Questões de Concurso Comentadas para técnico de enfermagem

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Q3321744 Português
Matas de uma planta só¹

    Em meio a campos inundáveis, matas às margens dos rios e diversas lagoas de água salobra (mistura de água doce e salgada), o Pantanal apresenta formações monodominantes, que são paisagens nas quais mais da metade das plantas é de um único tipo. O principal motivo para que isso aconteça é que o Pantanal é um bioma em que são frequentes dois tipos desituações: queimadas, que acontecem naturalmente ou pela ação do ser humano, e enchentes.
    O vai e vem de água e fogo cria um ambiente no qual os animais, fungos e plantas precisam estar bem adaptados tanto para sobreviver às chamas quanto para suportar as chuvas e os alagamentos. Para isso, alguns animais conseguem subir em árvores, outros se escondem em tocas, há os que nadam muito bem e os que correm rápido, além daqueles que sabem quando vai vir um período difícil e simplesmente migram para outras regiões.
    No caso das plantas, como elas não se locomovem, precisam encontrar meios de sobreviver. Algumas desenvolveram troncos com cascas grossas, que funcionam como um traje antifogo; outras têm grandes raízes e caules que ficam embaixo da terra, permitindo que a planta renasça depois de uma queimada ou de uma cheia; há plantas que até passaram a usar as chamas e águas em seu benefício, fazendo delas um sinal que diz às sementes que é hora de brotar; e há tambémas espécies que permanecem como sementes por anos no solo, germinando após um fogo forte ou uma grande inundação.
    Agora dá para imaginar que algumas plantas estão mais preparadas do que outras para sobreviver a todo esse fogo e inundação. E, ao longo do tempo, as plantas que estão mais bem adaptadas vão sobrevivendo, produzindo sementes e aumentando sua população em áreas onde gostam de ficar. Somando esse crescimento da população de um tipo de planta coma diminuição das outras, [...] depois de vários anos desse molha e queima, teremos um bosque natural, com predomínio de um só tipo de planta.
    Paratudais, piuvais, canjiqueirais e carandazais são apenas algumas das várias paisagens que o Pantanal oferece. [...] Algumas são resistentes apenas à inundação, outras, ao fogo, e outras ainda, à combinação dos dois. E tudo isso se apresenta como resultado de um ambiente que aprendeu não só a conviver com o fogo e as águas, como também a fazer destes elementos uma estratégia para continuarem a viver com saúde e harmonia.

¹Revista Ciência Hoje. Pedro Isaac Vanderlei de Souza; Geraldo Alves Damasceno Junior e Paulo Robson de Souza. Texto adaptado especialmente para essa prova. Fonte:(https://chc.org.br/artigo/matas-de-uma-planta-so/Maiode2024. Acesso em31/Out/2024)

Segundo o texto, algumas plantas estão mais preparadas do que outras para sobreviver às enchentes e queimadas, porque:
Alternativas
Q3321743 Português
Matas de uma planta só¹

    Em meio a campos inundáveis, matas às margens dos rios e diversas lagoas de água salobra (mistura de água doce e salgada), o Pantanal apresenta formações monodominantes, que são paisagens nas quais mais da metade das plantas é de um único tipo. O principal motivo para que isso aconteça é que o Pantanal é um bioma em que são frequentes dois tipos desituações: queimadas, que acontecem naturalmente ou pela ação do ser humano, e enchentes.
    O vai e vem de água e fogo cria um ambiente no qual os animais, fungos e plantas precisam estar bem adaptados tanto para sobreviver às chamas quanto para suportar as chuvas e os alagamentos. Para isso, alguns animais conseguem subir em árvores, outros se escondem em tocas, há os que nadam muito bem e os que correm rápido, além daqueles que sabem quando vai vir um período difícil e simplesmente migram para outras regiões.
    No caso das plantas, como elas não se locomovem, precisam encontrar meios de sobreviver. Algumas desenvolveram troncos com cascas grossas, que funcionam como um traje antifogo; outras têm grandes raízes e caules que ficam embaixo da terra, permitindo que a planta renasça depois de uma queimada ou de uma cheia; há plantas que até passaram a usar as chamas e águas em seu benefício, fazendo delas um sinal que diz às sementes que é hora de brotar; e há tambémas espécies que permanecem como sementes por anos no solo, germinando após um fogo forte ou uma grande inundação.
    Agora dá para imaginar que algumas plantas estão mais preparadas do que outras para sobreviver a todo esse fogo e inundação. E, ao longo do tempo, as plantas que estão mais bem adaptadas vão sobrevivendo, produzindo sementes e aumentando sua população em áreas onde gostam de ficar. Somando esse crescimento da população de um tipo de planta coma diminuição das outras, [...] depois de vários anos desse molha e queima, teremos um bosque natural, com predomínio de um só tipo de planta.
    Paratudais, piuvais, canjiqueirais e carandazais são apenas algumas das várias paisagens que o Pantanal oferece. [...] Algumas são resistentes apenas à inundação, outras, ao fogo, e outras ainda, à combinação dos dois. E tudo isso se apresenta como resultado de um ambiente que aprendeu não só a conviver com o fogo e as águas, como também a fazer destes elementos uma estratégia para continuarem a viver com saúde e harmonia.

