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Q1041661 Português

                         Mais cansaço e menos resultado


      Estamos trabalhando mais, por mais horas e com menos equilíbrio entre tempo de lazer e labuta. Mas isso não necessariamente significa que nos tornamos mais produtivos. Um estudo da RescueTime, empresa de software de gerenciamento de tempo, analisou 185 milhões de horas computadas por seus usuários e identificou que os trabalhadores têm, em média, somente duas horas e 48 minutos de tempo produtivo por dia, embora trabalhem pelo menos uma hora fora do escritório em quase metade dos fins de semana do ano.

      “Há 30 anos, uma jornada de trabalho típica tinha oito horas por dia, das 9h às 17h, e você estava livre antes e depois”, diz Larry Rosen, professor emérito do departamento de Psicologia da Universidade do Estado da Califórnia, que pesquisa os efeitos da tecnologia na produtividade. “Desde a introdução dos celulares, essa separação desapareceu e a tecnologia trouxe tarefas adicionais, como checar e-mail e redes sociais”. E não são poucas vezes: segundo a RescueTime, as pessoas verificam e-mails e apps de mensagem a cada seis minutos. E, a cada interrupção dessas, são necessários cerca de 20 minutos para recuperar o estado de foco inicial.

      “É por isso que vemos empresas com muitos workaholics, mas sem resultados”, diz Caio Camargo da Silva, professor de gestão de pessoas e empreendedorismo da PUC-PR. “As pessoas entram em um modo de fazer 80 mil coisas ao mesmo tempo sob pressão, e isso é a receita do desastre”.

      Entre os millenials, a situação é pior. Estudo da Adobe mostra que, ao contrário do estereótipo de que essa geração passa o tempo todo nas redes sociais ou mandando mensagens de texto, ela é a que mais usa e-mail fora do trabalho: é comum responder pelo smartphone inclusive na cama (70%), do banheiro (57%) e enquanto dirige (27%).

(Marília Marasciulo, “Mais cansaço e menos resultado”. Galileu, junho de 2019)

Assinale a alternativa em que a pontuação atende à norma-padrão.
Alternativas
Q1041660 Português

                         Mais cansaço e menos resultado


      Estamos trabalhando mais, por mais horas e com menos equilíbrio entre tempo de lazer e labuta. Mas isso não necessariamente significa que nos tornamos mais produtivos. Um estudo da RescueTime, empresa de software de gerenciamento de tempo, analisou 185 milhões de horas computadas por seus usuários e identificou que os trabalhadores têm, em média, somente duas horas e 48 minutos de tempo produtivo por dia, embora trabalhem pelo menos uma hora fora do escritório em quase metade dos fins de semana do ano.

      “Há 30 anos, uma jornada de trabalho típica tinha oito horas por dia, das 9h às 17h, e você estava livre antes e depois”, diz Larry Rosen, professor emérito do departamento de Psicologia da Universidade do Estado da Califórnia, que pesquisa os efeitos da tecnologia na produtividade. “Desde a introdução dos celulares, essa separação desapareceu e a tecnologia trouxe tarefas adicionais, como checar e-mail e redes sociais”. E não são poucas vezes: segundo a RescueTime, as pessoas verificam e-mails e apps de mensagem a cada seis minutos. E, a cada interrupção dessas, são necessários cerca de 20 minutos para recuperar o estado de foco inicial.

      “É por isso que vemos empresas com muitos workaholics, mas sem resultados”, diz Caio Camargo da Silva, professor de gestão de pessoas e empreendedorismo da PUC-PR. “As pessoas entram em um modo de fazer 80 mil coisas ao mesmo tempo sob pressão, e isso é a receita do desastre”.

      Entre os millenials, a situação é pior. Estudo da Adobe mostra que, ao contrário do estereótipo de que essa geração passa o tempo todo nas redes sociais ou mandando mensagens de texto, ela é a que mais usa e-mail fora do trabalho: é comum responder pelo smartphone inclusive na cama (70%), do banheiro (57%) e enquanto dirige (27%).

