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Q3419315 Noções de Informática
No Microsoft Windows 7, para acessar de forma rápida os programas que são utilizados com maior frequência, é possível fixar seu ícone na:
Alternativas
Q3419314 Noções de Informática
É um dos aplicativos que pode ser utilizado no Microsoft Windows 7, desenvolvido para limpar e otimizar o sistema:
Alternativas
Q3419313 Noções de Informática
Estando na área de trabalho do Microsoft Windows 7, para abrir o menu “Iniciar”, basta acionar qual dos comandos a seguir em seu teclado:
Alternativas
Q3419312 Noções de Informática
Utilizando o Microsoft Windows 7 é possível armazenar seus documentos em locais específicos e com nomes definidos pelos usuários, criando para isso novas:
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Q3419301 Português
Assinale a alternativa em que a palavra apresentada está incorreta quanto ao emprego do hífen.
Alternativas
Q3419300 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras dadas são oxítonas.
Alternativas
Q3419299 Português
Considere as seguintes sentenças:

I. A resposta à carta chegou rápido.
II. Ele correu rápido para escapar da chuva.
III. O rápido cortejo demonstrou seu interesse.

Nas sentenças dadas, a palavra “rápido” ocorre como adjetivo apenas em:
Alternativas
Q3419298 Português
Considere a sentença: Conforme o tempo passa, a Terra está ficando cada vez mais quente. Nesse contexto, o advérbio “mais” exprime:
Alternativas
Q3419297 Português
Leia o texto para responder à questão.



Como funciona o “manto da invisibilidade” desenvolvido por chineses 


Batizado de Chimera, projeto experimental foi inspirado em características do camaleão, da rã-de-vidro e do dragão-barbudo; detalhes foram publicados em revista científica


Acadêmicos das universidades de Tsinghua e de Jilin, ambas na China, têm feito pesquisas com o objetivo de desenvolver um “manto da invisibilidade”. Em artigo publicado no último dia 29 de janeiro na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), a equipe compartilha o andamento do projeto. “Nosso trabalho tira as tecnologias de camuflagem de um cenário restrito e as leva para terrenos em constante mudança”, afirmam.


Denominado Chimera, o “manto da invisibilidade” é feito de metamateriais, ou seja, materiais sintéticos capazes de manipular ondas eletromagnéticas e ficarem imperceptíveis a radares, conforme explica o South China Morning Post. E o nome não foi escolhido à toa: aspectos fundamentais do projeto estão associados a três animais diferentes — a quimera, por sua vez, é uma figura mitológica grega cujo corpo consiste em uma mistura de animais.


O trabalho tem como base características de répteis de sangue frio. Do camaleão, a habilidade de mudar de cor; da rã-de-vidro, a capacidade de tornar parte do corpo transparente; e do lagarto dragão-barbudo, o poder de regular a temperatura corporal. A ideia é construir uma “metassuperfície” que seja indetectável a luz visível, micro-ondas e raios infravermelhos.


Segundo o artigo disponível na PNAS, a Chimera demonstrou capacidade de se adaptar a diferentes paisagens (incluindo superfícies aquáticas, praias, desertos e solos congelados) devido à propriedade de reflexão de microondas. E, utilizando plástico PET e vidro de quartzo, os pesquisadores também conseguiram que ela ficasse transparente, do ponto de vista óptico, como a rã-de-vidro. Além disso, para evitar que o calor gerado pela eletricidade da Chimera fosse captado por detectores de infravermelho, os pesquisadores recorreram aos conhecimentos sobre o dragão-barbudo, que controla a temperatura corporal mudando a cor das suas costas. Com uma tecnologia mecânica baseada nesse fato, foi possível diminuir a diferença térmica da Chimera.


Apesar de ainda ser uma tecnologia experimental, os pesquisadores apontam possíveis aplicações. Por exemplo, no âmbito militar, a Chimera poderia esconder objetos ou pessoas, sendo assim uma ferramenta estratégica. Já no âmbito da preservação ambiental, o “manto da invisibilidade” poderia contribuir para a observação não invasiva de animais em seus habitats.


Revista Galileu. Adaptado. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/notici
a/2024/02/como-funciona-o-manto-dainvisibilidade-desenvolvido-por-chineses.ghtml>
Analise as palavras a seguir, que ocorrem no texto. Aquela que indica um processo de composição é:
Alternativas
Q3419296 Português
Leia o texto para responder à questão.



Como funciona o “manto da invisibilidade” desenvolvido por chineses 


Batizado de Chimera, projeto experimental foi inspirado em características do camaleão, da rã-de-vidro e do dragão-barbudo; detalhes foram publicados em revista científica


Acadêmicos das universidades de Tsinghua e de Jilin, ambas na China, têm feito pesquisas com o objetivo de desenvolver um “manto da invisibilidade”. Em artigo publicado no último dia 29 de janeiro na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), a equipe compartilha o andamento do projeto. “Nosso trabalho tira as tecnologias de camuflagem de um cenário restrito e as leva para terrenos em constante mudança”, afirmam.


