Questões de Concurso Comentadas para agente administrativo

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Q1618881 História e Geografia de Estados e Municípios
Todo estado possui uma capital, onde são tomadas as decisões políticas e administrativas. Em relação as capitais do Brasil, assinale a alternativa que apresenta informações INCORRETAS:
Alternativas
Q1618879 Geografia
O estado brasileiro que possui a menor extensão litorânea é o:
Alternativas
Q1618878 História e Geografia de Estados e Municípios
Foi o primeiro nome do povoado, passando para Juarez Távora por ocasião dos acontecimentos de 1930:
Alternativas
Q1618877 História e Geografia de Estados e Municípios

Em relação aos aspectos do município de Juarez TávoraPB, analise:


I- O município de Juarez Távora, está inserido na unidade geoambiental da Depressão Sertaneja, que representa a paisagem típica do semiárido nordestino, caracterizada por uma superfície de pediplanação bastante monótona, relevo predominantemente suave-ondulado, cortada por vales estreitos, com vertentes dissecadas;

II- A vegetação é basicamente composta por Caatinga Hiperxerófila com trechos de Floresta Caducifólia;

III- O clima é do tipo Tropical Semiárido, com chuvas de verão.


Dos itens acima

Alternativas
Q1618876 Português
É o conjunto de sinais utilizados na comunicação para transmitir a mensagem, podendo ser de várias maneiras. Falamos de:
Alternativas
Q1618875 Português
Em qual das frases abaixo poderia haver acento indicador de crase?
Alternativas
Q1618874 Português
Consiste na oposição entre uma ou mais ideias, e justamente por isso ela se torna uma figura de sintaxe facilmente identificável em um texto. O conceito citado corresponde a:
Alternativas
Q1618873 Português

Leia com atenção:


I- __ vezes chegamos mais cedo à escola;

II- Ele terminou a prova __ pressas, pois já passava do horário;

III- O pagamento das dívidas foi feito __ prazo.


Preenchem adequadamente as lacunas acima as respectivas palavras:

Alternativas
Q1618871 Português
Assinale a alternativa em que pelo menos uma das palavras deveria ter sido escrita com X e não com CH:
Alternativas
Q1618870 Português
Leia com atenção:
I- Absolver (perdoar) e absorver (aspirar); II- Apóstrofe (figura de linguagem) e apóstrofo (sinal gráfico); III- Osso (parte do corpo) e ouço (verbo ouvir).
Os itens acima são:
Alternativas
Q1618869 Português
Em qual das alternativas a frase está CORRETAMENTE escrita?
Alternativas
Q1618868 Português
A figura denominada de prolepse também pode ser chamada de:
Alternativas
Q1618867 Português
NÃO HÁ pleonasmo vicioso em qual das frases abaixo?
Alternativas
Q1607996 Noções de Informática
Na elaboração de um texto se utilizando o editor MS Word 2010, o usuário poderá utilizar um recurso muito interessante para inserir nota de rodapé em seu documento. Esse recurso é obtido a partir do menu principal, na opção:
Alternativas
Q1607995 Noções de Informática
No software aplicativo MS Office Power Point 2010, um gerenciador de apresentações multimídia, é possível se configurar a forma como os slides irão ser visualizados. Na barra de ferramentas do menu principal desse software encontramos uma opção chamada “Exibição” que oferece algumas alternativas de formas de exibição desses slides. Observe a imagem a seguir sobre esse contexto e depois responda a questão.
Imagem associada para resolução da questão

Os modos de exibição de slides, representados pelos ícones e indicados pelos números 1, 2 e 3, são respectivamente:
Alternativas
Q1607994 Noções de Informática
Tanto uma internet quanto uma intranet são tipos de redes de computadores que oferecem uma série de serviços, como fornecimento de informações, correio eletrônico, comércio de produtos on-line, e muito mais. Observe o trecho textual abaixo que trata sobre o comércio eletrônico (CE), tipo de serviço explorado em ambos os tipos de rede citados e a seguir indique a resposta correta.
“É uma subcategoria do CE intranegócios na qual a organização oferece serviços, informações ou produtos a funcionários. Ocorre frequentemente em intranets e portais corporativos, através de gateways para a Web”.