(Marília Marasciulo, “Mais cansaço e menos resultado”. Galileu, junho de 2019)

Assinale a alternativa em que o enunciado atende à norma-padrão de regência verbal e nominal.
Alternativas
Q1041659 Português

                         Mais cansaço e menos resultado


      Estamos trabalhando mais, por mais horas e com menos equilíbrio entre tempo de lazer e labuta. Mas isso não necessariamente significa que nos tornamos mais produtivos. Um estudo da RescueTime, empresa de software de gerenciamento de tempo, analisou 185 milhões de horas computadas por seus usuários e identificou que os trabalhadores têm, em média, somente duas horas e 48 minutos de tempo produtivo por dia, embora trabalhem pelo menos uma hora fora do escritório em quase metade dos fins de semana do ano.

      “Há 30 anos, uma jornada de trabalho típica tinha oito horas por dia, das 9h às 17h, e você estava livre antes e depois”, diz Larry Rosen, professor emérito do departamento de Psicologia da Universidade do Estado da Califórnia, que pesquisa os efeitos da tecnologia na produtividade. “Desde a introdução dos celulares, essa separação desapareceu e a tecnologia trouxe tarefas adicionais, como checar e-mail e redes sociais”. E não são poucas vezes: segundo a RescueTime, as pessoas verificam e-mails e apps de mensagem a cada seis minutos. E, a cada interrupção dessas, são necessários cerca de 20 minutos para recuperar o estado de foco inicial.

      “É por isso que vemos empresas com muitos workaholics, mas sem resultados”, diz Caio Camargo da Silva, professor de gestão de pessoas e empreendedorismo da PUC-PR. “As pessoas entram em um modo de fazer 80 mil coisas ao mesmo tempo sob pressão, e isso é a receita do desastre”.

      Entre os millenials, a situação é pior. Estudo da Adobe mostra que, ao contrário do estereótipo de que essa geração passa o tempo todo nas redes sociais ou mandando mensagens de texto, ela é a que mais usa e-mail fora do trabalho: é comum responder pelo smartphone inclusive na cama (70%), do banheiro (57%) e enquanto dirige (27%).

(Marília Marasciulo, “Mais cansaço e menos resultado”. Galileu, junho de 2019)

Considere o título e as duas passagens do texto:


•  Mais cansaço e menos resultado (título)

•  ... embora trabalhem pelo menos uma hora fora do escritório em quase metade dos fins de semana do ano. (1° parágrafo)

•  ... ao contrário do estereótipo de que essa geração passa o tempo todo nas redes sociais ou mandando mensagens de texto... (4°parágrafo)


Em relação às conjunções destacadas (e; embora; ou), é correto afirmar que

Alternativas
Q1041658 Português

                         Mais cansaço e menos resultado


      Estamos trabalhando mais, por mais horas e com menos equilíbrio entre tempo de lazer e labuta. Mas isso não necessariamente significa que nos tornamos mais produtivos. Um estudo da RescueTime, empresa de software de gerenciamento de tempo, analisou 185 milhões de horas computadas por seus usuários e identificou que os trabalhadores têm, em média, somente duas horas e 48 minutos de tempo produtivo por dia, embora trabalhem pelo menos uma hora fora do escritório em quase metade dos fins de semana do ano.

      “Há 30 anos, uma jornada de trabalho típica tinha oito horas por dia, das 9h às 17h, e você estava livre antes e depois”, diz Larry Rosen, professor emérito do departamento de Psicologia da Universidade do Estado da Califórnia, que pesquisa os efeitos da tecnologia na produtividade. “Desde a introdução dos celulares, essa separação desapareceu e a tecnologia trouxe tarefas adicionais, como checar e-mail e redes sociais”. E não são poucas vezes: segundo a RescueTime, as pessoas verificam e-mails e apps de mensagem a cada seis minutos. E, a cada interrupção dessas, são necessários cerca de 20 minutos para recuperar o estado de foco inicial.

