Questões de Concurso Comentadas para técnico de laboratório

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Q3093210 Português
Quais são os piores (e melhores) alimentos para comer antes de dormir

1 Escolher corretamente o que comer antes de dormir tem um papel importante para evitar a insônia e não atrapalhar o seu sono. Também pode ser uma maneira de evitar pesadelos e até o ganho de peso. O ideal é apostar em alimentos leves que sejam de fácil digestão e não comer comidas muito pesadas ou calóricas.

2 Comer muita gordura durante a noite requer uma resposta eficiente do sistema digestivo em um momento em que ele deveria diminuir sua atividade. Logo, se o organismo está empenhado em digerir uma refeição muito calórica, terá dificuldades para relaxar.

3 Isso provavelmente ocorre porque, assim como a quantidade de luz no ambiente, a atividade do sistema digestivo e a quantidade de energia nas células do corpo ajudam o tal ciclo circadiano a descobrir se é dia ou noite — hora de dormir ou de descansar.

4 Um estudo, feito em parceria entre as universidades da Pensilvânia e Harvard, nos Estados Unidos, e publicado no American Journal of Clinical Nutrition, em 2016, analisou mais de 15 mil homens com idades entre 58 e 93 anos. Os pesquisadores descobriram que os insones e os que se sentiam mais cansados consumiam mais calorias durante o dia. Essas duas turmas também tinham uma dieta pobre em frutas, legumes e verduras.

5 "Notamos que a insônia está associada a uma maior ingestão de gorduras trans, embora não saibamos os mecanismos por trás disso", explica Xiang Gao, diretor do Laboratório de Epidemiologia Nutricional da Universidade da Pensilvânia e um dos autores da investigação.

6 O que parece haver é um ciclo vicioso: quem dorme mal come pior e quem come pior costuma dormir mal. E não é só o descanso que sai prejudicado nessa história. "Outros trabalhos mostraram que petiscos calóricos e refeições tarde da noite podem estar relacionados à obesidade e a um maior risco de doenças cardiovasculares", comenta Gao.

7 O álcool pode até dar a impressão de que "apaga" o boêmio, mas esse efeito é ilusório. Na verdade, os drinques em excesso acabam piorando significativamente a qualidade do sono, em especial o REM, onde ocorrem os sonhos e a consolidação das memórias.

8 Café e bebidas energéticas, por serem estimulantes, também devem ser evitados quando a noite cai. Há ainda um terceiro grupo de alimentos que tem potencial para perturbar a paz noturna, os que aumentam a produção de calor no corpo, que precisa resfriar para embalar no sono. São as comidas como a pimenta, que aumentam nossa atividade metabólica, assim como alimentos e bebidas muito quentes.

9 Por outro lado, há nutrientes que ajudam a relaxar. Banana, abacate e leite são fontes de triptofano, substância que ajuda na liberação de melatonina, o hormônio do sono.

10 Outros grupos interessantes de incluir aqui são os carboidratos complexos, como os cereais integrais, e as gorduras insaturadas, como o ômega 3 dos peixes.

11 Mas, de novo, o que vale é o equilíbrio durante o dia todo. Não adianta comer uma banana antes de dormir se ao longo do dia há um consumo em excesso de gorduras, poucas fibras e um estilo de vida inadequado.

12 Por último, saiba que o tempo faz diferença. O recomendado é que as refeições sejam feitas até 3 horas antes de deitar. Se você sente fome, contudo, não precisa ficar preso a esse limite. 


Extraído de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2024/07/10/quais-sao-os-piores-e-melhores-alimentos-para-comer-antes-de-dormir.htm
Já a expressão “ciclo vicioso” (6º parágrafo), se relaciona no texto com: 
Alternativas
Q3093209 Português
Quais são os piores (e melhores) alimentos para comer antes de dormir

1 Escolher corretamente o que comer antes de dormir tem um papel importante para evitar a insônia e não atrapalhar o seu sono. Também pode ser uma maneira de evitar pesadelos e até o ganho de peso. O ideal é apostar em alimentos leves que sejam de fácil digestão e não comer comidas muito pesadas ou calóricas.

2 Comer muita gordura durante a noite requer uma resposta eficiente do sistema digestivo em um momento em que ele deveria diminuir sua atividade. Logo, se o organismo está empenhado em digerir uma refeição muito calórica, terá dificuldades para relaxar.

