular a temperatura corporal. A ideia é construir uma “metassuperfície” que seja indetectável a luz visível, micro-ondas e raios infravermelhos.


Segundo o artigo disponível na PNAS, a Chimera demonstrou capacidade de se adaptar a diferentes paisagens (incluindo superfícies aquáticas, praias, desertos e solos congelados) devido à propriedade de reflexão de microondas. E, utilizando plástico PET e vidro de quartzo, os pesquisadores também conseguiram que ela ficasse transparente, do ponto de vista óptico, como a rã-de-vidro. Além disso, para evitar que o calor gerado pela eletricidade da Chimera fosse captado por detectores de infravermelho, os pesquisadores recorreram aos conhecimentos sobre o dragão-barbudo, que controla a temperatura corporal mudando a cor das suas costas. Com uma tecnologia mecânica baseada nesse fato, foi possível diminuir a diferença térmica da Chimera.


Apesar de ainda ser uma tecnologia experimental, os pesquisadores apontam possíveis aplicações. Por exemplo, no âmbito militar, a Chimera poderia esconder objetos ou pessoas, sendo assim uma ferramenta estratégica. Já no âmbito da preservação ambiental, o “manto da invisibilidade” poderia contribuir para a observação não invasiva de animais em seus habitats.


Revista Galileu. Adaptado. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/notici
a/2024/02/como-funciona-o-manto-dainvisibilidade-desenvolvido-por-chineses.ghtml>
Considere o excerto: “Apesar de ainda ser uma tecnologia experimental, os pesquisadores apontam possíveis aplicações.” A locução “apesar de”, de valor concessivo, poderia ser substituída pela expressão de sentido correspondente:
Alternativas
Q3419292 Português
Leia o texto para responder à questão.



Como funciona o “manto da invisibilidade” desenvolvido por chineses 


Batizado de Chimera, projeto experimental foi inspirado em características do camaleão, da rã-de-vidro e do dragão-barbudo; detalhes foram publicados em revista científica


Acadêmicos das universidades de Tsinghua e de Jilin, ambas na China, têm feito pesquisas com o objetivo de desenvolver um “manto da invisibilidade”. Em artigo publicado no último dia 29 de janeiro na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), a equipe compartilha o andamento do projeto. “Nosso trabalho tira as tecnologias de camuflagem de um cenário restrito e as leva para terrenos em constante mudança”, afirmam.


Denominado Chimera, o “manto da invisibilidade” é feito de metamateriais, ou seja, materiais sintéticos capazes de manipular ondas eletromagnéticas e ficarem imperceptíveis a radares, conforme explica o South China Morning Post. E o nome não foi escolhido à toa: aspectos fundamentais do projeto estão associados a três animais diferentes — a quimera, por sua vez, é uma figura mitológica grega cujo corpo consiste em uma mistura de animais.


O trabalho tem como base características de répteis de sangue frio. Do camaleão, a habilidade de mudar de cor; da rã-de-vidro, a capacidade de tornar parte do corpo transparente; e do lagarto dragão-barbudo, o poder de regular a temperatura corporal. A ideia é construir uma “metassuperfície” que seja indetectável a luz visível, micro-ondas e raios infravermelhos.


Segundo o artigo disponível na PNAS, a Chimera demonstrou capacidade de se adaptar a diferentes paisagens (incluindo superfícies aquáticas, praias, desertos e solos congelados) devido à propriedade de reflexão de microondas. E, utilizando plástico PET e vidro de quartzo, os pesquisadores também conseguiram que ela ficasse transparente, do ponto de vista óptico, como a rã-de-vidro. Além disso, para evitar que o calor gerado pela eletricidade da Chimera fosse captado por detectores de infravermelho, os pesquisadores recorreram aos conhecimentos sobre o dragão-barbudo, que controla a temperatura corporal mudando a cor das suas costas. Com uma tecnologia mecânica baseada nesse fato, foi possível diminuir a diferença térmica da Chimera.


Apesar de ainda ser uma tecnologia experimental, os pesquisadores apontam possíveis aplicações. Por exemplo, no âmbito militar, a Chimera poderia esconder objetos ou pessoas, sendo assim uma ferramenta estratégica. Já no âmbito da preservação ambiental, o “manto da invisibilidade” poderia contribuir para a observação não invasiva de animais em seus habitats.


