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A vida seria melhor com um salário maior. Porém,
esse pensamento que pode ser rotineiro na vida das
pessoas – ou em desabafos nas redes sociais – não é tão
certo assim. Uma pesquisa realizada pela consultoria CVA
Solutions, que ouviu 6.150 pessoas por todo o país,
mostrou que as pessoas com renda maior estão mais
satisfeitas e felizes com a vida do que aquelas que
ganham menos, mas a diferença está longe de ser
grande.
“Nós observamos que não há uma diferença tão
grande no grau de felicidade entre as rendas. Uma pessoa
mais pobre também consegue ter uma vida próspera e
feliz”, diz Sandro Cimatti, presidente da CVA Solutions.
A pesquisa separou os entrevistados em grupos
levando em conta a satisfação deles com a vida e as
finanças. O maior deles é o de brasileiros plenamente
contentados nas duas categorias: 20%. Por outro lado,
aqueles que estão infelizes nas duas áreas somam 18%,
o terceiro maior grupo.
O que diferencia esses dois grupos? Segundo
Cimatti, responsável pela pesquisa, comportamentos
positivos ajudam na prosperidade. Ou seja, os livros de
autoajuda que dizem para não sermos rancorosos e
gratos pela vida, motivados pelos projetos, gentis uns com
os outros e praticar exercícios regulares estão certos,
segundo o levantamento.
Na área das finanças, basta exercer o básico:
poupar, gastar menos do que ganha, ter objetivos
financeiros e conciliar trabalho com a família. Não à toa,
80% das pessoas mais felizes adotam essas práticas. Nas
satisfeitas financeiramente, o percentual de adoção é de
65%. Na outra ponta, cerca de 59% das pessoas que se
consideram infelizes tentam ter um comportamento mais
positivo e 50% delas buscam ter atitudes mais
responsáveis com o dinheiro.
“É fato que o dinheiro ajuda em muita coisa, mas a
pesquisa mostra que comportamentos positivos podem ter
uma influência maior na felicidade do que a condição
financeira”, diz Cimatti.
https://exame.abril.com.br/... - adaptado.
( ) A diferença entre a felicidade daqueles que ganham mais e daqueles que ganham menos é expressiva.
( ) Uma pessoa, mesmo sem muitos recursos financeiros, pode ter uma vida próspera e feliz.
( ) A maioria das pessoas infelizes poupa dinheiro, gasta menos do que ganha e possui objetivos financeiros.
I. O Modal Rodoviário apresenta um elevado custo de frete.
II. O Modal Aquaviário é indicado para mercadorias em grande volume e que precisam percorrer grandes distâncias.
III. O Modal Aquaviário deverá ser utilizado quando o tempo de frete não for um fator importante.
IV. O Modal Aéreo é indicado para o transporte de mercadorias em grande volume e que precisam ser entregues rapidamente.
I. Protocolo é o conjunto de operações que visam o controle dos documentos que tramitam no órgão público. II. O protocolo assegura a imediata localização e recuperação dos documentos. III. A atividade de protocolo é típica dos documentos que estão em fase corrente. IV. Registro é um procedimento no qual o protocolo cadastra os dados básicos dos documentos em um sistema de controle

Fonte: https://www.humorpolitico.com.br
A charge acima, produzida por Pelicano, refere-se a um problema ambiental observado no Brasil, no segundo semestre de 2019. Assinale a alternativa que indica esse problema:
( ) A ocupação do atual território municipal iniciou-se em 1935. ( ) Os primeiros lotes urbanos foram adquiridos pelo comerciante francês Renê Cellot e sua filha Geanine Cellot. ( ) Floriano Freire foi o comprador do primeiro lote agrícola. ( ) Em 1937, surgiram as colônias Esperança e Orle, que muito contribuíram para o desenvolvimento do novo patrimônio de Arapongas.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA:
A respeito da história do município de Arapongas, Estado do Paraná, analise as seguintes assertivas:
I. O atual município é resultado de um empreendimento da Companhia de Terras Norte do Paraná.
II. A cidade nasceu espontaneamente, sem planejamento e sem plano diretor.
III. Seu fundador foi William da Fonseca Brabason Davids.
Assinale a alternativa que contém a(s) assertiva(s) CORRETA(S):

Nova bateria deve manter carga do celular por cinco dias
A durabilidade seria tão ruim quanto a das baterias de hoje, mas, sim, elas podem ser revolucionárias.