3 Isso provavelmente ocorre porque, assim como a quantidade de luz no ambiente, a atividade do sistema digestivo e a quantidade de energia nas células do corpo ajudam o tal ciclo circadiano a descobrir se é dia ou noite — hora de dormir ou de descansar.

4 Um estudo, feito em parceria entre as universidades da Pensilvânia e Harvard, nos Estados Unidos, e publicado no American Journal of Clinical Nutrition, em 2016, analisou mais de 15 mil homens com idades entre 58 e 93 anos. Os pesquisadores descobriram que os insones e os que se sentiam mais cansados consumiam mais calorias durante o dia. Essas duas turmas também tinham uma dieta pobre em frutas, legumes e verduras.

5 "Notamos que a insônia está associada a uma maior ingestão de gorduras trans, embora não saibamos os mecanismos por trás disso", explica Xiang Gao, diretor do Laboratório de Epidemiologia Nutricional da Universidade da Pensilvânia e um dos autores da investigação.

6 O que parece haver é um ciclo vicioso: quem dorme mal come pior e quem come pior costuma dormir mal. E não é só o descanso que sai prejudicado nessa história. "Outros trabalhos mostraram que petiscos calóricos e refeições tarde da noite podem estar relacionados à obesidade e a um maior risco de doenças cardiovasculares", comenta Gao.

7 O álcool pode até dar a impressão de que "apaga" o boêmio, mas esse efeito é ilusório. Na verdade, os drinques em excesso acabam piorando significativamente a qualidade do sono, em especial o REM, onde ocorrem os sonhos e a consolidação das memórias.

8 Café e bebidas energéticas, por serem estimulantes, também devem ser evitados quando a noite cai. Há ainda um terceiro grupo de alimentos que tem potencial para perturbar a paz noturna, os que aumentam a produção de calor no corpo, que precisa resfriar para embalar no sono. São as comidas como a pimenta, que aumentam nossa atividade metabólica, assim como alimentos e bebidas muito quentes.

9 Por outro lado, há nutrientes que ajudam a relaxar. Banana, abacate e leite são fontes de triptofano, substância que ajuda na liberação de melatonina, o hormônio do sono.

10 Outros grupos interessantes de incluir aqui são os carboidratos complexos, como os cereais integrais, e as gorduras insaturadas, como o ômega 3 dos peixes.

11 Mas, de novo, o que vale é o equilíbrio durante o dia todo. Não adianta comer uma banana antes de dormir se ao longo do dia há um consumo em excesso de gorduras, poucas fibras e um estilo de vida inadequado.

12 Por último, saiba que o tempo faz diferença. O recomendado é que as refeições sejam feitas até 3 horas antes de deitar. Se você sente fome, contudo, não precisa ficar preso a esse limite. 


Extraído de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2024/07/10/quais-sao-os-piores-e-melhores-alimentos-para-comer-antes-de-dormir.htm
De acordo com o texto, é possível deduzir que o sentido da expressão em destaque “(...)o tal ciclo circadiano a descobrir...” (3º parágrafo), está relacionado a(o)(s): 
Alternativas
Q3093208 Português
Quais são os piores (e melhores) alimentos para comer antes de dormir

1 Escolher corretamente o que comer antes de dormir tem um papel importante para evitar a insônia e não atrapalhar o seu sono. Também pode ser uma maneira de evitar pesadelos e até o ganho de peso. O ideal é apostar em alimentos leves que sejam de fácil digestão e não comer comidas muito pesadas ou calóricas.

2 Comer muita gordura durante a noite requer uma resposta eficiente do sistema digestivo em um momento em que ele deveria diminuir sua atividade. Logo, se o organismo está empenhado em digerir uma refeição muito calórica, terá dificuldades para relaxar.

3 Isso provavelmente ocorre porque, assim como a quantidade de luz no ambiente, a atividade do sistema digestivo e a quantidade de energia nas células do corpo ajudam o tal ciclo circadiano a descobrir se é dia ou noite — hora de dormir ou de descansar.

4 Um estudo, feito em parceria entre as universidades da Pensilvânia e Harvard, nos Estados Unidos, e publicado no American Journal of Clinical Nutrition, em 2016, analisou mais de 15 mil homens com idades entre 58 e 93 anos. Os pesquisadores descobriram que os insones e os que se sentiam mais cansados consumiam mais calorias durante o dia. Essas duas turmas também tinham uma dieta pobre em frutas, legumes e verduras.