Revista Galileu. Adaptado. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/notici
a/2024/02/como-funciona-o-manto-dainvisibilidade-desenvolvido-por-chineses.ghtml>
De acordo com o texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3344224 Odontologia
As lesões de cárie (sinais de doença) ocorrem apenas nas superfícies dentárias onde as bactérias aderem, formam biofilmes na presença de açúcares e se acumulam por um longo período, sujeitas a exposições frequentes aos açúcares da dieta. Trata-se de uma doença crônica que se desenvolve com perda progressiva da parte mineral dos dentes, até a destruição total da superfície dentária onde há acúmulo de biofilme e sua exposição frequente a açúcares. No início, essas perdas não são visíveis clinicamente, e enquanto as lesões subsuperficiais de cárie no esmalte (coroa dentária) só são detectáveis a olho nu quando surge uma opacidade de mancha branca, as de dentina são diagnosticadas pelo amolecimento da superfície radicular. A cárie é uma doença biofilme-açúcar dependente, que provoca uma destruição ácida progressiva da estrutura mineral dos dentes, originando as lesões. Como doença, ela não é passível de ser erradicada ou prevenida, porque implicaria em um controle absoluto de consumo de açúcar, o vilão responsável pelo desenvolvimento da doença. Assim, no mundo ocidental em que vivemos, podemos diferenciar as pessoas pela velocidade que as lesões de cárie progridem e assim são clinicamente detectadas. Tendo em vista a dificuldade de uma restrição absoluta a carboidratos da dieta e as limitações da limpeza dos dentes como intervenção isolada para o controle de cárie, o uso de fluoretos é uma estratégia que tem se mostrado indispensável para o controle de cárie. Há vários meios de usar fluoreto, desde os de impacto em saúde coletiva, como a fluoretação das águas de abastecimento público, como o mais racional, que é aliar a desorganização periódica dos biofilmes dentais (escovação) com a aplicação diária de fluoreto (fluorterapia), simplesmente escovando os dentes com pasta fluoretada.

A esse respeito, considere as seguintes afirmações: 

I. O principal efeito do flúor é interferir físico-quimicamente no desenvolvimento da cárie, reduzindo a desmineralização e aumentando a remineralização do esmalte dentário, sem promover, significativamente, um efeito antimicrobiano na placa dentária.

II. Para um efeito máximo do controle de cárie, além da utilização racional do fluoreto, é imprescindível que o consumo de açúcar seja disciplinado, pelo menos quanto à frequência diária de consumo, e que os biofilmes dentários sejam diariamente desorganizados pela escovação dos dentes.

III. Não há justificativa suportada por evidências científicas para a recomendação clínica de dentifrícios de alta concentração de fluoreto (5.000 ppm F), independentemente da idade ou do risco de cárie do paciente.

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q3344222 Odontologia
É de responsabilidade do cirurgião dentista adotar medidas de prevenção e controle de infecção para evitar ou reduzir ao máximo a transmissão de microrganismos durante qualquer assistência odontológica realizada em seu consultório. Pacientes e profissionais de Odontologia podem ser expostos a microrganismos patogênicos, incluindo vírus e bactérias que infectam a cavidade oral e o trato respiratório. O ambiente do atendimento odontológico carrega risco de infecção devido a procedimentos que envolvem comunicação face a face com pacientes e exposição frequente a saliva, sangue e outros fluidos corporais, bem como manuseio de instrumentos perfurocortantes.

A esse respeito, considere as seguintes afirmações:

I. A transmissão indireta, também conhecida como infecção cruzada, ocorre quando os microrganismos são transmitidos inicialmente a objetos ou superfícies e, em seguida, para outra pessoa que toca esses objetos.

II. Os aerossóis produzidos no ambiente odontológico permanecem por longos períodos e podem ser inalados; não podem ser visíveis a olho nu e podem transmitir infecções respiratórias e, principalmente, os vírus da hepatite B ou HIV.

III. As mordeduras humanas são consideradas como exposição de risco quando envolvem a presença de sangue. Devem ser avaliadas tanto para o indivíduo que provocou a lesão quanto para aquele que tenha sido exposto.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3344221 Odontologia
A psicologia aplicada à odontologia constitui um corpo de conhecimentos teóricos e técnicos derivados da psicologia clínica da saúde e utilizado para a avaliação, controle e modificação de comportamentos de indivíduos (clientes e familiares) inseridos em contextos de tratamento odontológico. Os diferentes procedimentos de intervenção psicológica podem ser aplicados a todas as áreas da odontologia, da clínica geral às especialidades, incluindo a ortodontia, a periodontia e a endodontia. Refletem uma filosofia da atenção integral à saúde do homem, em sua unidade biopsicossocial, considerando seu ambiente físico e seu meio sociocultural.

A esse respeito, considere as seguintes afirmações:

I. O objetivo principal da psicologia aplicada à odontologia é interferir nas variáveis psicossociais que medeiam os processos de diagnóstico, tratamento e reabilitação em odontologia, visando a promover e manter o estado geral de saúde do indivíduo, bem como a prevenir e facilitar o enfrentamento eficiente de situações de tratamento dos transtornos bucais de usuários de sistemas de saúde.

II. Expostas a uma condição que tenha gerado medo, as crianças tendem a apresentar algum tipo de reação de defesa, que pode ser representada por comportamentos de fuga; por comportamentos em que evitam submeter-se à condição ou a uma situação específica da condição; por comportamentos de imobilização motora; ou por comportamentos de enfrentamento da situação.

