Questões de Concurso Comentadas para técnico em radiologia

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Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1227726 Segurança da Informação
Analise as seguintes afirmativas que são procedimentos que permitem uma navegação segura na internet.
I. Manter os navegadores web atualizados. II. Certificar a procedência do site ao realizar operações bancárias. III. Desconfiar de arquivos anexados à mensagem, mesmo que tenham sido enviados por pessoas ou instituições conhecidas.
Estão corretos os procedimentos:
Alternativas
Q1222191 Medicina
 As hérnias discais cervicais são divididas em duas categorias, de acordo com a consistência do disco intervertebral. Indivíduos abaixo dos 45 anos apresentam hérnias chamadas: 
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Q1222188 Radiologia
 Responda verdadeiro (V) ou falso (F) sobre a Câmara escura e assinale a alternativa que traz a sequência correta: 
(__) É o lugar específico onde se desenvolvem os processos de manuseio e revelação das películas radiográficas. É caracterizado pela ausência de luz natural, sendo permitida apenas uma luz de segurança, de cor branca e de baixa intensidade (6,5 a 10 W), posicionada a uma distância de 220 cm do balcão.  (__) A porta de acesso à câmara escura deve possuir um sistema de segurança de trancas para evitar a abertura acidental. (__) A temperatura ideal deve estar em torno de 18º C a 24º C, com umidade relativa do ar de 40% a 60%. O higroscópio é o instrumento utilizado para medir a umidade e temperatura relativa do ambiente. 
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Ano: 2016 Banca: AOCP Órgão: EBSERH
Q1214221 Radiologia
Entre os fatores de qualidade das imagens digitais, estão:
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Ano: 2016 Banca: AOCP Órgão: EBSERH
Q1214147 Radiologia
Antônio coordena a Tecnologia de Informação de um Centro de Diagnósticos. Ele foi questionado no momento de aquisição de um sistema PACS sobre a velocidade com que as imagens seriam transportadas. Certamente, em sua resposta, ele mencionou 
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Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1213632 Português
Dona Ana Até a última batida do coração do marido, dona Ana esteve ao lado. Não foi fácil. Seu Antônio era educado e agradável no trato social, mas intempestivo, intolerante e voluntarioso com a esposa e os dois filhos. Dava a impressão de que as interações com pessoas pouco íntimas esgotavam na rua seu estoque de tolerância. Aos sete anos, vendia de casa em casa os pastéis que a mãe viúva fritava, enquanto os cinco filhos ainda dormiam. Aos quinze, veio sozinho para São Paulo com a obrigação de ganhar o sustento da família. Dormiu três dias na rua, antes de conseguir emprego num depósito de ferro velho. Quando ficou doente, aos sessenta e oito anos, tinha mais de duzentos empregados, duas fazendas e uma imobiliária para administrar os imóveis de sua propriedade. Dona Ana tinha três irmãs e um pai militar que proibia as filhas de chegar depois de escurecer e que só permitia que ela saísse com o noivo aos domingos, desde que acompanhada pela irmã caçula, rotina mantida até a semana anterior ao casamento. Casada, aceitou sem rebeldia o autoritarismo do consorte. Deu à luz dois filhos criados com o rigor