5 "Notamos que a insônia está associada a uma maior ingestão de gorduras trans, embora não saibamos os mecanismos por trás disso", explica Xiang Gao, diretor do Laboratório de Epidemiologia Nutricional da Universidade da Pensilvânia e um dos autores da investigação.

6 O que parece haver é um ciclo vicioso: quem dorme mal come pior e quem come pior costuma dormir mal. E não é só o descanso que sai prejudicado nessa história. "Outros trabalhos mostraram que petiscos calóricos e refeições tarde da noite podem estar relacionados à obesidade e a um maior risco de doenças cardiovasculares", comenta Gao.

7 O álcool pode até dar a impressão de que "apaga" o boêmio, mas esse efeito é ilusório. Na verdade, os drinques em excesso acabam piorando significativamente a qualidade do sono, em especial o REM, onde ocorrem os sonhos e a consolidação das memórias.

8 Café e bebidas energéticas, por serem estimulantes, também devem ser evitados quando a noite cai. Há ainda um terceiro grupo de alimentos que tem potencial para perturbar a paz noturna, os que aumentam a produção de calor no corpo, que precisa resfriar para embalar no sono. São as comidas como a pimenta, que aumentam nossa atividade metabólica, assim como alimentos e bebidas muito quentes.

9 Por outro lado, há nutrientes que ajudam a relaxar. Banana, abacate e leite são fontes de triptofano, substância que ajuda na liberação de melatonina, o hormônio do sono.

10 Outros grupos interessantes de incluir aqui são os carboidratos complexos, como os cereais integrais, e as gorduras insaturadas, como o ômega 3 dos peixes.

11 Mas, de novo, o que vale é o equilíbrio durante o dia todo. Não adianta comer uma banana antes de dormir se ao longo do dia há um consumo em excesso de gorduras, poucas fibras e um estilo de vida inadequado.

12 Por último, saiba que o tempo faz diferença. O recomendado é que as refeições sejam feitas até 3 horas antes de deitar. Se você sente fome, contudo, não precisa ficar preso a esse limite. 


Extraído de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2024/07/10/quais-sao-os-piores-e-melhores-alimentos-para-comer-antes-de-dormir.htm
Segundo o texto, o problema de se ingerir muita gordura durante a noite é que:
Alternativas
Q3093207 Português
Quais são os piores (e melhores) alimentos para comer antes de dormir

1 Escolher corretamente o que comer antes de dormir tem um papel importante para evitar a insônia e não atrapalhar o seu sono. Também pode ser uma maneira de evitar pesadelos e até o ganho de peso. O ideal é apostar em alimentos leves que sejam de fácil digestão e não comer comidas muito pesadas ou calóricas.

2 Comer muita gordura durante a noite requer uma resposta eficiente do sistema digestivo em um momento em que ele deveria diminuir sua atividade. Logo, se o organismo está empenhado em digerir uma refeição muito calórica, terá dificuldades para relaxar.

3 Isso provavelmente ocorre porque, assim como a quantidade de luz no ambiente, a atividade do sistema digestivo e a quantidade de energia nas células do corpo ajudam o tal ciclo circadiano a descobrir se é dia ou noite — hora de dormir ou de descansar.

4 Um estudo, feito em parceria entre as universidades da Pensilvânia e Harvard, nos Estados Unidos, e publicado no American Journal of Clinical Nutrition, em 2016, analisou mais de 15 mil homens com idades entre 58 e 93 anos. Os pesquisadores descobriram que os insones e os que se sentiam mais cansados consumiam mais calorias durante o dia. Essas duas turmas também tinham uma dieta pobre em frutas, legumes e verduras.

5 "Notamos que a insônia está associada a uma maior ingestão de gorduras trans, embora não saibamos os mecanismos por trás disso", explica Xiang Gao, diretor do Laboratório de Epidemiologia Nutricional da Universidade da Pensilvânia e um dos autores da investigação.

6 O que parece haver é um ciclo vicioso: quem dorme mal come pior e quem come pior costuma dormir mal. E não é só o descanso que sai prejudicado nessa história. "Outros trabalhos mostraram que petiscos calóricos e refeições tarde da noite podem estar relacionados à obesidade e a um maior risco de doenças cardiovasculares", comenta Gao.