III. O medo pode ser uma sensação tipicamente objetiva, relativa a algum elemento ou situação ou, também, resultado de um processo gradativo de aprendizagem de experiências anteriores vivenciadas diretamente ou adquiridas por meio de relatos verbais, escritos ou fantasiosos.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3344220 Odontologia
Em Odontologia, tratando-se de elaboração de diagnóstico, o exame de imagens ocupa inegável atribuição, uma vez que a maioria dos processos patológicos – as alterações da normalidade e os distúrbios de desenvolvimento, entre outros fatores – manifesta-se nos tecidos duros. Sua relevância se deve ao fato de tal exame desempenhar um papel de auxiliar ou complementar dos exames clínico e laboratorial. Na Odontopediatria e, de forma geral, nas especialidades médicas e odontológicas, o papel da exploração clínica e a elaboração mental criteriosa dos dados anamnéticos, pelo profissional, precedem a solicitação ou realização de exames por imagens. Adota-se tal postura, de maneira geral, tanto nas técnicas clássicas rotineiras, como em métodos tomográficos, exames por ressonância magnética, ultrassonografias, cintigrafias etc. Os exames por imagens oferecem grande suporte à clínica odontopediátrica, pois estes fornecem subsídios em todas as suas etapas, desde o processo diagnóstico inicial, a avaliação de desenvolvimento dos dentes, as detecções de alterações de desenvolvimento e os processos patológicos de planejamento e acompanhamento.

A esse respeito, considere as seguintes afirmações:

I. A dentinogênese imperfeita caracteriza-se radiograficamente por dentes de raízes alongadas, constrição cervical, câmaras pulpares amplas e esmalte íntegro.

II. Nas superfícies proximais, o exame radiográfico tem apresentado baixa sensibilidade e alta especificidade para detectar lesões de cárie em esmalte de molares decíduos; já́ para as lesões cavitadas em dentina, é verificada mais sensibilidade comparada com o exame visual, mas menos especificidade.

III. O método radiográfico apresenta algumas limitações, tendendo a subestimar a perda mineral real das lesões de cárie e não é adequado para detectar lesões nos estágios mais precoces.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3344219 Odontologia
Na fase da dentição decídua, mais de um terço das crianças sofrem algum tipo de traumatismo na região da boca. A faixa etária de 1 a 3 anos é a mais atingida, pois é o momento em que a criança começa a explorar o meio ambiente, mas ainda não tem coordenação motora.

Sobre o traumatismo dentário de dentes decíduos, analise as afirmativas:

I. Em casos de fraturas radiculares transversais no terço cervical, longitudinais ou oblíquas, o tratamento indicado é a exodontia após a anestesia com Lidocaína a 2% com epinefrina 1:100 000.
II. Em casos de fratura coronorradicular complicada, o tratamento deve ser sempre a exodontia após a anestesia com Lidocaína a 2% com epinefrina 1:100 000.
III. Em casos de avulsão, no qual a mãe não traz o elemento dentário, faz-se necessária uma radiografia periapical modificada para descartar o diagnóstico de intrusão total.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3344217 Odontologia
Os cuidados com a saúde bucal devem se iniciar antes mesmo do nascimento do bebê, ainda durante o período pré-natal. Nesse momento, as gestantes estão ávidas por informações e focadas em manter sua saúde como um todo, em prol da qualidade do processo gestacional e da saúde do futuro bebê.

Sobre as condutas clínicas em gestantes, analise as afirmativas:

I. Gestantes devem ser orientadas, com cautela, na prevenção de periodontite, pois há indícios moderados de que a infecção periodontal possa estar associada ao parto prematuro e à pré-eclâmpsia.
II. Gestantes devem ser orientadas em relação à adoção de hábitos saudáveis, de preferência com baixo teor de açúcar, para estimular seus filhos a preferirem sabores diferentes do açúcar desde o início de vida.
III. Gestantes devem ser tratadas desde o início da gestação, independentemente do tipo de tratamento necessário.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3344216 Odontologia
Os hábitos de sucção não nutritiva, tais como sucção de chupeta e dedo, são muito comuns durante a infância. Estudos têm demonstrado que estes hábitos podem causar más oclusões, mudanças estéticas e fisiológicas na dentição decídua ou início da dentadura mista, principalmente se mantidos além dos 2 a 3 anos de idade.

Sobre esses hábitos, analise as afirmativas abaixo:


I. A sucção de chupeta está mais associada significativamente ao desenvolvimento da mordida cruzada posterior em comparação à sucção digital.
II. O uso da chupeta além dos 3 anos de idade contribui para uma maior incidência de mordida aberta anterior, mordida cruzada posterior e largura intercuspídea estreita.
III. A chupeta, diferentemente do aleitamento materno, tem sido considerada um fator de proteção contra a Síndrome da Morte Súbita do Lactente.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Respostas
101: D
102: A
103: E
104: B
105: D
106: A
107: A
108: C
109: D
110: A
111: B
112: D
113: E
114: A
115: B
116: D
117: C
118: B
119: A
120: A