Sair de casa sem um carregador para o celular vai deixar de ser problema. Pesquisadores da Universidade Monash, em Melbourne (Austrália), desenvolveram uma bateria com capacidade quatro vezes maior do que as utilizadas hoje.
Trata-se de uma bateria de Lítio-Enxofre (Li-S). Elas já existem – e por serem bem leves já foram usadas em aviões movidos a energia solar. Mas por que o seu celular não tem uma dessas, então?
Porque elas se desintegram. Depois algumas poucas cargas e recargas elas não aguentam o tranco, começam a se romper, e a bateria morre. Isso acontece porque as partículas de enxofre lá dentro praticamente dobram de tamanho quando a bateria está carregada – isso acontece nas baterias de lítio comum também, mas aí a dilatação é de apenas 10%.
A equipe, porém, encontrou uma solução esperta para esse problema: criaram uma estrutura interna bem intrincada, que oferece mais espaço para a expansão do enxofre. Dessa forma, ela consegue uma durabilidade equivalente à de uma bateria comum, com a vantagem de durar assombrosamente mais.
Isso não seria interessante só para quem sai de casa sem carregador. O maior impacto seria nos carros elétricos. Os melhores de hoje têm autonomia de mais ou menos 300 km. Baterias assim elevariam tal autonomia para 1.500 km – bem mais que a de qualquer veículo com motor a combustão interna.
Elas também ajudariam em outra frente: a das baterias que armazenam energia solar para uso doméstico, como a Powerwall, da Tesla. Ela armazena o equivalente a um dia e 17 de horas de energia. Com o lítio-enxofre de alta durabilidade, essa capacidade saltaria para uma semana.
Os pesquisadores estão otimistas. Dizem que, além de tudo, as baterias seriam mais baratas que as de hoje – pelo fato de o enxofre ser um elemento mais abundante que os metais das baterias de lítio comum. Mas o fato é que a tecnologia ainda está engatinhando – eles esperam testar protótipos por mais alguns anos até apresentar uma bateria capaz de chegar ao mercado.
Disponível em: <https://super.abril.com.br/tecnologia/nova-bateria-deve-manter-carga-do-celular-por-cinco-dias/>
Nova bateria deve manter carga do celular por cinco dias
A durabilidade seria tão ruim quanto a das baterias de hoje, mas, sim, elas podem ser revolucionárias.
Sair de casa sem um carregador para o celular vai deixar de ser problema. Pesquisadores da Universidade Monash, em Melbourne (Austrália), desenvolveram uma bateria com capacidade quatro vezes maior do que as utilizadas hoje.
Trata-se de uma bateria de Lítio-Enxofre (Li-S). Elas já existem – e por serem bem leves já foram usadas em aviões movidos a energia solar. Mas por que o seu celular não tem uma dessas, então?
Porque elas se desintegram. Depois algumas poucas cargas e recargas elas não aguentam o tranco, começam a se romper, e a bateria morre. Isso acontece porque as partículas de enxofre lá dentro praticamente dobram de tamanho quando a bateria está carregada – isso acontece nas baterias de lítio comum também, mas aí a dilatação é de apenas 10%.
A equipe, porém, encontrou uma solução esperta para esse problema: criaram uma estrutura interna bem intrincada, que oferece mais espaço para a expansão do enxofre. Dessa forma, ela consegue uma durabilidade equivalente à de uma bateria comum, com a vantagem de durar assombrosamente mais.
Isso não seria interessante só para quem sai de casa sem carregador. O maior impacto seria nos carros elétricos. Os melhores de hoje têm autonomia de mais ou menos 300 km. Baterias assim elevariam tal autonomia para 1.500 km – bem mais que a de qualquer veículo com motor a combustão interna.
Elas também ajudariam em outra frente: a das baterias que armazenam energia solar para uso doméstico, como a Powerwall, da Tesla. Ela armazena o equivalente a um dia e 17 de horas de energia. Com o lítio-enxofre de alta durabilidade, essa capacidade saltaria para uma semana.
Os pesquisadores estão otimistas. Dizem que, além de tudo, as baterias seriam mais baratas que as de hoje – pelo fato de o enxofre ser um elemento mais abundante que os metais das baterias de lítio comum. Mas o fato é que a tecnologia ainda está engatinhando – eles esperam testar protótipos por mais alguns anos até apresentar uma bateria capaz de chegar ao mercado.
Disponível em: <https://super.abril.com.br/tecnologia/nova-bateria-deve-manter-carga-do-celular-por-cinco-dias/>