Questões de Concurso Comentadas para técnico de informática

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Q2550000 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Bioma mais devastado, Mata Atlântica luta para manter biodiversidade


    Com histórico de devastação iniciado logo após a chegada dos colonizadores europeus, há mais de 500 anos, a Mata Atlântica tornou-se o bioma brasileiro com os piores índices de conversão da cobertura vegetal original e consequente perda de biodiversidade. Nada menos que 71,3% das áreas de florestas tropicais nativas, conforme dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), já foram desmatadas para exploração durante diversos ciclos econômicos (como pau-brasil, cana-de-açúcar, ouro e café), expansão da ocupação urbana (no bioma vivem cerca de 70% dos brasileiros, aproximadamente 145 milhões de pessoas), construção de ferrovias e rodovias e avanço da agropecuária.
    De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas (MMA), a Mata Atlântica detém a segunda maior biodiversidade das Américas, perdendo apenas para a Amazônia. Apesar de ser o único bioma a usufruir de uma norma específica — a Lei da Mata Atlântica (Lei 11.428, de 2006) — e ser considerada patrimônio nacional pela Constituição Federal, como um grande centro de espécies endêmicas (que só ocorrem na região), a floresta continua em risco.
    Estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que, de 11,8 mil espécies de animais e plantas da Mata Atlântica avaliadas em 2022, 24,1% (2.845) estavam ameaçadas. O percentual continua crescente (em 2014, era de 22,3%) e é bem superior aos dos demais biomas: no Cerrado, por exemplo, onde a situação também é crítica, os índices ficaram na casa de 16% nos dois anos comparados.
    Tema da quarta publicação da série “Biomas”, da Agência Senado, a Mata Atlântica se espalha pelo maior número de regiões brasileiras: está presente em 3.429 municípios de 17 estados, sendo 100% dominante no Espírito Santo, Rio de Janeiro e Santa Catarina e em 98% do Paraná. Ocorre ainda em Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Goiás e oito estados do Nordeste: Bahia, Sergipe, Paraíba, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí. A área original do bioma no Brasil é 1,1 milhão de quilômetros quadrados, mas também há uma pequena porção na Argentina e no Paraguai.


Fonte: https://www12.senado.leg.br/noticias/infomaterias/2024/01/bioma-mais-devastado-mata-atlantica-luta-para-manter-biodiversidade (adaptado).

No trecho “a Mata Atlântica tornou-se o bioma brasileiro com os piores índices de conversão da cobertura vegetal original”, o sujeito da oração é classificado como: 
Alternativas
Q2549999 Português

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Bioma mais devastado, Mata Atlântica luta para manter biodiversidade


    Com histórico de devastação iniciado logo após a chegada dos colonizadores europeus, há mais de 500 anos, a Mata Atlântica tornou-se o bioma brasileiro com os piores índices de conversão da cobertura vegetal original e consequente perda de biodiversidade. Nada menos que 71,3% das áreas de florestas tropicais nativas, conforme dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), já foram desmatadas para exploração durante diversos ciclos econômicos (como pau-brasil, cana-de-açúcar, ouro e café), expansão da ocupação urbana (no bioma vivem cerca de 70% dos brasileiros, aproximadamente 145 milhões de pessoas), construção de ferrovias e rodovias e avanço da agropecuária.
    De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas (MMA), a Mata Atlântica detém a segunda maior biodiversidade das Américas, perdendo apenas para a Amazônia. Apesar de ser o único bioma a usufruir de uma norma específica — a Lei da Mata Atlântica (Lei 11.428, de 2006) — e ser considerada patrimônio nacional pela Constituição Federal, como um grande centro de espécies endêmicas (que só ocorrem na região), a floresta continua em risco.
    Estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que, de 11,8 mil espécies de animais e plantas da Mata Atlântica avaliadas em 2022, 24,1% (2.845) estavam ameaçadas. O percentual continua crescente (em 2014, era de 22,3%) e é bem superior aos dos demais biomas: no Cerrado, por exemplo, onde a situação também é crítica, os índices ficaram na casa de 16% nos dois anos comparados.
    Tema da quarta publicação da série “Biomas”, da Agência Senado, a Mata Atlântica se espalha pelo maior número de regiões brasileiras: está presente em 3.429 municípios de 17 estados, sendo 100% dominante no Espírito Santo, Rio de Janeiro e Santa Catarina e em 98% do Paraná. Ocorre ainda em Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Goiás e oito estados do Nordeste: Bahia, Sergipe, Paraíba, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí. A área original do bioma no Brasil é 1,1 milhão de quilômetros quadrados, mas também há uma pequena porção na Argentina e no Paraguai.