¹Revista Ciência Hoje. Pedro Isaac Vanderlei de Souza; Geraldo Alves Damasceno Junior e Paulo Robson de Souza. Texto adaptado especialmente para essa prova. Fonte:(https://chc.org.br/artigo/matas-de-uma-planta-so/Maiode2024. Acesso em31/Out/2024)

Os textos pertencem a diferentes gêneros, ou seja, há uma variedade de textos, dependendo do que pretende comunicar. O texto Matas de uma planta só, caracteriza-se como:
Alternativas
Q3321742 Português
Matas de uma planta só¹

    Em meio a campos inundáveis, matas às margens dos rios e diversas lagoas de água salobra (mistura de água doce e salgada), o Pantanal apresenta formações monodominantes, que são paisagens nas quais mais da metade das plantas é de um único tipo. O principal motivo para que isso aconteça é que o Pantanal é um bioma em que são frequentes dois tipos desituações: queimadas, que acontecem naturalmente ou pela ação do ser humano, e enchentes.
    O vai e vem de água e fogo cria um ambiente no qual os animais, fungos e plantas precisam estar bem adaptados tanto para sobreviver às chamas quanto para suportar as chuvas e os alagamentos. Para isso, alguns animais conseguem subir em árvores, outros se escondem em tocas, há os que nadam muito bem e os que correm rápido, além daqueles que sabem quando vai vir um período difícil e simplesmente migram para outras regiões.
    No caso das plantas, como elas não se locomovem, precisam encontrar meios de sobreviver. Algumas desenvolveram troncos com cascas grossas, que funcionam como um traje antifogo; outras têm grandes raízes e caules que ficam embaixo da terra, permitindo que a planta renasça depois de uma queimada ou de uma cheia; há plantas que até passaram a usar as chamas e águas em seu benefício, fazendo delas um sinal que diz às sementes que é hora de brotar; e há tambémas espécies que permanecem como sementes por anos no solo, germinando após um fogo forte ou uma grande inundação.
    Agora dá para imaginar que algumas plantas estão mais preparadas do que outras para sobreviver a todo esse fogo e inundação. E, ao longo do tempo, as plantas que estão mais bem adaptadas vão sobrevivendo, produzindo sementes e aumentando sua população em áreas onde gostam de ficar. Somando esse crescimento da população de um tipo de planta coma diminuição das outras, [...] depois de vários anos desse molha e queima, teremos um bosque natural, com predomínio de um só tipo de planta.
    Paratudais, piuvais, canjiqueirais e carandazais são apenas algumas das várias paisagens que o Pantanal oferece. [...] Algumas são resistentes apenas à inundação, outras, ao fogo, e outras ainda, à combinação dos dois. E tudo isso se apresenta como resultado de um ambiente que aprendeu não só a conviver com o fogo e as águas, como também a fazer destes elementos uma estratégia para continuarem a viver com saúde e harmonia.

¹Revista Ciência Hoje. Pedro Isaac Vanderlei de Souza; Geraldo Alves Damasceno Junior e Paulo Robson de Souza. Texto adaptado especialmente para essa prova. Fonte:(https://chc.org.br/artigo/matas-de-uma-planta-so/Maiode2024. Acesso em31/Out/2024)

O assunto do qual do texto trata é:
Alternativas
Q3321224 Português
O artigo a seguir se refere à questão:

POR QUE GATOS SÃO MAIS INDEPENDENTES QUE CACHORROS?


E mais: por que eles se esfregam em nós? Por que dormem tanto? A ciência ainda não conseguiu solucionar mistérios do comportamento felino – mas há algumas pistas.


Texto: Gabriela Portilho 


    Por causa da história, da socialização e até da genética dos felinos. Enquanto cães já convivem com os seres humanos há 50 mil anos, os gatos nos acompanham há apenas 8 mil, o que demonstra que eles ainda não passaram por um processo completo de domesticação. Além disso, cachorros têm uma predisposição natural a aceitar ordens, “herdada” de sua vida selvagem, já que os caninos evoluíram em bando, com uma hierarquia bem estruturada.

    Os gatos silvestres, por outro lado, sempre foram caçadores solitários. Sua relação com outros indivíduos – seja um gato, seja um humano – é uma parceria entre iguais. Por fim, nos cães, cientistas identificaram 41 genes ligados à domesticação. Nos gatos? Apenas 13.

Por que eles se esfregam na gente?

    Grandes felinos roçam uns nos outros quando voltam da caça, o que pode ser uma demonstração de companheirismo. Também pode ser uma forma de demarcar território, já que esse contato espalha o cheiro do gatinho nos seus “alvos”. Assim, ele está determinando que nós (e nossas coisas), na verdade, somos dele. Além disso, com esse ato, o bicho pode estar reconhecendo que somos maiores, mas não superiores. 

Por que eles dormem tanto?

Uma teoria é de que os gatos são, por natureza, caçadores. Assim, instintivamente, poupam o máximo de energia para o momento de buscar uma presa. Em média, eles dormem de 16 a 18 horas por dia, mas é um sono leve, interrompido rapidamente ao primeiro sinal de perigo. Talvez por isso eles tirem pequenos cochilos, e não durmam pesado por longos períodos, como os humanos. 

E eles sonham?

    Alguns especialistas dizem que eles alternam o sono leve (cerca de 70% do tempo) com períodos de sono profundo. Nestes últimos, podem ser observados os movimentos rápidos dos olhos (REM, em inglês), que também ocorrem quando os humanos estão sonhando, além de atos involuntários, como a agitação das patas e das unhas ou a rotação das orelhas. Tudo isso faz alguns especialistas acreditarem que, sim, eles sonham!

[...]


Disponível em: https://super.abril.com.br/especiais/por-que-gatos-sao-mais-independentes-que-cachorros/. Acesso em: 13 jun. 2024. 
Com base na leitura do texto, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Q3321223 Português
Veja a propaganda abaixo e analise as assertivas:

Q12.png (244×344)

Disponível em: https://br.pinterest.com/pin/6403624463779258/. Acesso em: 13 jun. 2024.