do pai e a dedicação abnegada da mãe, num ambiente doméstico que beirava a esquizofrenia: alegre e descontraído na presença dela, sisudo e silencioso à chegada do pai. Quando nasceu o casal de netos, a avó os cobriu de carinho. Passava os dias de semana com eles para que as noras pudessem trabalhar; nos fins de semana em que ficava sem vê-los, morria de saudades. A doença do patriarca mudou a rotina. Com o marido em casa e os filhos ocupados na condução dos negócios do pai, coube a ela cuidar e atender às solicitações do doente, que exigia sua presença dia e noite e não aceitava um copo d´água das mãos de outra pessoa. Nas fases finais, oito quilos mais magra, abatida e sonolenta, parecia mais debilitada do que o marido. Viúva, fez questão de permanecer no mesmo apartamento, apesar da insistência dos filhos e das noras para que fosse morar com eles. Os familiares estranharam quando pediu que não deixassem mais os netos com ela. Acharam que a perda do marido havia causado um trauma que lhe roubara a felicidade e a disposição para a lida com os pequenos, suspeita que se agravou quando constataram que a mãe não os procurava. Nos fins de semana, era inútil convidála para as refeições, ir ao cinema ou viajar com eles. Quando as crianças queriam vê-la, os pais precisavam levá-las até ela. Numa dessas ocasiões, filhos e noras tentaram convencê-la a procurar um psiquiatra, um medicamento antidepressivo a livraria daquela tristeza solitária. A resposta foi surpreendente: – Vocês acham que mulher deprimida sai de casa para comprar este vestido lindo que estou usando? Além do que, explicou, não se sentia nem estava solitária: descobrira no Facebook várias amigas dos tempos de solteira, viúvas como ela. Reuniam-se a cada dois ou três dias para cozinhar, tomar vinho e dar risada. Às terças e quintas, iam ao cinema; aos sábados, lotavam uma van que as levava ao teatro. No carro, a caminho de casa, os filhos estavam desolados: – Como pode? Essa alegria toda, três meses depois da morte do papai? – Deve estar em processo de negação, acrescentou a nora mais nova. Nos meses seguintes, voltaram a insistir tantas vezes no tratamento psiquiátrico, que ela os proibiu de tocar no assunto, sob pena de não recebê-los mais. A harmonia familiar desandou de vez num domingo de verão. Sem conseguir falar com a mãe por dois dias, os filhos decidiram procurá-la. O zelador do prédio avisou que não adiantava subir, dona Ana saíra com a mala na quinta-feira, sem revelar quando voltaria. Segunda-feira depois do jantar, os filhos foram vê-la. Com ar consternado, revelaram estar preocupadíssimos com o comportamento materno, achavam que a perda do marido com quem havia convivido quase meio século, comprometera sua sanidade mental. Num tom mais calmo do que o dos rapazes, a mãe contou que, na volta do enterro, abriu uma garrafa de vinho pela primeira vez na vida, sentou naquele sofá em que se achavam e pensou em voz alta: – Vou fazer setenta anos. De hoje em diante não dou satisfação para mais ninguém. VARELLA, Dráuzio. Dona Ana. Drauzio Varella. 4 abr. 2016. Disponível em <http://drauziovarella.com.br/drauzio/donaana/>. Acesso em: 20 abr. 2016 (Adaptação).
Releia o trecho a seguir.
“Segunda-feira depois do jantar, os filhos foram vê-la. Com ar consternado, revelaram estar preocupadíssimos com o comportamento materno [...].”