Fonte: https://www12.senado.leg.br/noticias/infomaterias/2024/01/bioma-mais-devastado-mata-atlantica-luta-para-manter-biodiversidade (adaptado).

No contexto do texto, a palavra “endêmicas” significa:
Alternativas
Q2549998 Português

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Bioma mais devastado, Mata Atlântica luta para manter biodiversidade


    Com histórico de devastação iniciado logo após a chegada dos colonizadores europeus, há mais de 500 anos, a Mata Atlântica tornou-se o bioma brasileiro com os piores índices de conversão da cobertura vegetal original e consequente perda de biodiversidade. Nada menos que 71,3% das áreas de florestas tropicais nativas, conforme dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), já foram desmatadas para exploração durante diversos ciclos econômicos (como pau-brasil, cana-de-açúcar, ouro e café), expansão da ocupação urbana (no bioma vivem cerca de 70% dos brasileiros, aproximadamente 145 milhões de pessoas), construção de ferrovias e rodovias e avanço da agropecuária.
    De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas (MMA), a Mata Atlântica detém a segunda maior biodiversidade das Américas, perdendo apenas para a Amazônia. Apesar de ser o único bioma a usufruir de uma norma específica — a Lei da Mata Atlântica (Lei 11.428, de 2006) — e ser considerada patrimônio nacional pela Constituição Federal, como um grande centro de espécies endêmicas (que só ocorrem na região), a floresta continua em risco.
    Estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que, de 11,8 mil espécies de animais e plantas da Mata Atlântica avaliadas em 2022, 24,1% (2.845) estavam ameaçadas. O percentual continua crescente (em 2014, era de 22,3%) e é bem superior aos dos demais biomas: no Cerrado, por exemplo, onde a situação também é crítica, os índices ficaram na casa de 16% nos dois anos comparados.
    Tema da quarta publicação da série “Biomas”, da Agência Senado, a Mata Atlântica se espalha pelo maior número de regiões brasileiras: está presente em 3.429 municípios de 17 estados, sendo 100% dominante no Espírito Santo, Rio de Janeiro e Santa Catarina e em 98% do Paraná. Ocorre ainda em Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Goiás e oito estados do Nordeste: Bahia, Sergipe, Paraíba, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí. A área original do bioma no Brasil é 1,1 milhão de quilômetros quadrados, mas também há uma pequena porção na Argentina e no Paraguai.


Fonte: https://www12.senado.leg.br/noticias/infomaterias/2024/01/bioma-mais-devastado-mata-atlantica-luta-para-manter-biodiversidade (adaptado).

Conforme o texto, em termos de distribuição geográfica no Brasil, pode-se afirmar que a Mata Atlântica está espalhada pelo maior número de regiões brasileiras, sendo dominantes em estados como, EXCETO: 
Alternativas
Q2549997 Português

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Bioma mais devastado, Mata Atlântica luta para manter biodiversidade


    Com histórico de devastação iniciado logo após a chegada dos colonizadores europeus, há mais de 500 anos, a Mata Atlântica tornou-se o bioma brasileiro com os piores índices de conversão da cobertura vegetal original e consequente perda de biodiversidade. Nada menos que 71,3% das áreas de florestas tropicais nativas, conforme dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), já foram desmatadas para exploração durante diversos ciclos econômicos (como pau-brasil, cana-de-açúcar, ouro e café), expansão da ocupação urbana (no bioma vivem cerca de 70% dos brasileiros, aproximadamente 145 milhões de pessoas), construção de ferrovias e rodovias e avanço da agropecuária.
    De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas (MMA), a Mata Atlântica detém a segunda maior biodiversidade das Américas, perdendo apenas para a Amazônia. Apesar de ser o único bioma a usufruir de uma norma específica — a Lei da Mata Atlântica (Lei 11.428, de 2006) — e ser considerada patrimônio nacional pela Constituição Federal, como um grande centro de espécies endêmicas (que só ocorrem na região), a floresta continua em risco.
    Estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que, de 11,8 mil espécies de animais e plantas da Mata Atlântica avaliadas em 2022, 24,1% (2.845) estavam ameaçadas. O percentual continua crescente (em 2014, era de 22,3%) e é bem superior aos dos demais biomas: no Cerrado, por exemplo, onde a situação também é crítica, os índices ficaram na casa de 16% nos dois anos comparados.
    Tema da quarta publicação da série “Biomas”, da Agência Senado, a Mata Atlântica se espalha pelo maior número de regiões brasileiras: está presente em 3.429 municípios de 17 estados, sendo 100% dominante no Espírito Santo, Rio de Janeiro e Santa Catarina e em 98% do Paraná. Ocorre ainda em Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Goiás e oito estados do Nordeste: Bahia, Sergipe, Paraíba, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí. A área original do bioma no Brasil é 1,1 milhão de quilômetros quadrados, mas também há uma pequena porção na Argentina e no Paraguai.