Denominado Chimera, o “manto da invisibilidade” é feito de metamateriais, ou seja, materiais sintéticos capazes de manipular ondas eletromagnéticas e ficarem imperceptíveis a radares, conforme explica o South China Morning Post. E o nome não foi escolhido à toa: aspectos fundamentais do projeto estão associados a três animais diferentes — a quimera, por sua vez, é uma figura mitológica grega cujo corpo consiste em uma mistura de animais.


O trabalho tem como base características de répteis de sangue frio. Do camaleão, a habilidade de mudar de cor; da rã-de-vidro, a capacidade de tornar parte do corpo transparente; e do lagarto dragão-barbudo, o poder de regular a temperatura corporal. A ideia é construir uma “metassuperfície” que seja indetectável a luz visível, micro-ondas e raios infravermelhos.


Segundo o artigo disponível na PNAS, a Chimera demonstrou capacidade de se adaptar a diferentes paisagens (incluindo superfícies aquáticas, praias, desertos e solos congelados) devido à propriedade de reflexão de microondas. E, utilizando plástico PET e vidro de quartzo, os pesquisadores também conseguiram que ela ficasse transparente, do ponto de vista óptico, como a rã-de-vidro. Além disso, para evitar que o calor gerado pela eletricidade da Chimera fosse captado por detectores de infravermelho, os pesquisadores recorreram aos conhecimentos sobre o dragão-barbudo, que controla a temperatura corporal mudando a cor das suas costas. Com uma tecnologia mecânica baseada nesse fato, foi possível diminuir a diferença térmica da Chimera.


Apesar de ainda ser uma tecnologia experimental, os pesquisadores apontam possíveis aplicações. Por exemplo, no âmbito militar, a Chimera poderia esconder objetos ou pessoas, sendo assim uma ferramenta estratégica. Já no âmbito da preservação ambiental, o “manto da invisibilidade” poderia contribuir para a observação não invasiva de animais em seus habitats.


Revista Galileu. Adaptado. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/notici
a/2024/02/como-funciona-o-manto-dainvisibilidade-desenvolvido-por-chineses.ghtml>
Considere o excerto: “Acadêmicos das universidades de Tsinghua e de Jilin, ambas na China, têm feito pesquisas com o objetivo de desenvolver um ‘manto da invisibilidade’.” Nesse contexto, a expressão “ambas na China” se apresenta entre vírgulas, pois:
Alternativas
Q3419292 Português
Leia o texto para responder à questão.



Como funciona o “manto da invisibilidade” desenvolvido por chineses 


Batizado de Chimera, projeto experimental foi inspirado em características do camaleão, da rã-de-vidro e do dragão-barbudo; detalhes foram publicados em revista científica


Acadêmicos das universidades de Tsinghua e de Jilin, ambas na China, têm feito pesquisas com o objetivo de desenvolver um “manto da invisibilidade”. Em artigo publicado no último dia 29 de janeiro na revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), a equipe compartilha o andamento do projeto. “Nosso trabalho tira as tecnologias de camuflagem de um cenário restrito e as leva para terrenos em constante mudança”, afirmam.


Denominado Chimera, o “manto da invisibilidade” é feito de metamateriais, ou seja, materiais sintéticos capazes de manipular ondas eletromagnéticas e ficarem imperceptíveis a radares, conforme explica o South China Morning Post. E o nome não foi escolhido à toa: aspectos fundamentais do projeto estão associados a três animais diferentes — a quimera, por sua vez, é uma figura mitológica grega cujo corpo consiste em uma mistura de animais.


O trabalho tem como base características de répteis de sangue frio. Do camaleão, a habilidade de mudar de cor; da rã-de-vidro, a capacidade de tornar parte do corpo transparente; e do lagarto dragão-barbudo, o poder de regular a temperatura corporal. A ideia é construir uma “metassuperfície” que seja indetectável a luz visível, micro-ondas e raios infravermelhos.


Segundo o artigo disponível na PNAS, a Chimera demonstrou capacidade de se adaptar a diferentes paisagens (incluindo superfícies aquáticas, praias, desertos e solos congelados) devido à propriedade de reflexão de microondas. E, utilizando plástico PET e vidro de quartzo, os pesquisadores também conseguiram que ela ficasse transparente, do ponto de vista óptico, como a rã-de-vidro. Além disso, para evitar que o calor gerado pela eletricidade da Chimera fosse captado por detectores de infravermelho, os pesquisadores recorreram aos conhecimentos sobre o dragão-barbudo, que controla a temperatura corporal mudando a cor das suas costas. Com uma tecnologia mecânica baseada nesse fato, foi possível diminuir a diferença térmica da Chimera.