I- Mediante o texto verbal da propaganda, é válida a pressuposição de que os designers são pressionados pelo pouco tempo para criar um projeto.
II- No período composto “Não somos panela para trabalhar sob pressão”, temos um período composto por coordenação. 
III- No período composto “Não somos panela para trabalhar sob pressão”, a oração em destaque é uma oração subordinada adverbial final.
IV- O enunciado “Respeite o tempo de um designer” visa a persuadir o interlocutor.
V- No período composto “Ideias levam tempo para serem desenvolvidas”, a oração em destaque se classifica como uma oração coordenada sindética conclusiva.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q3321219 Português
A reportagem a seguir serve de base para a questão:

HAMAS DIZ ACEITAR TERMOS GERAIS DE PLANO DOS EUA PARA CESSAR-FOGO NA FAIXA DE GAZA


Washington fala de “sinal de esperança”; facção terrorista, porém, teria proposto emendas à proposta original


11 jun. 2024 às 17h39. Atualizado: 11 jun. 2024 às 18h15


SÃO PAULO


    Um dia após o Conselho de Segurança da ONU aprovar uma proposta apresentada pelos Estados Unidos para estabelecer um cessar-fogo na guerra entre Israel e Hamas, líderes da facção terrorista disseram nesta terça-feira (11) que o grupo está disposto a aceitar o plano e pronto para negociar os detalhes.

    Em viagem pelo Oriente Médio, o secretário de Estado americano, Antony Blinken, afirmou que a declaração representa um "sinal de esperança" para apaziguar o conflito que se arrasta há oito meses. 

    Mediadores do Qatar e do Egito confirmaram o recebimento de uma sinalização positiva do grupo terrorista, mas um dos negociadores disse à agência de notícias AFP que a facção exigiu emendas ao plano de Washington, o que colocaria em dúvida a viabilidade de sua implementação.

    Já o governo israelense negou avanços nos diálogos. À agência Reuters uma autoridade disse, sob condição de anonimato, que o Hamas pretende mudar os principais parâmetros da proposta aprovada pela ONU, incluindo os planos para a soltura de reféns ainda mantidos em cativeiros na Faixa de Gaza.

    Antes da resposta do Hamas, um funcionário do governo israelense havia dito que a proposta dos EUA permitiria a Israel alcançar seus objetivos na guerra, incluindo a destruição do grupo terrorista e a libertação de reféns, segundo o jornal The New York Times. Ele não afirmou, porém, se Tel Aviv pretendia aceitar o acordo, e o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, tampouco havia sinalizado essa possibilidade.

    O Hamas, por sua vez, divulgou comunicado após responder à proposta reiterando exigências já apresentadas durante o conflito. "A resposta dá prioridade aos interesses do povo palestino e enfatiza a necessidade de um cessar completo da agressão em curso em Gaza", afirmou o grupo numa declaração conjunta com o Jihad Islâmico.

    Em tese, algumas das demandas apresentadas pela facção contrariam aquele que tem sido o mantra de Netanyahu desde o início do conflito —de que a guerra só terminaria com a destruição total do Hamas. Assim, as partes ainda parecem distantes de um acordo.

    As discussões sobre os planos pós-guerra ainda continuarão nos próximos dias, ponderou Blinken, que voltou a se reunir com autoridades israelenses nesta terça, em Tel Aviv. O chefe da diplomacia americana desembarcou em Israel na segunda, em sua oitava visita ao Oriente Médio desde o início do conflito, para pressionar as partes envolvidas a estabelecerem um cessar-fogo.

    O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, John Kirby, disse que as autoridades americanas estavam avaliando as emendas propostas pelo Hamas. Ele enalteceu o envio de uma resposta formal do grupo terrorista, descrita por ele como útil para a construção dos diálogos, mas também não confirmou avanços.

    A mais recente proposta para cessar-fogo aprovada pela ONU foi apresentada no final de maio pelos EUA e propõe uma trégua de três fases. Na primeira, haveria um cessar-fogo completo por seis semanas, a retirada de todas as tropas das áreas habitadas de Gaza e a libertação de reféns sequestrados pelo Hamas em troca de centenas de prisioneiros palestinos. Ao mesmo tempo, passaria a haver um fluxo de 600 caminhões de ajuda humanitária entrando no território palestino todos os dias.

    Na segunda fase, Hamas e Israel negociariam um fim para a guerra, e o cessar-fogo continuaria em vigor durante essas negociações. A terceira fase consistiria em um plano de reconstrução do território palestino.

     "A administração dos EUA enfrenta um verdadeiro teste para cumprir os seus compromissos de obrigar a ocupação a pôr fim imediatamente à guerra, numa implementação da resolução do Conselho de Segurança da ONU", disse Abu Zuhri, um alto funcionário do Hamas, nesta terça.

    Apesar da aprovação do plano pelo Conselho de Segurança, palestinos disseram que as forças israelenses que operam na cidade de Rafah, no sul de Gaza, explodiram um conjunto de casas nesta terça, e que um ataque aéreo na Cidade de Gaza, no norte, matou ao menos quatro pessoas.

    Os EUA são os principais aliados e o maior fornecedor de armas a Israel, mas, assim como parte da comunidade internacional, tornaram-se críticos em relação ao número de mortes de civis em Gaza e à destruição no território causada pelas ofensivas israelenses. Desde o começo da guerra, mais de 37 mil palestinos foram mortos nos ataques, segundo o Ministério da Saúde local, controlado pelo Hamas.

