Questões de Concurso Comentadas para agente administrativo

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Q3738329 Noções de Informática
O Outlook.com é um serviço online gratuito oferecido pela Microsoft, cuja principal finalidade é:
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Q3738328 Noções de Informática

Na planilha “Produtividade” do Microsoft Excel, a célula B1 contém a seguinte fórmula:


=SE(A1>40; "Alta Produtividade"; "Baixa Produtividade")


Sabendo que o valor inserido na célula A1 é 45, o resultado exibido na célula B1 será:

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Q3738327 Noções de Informática
O Explorador de Arquivos do Windows serve para:
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Q3738326 História e Geografia de Estados e Municípios
O espaço territorial do Estado de Goiás já foi praticamente o dobro do atual. Especificamente em 1959, o Estado de Goiás doou terras para a criação de qual unidade administrativa?
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Q3738325 Atualidades
Em 2025, o Prêmio Nobel da Paz foi concedido a  
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Q3738324 Matemática
As idades de cinco irmãos são: 10, 12, 15, 18 e 19. Qual é a média das idades? 
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Q3738319 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.

Texto 2


O conceito de herói está profundamente ligado à cultura que o criou e a quando foi criado, o que significa que ele varia muito de lugar para lugar e de época para época. Mesmo assim, a figura do herói aparece nas mais diversas sociedades e eras, sempre atendendo a critérios morais e desejos em comum de determinado povo.

Apesar do protagonismo do herói, o que seria dele se não houvesse um vilão? Nas narrativas, o vilão costuma ser o antagonista. Os vilões representam aquilo que é errado, injusto, que foge à moral defendida pelo herói. Por não carregar o protagonismo das histórias, o vilão costuma ser um personagem sem profundidade, sem dilemas, sem uma história que nos explique o porquê de suas ações. E isso reforça sua vilania.

Conhecer a história de alguém é um processo humanizador, capaz até de revogar a alcunha de vilão e conferir ao personagem o título de herói, ou só de uma pessoa comum que tem seus defeitos e qualidades. Assim, uma maneira de fabricar vilões é não deixar suas histórias serem contadas, é criar uma imagem sobre esses personagens e mantê-los em silêncio. MIRANDA, Lucas Mascarenhas de. A fronteira tênue entre heróis e vilões. Ciência hoje, Rio de Janeiro, 21 nov. 2021.


Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/a-fronteira-tenue-entre-herois-e-viloes/. [Adaptado].
De acordo com o texto, uma das maneiras de “fabricar vilões” é
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Q3738318 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.

Texto 2


O conceito de herói está profundamente ligado à cultura que o criou e a quando foi criado, o que significa que ele varia muito de lugar para lugar e de época para época. Mesmo assim, a figura do herói aparece nas mais diversas sociedades e eras, sempre atendendo a critérios morais e desejos em comum de determinado povo.

Apesar do protagonismo do herói, o que seria dele se não houvesse um vilão? Nas narrativas, o vilão costuma ser o antagonista. Os vilões representam aquilo que é errado, injusto, que foge à moral defendida pelo herói. Por não carregar o protagonismo das histórias, o vilão costuma ser um personagem sem profundidade, sem dilemas, sem uma história que nos explique o porquê de suas ações. E isso reforça sua vilania.

Conhecer a história de alguém é um processo humanizador, capaz até de revogar a alcunha de vilão e conferir ao personagem o título de herói, ou só de uma pessoa comum que tem seus defeitos e qualidades. Assim, uma maneira de fabricar vilões é não deixar suas histórias serem contadas, é criar uma imagem sobre esses personagens e mantê-los em silêncio. MIRANDA, Lucas Mascarenhas de. A fronteira tênue entre heróis e vilões. Ciência hoje, Rio de Janeiro, 21 nov. 2021.


Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/a-fronteira-tenue-entre-herois-e-viloes/. [Adaptado].
No trecho “Mesmo assim, a figura do herói aparece nas mais diversas sociedades e eras, sempre atendendo a critérios morais e desejos em comum de determinado povo.”, a conjunção “e” estabelece relação de 
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Q3738317 Português
Leia o Texto 2 para responder à questão.