Apesar de ainda ser uma tecnologia experimental, os pesquisadores apontam possíveis aplicações. Por exemplo, no âmbito militar, a Chimera poderia esconder objetos ou pessoas, sendo assim uma ferramenta estratégica. Já no âmbito da preservação ambiental, o “manto da invisibilidade” poderia contribuir para a observação não invasiva de animais em seus habitats.


Revista Galileu. Adaptado. Adaptado. Disponível em
<https://revistagalileu.globo.com/tecnologia/notici
a/2024/02/como-funciona-o-manto-dainvisibilidade-desenvolvido-por-chineses.ghtml>
De acordo com o texto, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3343969 Odontologia
Atualmente, mesmo com a tecnologia disponível para preservar a dentição natural, ainda há a necessidade de reabilitações protéticas para a recomposição do sistema mastigatório de pacientes desdentados totais ou parciais. A ausência de previsibilidade da reabsorção óssea pós exodontias pode levar a um rebordo remanescente desfavorável à reabilitação protética.

Sendo assim, assinale a alternativa que contêm os objetivos para uma cirurgia pré-protética: 
Alternativas
Q3343968 Odontologia
De acordo com a classificação do traumatismo, alvéolo dentário avulsão é o deslocamento completo do dente para fora de seu alvéolo.

Nesta situação, o Cirurgião Bucomaxilofacial deverá instruir o paciente a armazenar o dente em uma solução com PH e concentração compatível às células do ligamento periodontal. Esa solução é:
Alternativas
Q3343967 Odontologia
As fraturas mandibulares possuem diversas classificações, com intuito de padronização dos casos, entendimento dos planos de tratamento e de possíveis sequelas relacionadas.
Quando, em uma classificação, há o relato de fratura de mandíbula favorável, significa que: 
Alternativas
Q3343966 Odontologia
As fraturas do terço médio da face podem incluir, dentre outros ossos, a maxila, o zigoma e o complexo naso-órbito-etmoidal, além das projeções (processos) dos ossos do crânio que contactam os ossos faciais.
No caso da ocorrência de uma fratura exclusiva do arco zigomático, a radiografia extraoral mais indicada é:
Alternativas
Q3343965 Odontologia
O Cirurgião Bucomaxilofacial pode cometer um erro no tratamento das infecções odontogênicas com o seguinte pensamento: os antibióticos são os principais recursos terapêuticos. As infecções do complexo maxilofacial são tratadas cirurgicamente, e os antibióticos são adjuvantes neste processo.

Baseado nas assertivas anteriores, pode-se afirmar:
Alternativas
Q3343964 Odontologia
As lesões da cavidade oral e região perioral devem ser identificadas e diagnosticadas para a implementação da terapia adequada, visando eliminá-las. Vários passos semiológicos devem ser seguidos até a decisão de se coletar um espécime cirúrgico, visando o diagnóstico final através de uma análise histopatológica.
Baseado em seus conhecimentos sobre biópsia, pode-se afirmar:
Alternativas
Q3343963 Odontologia
Segundo Hupp (2021), “Todos os dentes impactados devem ser removidos, a não ser que contraindicações específicas justifiquem deixá-los em posição”. Baseado nesta informação, o autor nos direciona para não realizar indicações onde o risco é maior que os potenciais benefícios.
Sendo assim, deve-se evitar a remoção de um dente incluso ou impactado em:
Alternativas
Q3343961 Odontologia
Segundo Malamed (7. ed., 2021), a dose de anestésicos locais é apresentada em termos de miligramas do sal anestésico por peso corporal (mg/kg). Esses números são importantes para que os anestésicos locais mantenham um nível sanguíneo seguro e evitem reação de superdosagem – reação de toxicidade.

Sendo assim, marque a opção que contém o número aproximado de tubetes de lidocaína a 2% com adrenalina 1:100.000 para um paciente saudável, pesando 40 kg (de acordo com as dosagens máximas preconizadas por Malamed):
Alternativas
Q3343960 Odontologia
Um ponto importante no planejamento e na execução da cirurgia é o manejo da ferida para um reparo apropriado. Medidas devem ser tomadas para que o processo de cicatrização ocorra de forma adequada e, para isso, o profissional deve conhecer a biologia da reparação tecidual.
Este processo ocorrerá em fases que estão descritas na ordem CORRETA em:
Alternativas
Respostas
181: A
182: E
183: B
184: D
185: A
186: A
187: C
188: D
189: A
190: B
191: E
192: A
193: C
194: A
195: C
196: B
197: D
198: C
199: A
200: B