    Em Gaza, os palestinos reagiram com cautela à votação do Conselho de Segurança. "Só vamos acreditar quando virmos [o cessar-fogo]", disse Shaban Abdel-Raouf, 47, forçada a se deslocar várias vezes durante o conflito e que atualmente está abrigada na cidade de Deir Al-Balah, no centro do território.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2024/06/hamas-diz-aceitar-termos-gerais-de-plano-dos-eua-para-cessar-fogo-na-faixa-de-gaza.shtml. Acesso em: 11 jun. 2024.
Do ponto de vista das funções da linguagem, assinale a alternativa que apresenta aquela que predomina na reportagem: 
Alternativas
Q3321218 Português
A reportagem a seguir serve de base para a questão:

HAMAS DIZ ACEITAR TERMOS GERAIS DE PLANO DOS EUA PARA CESSAR-FOGO NA FAIXA DE GAZA


Washington fala de “sinal de esperança”; facção terrorista, porém, teria proposto emendas à proposta original


11 jun. 2024 às 17h39. Atualizado: 11 jun. 2024 às 18h15


SÃO PAULO


    Um dia após o Conselho de Segurança da ONU aprovar uma proposta apresentada pelos Estados Unidos para estabelecer um cessar-fogo na guerra entre Israel e Hamas, líderes da facção terrorista disseram nesta terça-feira (11) que o grupo está disposto a aceitar o plano e pronto para negociar os detalhes.

    Em viagem pelo Oriente Médio, o secretário de Estado americano, Antony Blinken, afirmou que a declaração representa um "sinal de esperança" para apaziguar o conflito que se arrasta há oito meses. 

    Mediadores do Qatar e do Egito confirmaram o recebimento de uma sinalização positiva do grupo terrorista, mas um dos negociadores disse à agência de notícias AFP que a facção exigiu emendas ao plano de Washington, o que colocaria em dúvida a viabilidade de sua implementação.

    Já o governo israelense negou avanços nos diálogos. À agência Reuters uma autoridade disse, sob condição de anonimato, que o Hamas pretende mudar os principais parâmetros da proposta aprovada pela ONU, incluindo os planos para a soltura de reféns ainda mantidos em cativeiros na Faixa de Gaza.

    Antes da resposta do Hamas, um funcionário do governo israelense havia dito que a proposta dos EUA permitiria a Israel alcançar seus objetivos na guerra, incluindo a destruição do grupo terrorista e a libertação de reféns, segundo o jornal The New York Times. Ele não afirmou, porém, se Tel Aviv pretendia aceitar o acordo, e o premiê israelense, Binyamin Netanyahu, tampouco havia sinalizado essa possibilidade.

    O Hamas, por sua vez, divulgou comunicado após responder à proposta reiterando exigências já apresentadas durante o conflito. "A resposta dá prioridade aos interesses do povo palestino e enfatiza a necessidade de um cessar completo da agressão em curso em Gaza", afirmou o grupo numa declaração conjunta com o Jihad Islâmico.

    Em tese, algumas das demandas apresentadas pela facção contrariam aquele que tem sido o mantra de Netanyahu desde o início do conflito —de que a guerra só terminaria com a destruição total do Hamas. Assim, as partes ainda parecem distantes de um acordo.

    As discussões sobre os planos pós-guerra ainda continuarão nos próximos dias, ponderou Blinken, que voltou a se reunir com autoridades israelenses nesta terça, em Tel Aviv. O chefe da diplomacia americana desembarcou em Israel na segunda, em sua oitava visita ao Oriente Médio desde o início do conflito, para pressionar as partes envolvidas a estabelecerem um cessar-fogo.

    O porta-voz do Conselho de Segurança Nacional da Casa Branca, John Kirby, disse que as autoridades americanas estavam avaliando as emendas propostas pelo Hamas. Ele enalteceu o envio de uma resposta formal do grupo terrorista, descrita por ele como útil para a construção dos diálogos, mas também não confirmou avanços.

    A mais recente proposta para cessar-fogo aprovada pela ONU foi apresentada no final de maio pelos EUA e propõe uma trégua de três fases. Na primeira, haveria um cessar-fogo completo por seis semanas, a retirada de todas as tropas das áreas habitadas de Gaza e a libertação de reféns sequestrados pelo Hamas em troca de centenas de prisioneiros palestinos. Ao mesmo tempo, passaria a haver um fluxo de 600 caminhões de ajuda humanitária entrando no território palestino todos os dias.

    Na segunda fase, Hamas e Israel negociariam um fim para a guerra, e o cessar-fogo continuaria em vigor durante essas negociações. A terceira fase consistiria em um plano de reconstrução do território palestino.

     "A administração dos EUA enfrenta um verdadeiro teste para cumprir os seus compromissos de obrigar a ocupação a pôr fim imediatamente à guerra, numa implementação da resolução do Conselho de Segurança da ONU", disse Abu Zuhri, um alto funcionário do Hamas, nesta terça.

    Apesar da aprovação do plano pelo Conselho de Segurança, palestinos disseram que as forças israelenses que operam na cidade de Rafah, no sul de Gaza, explodiram um conjunto de casas nesta terça, e que um ataque aéreo na Cidade de Gaza, no norte, matou ao menos quatro pessoas.

    Os EUA são os principais aliados e o maior fornecedor de armas a Israel, mas, assim como parte da comunidade internacional, tornaram-se críticos em relação ao número de mortes de civis em Gaza e à destruição no território causada pelas ofensivas israelenses. Desde o começo da guerra, mais de 37 mil palestinos foram mortos nos ataques, segundo o Ministério da Saúde local, controlado pelo Hamas.

    Em Gaza, os palestinos reagiram com cautela à votação do Conselho de Segurança. "Só vamos acreditar quando virmos [o cessar-fogo]", disse Shaban Abdel-Raouf, 47, forçada a se deslocar várias vezes durante o conflito e que atualmente está abrigada na cidade de Deir Al-Balah, no centro do território.

Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2024/06/hamas-diz-aceitar-termos-gerais-de-plano-dos-eua-para-cessar-fogo-na-faixa-de-gaza.shtml. Acesso em: 11 jun. 2024.
Analise os seguintes períodos compostos presentes no texto e, em seguida, assinale a alternativa CORRETA: 

PERÍODO 1:

Q7_1.png (573×50)

PERÍODO 2:

Q7_2.png (572×133)

PERÍODO 3:

Q7_3.png (577×104)

Considerando os três períodos compostos descritos acima, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3321214 Português
O artigo da Revista Superinteressante que se segue serve de base para a questão:


A AMEAÇA DOS ULTRAPROCESSADOS


Eles já correspondem a um quarto das calorias que comemos. Estão relacionados a diversas doenças, como ansiedade, depressão e 25 tipos de câncer. E matam 57 mil pessoas por ano só no Brasil. Entenda como a indústria alimentícia manipula nosso paladar e nos vicia em produtos nocivos.


Por Tiago Cordeiro e Bruno Garattoni


Atualizado em 28 de maio de 2024, às 19h27. Publicado em 17 de maio de 2024, às 10h00


    Qual foi a última coisa que você comeu? Há boas chances de que tenha sido algo ultraprocessado – ou seja, que é o resultado de uma sequência de técnicas industriais, com a adição de ingredientes artificiais, substâncias que modificam o sabor e processos que alteram as propriedades físicas e químicas do alimento.

    Os ultraprocessados já correspondem a 25% de todas as calorias consumidas no Brasil, de acordo com um estudo do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens) da USP.

    É bastante coisa, e está aumentando: há apenas seis anos, 19,6% das calorias que ingerimos vinham dos ultraprocessados. Em outros países, o cenário é ainda mais impressionante: nos EUA, 55,5% das calorias consumidas pela população vêm de ultraprocessados; na Inglaterra, são 56,8% e no Canadá, 48%.

    Os ultraprocessados conquistaram o mundo porque custam pouco e, embora não sejam exatamente deliciosos, costumam ter altos níveis de sal, açúcar e gordura, três ingredientes extremamente atraentes para o paladar humano. Mas eles também têm outro lado: podem estar relacionados a uma série de doenças.

    O consumo de ultraprocessados está associado a maior risco de 25 tipos de câncer, como descreveu um levantamento que acompanhou 521 mil pessoas, de 10 países europeus, ao longo de uma década.

    Esse (mau) hábito alimentar também está relacionado a depressão, ansiedade e declínio cognitivo, como apontou um relatório produzido pela ONG americana Sapien Labs.

    Ao avaliar a rotina alimentar e o estado de saúde de quase 300 mil pessoas em 70 países, ela concluiu que 53% das pessoas que se alimentam de ultraprocessados várias vezes ao dia relatam sofrer de problemas relacionados à saúde mental – contra 18% dos entrevistados que raramente procuram por esse tipo de comida.

    Os danos são generalizados. “No geral, foram encontradas associações diretas entre a exposição a alimentos ultraprocessados e 32 parâmetros de saúde que abrangem mortalidade, câncer e resultados de saúde mental, respiratório, cardiovascular, gastrointestinal e metabólico”, resumem especialistas de diversas instituições importantes, incluindo a Universidade Johns Hopkins, a Universidade de Sydney, e a Universidade de Sorbonne, em um trabalho que avaliou 45 outros estudos sobre alimentos ultraprocessados, envolvendo 9,9 milhões de pessoas ao todo.

    Essa análise apontou que a maior ingestão de ultraprocessados está associada a um aumento de 50% no risco de morte por doenças cardiovasculares, de 48% a 53% mais risco de desenvolver transtornos mentais, e 12% mais probabilidade de sofrer diabetes tipo 2.

    Tem mais. Os ultraprocessados causam 57 mil mortes prematuras por ano no Brasil, como estima um estudo elaborado por pesquisadores das USP, da Fiocruz, da Unifesp e da Universidade de Santiago (Chile).

    É isso mesmo. Eles matam mais gente, a cada ano, do que os acidentes de trânsito (que vitimam em torno de 30 mil pessoas), ou os homicídios (39.500 mortes no ano passado).

    [...]

    Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/a-ameaca-dos-ultraprocessados/. Acesso em: 11 jun. 2024. 
Do ponto de vista dos processos de formação de palavras, da pontuação e da concordância, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3321213 Português
O artigo da Revista Superinteressante que se segue serve de base para a questão:


A AMEAÇA DOS ULTRAPROCESSADOS


Eles já correspondem a um quarto das calorias que comemos. Estão relacionados a diversas doenças, como ansiedade, depressão e 25 tipos de câncer. E matam 57 mil pessoas por ano só no Brasil. Entenda como a indústria alimentícia manipula nosso paladar e nos vicia em produtos nocivos.


Por Tiago Cordeiro e Bruno Garattoni


Atualizado em 28 de maio de 2024, às 19h27. Publicado em 17 de maio de 2024, às 10h00


    Qual foi a última coisa que você comeu? Há boas chances de que tenha sido algo ultraprocessado – ou seja, que é o resultado de uma sequência de técnicas industriais, com a adição de ingredientes artificiais, substâncias que modificam o sabor e processos que alteram as propriedades físicas e químicas do alimento.

    Os ultraprocessados já correspondem a 25% de todas as calorias consumidas no Brasil, de acordo com um estudo do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens) da USP.

    É bastante coisa, e está aumentando: há apenas seis anos, 19,6% das calorias que ingerimos vinham dos ultraprocessados. Em outros países, o cenário é ainda mais impressionante: nos EUA, 55,5% das calorias consumidas pela população vêm de ultraprocessados; na Inglaterra, são 56,8% e no Canadá, 48%.