Texto 2


O conceito de herói está profundamente ligado à cultura que o criou e a quando foi criado, o que significa que ele varia muito de lugar para lugar e de época para época. Mesmo assim, a figura do herói aparece nas mais diversas sociedades e eras, sempre atendendo a critérios morais e desejos em comum de determinado povo.

Apesar do protagonismo do herói, o que seria dele se não houvesse um vilão? Nas narrativas, o vilão costuma ser o antagonista. Os vilões representam aquilo que é errado, injusto, que foge à moral defendida pelo herói. Por não carregar o protagonismo das histórias, o vilão costuma ser um personagem sem profundidade, sem dilemas, sem uma história que nos explique o porquê de suas ações. E isso reforça sua vilania.

Conhecer a história de alguém é um processo humanizador, capaz até de revogar a alcunha de vilão e conferir ao personagem o título de herói, ou só de uma pessoa comum que tem seus defeitos e qualidades. Assim, uma maneira de fabricar vilões é não deixar suas histórias serem contadas, é criar uma imagem sobre esses personagens e mantê-los em silêncio. MIRANDA, Lucas Mascarenhas de. A fronteira tênue entre heróis e vilões. Ciência hoje, Rio de Janeiro, 21 nov. 2021.


Disponível em: https://cienciahoje.org.br/artigo/a-fronteira-tenue-entre-herois-e-viloes/. [Adaptado].
O texto combina diferentes sequências textuais para desenvolver o tema nele apresentado. A sequência predominante é a
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Q3738316 Português
Leia o Texto 1 para responder às questão

Texto 1


Ele elevou à décima potência a disseminação do conhecimento. Ele nos permite viajar sem sair do lugar, mas, além disso, pode guardar informações por séculos. Romanos escreviam em tábuas, egípcios, em papiros, e os maias e astecas tinham uma espécie de livro feito com casca de árvore. Mas o papel, desenvolvido no século II pelos chineses, e a prensa de Gutenberg, do século XV, foram as criações mais importantes para o surgimento do livro da forma como o temos hoje. A primeira impressão ocorreu em 1442. Depois que o uso da prensa se consolidou, comerciantes lançaram uma variedade de títulos, muitos deles originários de manuscritos antigos. Mas o boom ocorreu mesmo no século XIX. A Revolução Industrial trouxe inovações tecnológicas para o papel, tornando-o mais barato e acessível às editoras. Sem esses calhamaços de folhas, provavelmente boa parte da história da humanidade teria se perdido.

Superinteressante. As 101 maiores invenções da humanidade. Ed. Especial. 2013, p. 60.
No trecho “Romanos escreviam em tábuas, egípcios, em papiros, e os maias e astecas tinham uma espécie de livro feito com casca de árvore”, a vírgula empregada imediatamente após a palavra “egípcios” cumpre a função de
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Q3738315 Português
Leia o Texto 1 para responder às questão

Texto 1


Ele elevou à décima potência a disseminação do conhecimento. Ele nos permite viajar sem sair do lugar, mas, além disso, pode guardar informações por séculos. Romanos escreviam em tábuas, egípcios, em papiros, e os maias e astecas tinham uma espécie de livro feito com casca de árvore. Mas o papel, desenvolvido no século II pelos chineses, e a prensa de Gutenberg, do século XV, foram as criações mais importantes para o surgimento do livro da forma como o temos hoje. A primeira impressão ocorreu em 1442. Depois que o uso da prensa se consolidou, comerciantes lançaram uma variedade de títulos, muitos deles originários de manuscritos antigos. Mas o boom ocorreu mesmo no século XIX. A Revolução Industrial trouxe inovações tecnológicas para o papel, tornando-o mais barato e acessível às editoras. Sem esses calhamaços de folhas, provavelmente boa parte da história da humanidade teria se perdido.