7 O álcool pode até dar a impressão de que "apaga" o boêmio, mas esse efeito é ilusório. Na verdade, os drinques em excesso acabam piorando significativamente a qualidade do sono, em especial o REM, onde ocorrem os sonhos e a consolidação das memórias.

8 Café e bebidas energéticas, por serem estimulantes, também devem ser evitados quando a noite cai. Há ainda um terceiro grupo de alimentos que tem potencial para perturbar a paz noturna, os que aumentam a produção de calor no corpo, que precisa resfriar para embalar no sono. São as comidas como a pimenta, que aumentam nossa atividade metabólica, assim como alimentos e bebidas muito quentes.

9 Por outro lado, há nutrientes que ajudam a relaxar. Banana, abacate e leite são fontes de triptofano, substância que ajuda na liberação de melatonina, o hormônio do sono.

10 Outros grupos interessantes de incluir aqui são os carboidratos complexos, como os cereais integrais, e as gorduras insaturadas, como o ômega 3 dos peixes.

11 Mas, de novo, o que vale é o equilíbrio durante o dia todo. Não adianta comer uma banana antes de dormir se ao longo do dia há um consumo em excesso de gorduras, poucas fibras e um estilo de vida inadequado.

12 Por último, saiba que o tempo faz diferença. O recomendado é que as refeições sejam feitas até 3 horas antes de deitar. Se você sente fome, contudo, não precisa ficar preso a esse limite. 


Extraído de: https://www.uol.com.br/vivabem/noticias/redacao/2024/07/10/quais-sao-os-piores-e-melhores-alimentos-para-comer-antes-de-dormir.htm
A principal razão apontada no texto para se escolher corretamente o que comer antes de dormir é: 
Alternativas
Q3088911 Técnicas em Laboratório
A coleta e preparação de hemocomponentes é uma prática fundamental em medicina transfusional, essencial para garantir a eficácia e a segurança dos tratamentos sanguíneos. Hemocomponentes são derivados do sangue total e são utilizados para tratar uma ampla gama de condições clínicas, incluindo anemias, distúrbios de coagulação e hemorragias graves.

Tendo o fragmento de texto acima como referência e considerando a amplitude do tema que ele aborda, julgue o item subsequente: 


O plasma isento do crioprecipitado (PIC) contém Fator VIII, fibrinogênio e multímeros de alto peso molecular de Fator de von Willebrand, apesar de ter sido retirado o crioprecipitado. O volume do PIC é de 150 mL a 200 mL e deve ser armazenado a -18°C ou inferior.

Alternativas
Q3088910 Técnicas em Laboratório
A coleta e preparação de hemocomponentes é uma prática fundamental em medicina transfusional, essencial para garantir a eficácia e a segurança dos tratamentos sanguíneos. Hemocomponentes são derivados do sangue total e são utilizados para tratar uma ampla gama de condições clínicas, incluindo anemias, distúrbios de coagulação e hemorragias graves.

Tendo o fragmento de texto acima como referência e considerando a amplitude do tema que ele aborda, julgue o item subsequente: 


O concentrado de hemácias (CH) deve ser armazenado a uma temperatura entre 2°C e 6°C.

Alternativas
Q3088909 Técnicas em Laboratório
A coleta e preparação de hemocomponentes é uma prática fundamental em medicina transfusional, essencial para garantir a eficácia e a segurança dos tratamentos sanguíneos. Hemocomponentes são derivados do sangue total e são utilizados para tratar uma ampla gama de condições clínicas, incluindo anemias, distúrbios de coagulação e hemorragias graves.

Tendo o fragmento de texto acima como referência e considerando a amplitude do tema que ele aborda, julgue o item subsequente: 


O plasma fresco congelado de 24 horas (PFC24) deve ser congelado a -18°C ou inferior e apresenta uma redução variável dos fatores V e VIII em relação ao plasma fresco congelado (PFC). O volume aproximado é de 200 mL a 250 mL e deve ser armazenado a -30°C ou inferior.

Alternativas
Q3088908 Técnicas em Laboratório
A coleta e preparação de hemocomponentes é uma prática fundamental em medicina transfusional, essencial para garantir a eficácia e a segurança dos tratamentos sanguíneos. Hemocomponentes são derivados do sangue total e são utilizados para tratar uma ampla gama de condições clínicas, incluindo anemias, distúrbios de coagulação e hemorragias graves.