A palavra destacada não pode ser substituída, nesse contexto, por:
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Ano: 2016 Banca: IMA Órgão: Prefeitura de Barão de Grajaú - MA
Q1208396 Radiologia
Cada paciente que se atende é único: possuem peso, altura e espessura diferentes. Logo o uso do espessômetro é imprescindível para um exame radiográfico de qualidade. Essa ferramenta é muito utilizada pelos técnicos de radiologia para 
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Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1207790 Português
Dona Ana Até a última batida do coração do marido, dona Ana esteve ao lado. Não foi fácil. Seu Antônio era educado e agradável no trato social, mas intempestivo, intolerante e voluntarioso com a esposa e os dois filhos. Dava a impressão de que as interações com pessoas pouco íntimas esgotavam na rua seu estoque de tolerância. Aos sete anos, vendia de casa em casa os pastéis que a mãe viúva fritava, enquanto os cinco filhos ainda dormiam. Aos quinze, veio sozinho para São Paulo com a obrigação de ganhar o sustento da família. Dormiu três dias na rua, antes de conseguir emprego num depósito de ferro velho. Quando ficou doente, aos sessenta e oito anos, tinha mais de duzentos empregados, duas fazendas e uma imobiliária para administrar os imóveis de sua propriedade. Dona Ana tinha três irmãs e um pai militar que proibia as filhas de chegar depois de escurecer e que só permitia que ela saísse com o noivo aos domingos, desde que acompanhada pela irmã caçula, rotina mantida até a semana anterior ao casamento. Casada, aceitou sem rebeldia o autoritarismo do consorte. Deu à luz dois filhos criados com o rigor do pai e a dedicação abnegada da mãe, num ambiente doméstico que beirava a esquizofrenia: alegre e descontraído na presença dela, sisudo e silencioso à chegada do pai. Quando nasceu o casal de netos, a avó os cobriu de carinho. Passava os dias de semana com eles para que as noras pudessem trabalhar; nos fins de semana em que ficava sem vê-los, morria de saudades. A doença do patriarca mudou a rotina. Com o marido em casa e os filhos ocupados na condução dos negócios do pai, coube a ela cuidar e atender às solicitações do doente, que exigia sua presença dia e noite e não aceitava um copo d´água das mãos de outra pessoa. Nas fases finais, oito quilos mais magra, abatida e sonolenta, parecia mais debilitada do que o marido. Viúva, fez questão de permanecer no mesmo apartamento, apesar da insistência dos filhos e das noras para que fosse morar com eles. Os familiares estranharam quando pediu que não deixassem mais os netos com ela. Acharam que a perda do marido havia causado um trauma que lhe roubara a felicidade e a disposição para a lida com os pequenos, suspeita que se agravou quando constataram que a mãe não os procurava. Nos fins de semana, era inútil convidála para as refeições, ir ao cinema ou viajar com eles. Quando as crianças queriam vê-la, os pais precisavam levá-las até ela. Numa dessas ocasiões, filhos e noras tentaram convencê-la a procurar um psiquiatra, um medicamento antidepressivo a livraria daquela tristeza solitária. A resposta foi surpreendente: – Vocês acham que mulher deprimida sai de casa para comprar este vestido lindo que estou usando? Além do que, explicou, não se sentia nem estava solitária: descobrira no Facebook várias amigas dos tempos de solteira, viúvas como ela. Reuniam-se a cada dois ou três dias para cozinhar, tomar vinho e dar risada. Às terças e quintas, iam ao cinema; aos sábados, lotavam uma van que as levava ao teatro. No carro, a caminho de casa, os filhos estavam desolados: – Como pode? Essa alegria toda, três meses depois da morte do papai? – Deve estar em processo de negação, acrescentou a nora mais nova. Nos meses seguintes, voltaram a insistir tantas vezes no tratamento psiquiátrico, que ela os proibiu de tocar no assunto, sob pena de não recebê-los mais. A harmonia familiar desandou de vez num domingo de verão. Sem conseguir falar com a mãe por dois dias, os filhos decidiram procurá-la. O zelador do prédio avisou que não adiantava subir, dona Ana saíra com a mala na quinta-feira, sem revelar quando voltaria. Segunda-feira depois do jantar, os filhos foram vê-la. Com ar consternado, revelaram estar preocupadíssimos com o comportamento materno, achavam que a perda do marido com quem havia convivido quase meio século, comprometera sua sanidade mental. Num tom mais calmo do que o dos rapazes, a mãe contou que, na volta do enterro, abriu uma garrafa de vinho pela primeira vez na vida, sentou naquele sofá em que se achavam e pensou em voz alta: – Vou fazer setenta anos. De hoje em diante não dou satisfação para mais ninguém. VARELLA, Dráuzio. Dona Ana. Drauzio Varella. 4 abr. 2016. Disponível em <http://drauziovarella.com.br/drauzio/donaana/>. Acesso em: 20 abr. 2016 (Adaptação).
Analise os trechos a seguir em relação ao uso do acento indicativo de crase, de acordo com a norma padrão da língua portuguesa, e assinale com F para facultativo ou com O para obrigatório.