Superinteressante. As 101 maiores invenções da humanidade. Ed. Especial. 2013, p. 60.
No trecho “Romanos escreviam em tábuas, egípcios, em papiros, e os maias e astecas tinham uma espécie de livro feito com casca de árvore”, a forma verbal “escreviam” está flexionada no plural porque concorda com o
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Q3738314 Português
Leia o Texto 1 para responder às questão

Texto 1


Ele elevou à décima potência a disseminação do conhecimento. Ele nos permite viajar sem sair do lugar, mas, além disso, pode guardar informações por séculos. Romanos escreviam em tábuas, egípcios, em papiros, e os maias e astecas tinham uma espécie de livro feito com casca de árvore. Mas o papel, desenvolvido no século II pelos chineses, e a prensa de Gutenberg, do século XV, foram as criações mais importantes para o surgimento do livro da forma como o temos hoje. A primeira impressão ocorreu em 1442. Depois que o uso da prensa se consolidou, comerciantes lançaram uma variedade de títulos, muitos deles originários de manuscritos antigos. Mas o boom ocorreu mesmo no século XIX. A Revolução Industrial trouxe inovações tecnológicas para o papel, tornando-o mais barato e acessível às editoras. Sem esses calhamaços de folhas, provavelmente boa parte da história da humanidade teria se perdido.

Superinteressante. As 101 maiores invenções da humanidade. Ed. Especial. 2013, p. 60.
O uso do pronome “ele”, no início do texto, contribui para a coesão textual porque
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Q3738313 Português
Em diferentes regiões do Brasil, é comum que uma mesma ideia seja expressa por palavras distintas, como ocorre com as palavras “mandioca”, “aipim” e “macaxeira”. Esses usos diferentes mostram que a língua
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Q3705964 Português

Texto para o item.  


    O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as belas casas, os jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança.


    Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados.


    Mas os assaltos começaram assim mesmo. Ladrões pulavam os muros e assaltavam as casas.


    Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto. Nos quatro lados. As inspeções tornaram-se mais rigorosas no portão de entrada. Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá. Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda. Nem as babás. Nem os bebês.


    Mas os assaltos continuaram.


    Decidiram eletrificar os muros. Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordens de atirar para matar.


       Mas os assaltos continuaram.


    Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, e o fio de alta tensão, e as patrulhas, e os cachorros, e a segunda cerca, de arame farpado, erguida dentro do perímetro, não conseguiriam entrar nas casas. Todas as janelas foram engradadas. Mas os assaltos continuaram.


        Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível. Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca. Assaltaram a casa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados. Além do controle das entradas, passou a ser feito um rigoroso controle das saídas. Para sair, só com um exame demorado do crachá e com autorização expressa da guarda, que não queria conversa nem aceitava suborno.


       Mas os assaltos continuaram.


    Foi reforçada a guarda. Construíram uma terceira cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de segurança máxima. E foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num local predeterminado pela guarda, sob sua severa vigilância e por curtos períodos. E ninguém pode sair.


    Agora, a segurança é completa. Não tem havido mais assaltos. Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades da sua casa, olhando melancolicamente para a rua.


    Mas surgiu outro problema.


   As tentativas de fuga. E há motins constantes de condôminos que tentam de qualquer maneira atingir a liberdade.


    A guarda tem sido obrigada a agir com energia.


VERÍSSIMO, Luís Fernando. Segurança. In: Ana Maria Machado. (org.) Comédias para se ler na escola. 1.ª ed. Editora Objetiva, 2001 (com adaptações).



De acordo com as ideias do texto apresentado, julgue os itens a seguir. 

O segmento “assim mesmo” (linha 10) expressa uma conclusão. 
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Q3705963 Português

Texto para o item.  


    O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as belas casas, os jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança.


    Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados.


    Mas os assaltos começaram assim mesmo. Ladrões pulavam os muros e assaltavam as casas.


    Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto. Nos quatro lados. As inspeções tornaram-se mais rigorosas no portão de entrada. Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá. Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda. Nem as babás. Nem os bebês.


    Mas os assaltos continuaram.


    Decidiram eletrificar os muros. Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordens de atirar para matar.


       Mas os assaltos continuaram.


    Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, e o fio de alta tensão, e as patrulhas, e os cachorros, e a segunda cerca, de arame farpado, erguida dentro do perímetro, não conseguiriam entrar nas casas. Todas as janelas foram engradadas. Mas os assaltos continuaram.


        Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível. Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca. Assaltaram a casa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados. Além do controle das entradas, passou a ser feito um rigoroso controle das saídas. Para sair, só com um exame demorado do crachá e com autorização expressa da guarda, que não queria conversa nem aceitava suborno.


       Mas os assaltos continuaram.


    Foi reforçada a guarda. Construíram uma terceira cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de segurança máxima. E foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num local predeterminado pela guarda, sob sua severa vigilância e por curtos períodos. E ninguém pode sair.