    Os ultraprocessados conquistaram o mundo porque custam pouco e, embora não sejam exatamente deliciosos, costumam ter altos níveis de sal, açúcar e gordura, três ingredientes extremamente atraentes para o paladar humano. Mas eles também têm outro lado: podem estar relacionados a uma série de doenças.

    O consumo de ultraprocessados está associado a maior risco de 25 tipos de câncer, como descreveu um levantamento que acompanhou 521 mil pessoas, de 10 países europeus, ao longo de uma década.

    Esse (mau) hábito alimentar também está relacionado a depressão, ansiedade e declínio cognitivo, como apontou um relatório produzido pela ONG americana Sapien Labs.

    Ao avaliar a rotina alimentar e o estado de saúde de quase 300 mil pessoas em 70 países, ela concluiu que 53% das pessoas que se alimentam de ultraprocessados várias vezes ao dia relatam sofrer de problemas relacionados à saúde mental – contra 18% dos entrevistados que raramente procuram por esse tipo de comida.

    Os danos são generalizados. “No geral, foram encontradas associações diretas entre a exposição a alimentos ultraprocessados e 32 parâmetros de saúde que abrangem mortalidade, câncer e resultados de saúde mental, respiratório, cardiovascular, gastrointestinal e metabólico”, resumem especialistas de diversas instituições importantes, incluindo a Universidade Johns Hopkins, a Universidade de Sydney, e a Universidade de Sorbonne, em um trabalho que avaliou 45 outros estudos sobre alimentos ultraprocessados, envolvendo 9,9 milhões de pessoas ao todo.

    Essa análise apontou que a maior ingestão de ultraprocessados está associada a um aumento de 50% no risco de morte por doenças cardiovasculares, de 48% a 53% mais risco de desenvolver transtornos mentais, e 12% mais probabilidade de sofrer diabetes tipo 2.

    Tem mais. Os ultraprocessados causam 57 mil mortes prematuras por ano no Brasil, como estima um estudo elaborado por pesquisadores das USP, da Fiocruz, da Unifesp e da Universidade de Santiago (Chile).

    É isso mesmo. Eles matam mais gente, a cada ano, do que os acidentes de trânsito (que vitimam em torno de 30 mil pessoas), ou os homicídios (39.500 mortes no ano passado).

    [...]

    Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/a-ameaca-dos-ultraprocessados/. Acesso em: 11 jun. 2024. 

Considere o excerto abaixo:



    “Esse (mau) hábito alimentar também está relacionado a depressão, ansiedade e declínio cognitivo, como apontou um relatório produzido pela ONG americana Sapien Labs.


    Ao avaliar a rotina alimentar e o estado de saúde de quase 300 mil pessoas em 70 países, ela concluiu que 53% das pessoas que se alimentam de ultraprocessados várias vezes ao dia relatam sofrer de problemas relacionados à saúde mental – contra 18% dos entrevistados que raramente procuram por esse tipo de comida”.



No tocante à construção da referenciação do texto, assinale a alternativa CORRETA: 

Alternativas
Q3321212 Português
O artigo da Revista Superinteressante que se segue serve de base para a questão:


A AMEAÇA DOS ULTRAPROCESSADOS


Eles já correspondem a um quarto das calorias que comemos. Estão relacionados a diversas doenças, como ansiedade, depressão e 25 tipos de câncer. E matam 57 mil pessoas por ano só no Brasil. Entenda como a indústria alimentícia manipula nosso paladar e nos vicia em produtos nocivos.


Por Tiago Cordeiro e Bruno Garattoni


Atualizado em 28 de maio de 2024, às 19h27. Publicado em 17 de maio de 2024, às 10h00


    Qual foi a última coisa que você comeu? Há boas chances de que tenha sido algo ultraprocessado – ou seja, que é o resultado de uma sequência de técnicas industriais, com a adição de ingredientes artificiais, substâncias que modificam o sabor e processos que alteram as propriedades físicas e químicas do alimento.

    Os ultraprocessados já correspondem a 25% de todas as calorias consumidas no Brasil, de acordo com um estudo do Núcleo de Pesquisas Epidemiológicas em Nutrição e Saúde (Nupens) da USP.

    É bastante coisa, e está aumentando: há apenas seis anos, 19,6% das calorias que ingerimos vinham dos ultraprocessados. Em outros países, o cenário é ainda mais impressionante: nos EUA, 55,5% das calorias consumidas pela população vêm de ultraprocessados; na Inglaterra, são 56,8% e no Canadá, 48%.

    Os ultraprocessados conquistaram o mundo porque custam pouco e, embora não sejam exatamente deliciosos, costumam ter altos níveis de sal, açúcar e gordura, três ingredientes extremamente atraentes para o paladar humano. Mas eles também têm outro lado: podem estar relacionados a uma série de doenças.

    O consumo de ultraprocessados está associado a maior risco de 25 tipos de câncer, como descreveu um levantamento que acompanhou 521 mil pessoas, de 10 países europeus, ao longo de uma década.

    Esse (mau) hábito alimentar também está relacionado a depressão, ansiedade e declínio cognitivo, como apontou um relatório produzido pela ONG americana Sapien Labs.

    Ao avaliar a rotina alimentar e o estado de saúde de quase 300 mil pessoas em 70 países, ela concluiu que 53% das pessoas que se alimentam de ultraprocessados várias vezes ao dia relatam sofrer de problemas relacionados à saúde mental – contra 18% dos entrevistados que raramente procuram por esse tipo de comida.