      “É por isso que vemos empresas com muitos workaholics, mas sem resultados”, diz Caio Camargo da Silva, professor de gestão de pessoas e empreendedorismo da PUC-PR. “As pessoas entram em um modo de fazer 80 mil coisas ao mesmo tempo sob pressão, e isso é a receita do desastre”.

      Entre os millenials, a situação é pior. Estudo da Adobe mostra que, ao contrário do estereótipo de que essa geração passa o tempo todo nas redes sociais ou mandando mensagens de texto, ela é a que mais usa e-mail fora do trabalho: é comum responder pelo smartphone inclusive na cama (70%), do banheiro (57%) e enquanto dirige (27%).

(Marília Marasciulo, “Mais cansaço e menos resultado”. Galileu, junho de 2019)

Assinale a alternativa em que há emprego de termos em linguagem figurada.
Alternativas
Q1041657 Português

                         Mais cansaço e menos resultado


      Estamos trabalhando mais, por mais horas e com menos equilíbrio entre tempo de lazer e labuta. Mas isso não necessariamente significa que nos tornamos mais produtivos. Um estudo da RescueTime, empresa de software de gerenciamento de tempo, analisou 185 milhões de horas computadas por seus usuários e identificou que os trabalhadores têm, em média, somente duas horas e 48 minutos de tempo produtivo por dia, embora trabalhem pelo menos uma hora fora do escritório em quase metade dos fins de semana do ano.

      “Há 30 anos, uma jornada de trabalho típica tinha oito horas por dia, das 9h às 17h, e você estava livre antes e depois”, diz Larry Rosen, professor emérito do departamento de Psicologia da Universidade do Estado da Califórnia, que pesquisa os efeitos da tecnologia na produtividade. “Desde a introdução dos celulares, essa separação desapareceu e a tecnologia trouxe tarefas adicionais, como checar e-mail e redes sociais”. E não são poucas vezes: segundo a RescueTime, as pessoas verificam e-mails e apps de mensagem a cada seis minutos. E, a cada interrupção dessas, são necessários cerca de 20 minutos para recuperar o estado de foco inicial.

      “É por isso que vemos empresas com muitos workaholics, mas sem resultados”, diz Caio Camargo da Silva, professor de gestão de pessoas e empreendedorismo da PUC-PR. “As pessoas entram em um modo de fazer 80 mil coisas ao mesmo tempo sob pressão, e isso é a receita do desastre”.

      Entre os millenials, a situação é pior. Estudo da Adobe mostra que, ao contrário do estereótipo de que essa geração passa o tempo todo nas redes sociais ou mandando mensagens de texto, ela é a que mais usa e-mail fora do trabalho: é comum responder pelo smartphone inclusive na cama (70%), do banheiro (57%) e enquanto dirige (27%).

(Marília Marasciulo, “Mais cansaço e menos resultado”. Galileu, junho de 2019)

O texto mostra que, com a incorporação da tecnologia no cotidiano, as pessoas têm
Alternativas
Q1041656 Português

Por que um mecanismo que em tudo parece levar ____ conexão entre pessoas e, por conseguinte, melhorar a vida humana é, ao mesmo tempo, produtor de sofrimento, frustração e violência? Uma hipótese ____ ser considerada é que o ambiente digital, por natureza desumano, mais impede as relações do que ____ favorece. Cuidar da qualidade das relações na época em que tudo vale pela quantidade é um caminho de cura contra ____ oferta venenosa da coletividade ____ qualquer preço.

(Cult, junho de 2019. Adaptado)


De acordo com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:

Alternativas
Q1041655 Português

                                    Redes antissociais


      Para além do hábito, as redes sociais se transformaram em paixão. Toda paixão nos torna cegos, incapazes de ver o que nos cerca com bom senso, para não dizer lógica e racionalidade. Nesse momento de nossa experiência com as redes sociais, convém prestar atenção no seu caráter antissocial e psicopatológico. Ele é cada vez mais evidente.

