Questões de Concurso Comentadas para técnico de enfermagem

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Q3026053 Português
Assinale a única alternativa que possui uma oração subordinada substantiva subjetiva.
Alternativas
Q3026051 Português
Assinale a alternativa com todas as palavras escritas corretamente de acordo com a seguinte sequência: charque – concurso – permissão.
Alternativas
Q3026050 Português
A vírgula empregada na frase em destaque tem a função de:

“Ela gosta de filmes românticos; ele, de ação”.
Alternativas
Q3026049 Português
Marque a opção onde só haja sujeito anteposto ao verbo.

I. “... ficaram os dois algum tempo aguentando a claridade do sol. Enxugaram as lágrimas, foram agachar-se perto dos filhos, ...” (Graciliano Ramos)
II. “Foi nos bailes da vida ou num bar em troca de pão/ Que muita gente boa pôs o pé na profissão...” (Milton Nascimento e Fernando Brant).
III. “No rancho fundo/ de olhar triste e profundo/ um moreno canta as mágoas/ com os olhos rasos d'água” (Ary Barroso e Lamartine Babo) 
Alternativas
Q3026048 Português

Leia o texto a seguir e responda o que se pede:



O Galo


O Dr. Marcolino apeou-se, entrou na palhoça, examinou o enfermo, auscultou-o, martelou-lhe o corpo inteiro com o nó do dedo grande e explicou a moléstia com palavras difíceis que aquela pobre gente não entendeu. Depois, abriu o saco de viagem que levava à garupa do animal, tirou alguns vidros, de cujo conteúdo derramou algumas gotas num copo d'água, e disse doutoralmente: - Aqui fica esta poção para ser tomada de três em três horas.


- Ah! seu doutor, nós aqui não podemos contar as horas, porque não temos relógio!

- Regulem-se pelo sol. O sol é um excelente relógio quando não chove e o tempo está seguro.

- Não sei disso, seu doutor, não entendo do relógio do sol...

- Nesse caso não sei como... Ah!...


Este ah!, com que o doutor interrompeu o que ia dizendo, foi produzido pela presença de um galo que passava no terreiro, majestosamente.


- Ali está um relógio, continuou o doutor: aquele galo. Todas as vezes que ele cantar, dê-lhe uma colher do remédio. E adeus! Não será nada: Depois de amanhã voltarei para ver o doente.


Foi-se o médico, e daí a dois dias voltou ao trote do seu jumento. Quem o recebeu foi o marido:


- Que é isto?... já de pé... - Sim, senhor: estou completamente bom, não tenho mais nada. E não sei como agradecer... Mas a mulher interveio com ar magoado:

- Sim, ele não tem mais nada, mas o pobre galo morreu.

- Morreu? Por quê?.

- Não sei, doutor... ele bebeu todo o remédio.

- Quem?... o galo?...

- Sim, senhor; todas as vezes que ele cantava, eu, segundo a recomendação do doutor, abria-lhe o bico, e derramava-lhe uma colher da droga pela goela abaixo! Que pena! Era um galo tão bonito!


Texto adaptado da obra de: AZEVEDO, Artur. O Galo. Disponível em: Biblioteca Virtual de Literatura. Acesso em: 28 jun. 2024.

As palavras “lugarejo” e “palhoça”, encontradas no primeiro parágrafo do texto, apresentam que processo em sua formação respectivamente?
Alternativas
Q3026047 Português

Leia o texto a seguir e responda o que se pede:



O Galo


O Dr. Marcolino apeou-se, entrou na palhoça, examinou o enfermo, auscultou-o, martelou-lhe o corpo inteiro com o nó do dedo grande e explicou a moléstia com palavras difíceis que aquela pobre gente não entendeu. Depois, abriu o saco de viagem que levava à garupa do animal, tirou alguns vidros, de cujo conteúdo derramou algumas gotas num copo d'água, e disse doutoralmente: - Aqui fica esta poção para ser tomada de três em três horas.


- Ah! seu doutor, nós aqui não podemos contar as horas, porque não temos relógio!

- Regulem-se pelo sol. O sol é um excelente relógio quando não chove e o tempo está seguro.

- Não sei disso, seu doutor, não entendo do relógio do sol...

- Nesse caso não sei como... Ah!...


Este ah!, com que o doutor interrompeu o que ia dizendo, foi produzido pela presença de um galo que passava no terreiro, majestosamente.


- Ali está um relógio, continuou o doutor: aquele galo. Todas as vezes que ele cantar, dê-lhe uma colher do remédio. E adeus! Não será nada: Depois de amanhã voltarei para ver o doente.


Foi-se o médico, e daí a dois dias voltou ao trote do seu jumento. Quem o recebeu foi o marido:


- Que é isto?... já de pé... - Sim, senhor: estou completamente bom, não tenho mais nada. E não sei como agradecer... Mas a mulher interveio com ar magoado:

- Sim, ele não tem mais nada, mas o pobre galo morreu.

- Morreu? Por quê?.

- Não sei, doutor... ele bebeu todo o remédio.

- Quem?... o galo?...

- Sim, senhor; todas as vezes que ele cantava, eu, segundo a recomendação do doutor, abria-lhe o bico, e derramava-lhe uma colher da droga pela goela abaixo! Que pena! Era um galo tão bonito!


Texto adaptado da obra de: AZEVEDO, Artur. O Galo. Disponível em: Biblioteca Virtual de Literatura. Acesso em: 28 jun. 2024.

Nas seguintes frases, “Nesse caso não sei como... Ah!...” e “Este ah!, com que o doutor interrompeu o que ia dizendo, foi produzido pela presença de um galo que passava no terreiro, majestosamente”, os “Ah” utilizados nas orações pertencem, respectivamente, a que classe gramatical:
Alternativas
Q3026046 Português

Leia o texto a seguir e responda o que se pede:



O Galo


O Dr. Marcolino apeou-se, entrou na palhoça, examinou o enfermo, auscultou-o, martelou-lhe o corpo inteiro com o nó do dedo grande e explicou a moléstia com palavras difíceis que aquela pobre gente não entendeu. Depois, abriu o saco de viagem que levava à garupa do animal, tirou alguns vidros, de cujo conteúdo derramou algumas gotas num copo d'água, e disse doutoralmente: - Aqui fica esta poção para ser tomada de três em três horas.


- Ah! seu doutor, nós aqui não podemos contar as horas, porque não temos relógio!

- Regulem-se pelo sol. O sol é um excelente relógio quando não chove e o tempo está seguro.

- Não sei disso, seu doutor, não entendo do relógio do sol...

- Nesse caso não sei como... Ah!...


Este ah!, com que o doutor interrompeu o que ia dizendo, foi produzido pela presença de um galo que passava no terreiro, majestosamente.


- Ali está um relógio, continuou o doutor: aquele galo. Todas as vezes que ele cantar, dê-lhe uma colher do remédio. E adeus! Não será nada: Depois de amanhã voltarei para ver o doente.


Foi-se o médico, e daí a dois dias voltou ao trote do seu jumento. Quem o recebeu foi o marido:


- Que é isto?... já de pé... - Sim, senhor: estou completamente bom, não tenho mais nada. E não sei como agradecer... Mas a mulher interveio com ar magoado:

- Sim, ele não tem mais nada, mas o pobre galo morreu.

- Morreu? Por quê?.

- Não sei, doutor... ele bebeu todo o remédio.

- Quem?... o galo?...

- Sim, senhor; todas as vezes que ele cantava, eu, segundo a recomendação do doutor, abria-lhe o bico, e derramava-lhe uma colher da droga pela goela abaixo! Que pena! Era um galo tão bonito!


Texto adaptado da obra de: AZEVEDO, Artur. O Galo. Disponível em: Biblioteca Virtual de Literatura. Acesso em: 28 jun. 2024.

No fragmento: “Depois, abriu o saco de viagem que levava à garupa do animal, tirou alguns vidros, de cujo conteúdo derramou algumas gotas num copo d'água, e disse doutoralmente”, a palavra destacada não existe no dicionário de língua portuguesa, no entanto, percebe-se que o autor se utilizou desse neologismo para compor o humor do texto. Tendo isso em mente, a palavra doutoralmente assume que função sintática dentro do período?
Alternativas
Q3026045 Português

Leia o texto a seguir e responda o que se pede:



O Galo


O Dr. Marcolino apeou-se, entrou na palhoça, examinou o enfermo, auscultou-o, martelou-lhe o corpo inteiro com o nó do dedo grande e explicou a moléstia com palavras difíceis que aquela pobre gente não entendeu. Depois, abriu o saco de viagem que levava à garupa do animal, tirou alguns vidros, de cujo conteúdo derramou algumas gotas num copo d'água, e disse doutoralmente: - Aqui fica esta poção para ser tomada de três em três horas.


- Ah! seu doutor, nós aqui não podemos contar as horas, porque não temos relógio!

- Regulem-se pelo sol. O sol é um excelente relógio quando não chove e o tempo está seguro.

- Não sei disso, seu doutor, não entendo do relógio do sol...

- Nesse caso não sei como... Ah!...


Este ah!, com que o doutor interrompeu o que ia dizendo, foi produzido pela presença de um galo que passava no terreiro, majestosamente.


- Ali está um relógio, continuou o doutor: aquele galo. Todas as vezes que ele cantar, dê-lhe uma colher do remédio. E adeus! Não será nada: Depois de amanhã voltarei para ver o doente.


Foi-se o médico, e daí a dois dias voltou ao trote do seu jumento. Quem o recebeu foi o marido:


- Que é isto?... já de pé... - Sim, senhor: estou completamente bom, não tenho mais nada. E não sei como agradecer... Mas a mulher interveio com ar magoado:

- Sim, ele não tem mais nada, mas o pobre galo morreu.

- Morreu? Por quê?.

- Não sei, doutor... ele bebeu todo o remédio.

- Quem?... o galo?...

- Sim, senhor; todas as vezes que ele cantava, eu, segundo a recomendação do doutor, abria-lhe o bico, e derramava-lhe uma colher da droga pela goela abaixo! Que pena! Era um galo tão bonito!


Texto adaptado da obra de: AZEVEDO, Artur. O Galo. Disponível em: Biblioteca Virtual de Literatura. Acesso em: 28 jun. 2024.

Pode-se dizer que a confusão da mulher quanto à maneira de dar o remédio ao marido surge a partir de um problema de coesão referencial: anáfora, produzido pela colocação incorreta de um pronome, cujo uso deixa a esposa confusa e ela não consegue saber que referente o pronome retoma. Esse uso inadequado do pronome pode ser encontrado na seguinte fala:
Alternativas
Q3024047 Matemática
A tabela apresenta a receita mensal, dos cinco meses de 2024, de uma loja de artigos esportivos. Sabendo que a receita média mensal dessa loja, de janeiro a maio, foi de R$ 34.300,00, e a receita do mês de maio foi de X reais, então X corresponde a:

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q3024040 Matemática
 Na figura, considere que r // s. Com relação ao número que expressa a medida do ângulo x, pode-se afirmar que é um:

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q3024039 Matemática
Do topo de um farol de 110m de altura, um ponto de um navio é visto segundo um ângulo de depressão de 17º, conforme indica a figura. Qual é a distância aproximada da base do farol ao ponto visado? Dado: sen 17º= 0,292; cos 17º= 0,956; tg 17º= 0,305.