A modalidade de CE a que se refere o trecho textual acima é:
Alternativas
Q1607993 Noções de Informática
Malfeitores cibernéticos possuem em suas mãos uma grande diversidade de ferramentas consideradas “pragas virtuais” que podem causar grandes prejuízos em redes corporativas. Sobre essas pragas pode-se afirmar que:
Alternativas
Q1607992 Noções de Informática
Os computadores se constituem de vários elementos, agrupados em dois componentes principais, o hardware e o software. Aponte a alternativa que apresenta conteúdo correto sobre esses componentes.
Alternativas
Q1607986 Português
“AO CABO DO MUNDO”: NO INÍCIO ERA O CÉU E A TERRA


     "Neste mesmo dia, à hora das vésperas, avistamos terra! ”: era o dia 22 de abril de 1500, e um monte alto e redondo acusou solo novo no Atlântico meridional. Para os homens habituados a velejar ao Norte do equador, o céu azul substituiu o esbranquiçado dos outonos e invernos. Em lugar dos campos cultivados, a capa verde da mata se espreguiçava ao longo das praias. O sol dourava a pele, em vez do astro frio que, salvo no verão, mal esquentava os corpos. Pássaros coloridos cruzavam os ares com sua música, diversa do grito estridente das aves marinhas. Do interior da massa verde de troncos e folhas se ouviam silvos, urros, sons de animais desconhecidos. A beleza da paisagem, que mais parecia uma visão do paraíso, interpelava os recém-chegados.
        No aconchego do abrigo mais tarde batizado de baía Cabrália, as caravelas deixavam para trás a fronteira entre o medo e a miragem: o Atlântico. Um caminho de águas que transportava homens, armas e mercadorias a serviço da ambição da monarquia católica de encontrar uma passagem para as cobiçadas Índias. Mas seria mesmo nova a terra que se avistava? Certamente não. Os espanhóis já conheciam suas regiões ao Norte, e é de se perguntar quantas vezes emissários de D. João II, filho de D. Henrique, o Navegador, depois de chegar à Madeira e aos Açores, não teriam se aproximado das costas brasileiras. À sua maneira, os portugueses dominavam a extensão, a cor e as vozes do mar que os convidava a olhar além do horizonte. E agora, superadas as dificuldades da viagem, eram recompensados pela atração do sol, da luminosidade e… do lucro possível.
      No início, para os aqui desembarcados, não era o Verbo, mas sim o nada. Apenas matas, medo e solidão. E um vasto litoral, desconhecido, que mais ameaçava do que acolhia. Um espaço aparentemente desabitado – a palavra já existia e designava o locus desérticos –, o lugar sem viva alma. Além das praias, o desconhecido gentio: escondido, armado e perigoso – e que, na maior parte das vezes, podia receber estranhos com uma chuva de flechas. E no interior, terras incultas, cobertas de densas matas, difíceis de trabalhar. Frente à paisagem infinita, pairava a pergunta que lançara os portugueses à aventura ultramarina: que extraordinárias oportunidades os aguardavam?
    Nada se sabia sobre os habitantes dessa terra ensolarada. Seria gente como eles ou criaturas estranhas, bizarras, desnaturadas? Como adentrar essa terra desconhecida, que ultrapassava a imaginação e provocava ao mesmo tempo angústias e exaltação? Acreditava-se, então, na existência de povos desconhecidos, descritos em relatos de outras viagens, mas também saídos de imagens que a tradição supunha existir nos confins da Terra. O Paraíso Terreal teria ali sua porta de entrada? Encontrariam, por acaso, a temida Mantícora, fera da Índia, forte como um tigre, gulosa de carne humana? Mulheres barbadas, que portavam pedras preciosas nos olhos e cauda que lhes saía do umbigo? Altas montanhas de ouro guardadas por formigas, grandes como cachorros? Vales perdidos, onde se ouvia o ruidoso barulho das hostes demoníacas? Não se podia duvidar de nada. Afinal, o próprio Santo Agostinho dissera que Deus enchera céus e terras de inúmeros milagres e raças monstruosas, guardiãs das Portas do Éden.
      Ao olharem a imensidão desconhecida, os viajantes nelas projetavam informações que circulavam o Ocidente cristão. Sonhavam sonhos de riquezas, como as que sabiam existir nas Índias Orientais: pedras preciosas, sedas, madeiras raras, chá, sal e especiarias. Ideavam cidades de ouro e prata, pois nomes como Ofir e Cipango circulavam, embora as minas sul-americanas só tenham sido descobertas em 1520. Presumiam crescer a preciosa pimenta ou a noz-moscada, iguais às do Oriente, descrito por Marco Polo, mas temiam também só encontrar doença, fome e morte. Sob temperaturas amenas, deviam se lembrar das palavras de São Boaventura, que informava Deus ter situado o paraíso junto à região equinocial, região de “temperança de ares”. Ou aquelas de São Tomás, mais incisivo ainda: o jardim ameno estaria na zona tórrida para o sul. Seria ali? Afinal, o sonho e a ambição sempre tiveram parte nas viagens ultramarinas.



PRIORE, MARY DEL. Histórias da gente brasileira: volume I: colônia. São Paulo: LeYa, 2016. 

