Questões de Concurso
Comentadas para técnico em radiologia
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Observe o trecho: “... quando estamos muito tensos as palavras e as ideias parecem sumir da mente.” (l. 06 - 07). Considerando-se o emprego das estruturas linguísticas, a correção gramatical quanto à uniformidade pronominal estará mantida se entre as palavras “da” e “mente”, acima, usarmos a palavra:
Em alguns trechos do texto, observa-se uma linguagem que sinaliza para uma proximidade com o leitor. Assinale a opção em que esta informação se confirma.
No trecho: “Ocasiões excitantes, emocionantes e grandiosas, inclusive as estressantes, são arquivadas facilmente.” (l. 04-05), o sentido seria mantido se a palavra “arquivadas” fosse substituída por:
Assinale a opção que, de forma mais completa e adequada, resume o posicionamento do texto em relação às ideias nele defendidas.
Marque a alternativa cujas palavras sejam acentuadas pelo mesmo motivo dos vocábulos acima, respectivamente:
“Há anos raiou no céu fluminense uma nova estrela. Desde o momento de sua ascensão ninguém lhe disputou o cetro; foi proclamada a rainha dos salões. Tornou-se a deusa dos bailes; a musa dos poetas e o ídolo dos noivos em disponibilidade. Era rica e formosa. Duas opulências, que se realçam como a flor em vaso de alabastro; dois esplendores que se refletem, como o raio de sol no prisma do diamante. (...)
Aurélia era órfã; tinha em sua companhia uma velha parenta, viúva, D. Firmina Mascarenhas, que sempre a acompanhava na sociedade. Mas essa parenta não passava de mãe de encomenda, para condescender com os escrúpulos da sociedade brasileira, que naquele tempo não tinha admitido ainda certa emancipação feminina.
Guardando com a viúva as deferências devidas à idade, a moça não declinava um instante do firme propósito de governar sua casa e dirigir suas ações como entendesse. Constava também que Aurélia tinha um tutor; mas essa entidade desconhecida, a julgar pelo caráter da pupila, não devia exercer maior influência em sua vontade do que a velha parenta. A convicção geral era que o futuro da moça dependia exclusivamente de suas inclinações ou de seu capricho; e por isso todas as adorações se iam prostrar aos próprios pés do ídolo”.
Qual o tipo de sujeito do verbo haver em: “Há anos raiou no céu fluminense uma nova estrela”?
1. Hiperplasia.
2. Metaplasia.
3. Displasia.
4. Hipertrofia.
( )Surge células de tamanho, forma e aspecto anormais.
( )Aumento do tamanho de célula.
( )É o aumento do número de células.
( )Substituição de um tipo de célula por outra.
1 Você pode até ser insensível, mas seus neurônios são solidários
2 por Vanessa Vieira
3 Se a visão de um colchão com pulgas provoca coceira alheia e um acidente
4 de trânsito gera dor alheia, natural que testemunhar uma situação
5 embaraçosa cause a famosa vergonha alheia. Por trás dessas sensações
6 solidárias estão as estrelas da neurologia contemporânea:o neurôniosespelho.
7 Essas células são especialistas em copiar: simulam no nosso
8 cérebro o que está acontecendo com outra pessoa. E isso vale para
9movimentos e emoções. Foi o que mostrou uma pesquisa do Institut de
10Neurosciences Physiologiques et Cognitives de la Méditerranée, na França,
11que escaneou o cérebro de voluntários enquanto sentiam um odor
12desagradável e enquanto apenas assistiam a um vídeo de outras pessoas
13sentindo nojo. Em ambas as situações, as áreas ativadas no cérebro foram
14as mesmas.
15O resultado é que, ao ver alguém experimentando uma emoção, nossa
16tendência é simular em nós mesmos o mesmo medo, tesão, alegria e, claro,
17a mesma vergonha. Isso vale inclusive para aquelas vezes em que aquela
18que consideramos a vítima não está nem aí, mas você está. "É como se
19nosso cérebro, ao identificar uma situação desafiadora, nos desse uma
20provinha para degustação", diz Renata Pereira Lima, pesquisadora do
21Laboratório de Neurociência e Comportamento da USP. Ou seja, se você
22vê alguém pagando mico em um reality show e sente vergonha alheia, é
23seu inconsciente avisando: "não é pra você".
A palavra “alheia”, no título do texto, significa
A socióloga Constance Ahrons, de Wisconsin, acompanhou por 20 anos um grupo de 173 filhos de divorciados. Ao atingir a idade adulta, o índice de problemas emocionais nesse grupo era equivalente ao dos filhos de pais casados. Mas Ahrons observou que eles "emergiam mais fortes e mais amadurecidos que a média, apesar ou talvez por causa dos divórcios e recasamentos de seus pais". (...) Outros trabalhos apontaram para conclusões semelhantes. Dave Riley, professor da universidade de Madison, dividiu os grupos de divorciados em dois: os que se tratavam civilizadamente e os que viviam em conflito. Os filhos dos primeiros iam bem na escola e eram tão saudáveis emocionalmente quanto os filhos de casais "estáveis". (...) Uma família unida é o ideal para uma criança, mas é possível apontar pontos positivos para os filhos de separados. "Eles amadurecem mais cedo, o que de certa forma é bom, num mundo que nos empurra para uma eterna dependência."
REVISTA ÉPOCA, 24/1/2005, p. 61-62. Fragmento.
De acordo com o texto, é CORRETO afirmar:
De manhã, o pai bate na porta do quarto do filho: — Acorda, meu filho. Acorda, que está na hora de você ir para o colégio. Lá de dentro, estremunhando, o filho respondeu: — Ai, eu hoje não vou ao colégio. E não vou por três razões: primeiro, porque eu estou morto de sono; segundo, porque eu detesto aquele colégio; terceiro, porque eu não aguento mais aqueles meninos. E o pai responde lá de fora: — Você tem que ir. E tem que ir, exatamente, por três razões: primeiro, porque você tem um dever a cumprir; segundo, porque você já tem 45 anos; terceiro, porque você é o diretor do colégio.
Anedotinhas do Pasquim. Rio de Janeiro: Codecri, 1981, p. 8.
Há humor no texto porque:
A socióloga Constance Ahrons, de Wisconsin, acompanhou por 20 anos um grupo de 173 filhos de divorciados. Ao atingir a idade adulta, o índice de problemas emocionais nesse grupo era equivalente ao dos filhos de pais casados. Mas Ahrons observou que eles "emergiam mais fortes e mais amadurecidos que a média, apesar ou talvez por causa dos divórcios e recasamentos de seus pais". (...) Outros trabalhos apontaram para conclusões semelhantes. Dave Riley, professor da universidade de Madison, dividiu os grupos de divorciados em dois: os que se tratavam civilizadamente e os que viviam em conflito. Os filhos dos primeiros iam bem na escola e eram tão saudáveis emocionalmente quanto os filhos de casais "estáveis". (...) Uma família unida é o ideal para uma criança, mas é possível apontar pontos positivos para os filhos de separados. "Eles amadurecem mais cedo, o que de certa forma é bom, num mundo que nos empurra para uma eterna dependência."
REVISTA ÉPOCA, 24/1/2005, p. 61-62. Fragmento.
A opinião da socióloga, do professor e do autor do texto, em relação aos efeitos da separação dos pais sobre os filhos é: