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Como as águas do Guaíba ainda não baixaram na Grande Porto Alegre, onde está concentrada a maior parte da população do estado, é impossível se ter a exata dimensão dos danos. E nem é momento de se fazer contas. Agora, a prioridade é salvar vidas, ajudar no resgate de pessoas ilhadas e fazer chegar comida e água potável à população.
É prematuro também se apontarem culpados. O volume que caiu de água na região nunca havia sido medido pelo homem — modelos meteorológicos indicam que a probabilidade é de um caso a cada 10 mil anos. A referência que existia, até então, era a enchente de 1941, que acabou superada com folga. Em Canoas, por exemplo, o sistema de proteção foi feito com base nos números de 83 anos atrás e mais de dois terços da cidade acabaram inundados.
Mas erros nitidamente ocorreram, principalmente, por omissão. Em Porto Alegre, o professor Gean Paulo Michel, do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH), aponta que a falta de manutenção e a negligência dos entes públicos contribuíram para o colapso no sistema de contenção de água, independentemente dos valores gastos nos últimos anos.
Outro ponto que precisa entrar no radar de toda a sociedade são os alertas dados pela ciência para a mudança climática em andamento. É preciso deixar teorias conspiratórias de lado [...]. As autoridades devem, sim, implementar medidas para prever os extremos ambientais. Eles estão cada vez mais recorrentes.
A tragédia do Rio Grande do Sul nos serve como um lembrete cruel da fúria da natureza e da necessidade de estarmos preparados para o futuro. É fundamental investir em infraestrutura resiliente, aprimorar os sistemas de alerta precoce e implementar políticas públicas que levem a sério as mudanças climáticas. Acima de tudo, é preciso agir com urgência e responsabilidade para evitar que desastres dessa magnitude se repitam.
O caminho para a reconstrução será longo e árduo, deve durar anos, mas a união e a solidariedade do povo gaúcho serão essenciais para superar essa fase difícil.
Como as águas do Guaíba ainda não baixaram na Grande Porto Alegre, onde está concentrada a maior parte da população do estado, é impossível se ter a exata dimensão dos danos. E nem é momento de se fazer contas. Agora, a prioridade é salvar vidas, ajudar no resgate de pessoas ilhadas e fazer chegar comida e água potável à população.
É prematuro também se apontarem culpados. O volume que caiu de água na região nunca havia sido medido pelo homem — modelos meteorológicos indicam que a probabilidade é de um caso a cada 10 mil anos. A referência que existia, até então, era a enchente de 1941, que acabou superada com folga. Em Canoas, por exemplo, o sistema de proteção foi feito com base nos números de 83 anos atrás e mais de dois terços da cidade acabaram inundados.
Mas erros nitidamente ocorreram, principalmente, por omissão. Em Porto Alegre, o professor Gean Paulo Michel, do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH), aponta que a falta de manutenção e a negligência dos entes públicos contribuíram para o colapso no sistema de contenção de água, independentemente dos valores gastos nos últimos anos.
Outro ponto que precisa entrar no radar de toda a sociedade são os alertas dados pela ciência para a mudança climática em andamento. É preciso deixar teorias conspiratórias de lado [...]. As autoridades devem, sim, implementar medidas para prever os extremos ambientais. Eles estão cada vez mais recorrentes.
A tragédia do Rio Grande do Sul nos serve como um lembrete cruel da fúria da natureza e da necessidade de estarmos preparados para o futuro. É fundamental investir em infraestrutura resiliente, aprimorar os sistemas de alerta precoce e implementar políticas públicas que levem a sério as mudanças climáticas. Acima de tudo, é preciso agir com urgência e responsabilidade para evitar que desastres dessa magnitude se repitam.
O caminho para a reconstrução será longo e árduo, deve durar anos, mas a união e a solidariedade do povo gaúcho serão essenciais para superar essa fase difícil.
I - A administração de hemocomponentes assim como outras intervenções terapêuticas, pode levar a complicações agudas ou tardias, como o risco de transmissão de doenças infecciosas entre outras complicações clínicas.
II - Os produtos obtidos em escala industrial, a partir do fracionamento do plasma por processos físico‑químicos são denominados hemoderivados.
III - O concentrado de hemácias deve ser mantido entre 2°C e 6°C e sua validade varia entre 35 e 42 dias, dependendo da solução conservadora.
IV - Plaquetas é constituído basicamente de água, proteínas (albumina, globulinas, fatores de coagulação e outras), carboidratos e lipídios. É completamente congelado até 8 horas após a coleta e mantido, no mínimo, a 18°C negativos.
Assinale a alternativa CORRETA:
( ) A dengue é uma doença febril aguda, sistêmica e dinâmica, que pode apresentar amplo espectro clínico, podendo parte dos pacientes evoluir para formas graves, e inclusive levar a óbito.
( ) A principal forma de transmissão da dengue ocorre pela picada de fêmeas infectadas de Aedes aegypti.
( ) Os casos suspeitos devem ser notificados. A vacinação é a principal forma de prevenção da doença.
( ) Nos períodos epidêmicos deve-se incentivar o uso de antieméticos e antitérmicos de uso domicilar para evitar óbitos.
( ) Os óbitos por dengue ocorrem em pacientes com dengue grave em que o choque está presente.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo:
I- A Memória RAM (Random Access Memory) é uma forma de memória volátil utilizada pelo computador para armazenar temporariamente dados e instruções necessárias para a execução de programas e processos em andamento.
II- A memória EEPROM (Electrically Erasable Programmable Read-Only Memory) é um tipo de memória não volátil, que permite a leitura e a gravação de dados eletricamente.
III- Os SSDs (Solid State Drives) são conhecidos por seu armazenamento volátil, o que significa que os dados neles armazenados são suscetíveis a desaparecer sempre que o dispositivo é desligado.
IV- A memória cache, em seus diferentes níveis, atua como um dispositivo de armazenamento permanente de dados, mantendo informações mesmo quando o computador é desligado, proporcionando uma rápida inicialização do sistema durante a próxima inicialização.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:

I- Utilizar um gerenciador de senhas é uma prática recomendada para aumentar a segurança on-line, pois permite armazenar senhas complexas e únicas para cada serviço, facilitando a gestão e reduzindo o risco de comprometimento de contas devido às senhas fracas ou reutilizadas.
II- A anotação de senhas em locais físicos, como papéis ou cadernos, é uma prática segura e recomendada, pois proporciona fácil acesso às senhas sem a necessidade de memorização, facilitando a gestão de contas on-line.
III- Sites seguros geralmente utilizam o protocolo HTTPS (Hypertext Transfer Protocol Secure), o qual criptografa a comunicação entre o navegador do usuário e o servidor, proporcionando uma camada adicional de segurança para as informações transmitidas, como dados pessoais e senhas.
IV- Ao navegar na internet, é possível infectar o computador com vírus se o usuário acessar sites maliciosos, clicar em links suspeitos ou baixar arquivos de fontes não confiáveis.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:

Fonte: BROWNE, Dik. O melhor de Hagar, o Horrível. Porto Alegre: L&PM, 2011, v. 4.
I- A palavra bastantes, no 2° quadrinho da HQ, está flexionado no plural por uma regra gramatical exclusivamente da concordância verbal.
II- O vocábulo bastantes, no 2° quadrinho da HQ, está flexionado, porque semanticamente possui valor quantitativo.
III- Bastantes, no 2° quadrinho da HQ, deve ser flexionado, haja vista ter valor de modificador.
Acerca do uso da concordância – bastantes - assinale a alternativa CORRETA.