    Os danos são generalizados. “No geral, foram encontradas associações diretas entre a exposição a alimentos ultraprocessados e 32 parâmetros de saúde que abrangem mortalidade, câncer e resultados de saúde mental, respiratório, cardiovascular, gastrointestinal e metabólico”, resumem especialistas de diversas instituições importantes, incluindo a Universidade Johns Hopkins, a Universidade de Sydney, e a Universidade de Sorbonne, em um trabalho que avaliou 45 outros estudos sobre alimentos ultraprocessados, envolvendo 9,9 milhões de pessoas ao todo.

    Essa análise apontou que a maior ingestão de ultraprocessados está associada a um aumento de 50% no risco de morte por doenças cardiovasculares, de 48% a 53% mais risco de desenvolver transtornos mentais, e 12% mais probabilidade de sofrer diabetes tipo 2.

    Tem mais. Os ultraprocessados causam 57 mil mortes prematuras por ano no Brasil, como estima um estudo elaborado por pesquisadores das USP, da Fiocruz, da Unifesp e da Universidade de Santiago (Chile).

    É isso mesmo. Eles matam mais gente, a cada ano, do que os acidentes de trânsito (que vitimam em torno de 30 mil pessoas), ou os homicídios (39.500 mortes no ano passado).

    [...]

    Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/a-ameaca-dos-ultraprocessados/. Acesso em: 11 jun. 2024. 

Analise as assertivas abaixo:



I- O texto faz uma apologia aos alimentos ultraprocessados na alimentação do brasileiro.


II- O texto faz um alerta aos riscos da ingestão de alimentos ultraprocessados.


III- Os alimentos ultraprocessados não podem causar prejuízos ao sistema respiratório.


IV- Os Estados Unidos consomem mais alimentos ultraprocessados que o Canadá.


V- A ingestão de alimentos ultraprocessados representa um risco de se desenvolverem doenças cardiovasculares.


É CORRETO o que se afirma apenas em:

Alternativas
Q3317443 Medicina
Ancilostomíase é Infecção intestinal causada por nematódeos, que nos caos de infecções leves, pode apresentar-se assintomática. Apresentações clínicas importantes, como um quadro gastrointestinal agudo caracterizado por náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal e flatulência, também podem ocorrer. (...) Modo de transmissão - Os ovos contidos nas fezes são depositados no solo, onde se tornam embrionados.

(https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/doencas_infecciosas_parasitaria_guia_bolso.pdf) – (P.95) Sobre “Ancilostomíase” analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso).

Em seguida, marque a alternativa com a série correta. 

I – Em crianças com parasitismo intenso, pode ocorrer hipoproteinemia e atraso no desenvolvimento físico e mental.
II – Com frequência, dependendo da intensidade da infecção, acarreta anemia ferropriva.
III – A Sinonímia da Ancilostomíase contempla os termos: Amarelão, opilação, doença do Jeca Tatu.
IV – O homem (ser hu8mano) é o reservatório. 
Alternativas
Q3317442 Enfermagem
As “Técnicas Básicas de Enfermagem” englobam inúmeros aspectos de suma importância para os cuidados com o paciente. Todos eles devem ser observados, acompanhados e respeitados.

(LIMA, Idelmina Lopes de. Manual do Técnico e Auxiliar de Enfermagem. AB Editora Goiânia. p. 94;95; 171/175/)

Sobre o assunto enunciado, marque a afirmação incorreta.
Alternativas
Q3317441 Enfermagem
Analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa com a série correta.

I – No que se refere à Biossegurança, tem-se que as mãos são consideradas umas das principais ferramentas dos profissionais que atuam nos Serviços de Enfermagem, é por meio delas que os profissionais executam suas atividades.
II – Com respeito às características do recémnascido a termo, nascido vido, com idade gestacional de 37 a 42 semanas e possuindo características fisiológicas e anatômicas que permitam sua adaptação perfeita ao meio externo, tem-se que: a cabeça normalmente é ovoide; as fontanelas ou moleiras são palpáveis e representam espaços de cartilagem que permitem o acavalamento dos ossos, facilitando o trabalho de parto.
III – Oxigenoterapia é uma técnica útil no tratamento de males que reduzem a saturação do oxigênio no sangue. Depois de um tempo, a baixa saturação desse gás pode desencadear uma série de complicações, devido ao mau funcionamento dos órgãos e sistemas, portanto, é indispensável que a equipe de enfermagem fique muito atenta à importância deste procedimento.
IV – A finalidade dos curativos é garantir uma cicatrização perfeita e evitar o agravamento de feridas que pedem mais cuidados. Por isso, vale a pena conhecer opções de curativos e escolher os produtos certos para utilidades médicas e primeiros socorros.
Alternativas
Q3317440 Enfermagem
Biossegurança compreende um conjunto de ações destinadas a prevenir, controlar, mitigar ou eliminar riscos inerentes às atividades que possam interferir na qualidade de vida ou comprometê-la, além de expor a perigo também a saúde humana e o meio ambiente. Dessa forma, a biossegurança caracteriza-se como estratégica e essencial para o desenvolvimento de atividades de assistência à saúde, sendo de fundamental importância para garantir a segurança e prevenção dos possíveis riscos ocupacionais (BRASIL, 2010). O Manual de Biossegurança foi elaborado pela Equipe de Enfermagem (...), visando ao estabelecimento de condutas que possam fortalecer as medidas de biossegurança do Serviço de Enfermagem, nas práticas de assistência à saúde, em quaisquer instituições de saúde. (...)