Fonte: https://www12.senado.leg.br/noticias/infomaterias/2024/01/bioma-mais-devastado-mata-atlantica-luta-para-manter-biodiversidade (adaptado).

Em relação às ideias do texto, analise as assertivas:
I. Entre as principais causas da devastação da Mata Atlântica estão a exploração durante diversos ciclos econômicos e outros fatores como expansão urbana e agropecuária. II. A Mata Atlântica detém a segunda maior biodiversidade das Américas, antecedida pelo Cerrado. III. A Mata Atlântica tem uma porcentagem maior de espécies ameaçadas do que o Cerrado.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q2549996 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Bioma mais devastado, Mata Atlântica luta para manter biodiversidade


    Com histórico de devastação iniciado logo após a chegada dos colonizadores europeus, há mais de 500 anos, a Mata Atlântica tornou-se o bioma brasileiro com os piores índices de conversão da cobertura vegetal original e consequente perda de biodiversidade. Nada menos que 71,3% das áreas de florestas tropicais nativas, conforme dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), já foram desmatadas para exploração durante diversos ciclos econômicos (como pau-brasil, cana-de-açúcar, ouro e café), expansão da ocupação urbana (no bioma vivem cerca de 70% dos brasileiros, aproximadamente 145 milhões de pessoas), construção de ferrovias e rodovias e avanço da agropecuária.
    De acordo com o Ministério do Meio Ambiente e Mudanças Climáticas (MMA), a Mata Atlântica detém a segunda maior biodiversidade das Américas, perdendo apenas para a Amazônia. Apesar de ser o único bioma a usufruir de uma norma específica — a Lei da Mata Atlântica (Lei 11.428, de 2006) — e ser considerada patrimônio nacional pela Constituição Federal, como um grande centro de espécies endêmicas (que só ocorrem na região), a floresta continua em risco.
    Estudo divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) aponta que, de 11,8 mil espécies de animais e plantas da Mata Atlântica avaliadas em 2022, 24,1% (2.845) estavam ameaçadas. O percentual continua crescente (em 2014, era de 22,3%) e é bem superior aos dos demais biomas: no Cerrado, por exemplo, onde a situação também é crítica, os índices ficaram na casa de 16% nos dois anos comparados.
    Tema da quarta publicação da série “Biomas”, da Agência Senado, a Mata Atlântica se espalha pelo maior número de regiões brasileiras: está presente em 3.429 municípios de 17 estados, sendo 100% dominante no Espírito Santo, Rio de Janeiro e Santa Catarina e em 98% do Paraná. Ocorre ainda em Minas Gerais, São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso do Sul, Goiás e oito estados do Nordeste: Bahia, Sergipe, Paraíba, Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí. A área original do bioma no Brasil é 1,1 milhão de quilômetros quadrados, mas também há uma pequena porção na Argentina e no Paraguai.


Fonte: https://www12.senado.leg.br/noticias/infomaterias/2024/01/bioma-mais-devastado-mata-atlantica-luta-para-manter-biodiversidade (adaptado).

De acordo com o texto, qual é a tendência observada na porcentagem de espécies ameaçadas na Mata Atlântica entre 2014 e 2022?
Alternativas
Q2549995 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Os percalços de viver no espaço


Seu sonho, acalentado quando as coisas por aqui não vão bem, é viver no espaço? Pense bem. A falta de gravidade pode causar perda de densidade óssea e muscular[,] problemas de visão[,] dificuldade para urinar e uma possível disfunção erétil. Um dos problemas identificados mais recentemente é que, após uma caminhada no espaço, provavelmente por causa da pressão atmosférica, muitas unhas caem – os trajes são pressurizados, mas as luvas não. A hipótese mais aceita é de que as luvas, que têm uma camada apertada de borracha para simular a pressão atmosférica, possam prender a circulação do sangue e assim provocar a queda das unhas. Essa situação deve ser, de algum modo, amenizada com os novos trajes espaciais do programa Artemis, que pretende levar à Lua a primeira mulher e a primeira pessoa negra até 2025. Na Estação Espacial Internacional (ISS), que, no final de 2023, completou 25 anos em operação, um experimento com embriões de ratos alimentou a possibilidade de seres humanos e de outros mamíferos se reproduzirem no espaço. Ao chegar à estação espacial, em agosto de 2021, os embriões foram descongelados e cultivados sob microgravidade durante quatro dias. Foram então devolvidos à Terra e comparados com embriões que cresceram em gravidade normal. Na ISS começaram a crescer normalmente, EMBORA a taxa de sobrevivência tenha sido menor do que aqueles que ficaram na Terra (Space.com, 31 de outubro; iScience, 17 de novembro; ScienceAlert, 28 de novembro). 