Analisando os dois termos destacados em cada sentença, assinale a alternativa em que a concordância do segundo termo não está relacionada ao primeiro.
Alternativas
Q1607985 Português
“AO CABO DO MUNDO”: NO INÍCIO ERA O CÉU E A TERRA


     "Neste mesmo dia, à hora das vésperas, avistamos terra! ”: era o dia 22 de abril de 1500, e um monte alto e redondo acusou solo novo no Atlântico meridional. Para os homens habituados a velejar ao Norte do equador, o céu azul substituiu o esbranquiçado dos outonos e invernos. Em lugar dos campos cultivados, a capa verde da mata se espreguiçava ao longo das praias. O sol dourava a pele, em vez do astro frio que, salvo no verão, mal esquentava os corpos. Pássaros coloridos cruzavam os ares com sua música, diversa do grito estridente das aves marinhas. Do interior da massa verde de troncos e folhas se ouviam silvos, urros, sons de animais desconhecidos. A beleza da paisagem, que mais parecia uma visão do paraíso, interpelava os recém-chegados.
        No aconchego do abrigo mais tarde batizado de baía Cabrália, as caravelas deixavam para trás a fronteira entre o medo e a miragem: o Atlântico. Um caminho de águas que transportava homens, armas e mercadorias a serviço da ambição da monarquia católica de encontrar uma passagem para as cobiçadas Índias. Mas seria mesmo nova a terra que se avistava? Certamente não. Os espanhóis já conheciam suas regiões ao Norte, e é de se perguntar quantas vezes emissários de D. João II, filho de D. Henrique, o Navegador, depois de chegar à Madeira e aos Açores, não teriam se aproximado das costas brasileiras. À sua maneira, os portugueses dominavam a extensão, a cor e as vozes do mar que os convidava a olhar além do horizonte. E agora, superadas as dificuldades da viagem, eram recompensados pela atração do sol, da luminosidade e… do lucro possível.
      No início, para os aqui desembarcados, não era o Verbo, mas sim o nada. Apenas matas, medo e solidão. E um vasto litoral, desconhecido, que mais ameaçava do que acolhia. Um espaço aparentemente desabitado – a palavra já existia e designava o locus desérticos –, o lugar sem viva alma. Além das praias, o desconhecido gentio: escondido, armado e perigoso – e que, na maior parte das vezes, podia receber estranhos com uma chuva de flechas. E no interior, terras incultas, cobertas de densas matas, difíceis de trabalhar. Frente à paisagem infinita, pairava a pergunta que lançara os portugueses à aventura ultramarina: que extraordinárias oportunidades os aguardavam?
    Nada se sabia sobre os habitantes dessa terra ensolarada. Seria gente como eles ou criaturas estranhas, bizarras, desnaturadas? Como adentrar essa terra desconhecida, que ultrapassava a imaginação e provocava ao mesmo tempo angústias e exaltação? Acreditava-se, então, na existência de povos desconhecidos, descritos em relatos de outras viagens, mas também saídos de imagens que a tradição supunha existir nos confins da Terra. O Paraíso Terreal teria ali sua porta de entrada? Encontrariam, por acaso, a temida Mantícora, fera da Índia, forte como um tigre, gulosa de carne humana? Mulheres barbadas, que portavam pedras preciosas nos olhos e cauda que lhes saía do umbigo? Altas montanhas de ouro guardadas por formigas, grandes como cachorros? Vales perdidos, onde se ouvia o ruidoso barulho das hostes demoníacas? Não se podia duvidar de nada. Afinal, o próprio Santo Agostinho dissera que Deus enchera céus e terras de inúmeros milagres e raças monstruosas, guardiãs das Portas do Éden.
      Ao olharem a imensidão desconhecida, os viajantes nelas projetavam informações que circulavam o Ocidente cristão. Sonhavam sonhos de riquezas, como as que sabiam existir nas Índias Orientais: pedras preciosas, sedas, madeiras raras, chá, sal e especiarias. Ideavam cidades de ouro e prata, pois nomes como Ofir e Cipango circulavam, embora as minas sul-americanas só tenham sido descobertas em 1520. Presumiam crescer a preciosa pimenta ou a noz-moscada, iguais às do Oriente, descrito por Marco Polo, mas temiam também só encontrar doença, fome e morte. Sob temperaturas amenas, deviam se lembrar das palavras de São Boaventura, que informava Deus ter situado o paraíso junto à região equinocial, região de “temperança de ares”. Ou aquelas de São Tomás, mais incisivo ainda: o jardim ameno estaria na zona tórrida para o sul. Seria ali? Afinal, o sonho e a ambição sempre tiveram parte nas viagens ultramarinas.



PRIORE, MARY DEL. Histórias da gente brasileira: volume I: colônia. São Paulo: LeYa, 2016. 

A conjunção presente no período composto “a palavra já existia e designava o locus desérticos” revela a presença de uma:
Alternativas
Respostas
17841: D
17842: D
17843: C
17844: E
17845: C
17846: E
17847: B
17848: E
17849: A
17850: D
17851: C
17852: B
17853: D
17854: A
17855: C
17856: D
17857: C
17858: B
17859: C
17860: A