Tendo o fragmento de texto acima como referência e considerando a amplitude do tema que ele aborda, julgue o item subsequente: 


O concentrado de plaquetas (CP) deve ser armazenado a 22 ± 2°C, sob agitação constante, para manter a viabilidade das plaquetas. 

Alternativas
Q3088907 Técnicas em Laboratório
A coleta e preparação de hemocomponentes é uma prática fundamental em medicina transfusional, essencial para garantir a eficácia e a segurança dos tratamentos sanguíneos. Hemocomponentes são derivados do sangue total e são utilizados para tratar uma ampla gama de condições clínicas, incluindo anemias, distúrbios de coagulação e hemorragias graves.

Tendo o fragmento de texto acima como referência e considerando a amplitude do tema que ele aborda, julgue o item subsequente: 


O plasma fresco congelado (PFC) deve ser congelado completamente em até 8 horas após a coleta do sangue, e é rico em fatores de coagulação como V, VII e IX, além de fibrinogênio. Deve ser armazenado a -18°C ou inferior, e o volume aproximado do PFC é superior a 180 mL.

Alternativas
Q3088906 Técnicas em Laboratório
As boas práticas em laboratório são essenciais para garantir a segurança, a qualidade dos resultados e a integridade das operações em ambientes de pesquisa e análise. Essas práticas envolvem um conjunto de procedimentos e comportamentos que visam a proteção dos profissionais, a manutenção da precisão científica e a minimização dos riscos associados ao manuseio de substâncias e equipamentos laboratoriais.

Considerando o contexto apresentado, julgue o item a seguir:


O ácido pícrico deve ser inspecionado mensalmente e mantido imerso em água destilada para evitar a formação de ácido pícrico seco, que é sensível a choques e pode ser perigoso. Apenas a quantidade necessária deve ser seca e utilizada imediatamente.

Alternativas
Q3088905 Técnicas em Laboratório
As boas práticas em laboratório são essenciais para garantir a segurança, a qualidade dos resultados e a integridade das operações em ambientes de pesquisa e análise. Essas práticas envolvem um conjunto de procedimentos e comportamentos que visam a proteção dos profissionais, a manutenção da precisão científica e a minimização dos riscos associados ao manuseio de substâncias e equipamentos laboratoriais.

Considerando o contexto apresentado, julgue o item a seguir:


O Grupo I de gases inclui gases inflamáveis como o Acetileno e o Hidrogênio, que são classificados como não inflamáveis, não corrosivos e de baixa periculosidade.

Alternativas
Q3088904 Técnicas em Laboratório
As boas práticas em laboratório são essenciais para garantir a segurança, a qualidade dos resultados e a integridade das operações em ambientes de pesquisa e análise. Essas práticas envolvem um conjunto de procedimentos e comportamentos que visam a proteção dos profissionais, a manutenção da precisão científica e a minimização dos riscos associados ao manuseio de substâncias e equipamentos laboratoriais.

Considerando o contexto apresentado, julgue o item a seguir:


A manutenção periódica dos sistemas de exaustão e ventilação em um laboratório não é necessária, pois a eficiência das instalações é garantida pela simples instalação dos equipamentos.

Alternativas
Q3088903 Técnicas em Laboratório
As boas práticas em laboratório são essenciais para garantir a segurança, a qualidade dos resultados e a integridade das operações em ambientes de pesquisa e análise. Essas práticas envolvem um conjunto de procedimentos e comportamentos que visam a proteção dos profissionais, a manutenção da precisão científica e a minimização dos riscos associados ao manuseio de substâncias e equipamentos laboratoriais.

Considerando o contexto apresentado, julgue o item a seguir:


Os cilindros em uso ou fora de uso não precisam estar fixados com corrente de segurança, cinta de segurança ou cabo de aço, e não é necessário o uso de capacete de segurança.

Alternativas
Q3088902 Técnicas em Laboratório
As boas práticas em laboratório são essenciais para garantir a segurança, a qualidade dos resultados e a integridade das operações em ambientes de pesquisa e análise. Essas práticas envolvem um conjunto de procedimentos e comportamentos que visam a proteção dos profissionais, a manutenção da precisão científica e a minimização dos riscos associados ao manuseio de substâncias e equipamentos laboratoriais.