OS PERCALÇOS de viver no espaço. Pesquisa Fapesp, janeiro de 2024. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/os-percalcos-de-viver-no-espaco/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.

Como se classificam, respectivamente, as orações grifadas no texto?
Alternativas
Q2549994 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Os percalços de viver no espaço


Seu sonho, acalentado quando as coisas por aqui não vão bem, é viver no espaço? Pense bem. A falta de gravidade pode causar perda de densidade óssea e muscular[,] problemas de visão[,] dificuldade para urinar e uma possível disfunção erétil. Um dos problemas identificados mais recentemente é que, após uma caminhada no espaço, provavelmente por causa da pressão atmosférica, muitas unhas caem – os trajes são pressurizados, mas as luvas não. A hipótese mais aceita é de que as luvas, que têm uma camada apertada de borracha para simular a pressão atmosférica, possam prender a circulação do sangue e assim provocar a queda das unhas. Essa situação deve ser, de algum modo, amenizada com os novos trajes espaciais do programa Artemis, que pretende levar à Lua a primeira mulher e a primeira pessoa negra até 2025. Na Estação Espacial Internacional (ISS), que, no final de 2023, completou 25 anos em operação, um experimento com embriões de ratos alimentou a possibilidade de seres humanos e de outros mamíferos se reproduzirem no espaço. Ao chegar à estação espacial, em agosto de 2021, os embriões foram descongelados e cultivados sob microgravidade durante quatro dias. Foram então devolvidos à Terra e comparados com embriões que cresceram em gravidade normal. Na ISS começaram a crescer normalmente, EMBORA a taxa de sobrevivência tenha sido menor do que aqueles que ficaram na Terra (Space.com, 31 de outubro; iScience, 17 de novembro; ScienceAlert, 28 de novembro). 


OS PERCALÇOS de viver no espaço. Pesquisa Fapesp, janeiro de 2024. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/os-percalcos-de-viver-no-espaco/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.

As vírgulas sinalizadas com colchetes no texto foram empregadas para: 
Alternativas
Q2549992 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Os percalços de viver no espaço


Seu sonho, acalentado quando as coisas por aqui não vão bem, é viver no espaço? Pense bem. A falta de gravidade pode causar perda de densidade óssea e muscular[,] problemas de visão[,] dificuldade para urinar e uma possível disfunção erétil. Um dos problemas identificados mais recentemente é que, após uma caminhada no espaço, provavelmente por causa da pressão atmosférica, muitas unhas caem – os trajes são pressurizados, mas as luvas não. A hipótese mais aceita é de que as luvas, que têm uma camada apertada de borracha para simular a pressão atmosférica, possam prender a circulação do sangue e assim provocar a queda das unhas. Essa situação deve ser, de algum modo, amenizada com os novos trajes espaciais do programa Artemis, que pretende levar à Lua a primeira mulher e a primeira pessoa negra até 2025. Na Estação Espacial Internacional (ISS), que, no final de 2023, completou 25 anos em operação, um experimento com embriões de ratos alimentou a possibilidade de seres humanos e de outros mamíferos se reproduzirem no espaço. Ao chegar à estação espacial, em agosto de 2021, os embriões foram descongelados e cultivados sob microgravidade durante quatro dias. Foram então devolvidos à Terra e comparados com embriões que cresceram em gravidade normal. Na ISS começaram a crescer normalmente, EMBORA a taxa de sobrevivência tenha sido menor do que aqueles que ficaram na Terra (Space.com, 31 de outubro; iScience, 17 de novembro; ScienceAlert, 28 de novembro). 


OS PERCALÇOS de viver no espaço. Pesquisa Fapesp, janeiro de 2024. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/os-percalcos-de-viver-no-espaco/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.

Qual é o sentido veiculado pelo trecho iniciado pela palavra destacada no texto em letras maiúsculas? 
Alternativas
Q2549991 Português

Atenção: Leia atentamente o texto a seguir e responda a questão.