    Agora, a segurança é completa. Não tem havido mais assaltos. Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades da sua casa, olhando melancolicamente para a rua.


    Mas surgiu outro problema.


   As tentativas de fuga. E há motins constantes de condôminos que tentam de qualquer maneira atingir a liberdade.


    A guarda tem sido obrigada a agir com energia.


VERÍSSIMO, Luís Fernando. Segurança. In: Ana Maria Machado. (org.) Comédias para se ler na escola. 1.ª ed. Editora Objetiva, 2001 (com adaptações).



De acordo com as ideias do texto apresentado, julgue os itens a seguir. 

No trecho “Quem tocasse no fio de alta tensão” (linha 22), a substituição de “no” por “o” não prejudicaria a correção gramatical do texto. 
Alternativas
Q3705962 Português

Texto para o item.  


    O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as belas casas, os jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança.


    Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados.


    Mas os assaltos começaram assim mesmo. Ladrões pulavam os muros e assaltavam as casas.


    Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto. Nos quatro lados. As inspeções tornaram-se mais rigorosas no portão de entrada. Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá. Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda. Nem as babás. Nem os bebês.


    Mas os assaltos continuaram.


    Decidiram eletrificar os muros. Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordens de atirar para matar.


       Mas os assaltos continuaram.


    Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, e o fio de alta tensão, e as patrulhas, e os cachorros, e a segunda cerca, de arame farpado, erguida dentro do perímetro, não conseguiriam entrar nas casas. Todas as janelas foram engradadas. Mas os assaltos continuaram.


        Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível. Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca. Assaltaram a casa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados. Além do controle das entradas, passou a ser feito um rigoroso controle das saídas. Para sair, só com um exame demorado do crachá e com autorização expressa da guarda, que não queria conversa nem aceitava suborno.


       Mas os assaltos continuaram.


    Foi reforçada a guarda. Construíram uma terceira cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de segurança máxima. E foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num local predeterminado pela guarda, sob sua severa vigilância e por curtos períodos. E ninguém pode sair.


    Agora, a segurança é completa. Não tem havido mais assaltos. Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades da sua casa, olhando melancolicamente para a rua.


    Mas surgiu outro problema.


   As tentativas de fuga. E há motins constantes de condôminos que tentam de qualquer maneira atingir a liberdade.


    A guarda tem sido obrigada a agir com energia.


VERÍSSIMO, Luís Fernando. Segurança. In: Ana Maria Machado. (org.) Comédias para se ler na escola. 1.ª ed. Editora Objetiva, 2001 (com adaptações).



De acordo com as ideias do texto apresentado, julgue os itens a seguir. 

Gramaticalmente, classifica-se como indeterminado o sujeito da oração “Não passava ninguém pelo portão” (linha 17).
Alternativas
Q3705960 Português

Texto para o item.  


    O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as belas casas, os jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança.


    Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados.


    Mas os assaltos começaram assim mesmo. Ladrões pulavam os muros e assaltavam as casas.


    Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto. Nos quatro lados. As inspeções tornaram-se mais rigorosas no portão de entrada. Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá. Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda. Nem as babás. Nem os bebês.


    Mas os assaltos continuaram.


    Decidiram eletrificar os muros. Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordens de atirar para matar.


       Mas os assaltos continuaram.


    Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, e o fio de alta tensão, e as patrulhas, e os cachorros, e a segunda cerca, de arame farpado, erguida dentro do perímetro, não conseguiriam entrar nas casas. Todas as janelas foram engradadas. Mas os assaltos continuaram.


        Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível. Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca. Assaltaram a casa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados. Além do controle das entradas, passou a ser feito um rigoroso controle das saídas. Para sair, só com um exame demorado do crachá e com autorização expressa da guarda, que não queria conversa nem aceitava suborno.


       Mas os assaltos continuaram.


    Foi reforçada a guarda. Construíram uma terceira cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de segurança máxima. E foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num local predeterminado pela guarda, sob sua severa vigilância e por curtos períodos. E ninguém pode sair.


    Agora, a segurança é completa. Não tem havido mais assaltos. Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades da sua casa, olhando melancolicamente para a rua.


    Mas surgiu outro problema.


