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Q1996456 Noções de Informática

Analise a caso hipotético abaixo para responder à questão.


Juliano tem uma pasta com mais de 1.600 arquivos de diversos formatos, além de pastas e programas executáveis e certo dia resolveu organizar todo o conteúdo dentro de pastas separadas, nomeando-as de forma que sua identificação fique facilitada, por exemplo, criar uma pasta "Documentos em Word" e colocar dentro dela todos os arquivos com formato doc ou docx. 


Diante do cenário acima, a melhor forma de Juliano facilitar a organização dos arquivos é classificar todo o conteúdo por

Alternativas
Q1996455 Noções de Informática

Sobre as funcionalidades do navegador Internet Explorer 11, correlacione as colunas da tabela abaixo.

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Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

Alternativas
Q1996454 Arquitetura de Computadores
Sobre noções básicas de armazenamento de dados, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q1996453 Segurança da Informação
O acesso ao conteúdo de uma informação obtida por pessoas não autorizadas viola o princípio da 
Alternativas
Q1996452 Noções de Informática
Analise abaixo uma planilha, desenvolvida no Microsoft Office Excel 2016, que serve para controle do pagamento de salários dos funcionários de uma loja, para responder à questão.
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Levando em consideração a planilha acima, assinale a alternativa que apresenta a fórmula utilizada para calcular o salário bruto recebido por Fernanda, acrescido da comissão de 20% sobre seu salário base.
Alternativas
Q1996451 Noções de Informática
Sobre o Internet Explorer, analise as proposições abaixo.
I. O Internet Explorer 11 permite ao usuário navegar em mais de um site na mesma sessão, utilizando uma nova guia.
II. O usuário pode optar por não utilizar o Internet Explorer como navegador padrão, mesmo o programa sendo desenvolvido nas versões da Microsoft para o sistema operacional Windows.
III. O usuário só consegue visualizar e abrir o download de arquivos feitos através de sites se habilitar o recurso Exibir Downloads (CRTL+J).
IV. A ferramenta Opções da internet exibe, em tempo real, informações de acesso aos sites, lista de sites favoritos, além de recursos para impressão do conteúdo de sites pelo navegador.
V. Ao posicionar o mouse em cima de um link ou site, a Barra de Menus exibe o endereço completo.

É correto o que se afirma, apenas, em 
Alternativas
Q1996450 Noções de Informática
No Windows, quando é usada a expressão "tirar um print" significa que foi 
Alternativas
Q1996442 Português

Analise a frase abaixo.


Tenho certeza de que minha opinião não influenciou ______ plenário que visava apenas ______ adiamento da sessão.


De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à regência verbal, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1996441 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à pontuação, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1996440 Português
De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto ao uso da crase, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1996439 Português

Analise a frase abaixo.


O trabalho? Seu irmão ainda precisa ___________.Então fique quieto ou vai ___________.


De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à acentuação, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.

Alternativas
Q1996438 Português
     Todo mundo na cidade andava animado com a presença deles, dizia-se que eram mineralogistas e que tinham vindo fazer estudos para montar uma fábrica e dar trabalho para muita gente, houve até quem fizesse planos para o dinheiro que iria ganhar na fábrica; mas o tempo passava e nada de fábrica, eram só aqueles passeios todos os dias pelos campos, pelos morros, pela beira do rio. Que queriam eles, que faziam afinal? [...]
      O que me preocupou desde o início foi eles nunca rirem. Entravam e saíam da pensão de cara amarrada, e o máximo que concediam a D. Elisa, só a ela, era um cumprimento mudo, batendo a cabeça como lagartixas. Aprendi com minha vó que gente que ri demais, e gente que nunca ri, dos primeiros queira paz, dos segundos desconfie; assim, eu tinha uma boa razão para ficar desconfiado.
     Com o tempo, e vendo que a tal fábrica não aparecia – e não sendo possível indagar diretamente, porque eles não aceitavam conversa com ninguém – cada um foi se acostumando com aquela gente esquisita e voltando a suas obrigações, mas sem perdê-los de vista. Não sabendo o que eles faziam ou tramavam no sigilo de seu quarto ou no mistério de suas excursões, tínhamos medo que o resultado, quando viesse, pudesse não ser bom. Vivíamos em permanente sobressalto. Meu pai pensou em formar uma comissão de vigilância, consultou uns e outros, chegaram a fazer uma reunião na chácara de Seu Aurélio Gomes, do outro lado do rio, mas Padre Santana pediu que não continuassem. Achava ele que a vigilância ativa seria um erro perigoso; supondo-se que os tais descobrissem que estava havendo articulações contra eles, o que seria de nós que nada sabíamos de seus planos? Era melhor esperar. [...]
    Estêvão Carapina achou que um bom passo seria interceptar as cartas deles e lê-las antes de serem entregues, mas isso só podia ser feito com a ajuda do agente André Góis. Consultado, André ficou cheio de escrúpulos, disse que o sigilo da correspondência estava garantido na Constituição, e que um agente do correio seria a última pessoa a violar esse sigilo; e para matar de vez a sugestão falou em duas dificuldades em que ninguém havia pensado: a primeira era que, nos dias de correio, só um dos dois saía em excursão, o outro ficava de sobreaviso para ir correndo à agência quando o carro do correio passasse; a segunda dificuldade era que as cartas com toda certeza vinham em língua que ninguém na cidade entenderia. Que adiantava, portanto, abrir as cartas? Era mais um plano que ia por água abaixo.