      O que estava escondido, aquilo que ficava oculto nas microrrelações, no âmbito das casas e das famílias, digamos que a neurose particular de cada um, tornou-se público. O termo neurose tem um caráter genérico e serve para apontar algum sofrimento psíquico. Há níveis de sofrimento e suportabilidade por parte das pessoas. Buscar apoio psicológico para amenizar neuroses faz parte do histórico de todas as linhagens da medicina ao longo do tempo. Ela encontra nas redes sociais o seu lugar, pois toda neurose é um distúrbio que envolve algum aspecto relacional. As nossas neuroses têm, inevitavelmente, relação com o que somos em relação a outros. Assim como é o outro que nos perturba na neurose, é também ele que pode nos curar. Contudo, há muita neurose não tratada e ela também procura seu lugar.

      A rede social poderia ter se tornado um lugar terapêutico para acolher as neuroses? Nesse sentido, poderia ser um lugar de apoio, um lugar que trouxesse alento e desenvolvimento emocional? Nas redes sociais, trata-se de convívios em grupo. Poderíamos pensar nelas no sentido potencial de terapias de grupo que fizessem bem a quem delas participa; no entanto, as redes sociais parecem mais favorecer uma espécie de “enlouquecimento coletivo”. Nesse sentido, o caráter antissocial das redes precisa ser analisado.

                                                                                                            (Cult, junho de 2019) 

Assinale a alternativa que atende à norma-padrão quanto à concordância.
Alternativas
Q1041654 Português

                                    Redes antissociais


      Para além do hábito, as redes sociais se transformaram em paixão. Toda paixão nos torna cegos, incapazes de ver o que nos cerca com bom senso, para não dizer lógica e racionalidade. Nesse momento de nossa experiência com as redes sociais, convém prestar atenção no seu caráter antissocial e psicopatológico. Ele é cada vez mais evidente.

      O que estava escondido, aquilo que ficava oculto nas microrrelações, no âmbito das casas e das famílias, digamos que a neurose particular de cada um, tornou-se público. O termo neurose tem um caráter genérico e serve para apontar algum sofrimento psíquico. Há níveis de sofrimento e suportabilidade por parte das pessoas. Buscar apoio psicológico para amenizar neuroses faz parte do histórico de todas as linhagens da medicina ao longo do tempo. Ela encontra nas redes sociais o seu lugar, pois toda neurose é um distúrbio que envolve algum aspecto relacional. As nossas neuroses têm, inevitavelmente, relação com o que somos em relação a outros. Assim como é o outro que nos perturba na neurose, é também ele que pode nos curar. Contudo, há muita neurose não tratada e ela também procura seu lugar.

      A rede social poderia ter se tornado um lugar terapêutico para acolher as neuroses? Nesse sentido, poderia ser um lugar de apoio, um lugar que trouxesse alento e desenvolvimento emocional? Nas redes sociais, trata-se de convívios em grupo. Poderíamos pensar nelas no sentido potencial de terapias de grupo que fizessem bem a quem delas participa; no entanto, as redes sociais parecem mais favorecer uma espécie de “enlouquecimento coletivo”. Nesse sentido, o caráter antissocial das redes precisa ser analisado.

                                                                                                            (Cult, junho de 2019) 

Assinale a alternativa em que o primeiro pronome destacado tem um referente posposto a ele, e o segundo expressa sentido genérico.
Alternativas
Q1041653 Português

                                    Redes antissociais


      Para além do hábito, as redes sociais se transformaram em paixão. Toda paixão nos torna cegos, incapazes de ver o que nos cerca com bom senso, para não dizer lógica e racionalidade. Nesse momento de nossa experiência com as redes sociais, convém prestar atenção no seu caráter antissocial e psicopatológico. Ele é cada vez mais evidente.