Os percalços de viver no espaço


Seu sonho, acalentado quando as coisas por aqui não vão bem, é viver no espaço? Pense bem. A falta de gravidade pode causar perda de densidade óssea e muscular[,] problemas de visão[,] dificuldade para urinar e uma possível disfunção erétil. Um dos problemas identificados mais recentemente é que, após uma caminhada no espaço, provavelmente por causa da pressão atmosférica, muitas unhas caem – os trajes são pressurizados, mas as luvas não. A hipótese mais aceita é de que as luvas, que têm uma camada apertada de borracha para simular a pressão atmosférica, possam prender a circulação do sangue e assim provocar a queda das unhas. Essa situação deve ser, de algum modo, amenizada com os novos trajes espaciais do programa Artemis, que pretende levar à Lua a primeira mulher e a primeira pessoa negra até 2025. Na Estação Espacial Internacional (ISS), que, no final de 2023, completou 25 anos em operação, um experimento com embriões de ratos alimentou a possibilidade de seres humanos e de outros mamíferos se reproduzirem no espaço. Ao chegar à estação espacial, em agosto de 2021, os embriões foram descongelados e cultivados sob microgravidade durante quatro dias. Foram então devolvidos à Terra e comparados com embriões que cresceram em gravidade normal. Na ISS começaram a crescer normalmente, EMBORA a taxa de sobrevivência tenha sido menor do que aqueles que ficaram na Terra (Space.com, 31 de outubro; iScience, 17 de novembro; ScienceAlert, 28 de novembro). 


OS PERCALÇOS de viver no espaço. Pesquisa Fapesp, janeiro de 2024. Disponível em: https://revistapesquisa.fapesp.br/os-percalcos-de-viver-no-espaco/. Acesso em: 25 jan. 2024. Adaptado.

De acordo com esse texto:
Alternativas
Q2549150 Arquitetura de Computadores
Na arquitetura de processadores, uma das vantagens da abordagem de pipeline de instruções é o(a):
Alternativas
Q2549149 Noções de Informática
Assinale a alternativa que NÃO corresponde a um tipo de memória externa de computador.
Alternativas
Q2549148 Noções de Informática

Analise as assertivas abaixo sobre a tecnologia VoIP (Voice over IP), utilizada para efetuar ligações de voz:


I. Permite o uso tanto por aparelhos convencionais de telefone quanto por telefones IP.


II. Utiliza redes de computadores em vez de redes de telefonia tradicional.


III. Não permite a transmissão pela Internet, ficando restrita a redes locais.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q2549147 Noções de Informática
Sobre redes de computadores, uma arquitetura de rede pode ser definida como um conjunto de: 
Alternativas
Q2549146 Noções de Informática
Em relação ao modelo de referência TCP/IP, qual é o protocolo da camada internet (também conhecida como camada de rede) que, ao invés de utilizar o encaminhamento IP convencional, atribui rótulos aos pacotes antes de serem encaminhados?
Alternativas
Q2549145 Noções de Informática
Assinale a alternativa que apresenta somente parâmetros que determinam a qualidade de serviço, conhecida como QoS (Quality of Service), em uma rede de computadores.
Alternativas
Q2549144 Noções de Informática
Sobre o Microsoft Active Directory, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q2549143 Noções de Informática

Em uma rede de computadores, __________ é o nome atribuído a um computador ou servidor conectado à rede por meio de um endereço IP.


Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima. 

Alternativas
Q2549142 Noções de Informática
Segundo o Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil (CERT.br), o código malicioso (malware) conhecido como cavalo de troia (trojan) possui diferentes tipos, classificados de acordo com as ações maliciosas que costumam executar ao infectar um computador. O tipo de trojan caracterizado por instalar outros códigos maliciosos embutidos no próprio código do trojan é chamado de Trojan: 
Alternativas
Q2549141 Noções de Informática

Sobre a utilização do certificado digital ICP-Brasil, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.


( ) O certificado digital possui um período de validade, não podendo ser utilizado para fins de assinatura digital se não estiver válido.


( ) A assinatura digital por meio do certificado digital garante sigilo ao documento eletrônico assinado eletronicamente.


( ) O certificado digital armazenado na nuvem pode ser acessado via internet sem a necessidade de mídia.


A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é: 

Alternativas
Q2549140 Noções de Informática

Em segurança da informação, o princípio do não repúdio é a: 

Alternativas
Respostas
2801: B
2802: D
2803: A
2804: D
2805: C
2806: C
2807: B
2808: B
2809: D
2810: D
2811: C
2812: A
2813: C
2814: B
2815: B
2816: E
2817: D
2818: A
2819: B
2820: D