(Veiga, José J. A usina atrás do morro. In: Os cavalinhos de Platiplanto.
São Paulo: Editora Schwarcz, 2015. Adaptado).

Analise a frase abaixo.


Que adiantava, portanto, abrir as cartas


De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto à colocação de pronomes, assinale a alternativa em que a expressão as cartas foi substituída de forma correta por um pronome pessoal, sem alteração no sentido da frase. 

Alternativas
Q1996437 Português
     Todo mundo na cidade andava animado com a presença deles, dizia-se que eram mineralogistas e que tinham vindo fazer estudos para montar uma fábrica e dar trabalho para muita gente, houve até quem fizesse planos para o dinheiro que iria ganhar na fábrica; mas o tempo passava e nada de fábrica, eram só aqueles passeios todos os dias pelos campos, pelos morros, pela beira do rio. Que queriam eles, que faziam afinal? [...]
      O que me preocupou desde o início foi eles nunca rirem. Entravam e saíam da pensão de cara amarrada, e o máximo que concediam a D. Elisa, só a ela, era um cumprimento mudo, batendo a cabeça como lagartixas. Aprendi com minha vó que gente que ri demais, e gente que nunca ri, dos primeiros queira paz, dos segundos desconfie; assim, eu tinha uma boa razão para ficar desconfiado.
     Com o tempo, e vendo que a tal fábrica não aparecia – e não sendo possível indagar diretamente, porque eles não aceitavam conversa com ninguém – cada um foi se acostumando com aquela gente esquisita e voltando a suas obrigações, mas sem perdê-los de vista. Não sabendo o que eles faziam ou tramavam no sigilo de seu quarto ou no mistério de suas excursões, tínhamos medo que o resultado, quando viesse, pudesse não ser bom. Vivíamos em permanente sobressalto. Meu pai pensou em formar uma comissão de vigilância, consultou uns e outros, chegaram a fazer uma reunião na chácara de Seu Aurélio Gomes, do outro lado do rio, mas Padre Santana pediu que não continuassem. Achava ele que a vigilância ativa seria um erro perigoso; supondo-se que os tais descobrissem que estava havendo articulações contra eles, o que seria de nós que nada sabíamos de seus planos? Era melhor esperar. [...]
    Estêvão Carapina achou que um bom passo seria interceptar as cartas deles e lê-las antes de serem entregues, mas isso só podia ser feito com a ajuda do agente André Góis. Consultado, André ficou cheio de escrúpulos, disse que o sigilo da correspondência estava garantido na Constituição, e que um agente do correio seria a última pessoa a violar esse sigilo; e para matar de vez a sugestão falou em duas dificuldades em que ninguém havia pensado: a primeira era que, nos dias de correio, só um dos dois saía em excursão, o outro ficava de sobreaviso para ir correndo à agência quando o carro do correio passasse; a segunda dificuldade era que as cartas com toda certeza vinham em língua que ninguém na cidade entenderia. Que adiantava, portanto, abrir as cartas? Era mais um plano que ia por água abaixo.