      O que estava escondido, aquilo que ficava oculto nas microrrelações, no âmbito das casas e das famílias, digamos que a neurose particular de cada um, tornou-se público. O termo neurose tem um caráter genérico e serve para apontar algum sofrimento psíquico. Há níveis de sofrimento e suportabilidade por parte das pessoas. Buscar apoio psicológico para amenizar neuroses faz parte do histórico de todas as linhagens da medicina ao longo do tempo. Ela encontra nas redes sociais o seu lugar, pois toda neurose é um distúrbio que envolve algum aspecto relacional. As nossas neuroses têm, inevitavelmente, relação com o que somos em relação a outros. Assim como é o outro que nos perturba na neurose, é também ele que pode nos curar. Contudo, há muita neurose não tratada e ela também procura seu lugar.

      A rede social poderia ter se tornado um lugar terapêutico para acolher as neuroses? Nesse sentido, poderia ser um lugar de apoio, um lugar que trouxesse alento e desenvolvimento emocional? Nas redes sociais, trata-se de convívios em grupo. Poderíamos pensar nelas no sentido potencial de terapias de grupo que fizessem bem a quem delas participa; no entanto, as redes sociais parecem mais favorecer uma espécie de “enlouquecimento coletivo”. Nesse sentido, o caráter antissocial das redes precisa ser analisado.

                                                                                                            (Cult, junho de 2019) 

Leia a charge.


Imagem associada para resolução da questão


A partir da leitura do texto e da charge, é correto afirmar que

Alternativas
Q1041650 Português

Leia a tira.


Imagem associada para resolução da questão


De acordo com a fala da personagem no último quadrinho, o diálogo

Alternativas
Q1039693 Redação Oficial
O documento oficial que representa instruções escritas, emanadas da autoridade competente e endereçadas aos chefes de serviços das diversas repartições subordinadas à direção respectiva denomina-se:
Alternativas
Q1039692 Arquivologia
Quanto ao uso de carimbos nos órgãos públicos, quando uma correspondência requer uma movimentação com maior celeridade que a rotineira, o carimbo usado na correspondência tem a seguinte informação:
Alternativas
Q1039691 Arquivologia
Na classificação dos documentos quanto à sua espécie, as leis são consideradas atos:
Alternativas
Q1039690 Administração de Recursos Materiais
Quando o material é entregue ao usuário mediante tabelas de provisão previamente estabelecidas e nas épocas fixadas, independentemente de qualquer solicitação, trata-se de um fornecimento por:
Alternativas
Q1039689 Administração de Recursos Materiais
O tipo de inventário físico que é realizado em qualquer época do ano, por iniciativa do dirigente da unidade gestora ou do órgão fiscalizador, é o:
Alternativas
Q1039688 Administração de Recursos Materiais
O cintamento é um tipo de equipamento de unitização que permite reunir grande numero de produtos para a movimentação por içamento, sendo utilizado, principalmente, para movimentação de:
Alternativas
Q1039687 Administração de Recursos Materiais
O documento de controle de estoque utilizado para formalizar o pedido de retirada de determinada quantidade de um item em estoque para consumo denomina-se:
Alternativas
Q1039686 Administração de Recursos Materiais
Na administração de materiais, as matérias-primas, produtos em processo e os produtos acabados são considerados:
Alternativas
Q1039685 Administração de Recursos Materiais
Em uma estrutura tradicional na administração de materiais, a área responsável que acompanha e controla o nível de estoque e o investimento financeiro envolvido, é conhecida como:
Alternativas
Q1039683 Noções de Informática
No Word, quando se deseja criar uma tabela usando a barra de ferramentas, deve-se, inicialmente, clicar na função:
Alternativas
Respostas
18241: C
18242: A
18243: E
18244: A
18245: D
18246: E
18247: B
18248: A
18249: C
18250: A
18251: D
18252: A
18253: D
18254: C
18255: D
18256: D
18257: A
18258: D
18259: D
18260: E