Questões de Concurso Comentadas para técnico de enfermagem

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Q3343295 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa que dá sequência à frase, empregando os verbos de acordo com a norma-padrão.
Era provável que
Alternativas
Q3343294 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
No contexto do quinto parágrafo, a conjunção destacada no enunciado – Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público. – introduz uma
Alternativas
Q3343293 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Na passagem – … o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. (5o parágrafo) –, os advérbios destacados expressam, nos respectivos contextos, as noções de
Alternativas
Q3343292 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
A passagem do texto em que a palavra destacada está empregada em sentido figurado é:
Alternativas
Q3343291 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho destacado está substituído, nos colchetes, por construção de acordo com a norma-padrão de emprego do sinal de crase.
Alternativas
Q3343290 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Nas passagens – “Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos …” (2o parágrafo) e “Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.” (5o parágrafo) – as palavras destacadas têm sinônimos adequados, respectivamente, em
Alternativas
Q3343289 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Na afirmação – “O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.” –, defende-se a ideia segundo a qual
Alternativas
Q3343288 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
É correto afirmar que o texto atribui a situação crítica do saneamento básico no Brasil 
Alternativas
Q3342841 Enfermagem
De acordo com o Manual Técnico de Hemovigilância da ANVISA, 2003, são procedimentos gerais adotados frente a uma reação transfusional EXCETO: 
Alternativas
Q3342838 Enfermagem
De acordo com o Artigo 12, da Lei 7.498/86 que dispõe sobre a regulamentação do exercício profissional da enfermagem, o Técnico de Enfermagem exerce atividade de nível____, envolvendo orientação e acompanhamento do trabalho de enfermagem em grau ____, e participação no planejamento da assistência de enfermagem:
Assinale a alternativa que preenche as lacunas em branco.
Alternativas
Q3342837 Enfermagem
De acordo com Instituto de Práticas Seguras no Uso de Medicamentos que trata sobre o Uso Seguro De Medicamentos Em Pacientes Pediátricos, 2017, são recomendações para promoção do uso correto e seguro de medicamentos, EXCETO: 
Alternativas
Q3342836 Enfermagem
Sobre a mastite, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q3342835 Enfermagem
De acordo com o Caderno de Atenção Básica Saúde da Criança – Aleitamento Materno e Alimentação Complementar do Ministério as Saúde, 2015, alguns problemas enfrentados pelas nutrizes durante o aleitamento materno, se não forem precocemente identificados e tratados, podem ser importantes causas de interrupção da amamentação. Os profissionais de saúde têm um papel importante na prevenção e no manejo dessas DIFICULDADES. Baseado nisso, julgue as questões:

I. Em algumas mulheres a “descida do leite” ou apojadura só ocorre alguns dias após o parto. Nesses casos, o profissional de saúde deve estimular a confiança na mãe, além de orientar medidas de estimulação da mama, como encorajamento à amamentação frequente do bebê e ordenha.

II. O trauma mamilar causado pela pega incorreta é reconhecido pela presença de eritema, edema, fissuras, bolhas, “marcas” brancas, amarelas ou escuras, hematomas ou equimoses na mama. E é uma importante causa de desistências da amamentação.

III. Cremes, óleos em geral, antissépticos, saquinho de chá ou outras substâncias tópicas devem ser utilizados, pois há comprovação de que são eficientes para tratar as fissuras mamárias.

IV. A educação sobre o posicionamento adequado e pega correta é a melhor intervenção para dor nos mamilos.


V. A infecção da mama no puerpério por Candida sp é bastante comum durante a amamentação, uma vez que o fungo cresce em meio úmido, quente e escuro, são medidas preventivas contra a instalação de cândida manter os mamilos sempre úmidos e não expô-los à luz.


Das assertivas acima, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3342834 Enfermagem
A fim de evitar a contaminação do profissional com materiais biológicos no atendimento do Recém-nascido, devem-se utilizar as precauções padrão adequadas. São medidas de precaução padrão indicadas ao receber o RN, EXCETO:
Alternativas
Q3342833 Enfermagem
A biossegurança visa à segurança e proteção da saúde de todos que trabalham na área da saúde. Diante de uma criança de 8 anos que se encontra internada com caso confirmado de Varicela, apresentando vesículas, as medidas de precaução que deverão ser adotadas pela equipe de enfermagem serão de:
Alternativas
Q3342832 Enfermagem
Sobre as Medidas de prevenção de infecção relacionada à assistência à saúde, caderno 4 da ANVISA, 2017, julgue os itens a seguir:

I. Deve-se higienizar as mãos antes e após a inserção de cateteres e para qualquer tipo de manipulação dos dispositivos.
II. Não existe uma recomendação para o limite de tentativas de punção venosa periférica.
III. As coberturas, cateteres e conexões devem ser protegidos com plástico ou outro material impermeável durante o banho para não molhar a fim de evitar infecções.
IV. Cateteres com menor calibre causam menos flebite mecânica.
V. Quanto maior o cateter, melhor para a prevenção de flebites.
Alternativas
Q3342831 Noções de Informática
Sabemos que a compactação de arquivos hoje é um meio bastante utilizado para unir vários arquivos em um só, e também reduzi-lo para que seja mais fácil de transferir e realizar backup. Um arquivo compactado pode ser reconhecido através de sua extensão.
Qual das extensões abaixo trata-se de um tipo de arquivo compactado? 
Alternativas
Q3342827 Noções de Informática
Em relação ao Windows 10, um dos recursos é o Explorador de Arquivos. Qual das afirmações abaixo NÃO diz respeito ao recurso:
Alternativas
Q3342821 Português
Assinale a alternativa em que a frase foi construída na voz passiva.
Alternativas
Q3342820 Português
“O município foi idealizado inicialmente para servir de acampamento aos trabalhadores, para que eles pudessem construir a barragem. Porém, após a construção, muitas famílias decidiram adotar o lugar como moradia e assim fixaram habitação na cidade em uma das suas vilas. Depois foram povoados os municípios de São Joaquim, São Francisco, Santana e depois o município de Sobradinho.”

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Na oração “...para que eles pudessem construir a barragem.”, o coesivo sublinhado traduz valor semântico de: 
Alternativas
Respostas
9961: A
9962: B
9963: A
9964: D
9965: C
9966: D
9967: C
9968: C
9969: E
9970: E
9971: E
9972: C
9973: E
9974: B
9975: A
9976: D
9977: B
9978: C
9979: E
9980: A