Considerando o contexto apresentado, julgue o item a seguir:


Os reagentes e produtos químicos podem ser armazenados diretamente na área de trabalho, desde que sejam armazenados em recipientes transparentes e de fácil acesso. Não é necessário seguir critérios específicos para o armazenamento de produtos químicos, independentemente de suas características e compatibilidades.

Alternativas
Q3088901 Técnicas em Laboratório
Desinfecção e esterilização são processos cruciais na manutenção da saúde e segurança em ambientes clínicos e hospitalares. Ambos visam a eliminação de microrganismos, porém diferem em seus objetivos e métodos. A desinfecção é o processo de eliminação da maioria dos microrganismos patogênicos em superfícies e objetos inanimados, com exceção de esporos bacterianos, utilizando agentes químicos ou físicos. Já a esterilização é um processo mais rigoroso, que busca a completa destruição de todos os microrganismos, incluindo esporos, por meio de métodos como autoclaves, radiação ou produtos químicos específicos. A escolha entre desinfecção e esterilização depende do tipo de material ou equipamento a ser tratado, do risco de infecção associado e do tipo de procedimento a ser realizado. A correta aplicação desses processos é fundamental para a prevenção de infecções nosocomiais e a segurança dos pacientes e profissionais da saúde, garantindo a integridade dos cuidados prestados.

Julgue o item a seguir, a respeito do texto acima. 


Os álcoois, apesar de serem eficazes na desinfecção de muitas superfícies, não são adequados para materiais de borracha e alguns plásticos, pois podem causar danos a esses materiais.

Alternativas
Q3088900 Técnicas em Laboratório
Desinfecção e esterilização são processos cruciais na manutenção da saúde e segurança em ambientes clínicos e hospitalares. Ambos visam a eliminação de microrganismos, porém diferem em seus objetivos e métodos. A desinfecção é o processo de eliminação da maioria dos microrganismos patogênicos em superfícies e objetos inanimados, com exceção de esporos bacterianos, utilizando agentes químicos ou físicos. Já a esterilização é um processo mais rigoroso, que busca a completa destruição de todos os microrganismos, incluindo esporos, por meio de métodos como autoclaves, radiação ou produtos químicos específicos. A escolha entre desinfecção e esterilização depende do tipo de material ou equipamento a ser tratado, do risco de infecção associado e do tipo de procedimento a ser realizado. A correta aplicação desses processos é fundamental para a prevenção de infecções nosocomiais e a segurança dos pacientes e profissionais da saúde, garantindo a integridade dos cuidados prestados.

Julgue o item a seguir, a respeito do texto acima. 


Os agentes químicos líquidos para esterilização podem ser usados para qualquer tipo de material, independentemente da sua resistência ao calor ou ao óxido de etileno, e não exigem um período de contato de seis a dez horas para garantir a eficácia.

Alternativas
Q3088899 Técnicas em Laboratório
Desinfecção e esterilização são processos cruciais na manutenção da saúde e segurança em ambientes clínicos e hospitalares. Ambos visam a eliminação de microrganismos, porém diferem em seus objetivos e métodos. A desinfecção é o processo de eliminação da maioria dos microrganismos patogênicos em superfícies e objetos inanimados, com exceção de esporos bacterianos, utilizando agentes químicos ou físicos. Já a esterilização é um processo mais rigoroso, que busca a completa destruição de todos os microrganismos, incluindo esporos, por meio de métodos como autoclaves, radiação ou produtos químicos específicos. A escolha entre desinfecção e esterilização depende do tipo de material ou equipamento a ser tratado, do risco de infecção associado e do tipo de procedimento a ser realizado. A correta aplicação desses processos é fundamental para a prevenção de infecções nosocomiais e a segurança dos pacientes e profissionais da saúde, garantindo a integridade dos cuidados prestados.

Julgue o item a seguir, a respeito do texto acima. 


O vapor quente sob pressão, apesar de ser um método eficaz e amplamente utilizado para a esterilização de materiais médico-hospitalares do tipo crítico, não é considerado não tóxico, pois pode causar queimaduras ou danos aos materiais se não for usado corretamente.