Imagem associada para resolução da questão
Alternativas
Q3024038 Português
Leia o texto a seguir e assinale a classificação correta para o período destacado.

     A poetisa mineira Adélia Prado é a vencedora da edição 2024 do Prêmio Camões, o reconhecimento mais importante da literatura portuguesa. O anúncio foi feito na tarde desta quarta-feira 26 pela Fundação Biblioteca Nacional.       A conquista celebra uma semana especial da autora, considerada a maior poetisa brasileira viva. Há seis dias, Adélia Prado foi agraciada com o prêmio Machado de Assis, a maior honraria da Academia Brasileira de Letras (ABL) e uma das mais tradicionais do país. [...]
Disponível em: https://www.cartacapital.com.br/cultura/poetisa-mineira-adelia-prado-e-vencedora-do-premio-camoes2024/. Acesso em: 06 jul. 2024.
Alternativas
Q3024037 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras são acentuadas com base na mesma regra de acentuação gráfica.
Alternativas
Q3024036 Português
Após ler o texto, marque a alternativa correta.
    Depois de treinar para atingir frequências cardíacas intensas e movimentar volumes estratosféricos de peso, o pilates retoma sua posição nos holofotes e garante músculos tonificados e fortes de maneira intensa, potente, mas sem estimular picos de cortisol.     A prática física que utiliza o peso e a agilidade do corpo para manter músculos tonificados navega em ondas no universo fitness. Ganhou os holofotes nos anos 1980, foi hit nos anos 2000 e agora retorna, catapultado por celebridades [...]    Segundo dados do Google Trends, a pesquisa pela palavra “pilates” está em alta. Nos últimos três meses, por exemplo, o termo foi mais buscado na plataforma mais do que os enérgicos crossfit ou HIIT (High Intensity Interval Training), o treino intervalado de alta intensidade que virou febre nos últimos anos.
(Texto adaptado). Disponível em: https://revistamarieclaire.globo.com/. Acesso em 06 jul. 2024.
Alternativas
Q3024035 Português
Na frase: “Às vezes no silêncio da noite/ eu fico imaginando nós dois/ Eu fico ali sonhando acordado/ juntando o antes, o agora e o depois”. Os termos sublinhados desempenham, respectivamente, as seguintes funções sintáticas:
Alternativas
Q3024034 Português
A localização do sujeito determina a ordem dos elementos essenciais da oração, que pode ser direta ou indireta. Com base nesse princípio, assinale a frase que mostra os seus termos sintáticos em ordem direta.
Alternativas
Q3024033 Português
“Na madrugada de 5 de julho de 1924, há cem anos, teve início uma revolta militar que resultou no bombardeio de grande parte da cidade de São Paulo.
De um lado, militares rebeldes tentavam pôr fim ao período que ficou conhecido como a República do Café com Leite (marcado por eleições fraudulentas e acordos políticos que deixavam o poder federal na mão de poucos).
Do lado oposto, estavam militares fiéis aos governos da província de São Paulo e do governo federal. “A cidade de São Paulo foi palco e vítima de uma tentativa de um golpe de Estado fracassada", analisa a historiadora Ilka Stern Cohen.”
Texto adaptado. https://g1.globo.com/sp/sao-paulo/noticia/2024/07/05/ha-100-anos-cidade-de-sp-era-bombardeada-vejamarcas-do-conflito-que-permanecem-ate-hoje.ghtml

De acordo com o texto acima, é correto afirmar que:
Alternativas
Q3024032 Português
Assinale a alternativa que marca a ordem das classes de palavras sublinhadas na seguinte frase: “Ontem, fui ao dentista e precisei tomar anestesia na gengiva”.
Alternativas
Respostas
12341: B
12342: A
12343: D
12344: B
12345: A
12346: D
12347: A
12348: B
12349: C
12350: C
12351: C
12352: D
12353: B
12354: A
12355: C
12356: D
12357: B
12358: A
12359: D
12360: B