   As tentativas de fuga. E há motins constantes de condôminos que tentam de qualquer maneira atingir a liberdade.


    A guarda tem sido obrigada a agir com energia.


VERÍSSIMO, Luís Fernando. Segurança. In: Ana Maria Machado. (org.) Comédias para se ler na escola. 1.ª ed. Editora Objetiva, 2001 (com adaptações).



De acordo com as ideias do texto apresentado, julgue os itens a seguir. 

Pela maneira de organização dos parágrafos do texto, entende-se que o sujeito gramatical da oração “Construíram uma terceira cerca” (linhas 45 e 46) é “As famílias de mais posses” (linha 46). 
Alternativas
Q3705959 Português

Texto para o item.  


    O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as belas casas, os jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança.


    Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados.


    Mas os assaltos começaram assim mesmo. Ladrões pulavam os muros e assaltavam as casas.


    Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto. Nos quatro lados. As inspeções tornaram-se mais rigorosas no portão de entrada. Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá. Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda. Nem as babás. Nem os bebês.


    Mas os assaltos continuaram.


    Decidiram eletrificar os muros. Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordens de atirar para matar.


       Mas os assaltos continuaram.


    Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, e o fio de alta tensão, e as patrulhas, e os cachorros, e a segunda cerca, de arame farpado, erguida dentro do perímetro, não conseguiriam entrar nas casas. Todas as janelas foram engradadas. Mas os assaltos continuaram.


        Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível. Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca. Assaltaram a casa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados. Além do controle das entradas, passou a ser feito um rigoroso controle das saídas. Para sair, só com um exame demorado do crachá e com autorização expressa da guarda, que não queria conversa nem aceitava suborno.


       Mas os assaltos continuaram.


    Foi reforçada a guarda. Construíram uma terceira cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de segurança máxima. E foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num local predeterminado pela guarda, sob sua severa vigilância e por curtos períodos. E ninguém pode sair.


    Agora, a segurança é completa. Não tem havido mais assaltos. Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades da sua casa, olhando melancolicamente para a rua.


    Mas surgiu outro problema.


   As tentativas de fuga. E há motins constantes de condôminos que tentam de qualquer maneira atingir a liberdade.


    A guarda tem sido obrigada a agir com energia.


VERÍSSIMO, Luís Fernando. Segurança. In: Ana Maria Machado. (org.) Comédias para se ler na escola. 1.ª ed. Editora Objetiva, 2001 (com adaptações).



De acordo com as ideias do texto apresentado, julgue os itens a seguir. 

A eliminação da vírgula empregada após “guarda” (linha 42) resultaria em alteração do sentido do texto.
Alternativas
Q3705958 Português

Texto para o item.  


    O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as belas casas, os jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança.


    Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados.


    Mas os assaltos começaram assim mesmo. Ladrões pulavam os muros e assaltavam as casas.


    Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto. Nos quatro lados. As inspeções tornaram-se mais rigorosas no portão de entrada. Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá. Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda. Nem as babás. Nem os bebês.


    Mas os assaltos continuaram.


    Decidiram eletrificar os muros. Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordens de atirar para matar.


       Mas os assaltos continuaram.


    Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, e o fio de alta tensão, e as patrulhas, e os cachorros, e a segunda cerca, de arame farpado, erguida dentro do perímetro, não conseguiriam entrar nas casas. Todas as janelas foram engradadas. Mas os assaltos continuaram.


        Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível. Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca. Assaltaram a casa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados. Além do controle das entradas, passou a ser feito um rigoroso controle das saídas. Para sair, só com um exame demorado do crachá e com autorização expressa da guarda, que não queria conversa nem aceitava suborno.


       Mas os assaltos continuaram.


    Foi reforçada a guarda. Construíram uma terceira cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de segurança máxima. E foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num local predeterminado pela guarda, sob sua severa vigilância e por curtos períodos. E ninguém pode sair.


    Agora, a segurança é completa. Não tem havido mais assaltos. Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades da sua casa, olhando melancolicamente para a rua.


    Mas surgiu outro problema.


   As tentativas de fuga. E há motins constantes de condôminos que tentam de qualquer maneira atingir a liberdade.


    A guarda tem sido obrigada a agir com energia.