( ) “Deu à luz dois filhos criados com o rigor do pai e a dedicação abnegada da mãe [...].” ( ) “[...] alegre e descontraído na presença dela, sisudo e silencioso à chegada do pai.” ( ) “[...] coube a ela cuidar e atender às solicitações do doente [...].” ( ) “Às terças e quintas, iam ao cinema [...].”
Assinale a sequência CORRETA.
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Sabará - MG
Q1202663 Radiologia
Com relação aos princípios básicos de radioproteção, analise as afirmativas a seguir. 
I. Qualquer atividade envolvendo radiação deve ser justificada em relação a outras alternativas e produzir um benefício positivo. 
II. O planejamento de uso e a operação de fontes de radiação devem ser feitos de modo a garantir que a exposição seja tão reduzida quanto o possível. 
III. Deve haver um limite máximo de dose de radiação ao qual os indivíduos podem ser expostos. 
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s) 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Sabará - MG
Q1202590 Radiologia
Quando se trata de dose absorvida pelo organismo, temos limites de dose absorvidas para diferentes órgãos. Qual é a unidade de medida utilizada para descrever dose absorvida? 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: INAZ do Pará Órgão: Prefeitura de Curralinhos - PI
Q1202211 Noções de Informática
Na instalação e configurações padrão dos Sistemas Operacionais Windows 7 e Windows XP encontramos softwares nativos. Qual desses aplicativos é nativo nos dois sistemas operacionais citados acima?
Alternativas
Ano: 2016 Banca: INAZ do Pará Órgão: Prefeitura de Itaúna - MG
Q1200834 Radiologia
Sobre as “Diretrizes Básicas de Proteção Radiológica” expressas na seção 5.14, no que diz respeito ao Programa de Monitoração Radiológica Ambiental (PMRA) em 2007, no capítulo 8 de sua publicação 103, são estabelecidos claramente como objetivos para a Proteção Radiológica do Ecossistema a necessidade global e o esforço para
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Ano: 2016 Banca: FAUEL Órgão: CISMEPAR - PR
Q1195597 Radiologia
Qual o material do anodo do equipamento de mamografia e seu respectivo número atômico?
Alternativas
Ano: 2016 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Sabará - MG
Q1191084 Conhecimentos Gerais
Contagem 1968
A greve ocorrida na cidade de Contagem em 1968 mobilizou 16 mil dos 21 mil trabalhadores das indústrias da região. [...]    A greve de 1968 em Contagem jamais foi ou será esquecida.    Ela significou a novidade na organização e resistência dos trabalhadores.        É o embrião de movimentos de bairros, favelas e moderna organização sindical.          Fez com que os militares sentissem o poder da classe operária, poder este que lhes é nato, como principal agente de transformação e emancipação social [...].        28º Congresso da UNE realizado em Belo Horizonte, em junho de 1966
A União Nacional dos Estudantes (UNE) foi, durante a década de 1960, um importante instrumento de luta contra a ditadura, organizando eventos de apoio e protesto, campanhas, passeatas e greves.         Em 1966, mesmo na ilegalidade, foi realizado o XXVIII Congresso da UNE, em Belo Horizonte.        O congresso teve apoio dos padres e freiras para hospedar estudantes vindos de outros estados e cidades.   O que os fragmentos de textos têm em comum? 
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Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: HUAP-UFF
Q1186933 Português
Texto
O Sudoeste e a Casuarina
(Joel Silveira)
     Entre a fuga do vento Nordeste e o primeiro sopro frio do Sudoeste, há um instante vazio e ansioso: as cigarras calam, se eriçam as águas da lagoa e as casuarinas, que se balançavam indolentes, imobilizam-se na rigidez morta e reta dos ciprestes. Os urubus debandam das palmeiras, os pescadores recolhem as velas, e daqui da varanda vejo os lagartos procurarem medrosos os seus esconderijos. “É o sudoeste”, penso, e logo ele chega carpindo penas e desgraças que não são suas.