(https://ifce.edu.br/noticias/enfermagem-do-ifce-elabora-manual-de-biosseguranca/manual-debiosseguranca-do-servico-de-enfermagem.pdf2021) – (P.7) – (Adaptado)

Nessa dimensão, marque o que se tem como “Objetivo geral das medidas de segurança do Serviço de Enfermagem”.
Alternativas
Q3317439 Enfermagem
Para uma esterilização ser bem sucedida, além das etapas próprias, ela necessita do preparo das embalagens. O material destinado ao preparo de embalagens para artigos a serem esterilizados deve permitir o contato com o agente esterilizante e mantê-los livres de microorganismos durante a estocagem. (...) O princípio geral contém critérios que devem ser obedecidos.

(SOUZA, Virgínia Helena Soares de. MOZACHI, Nelson. Manual de Ambiente Hospitalar. 10ª ed. ISBN:85- 905124-1-X. Curitiba. p.138.)

Marque a informação que não contempla nenhum dos critérios do princípio geral a que se deve obedecer.: 
Alternativas
Q3317438 Enfermagem
As “Técnicas Básicas de Enfermagem” englobam inúmeros aspectos de suma importância para os cuidados com o paciente e ao Técnico de Enfermagem cabe ficar atento para os cuidados com: “Sinais vitais; Mensuração de altura e peso; Assepsia e controle de infecção”, dentre muitos outros que também devem ser observados, acompanhados e respeitados.

(LIMA, Idelmina Lopes de. Manual do Técnico e Auxiliar de Enfermagem. AB Editora Goiânia. p.35.)

Sobre o enunciado, analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa com a série correta.

I – Os Sinais vitais compreendem: Temperatura corporal. Pulso. Respiração. Pressão arterial.
II – A média normal de temperatura para adultos considerados normais é de 34ºC a 35ºC.
III – Pulso é a contração e expansão de uma artéria, correspondendo aos batimentos cardíacos.
IV – Assepsia significa método, ou o conjunto de métodos, utilizados para impedir a invasão de germes patogênicos no organismo, visandose prevenir infecções. É a limpeza que ocorre preventivamente. 
Alternativas
Q3317437 Enfermagem
Analise os dados da informação seguinte: “Administração pela via intradérmica –(ID) – consiste em aplicar uma injeção em uma área (derme) que se localiza entre a pele e o tecido subcutâneo. É indicada para injeção de pequenas doses (_________).”

(LIMA,,Idelmina Lopes de. Manual do Técnico e Auxiliar de Enfermagem. Coordenação de6ª Ed. ver. E ampliada Goiânia AB, 2000.p.414.).

Marque a alternativa com os dados corretos para preencher os parênteses que estão no final do texto. 
Alternativas
Q3317436 Enfermagem
A diarreia é um desarranjo do intestino com aumento do número de evacuações e fezes amolecidas ou líquidas. As causas da diarreia podem ser explicadas: “Os germes causadores da diarreia costumam chegar ao ser humano através da boca, podendo estar na água ou alimentos contaminados. A maioria das diarreias é causada por vírus, bactérias ou parasitas. Os parasitas são comuns em locais com condições precárias de higiene sanitária”.

(https://bvsms.saude.gov.br/diarreia-e-desidratacao)

Marque a alternativa com a expressão que revela o melhor meio de prevenir a diarreia do recém-nascido.
Alternativas
Q3317435 Medicina
Crescimento físico representa é aumento no tamanho. Desenvolvimento é o crescimento da capacidade funcional. Os dois processos são dependentes de fatores genéticos, nutricionais e ambientais. Ao descrever o desenvolvimento físico e emocional em crianças, é útil definir certos grupos etários: 1. Neonato (recém-nascido): do nascimento a 1 mês. 2. Lactente: 1 mês a 1 ano. 3. Criança jovem: 1 ano a 4 anos. 4. Criança mais velha: 5 a 10 anos. 5. Adolescente: 11 anos até 17 e 19 anos.

(https://www.msdmanuals.com/pt-br/profissional/pediatria/crescimento-edesenvolvimento/introdu%C3%A7%C3%A3o-ao-crescimento-e-desenvolvimento)

Sobre “Crescimento e desenvolvimento da criança”, analise as assertivas com o código V(Verdadeiro) ou F(Falso). Em seguida, marque a alternativa com a série correta.

I – Dos dois aos quatro anos (controlar a cabeça no pescoço).
II – Dos quatro aos seis meses (rolar).
III – Dos seis aos oito meses (sentar).
IV – Dos nove aos doze meses (ficar em pé).
Alternativas
Q3317434 Enfermagem
Puerpério é o período que decorre da dequitação até a volta do organismo materno à normalidade, sendo necessário, em média, quatro a cinco semanas para que isso se efetive (quando ausentes forem quaisquer intercorrências. (...) A puérpera deve receber atenção continuada, a fim de se detectar, precocemente, qualquer que seja a complicação. Nesse período, devem ser evitadas as complicações: I. Hemorragias. II. Ingurgitamento mamário. III. Rachaduras e fissuras do mamilo. IV. Mastites. V. Infecção puerperal. VI. Deiscência de sutura. VII. Flebite.

(LIMA,,Idelmina Lopes de. Manual do Técnico e Auxiliar de Enfermagem. Coordenação de6ª Ed. ver. E ampliada Goiânia AB, 2000.p.327).

De acordo com os dados do enunciado, analise esta informação:
“(...) Popularmente conhecida como abertura dos pontos, é uma complicação grave na qual as bordas da ferida, que estão unidas por uma sutura, acabam abrindo e se afastando, o que aumenta o risco de infecção e dificulta a cicatrização".

(Por: Sérgio Falcão. https://cirurgiasegura.com/)

Os dados da informação identificam corretamente:
Alternativas
Respostas
9481: A
9482: B
9483: D
9484: D
9485: E
9486: E
9487: D
9488: E
9489: D
9490: B
9491: E
9492: B
9493: C
9494: D
9495: A
9496: A
9497: B
9498: D
9499: A
9500: E