VERÍSSIMO, Luís Fernando. Segurança. In: Ana Maria Machado. (org.) Comédias para se ler na escola. 1.ª ed. Editora Objetiva, 2001 (com adaptações).



De acordo com as ideias do texto apresentado, julgue os itens a seguir. 

Caso as formas verbais “tocasse” (linha 22) e “morreria” (linha 23) fossem substituídos, respectivamente, por “tocava” e “morria”, os sentidos originais do texto seriam alterados. 
Alternativas
Q3705957 Português

Texto para o item.  


    O ponto de venda mais forte do condomínio era a sua segurança. Havia as belas casas, os jardins, os playgrounds, as piscinas, mas havia, acima de tudo, segurança.


    Toda a área era cercada por um muro alto. Havia um portão principal com muitos guardas que controlavam tudo por um circuito fechado de TV. Só entravam no condomínio os proprietários e visitantes devidamente identificados e crachados.


    Mas os assaltos começaram assim mesmo. Ladrões pulavam os muros e assaltavam as casas.


    Os condôminos decidiram colocar torres com guardas ao longo do muro alto. Nos quatro lados. As inspeções tornaram-se mais rigorosas no portão de entrada. Agora não só os visitantes eram obrigados a usar crachá. Os proprietários e seus familiares também. Não passava ninguém pelo portão sem se identificar para a guarda. Nem as babás. Nem os bebês.


    Mas os assaltos continuaram.


    Decidiram eletrificar os muros. Houve protestos, mas no fim todos concordaram. O mais importante era a segurança. Quem tocasse no fio de alta tensão em cima do muro morreria eletrocutado. Se não morresse, atrairia para o local um batalhão de guardas com ordens de atirar para matar.


       Mas os assaltos continuaram.


    Grades nas janelas de todas as casas. Era o jeito. Mesmo se os ladrões ultrapassassem os altos muros, e o fio de alta tensão, e as patrulhas, e os cachorros, e a segunda cerca, de arame farpado, erguida dentro do perímetro, não conseguiriam entrar nas casas. Todas as janelas foram engradadas. Mas os assaltos continuaram.


        Foi feito um apelo para que as pessoas saíssem de casa o mínimo possível. Dois assaltantes tinham entrado no condomínio no banco de trás do carro de um proprietário, com um revólver apontado para a sua nuca. Assaltaram a casa, depois saíram no carro roubado, com crachás roubados. Além do controle das entradas, passou a ser feito um rigoroso controle das saídas. Para sair, só com um exame demorado do crachá e com autorização expressa da guarda, que não queria conversa nem aceitava suborno.


       Mas os assaltos continuaram.


    Foi reforçada a guarda. Construíram uma terceira cerca. As famílias de mais posses, com mais coisas para serem roubadas, mudaram-se para uma chamada área de segurança máxima. E foi tomada uma medida extrema. Ninguém pode entrar no condomínio. Ninguém. Visitas, só num local predeterminado pela guarda, sob sua severa vigilância e por curtos períodos. E ninguém pode sair.


    Agora, a segurança é completa. Não tem havido mais assaltos. Ninguém precisa temer pelo seu patrimônio. Os ladrões que passam pela calçada só conseguem espiar através do grande portão de ferro e talvez avistar um ou outro condômino agarrado às grades da sua casa, olhando melancolicamente para a rua.


    Mas surgiu outro problema.


   As tentativas de fuga. E há motins constantes de condôminos que tentam de qualquer maneira atingir a liberdade.


    A guarda tem sido obrigada a agir com energia.


VERÍSSIMO, Luís Fernando. Segurança. In: Ana Maria Machado. (org.) Comédias para se ler na escola. 1.ª ed. Editora Objetiva, 2001 (com adaptações).



De acordo com as ideias do texto apresentado, julgue os itens a seguir. 

Para dar mais ênfase ao sentido de adversidade da afirmação “Mas os assaltos continuaram” (linhas 19, 26, 33 e 44), seria correto inserir uma vírgula imediatamente após “Mas”. 
Alternativas
Respostas
1961: B
1962: D
1963: C
1964: A
1965: B
1966: D
1967: B
1968: D
1969: A
1970: C
1971: A
1972: D
1973: B
1974: E
1975: C
1976: E
1977: E
1978: C
1979: C
1980: E