(Veiga, José J. A usina atrás do morro. In: Os cavalinhos de Platiplanto.
São Paulo: Editora Schwarcz, 2015. Adaptado).

Analise a frase abaixo.


“... falou em duas dificuldades em queninguém havia pensado”.


De acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa e quanto às classes gramaticais, assinale a alternativa em que a palavra destacada pertence à mesma classe gramatical da palavra “ninguém” na frase.

Alternativas
Q1996436 Português
     Todo mundo na cidade andava animado com a presença deles, dizia-se que eram mineralogistas e que tinham vindo fazer estudos para montar uma fábrica e dar trabalho para muita gente, houve até quem fizesse planos para o dinheiro que iria ganhar na fábrica; mas o tempo passava e nada de fábrica, eram só aqueles passeios todos os dias pelos campos, pelos morros, pela beira do rio. Que queriam eles, que faziam afinal? [...]
      O que me preocupou desde o início foi eles nunca rirem. Entravam e saíam da pensão de cara amarrada, e o máximo que concediam a D. Elisa, só a ela, era um cumprimento mudo, batendo a cabeça como lagartixas. Aprendi com minha vó que gente que ri demais, e gente que nunca ri, dos primeiros queira paz, dos segundos desconfie; assim, eu tinha uma boa razão para ficar desconfiado.
     Com o tempo, e vendo que a tal fábrica não aparecia – e não sendo possível indagar diretamente, porque eles não aceitavam conversa com ninguém – cada um foi se acostumando com aquela gente esquisita e voltando a suas obrigações, mas sem perdê-los de vista. Não sabendo o que eles faziam ou tramavam no sigilo de seu quarto ou no mistério de suas excursões, tínhamos medo que o resultado, quando viesse, pudesse não ser bom. Vivíamos em permanente sobressalto. Meu pai pensou em formar uma comissão de vigilância, consultou uns e outros, chegaram a fazer uma reunião na chácara de Seu Aurélio Gomes, do outro lado do rio, mas Padre Santana pediu que não continuassem. Achava ele que a vigilância ativa seria um erro perigoso; supondo-se que os tais descobrissem que estava havendo articulações contra eles, o que seria de nós que nada sabíamos de seus planos? Era melhor esperar. [...]
    Estêvão Carapina achou que um bom passo seria interceptar as cartas deles e lê-las antes de serem entregues, mas isso só podia ser feito com a ajuda do agente André Góis. Consultado, André ficou cheio de escrúpulos, disse que o sigilo da correspondência estava garantido na Constituição, e que um agente do correio seria a última pessoa a violar esse sigilo; e para matar de vez a sugestão falou em duas dificuldades em que ninguém havia pensado: a primeira era que, nos dias de correio, só um dos dois saía em excursão, o outro ficava de sobreaviso para ir correndo à agência quando o carro do correio passasse; a segunda dificuldade era que as cartas com toda certeza vinham em língua que ninguém na cidade entenderia. Que adiantava, portanto, abrir as cartas? Era mais um plano que ia por água abaixo.