    “Estou vindo do mar alto, trago histórias”, diz ele com a sua voz agourenta. Ao que responde, enfastiada, a Casuarina: “Detesto as tuas histórias”.
    Também eu, porque sei o que significa pra mim o pranto desatado e frio. Logo esta varanda, que o Nordeste amornara para o meu sono, estará tomada por tudo o que o vento ruim traz consigo: a baba do oceano doente, a escuma amarela e pútrida, o calhau sangrento, o grito derradeiro dos náufragos, os olhos esbugalhados das crianças afogadas que não entenderam o último instante, o hálito pesado do marinheiro que morreu bêbado e blasfemo, o lamento do grumete que o mastaréu partido matou e atirou ao mar.
    Assim são as histórias do Sudoeste. Ouvindo-as (e tenho de ouvi-las, como se elas viessem de dentro de mim, como se por dentro eu tivesse mil frinchas por entre as quais o Sudoeste passa e geme) ressuscito os meus mortos e minhas tristezas e a eles incorporo a amargura dos incertos e a angústia sobressaltada dos que têm medo – tão minhas agora. E vejo, destacada na escuridão como uma medusa no mar, a mão lívida do meu pai morto, imobilizada no gesto, talvez amigo, que não chegou a ser feito; e os pequenos dentes do meu irmão Francisco, que morreu sorrindo; e escuto, nos soluços do vento, aquele terrível convulso regougar de Maria que a morte levou num mar de sangue e vômito; e tremo e me apavoro, não por receio de não ter enterrado para sempre meus mortos, mas por medo de tê-los enterrado antes de ter pago tudo o que lhes devia.
Vocabulário:
Casuarina – espécie de árvores e arbustos
Cipreste – planta usada para arranjos às quais se associa a ideia de tristeza
Carpindo – capinar
Calhau – pedra de pequena dimensão
Grumete – graduação mais inferior da Marinha
Mastaréu – mastro pequeno
Regougar – soltar a voz
Considere o fragmento abaixo para responder à questão seguinte.
“as cigarras calam, se eriçam as águas da lagoa e as casuarinas, que se balançavam indolentes, imobilizam-se na rigidez morta e reta dos ciprestes.”(1º§)
Na passagem “diz ele com a sua voz agourenta.“ (2º§), o pronome destacado tem como referente: 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: IBFC Órgão: HUAP-UFF
Q1186929 Português
“as cigarras calam, se eriçam as águas da lagoa e as casuarinas, que se balançavam indolentes, imobilizam-se na rigidez morta e reta dos ciprestes.”(1º§)
O termo em destaque é uma locução adjetiva que se relaciona, por dependência sintática, com o seguinte vocábulo: 
Alternativas
Ano: 2016 Banca: INAZ do Pará Órgão: Prefeitura de Curralinhos - PI
Q1185595 Noções de Informática
O Windows 7 e Windows XP possuem uma diversidade de atalhos no teclado que permitem ao usuário economizar tempo durante a navegação nos sistemas operacionais. O atalho WINDOWS + E permite:
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1183279 Radiologia
Para a avaliação dos forames intervertebrais (buracos de conjugação) da coluna cervical, qual incidência radiográfica está indicada?
Alternativas
Ano: 2016 Banca: FUNDEPES Órgão: HRTN - MG
Q1183112 Radiologia
Em relação ao posicionamento radiográfico do crânio e da coluna cervical, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q1130649 Radiologia
Sobre o PACS, é correto afirmar que é um sistema que permite que imagens digitais médicas,
Alternativas
Respostas
8481: D
8482: B
8483: C
8484: A
8485: D
8486: C
8487: D
8488: B
8489: A
8490: A
8491: B
8492: C
8493: B
8494: A
8495: D
8496: A
8497: E
8498: A
8499: D
8500: A