Alternativas
Q3088898 Técnicas em Laboratório
Desinfecção e esterilização são processos cruciais na manutenção da saúde e segurança em ambientes clínicos e hospitalares. Ambos visam a eliminação de microrganismos, porém diferem em seus objetivos e métodos. A desinfecção é o processo de eliminação da maioria dos microrganismos patogênicos em superfícies e objetos inanimados, com exceção de esporos bacterianos, utilizando agentes químicos ou físicos. Já a esterilização é um processo mais rigoroso, que busca a completa destruição de todos os microrganismos, incluindo esporos, por meio de métodos como autoclaves, radiação ou produtos químicos específicos. A escolha entre desinfecção e esterilização depende do tipo de material ou equipamento a ser tratado, do risco de infecção associado e do tipo de procedimento a ser realizado. A correta aplicação desses processos é fundamental para a prevenção de infecções nosocomiais e a segurança dos pacientes e profissionais da saúde, garantindo a integridade dos cuidados prestados.

Julgue o item a seguir, a respeito do texto acima. 


A pasteurização é uma técnica que visa destruir microrganismos patogênicos em líquidos e alimentos sem eliminar os esporos bacterianos. Embora seja eficaz para reduzir a carga microbiana, é menos eficiente na desinfecção de equipamentos de terapia respiratória e anestesia quando comparada a métodos que utilizam agentes químicos.

Alternativas
Q3088897 Técnicas em Laboratório
Desinfecção e esterilização são processos cruciais na manutenção da saúde e segurança em ambientes clínicos e hospitalares. Ambos visam a eliminação de microrganismos, porém diferem em seus objetivos e métodos. A desinfecção é o processo de eliminação da maioria dos microrganismos patogênicos em superfícies e objetos inanimados, com exceção de esporos bacterianos, utilizando agentes químicos ou físicos. Já a esterilização é um processo mais rigoroso, que busca a completa destruição de todos os microrganismos, incluindo esporos, por meio de métodos como autoclaves, radiação ou produtos químicos específicos. A escolha entre desinfecção e esterilização depende do tipo de material ou equipamento a ser tratado, do risco de infecção associado e do tipo de procedimento a ser realizado. A correta aplicação desses processos é fundamental para a prevenção de infecções nosocomiais e a segurança dos pacientes e profissionais da saúde, garantindo a integridade dos cuidados prestados.

Julgue o item a seguir, a respeito do texto acima. 


Os hipocloritos de sódio e cálcio são compostos biclorados amplamente utilizados como desinfetantes devido ao seu amplo espectro de atividade antimicrobiana, baixo custo e ação rápida. No entanto, sua eficácia pode ser comprometida por fatores como temperatura, concentração, presença de luz e pH, que podem levar à sua decomposição e redução na atividade antimicrobiana.

Alternativas
Q3088896 Técnicas em Laboratório
A transfusão de hemocomponentes é uma prática essencial na medicina moderna, utilizada para tratar uma variedade de condições clínicas e emergências. Ao invés de utilizar sangue total, os hemocomponentes — como concentrado de hemácias, plasma fresco congelado, plaquetas e crioprecipitado — são separados e administrados conforme a necessidade específica de cada paciente. Essa abordagem seletiva permite tratar de forma mais eficiente uma ampla gama de situações, como anemias severas, distúrbios de coagulação, trombocitopenia e choque hemorrágico. Além disso, a transfusão de hemocomponentes reduz significativamente o risco de sobrecarga circulatória e reações adversas, uma vez que apenas o componente necessário é transfundido. A segurança no processo transfusional depende da compatibilidade sanguínea e do armazenamento adequado dos hemocomponentes, além de uma criteriosa triagem de doadores e monitoramento rigoroso dos pacientes durante e após o procedimento, garantindo a eficácia e a minimização de complicações. A transfusão de hemocomponentes revolucionou o tratamento de diversas condições críticas, oferecendo uma solução mais personalizada e segura no cuidado ao paciente.

Tendo o contexto apresentado em vista, julgue o item apresentado a seguir: 


As transfusões de concentrado de plaquetas (CP) são geralmente indicadas para plaquetopenias causadas por falência medular, e são raramente recomendadas para plaquetopenias resultantes de destruição periférica ou alterações congênitas de função plaquetária. 

Alternativas
Respostas
2401: B
2402: A
2403: E
2404: E
2405: E
2406: C
2407: E
2408: C
2409: C
2410: C
2411: E
2412: E
2413: E
2414: E
2415: C
2416: E
2417: E
2418: C
2419: C
2420: C