(Veiga, José J. A usina atrás do morro. In: Os cavalinhos de Platiplanto.
São Paulo: Editora Schwarcz, 2015. Adaptado).
Assinale a alternativa que apresenta um sinônimo da palavra escrúpulos.
Alternativas
Q1996435 Português
     Todo mundo na cidade andava animado com a presença deles, dizia-se que eram mineralogistas e que tinham vindo fazer estudos para montar uma fábrica e dar trabalho para muita gente, houve até quem fizesse planos para o dinheiro que iria ganhar na fábrica; mas o tempo passava e nada de fábrica, eram só aqueles passeios todos os dias pelos campos, pelos morros, pela beira do rio. Que queriam eles, que faziam afinal? [...]
      O que me preocupou desde o início foi eles nunca rirem. Entravam e saíam da pensão de cara amarrada, e o máximo que concediam a D. Elisa, só a ela, era um cumprimento mudo, batendo a cabeça como lagartixas. Aprendi com minha vó que gente que ri demais, e gente que nunca ri, dos primeiros queira paz, dos segundos desconfie; assim, eu tinha uma boa razão para ficar desconfiado.
     Com o tempo, e vendo que a tal fábrica não aparecia – e não sendo possível indagar diretamente, porque eles não aceitavam conversa com ninguém – cada um foi se acostumando com aquela gente esquisita e voltando a suas obrigações, mas sem perdê-los de vista. Não sabendo o que eles faziam ou tramavam no sigilo de seu quarto ou no mistério de suas excursões, tínhamos medo que o resultado, quando viesse, pudesse não ser bom. Vivíamos em permanente sobressalto. Meu pai pensou em formar uma comissão de vigilância, consultou uns e outros, chegaram a fazer uma reunião na chácara de Seu Aurélio Gomes, do outro lado do rio, mas Padre Santana pediu que não continuassem. Achava ele que a vigilância ativa seria um erro perigoso; supondo-se que os tais descobrissem que estava havendo articulações contra eles, o que seria de nós que nada sabíamos de seus planos? Era melhor esperar. [...]
    Estêvão Carapina achou que um bom passo seria interceptar as cartas deles e lê-las antes de serem entregues, mas isso só podia ser feito com a ajuda do agente André Góis. Consultado, André ficou cheio de escrúpulos, disse que o sigilo da correspondência estava garantido na Constituição, e que um agente do correio seria a última pessoa a violar esse sigilo; e para matar de vez a sugestão falou em duas dificuldades em que ninguém havia pensado: a primeira era que, nos dias de correio, só um dos dois saía em excursão, o outro ficava de sobreaviso para ir correndo à agência quando o carro do correio passasse; a segunda dificuldade era que as cartas com toda certeza vinham em língua que ninguém na cidade entenderia. Que adiantava, portanto, abrir as cartas? Era mais um plano que ia por água abaixo.

(Veiga, José J. A usina atrás do morro. In: Os cavalinhos de Platiplanto.
São Paulo: Editora Schwarcz, 2015. Adaptado).
De acordo com a leitura do texto, é correto afirmar que a preocupação de todos na cidade estava, principalmente, relacionada ao fato de
Alternativas
Q1907014 Matemática
Determine o valor de x no seguimento abaixo, sabendo que “a” e “b” são retas paralelas: 
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Alternativas
Q1907008 Conhecimentos Gerais
A violência contra a mulher é todo ato lesivo que resulte em dano físico, psicológico, sexual, patrimonial, que tenha por motivação principal o gênero, ou seja, é praticado contra mulheres expressamente pelo fato de serem mulheres (Fonte: brasilescola.uol.com.br). A violência contra a mulher pode ser praticada no âmbito da vida privada em ações individuais; são exemplos disso:
I. Assédio. II. Estupro. III. Feminicídio. IV. Violência obstétrica.
Quais estão corretas? 
Alternativas
Q1907007 Conhecimentos Gerais
Antes das eleições de 2020, o TSE abriu prazo para que cidadãos que tivessem o título de eleitor cancelado regularizassem a situação, visto que a pessoa que tiver o seu título nessa situação fica impedida de:
I. Fazer matrícula em universidades públicas. II. Obter passaporte. III. Ser empossada em concurso público. IV. Votar nas próximas eleições.
Quais estão corretas? 
Alternativas
Q1907006 Conhecimentos Gerais
Há 100 anos, em 1921, o físico teórico alemão, __________________, foi laureado com o Prêmio Nobel de Física "por suas contribuições à física teórica" e, especialmente, por sua descoberta da lei do efeito fotoelétrico, que foi fundamental no estabelecimento da teoria quântica. Diferentemente do que muitos pensam, não foi pelo desenvolvimento da sua famosa Teoria da Relatividade.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.
Alternativas
Q1907005 História e Geografia de Estados e Municípios
Na década de 1940, surgiram os primeiros núcleos habitacionais no território onde hoje é o município de Ametista do Sul, sendo que o local era conhecido pelo nome de:
Alternativas
Respostas
14441: D
14442: A
14443: B
14444: C
14445: A
14446: A
14447: B
14448: C
14449: D
14450: A
14451: D
14452: B
14453: A
14454: B
14455: C
14456: B
14457: E
14458: E
14459: A
14460: B