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Q3810486 Português
FÓSSEIS DESCOBERTOS NA CHINA PODEM REESCREVER A HISTÓRIA HUMANA; ENTENDA


      Arqueologistas encontraram restos de hominídeos arcaicos que viveram entre 300 mil e 100 mil anos atrás.
     Um conjunto de fósseis com características humanas encontrado na China tem intrigado cientistas há décadas, desafiando explicações ou categorizações.

    Os fragmentos de crânio, dentes, mandíbulas e outros restos descobertos em diferentes locais do país são claramente vestígios de hominídeos arcaicos — nome formal para espécies da linhagem humana — que viveram entre 300 mil e 100 mil anos atrás.

   Christopher Bae, professor do departamento de antropologia da Universidade do Havaí em Manoa, que esteve baseado em Pequim por muitos anos, está entre os cientistas que revisitam esses intrigantes fósseis com um novo olhar.

   Ele e sua colega Wu Xiujie, professora sênior do Instituto de Paleontologia e Paleoantropologia de Vertebrados em Pequim, agora sugerem que pode ser hora de reconhecer formalmente um hominídeo antigo anteriormente desconhecido, e propuseram o reconhecimento oficial de uma nova espécie para a ciência. (IT)

   A característica mais marcante deste ancestral humano anteriormente desconhecido? Um cérebro extremamente grande, maior que o de nossa espécie, Homo sapiens, o único hominídeo sobrevivente. A característica se reflete no nome proposto para a espécie, revelado por Bae e Wu em um artigo de novembro publicado na revista científica Nature Communications: Homo juluensis, uma referência a “ju lu”, que significa cabeça grande em chinês.

   “Seus crânios são realmente muito, muito grandes, você sabe, a capacidade craniana estimada é de 1.700, 1.800 centímetros cúbicos”, disse Bae. “Temos uma capacidade mínima de cerca de 1.350 cc, em média, somos cerca de 1.450 cc. Não é uma ordem de magnitude maior, mas é muito mais robusto”.

    A proposta está gerando controvérsia entre paleoantropólogos, e alguns cientistas discordam sobre se o novo agrupamento se eleva ao nível de uma nova espécie. Mas, se a análise de Bae e Wu estiver correta, esses fósseis podem conter a chave para resolver um dos maiores mistérios da evolução humana: um quebra-cabeça que começou com a descoberta de um osso de dedo mindinho na Caverna Denisova, nas Montanhas Altai, no sul da Sibéria.

   A análise de DNA desse pequeno fóssil levou à descoberta em 2010 de que ele representava uma população humana antiga distinta, que os cientistas chamaram de denisovanos. Muitas pessoas vivas hoje carregam traços do DNA denisovano, mas — como os fósseis desses ancestrais extintos ainda são poucos — os especialistas em origens humanas ainda não sabem exatamente como eles eram, onde viviam ou por que desapareceram.

    Os restos chineses difíceis de classificar incluem 21 fósseis encontrados na década de 1970 no sítio de Xujiayao (Houjiayao), localizado na fronteira das províncias de Shanxi e Hebei, no norte da China. Os espécimes representam 16 indivíduos que viveram entre 200 mil e 160 mil anos atrás.

    Muitos desses fósseis haviam sido negligenciados porque, quando foram descobertos pela primeira vez nas décadas de 1970 e 1980, as crenças comuns sobre as origens humanas eram vastamente diferentes das teorias atuais.

   Na época, muitos paleoantropólogos pensavam que as populações humanas atuais evoluíram regionalmente de hominídeos arcaicos como o Homo erectus, que deixou a África há cerca de 2 milhões de anos. Com efeito, esse modelo científico conhecido como multirregionalismo, agora amplamente rejeitado, sugeria que havia apenas uma espécie de hominídeo que evoluiu ao longo do tempo para se tornar Homo sapiens.

    Nesse cenário, os fósseis de Xujiayao e outros com características incomuns descobertos na China foram classificados como intermediários entre hominídeos mais primitivos, como o Homo erectus, e os mais modernos. O modelo científico multirregional, que sugeria raízes ancestrais distintas para o povo chinês, alinhava-se com sentimentos nacionalistas e já foi particularmente enraizado entre acadêmicos chineses (...).

   “Os Denisovanos não têm um nome taxonômico formal intencionalmente porque há uma falta de material comparativo para nomear uma nova espécie”, explicou McCrae. “Isso é bom por um lado porque dá tempo ao campo para descobrir mais evidências fósseis dos Denisovanos antes de nomear uma nova espécie, mas é ruim por outro lado porque deixa esses importantes fósseis ‘disponíveis’ para que pessoas atribuam prematuramente um nome taxonômico.”

   Existe esperança entre alguns paleoantropólogos de que, quando os Denisovanos receberem um nome formal de espécie, “ele reflita o local tipo da Caverna Denisova e o agora ubíquo nome coloquial ‘Denisovanos’”, disse McCrae, admitindo que “não há garantia de que isso acontecerá.”

  O período está repleto de hominídeos fósseis que morfologicamente são “um tanto confusos”, acrescentou ele. Alguns parecem distintos, mas alguns têm características Neandertais, e outros têm características do Homo sapiens, e muitos têm ambas, disse McCrae.

    “Dividir prematuramente os fósseis em espécies poderia obscurecer a verdadeira história do que está acontecendo no mundo neste momento, e é, de uma perspectiva logística, muito difícil voltar atrás em uma decisão uma vez que os nomes das espécies são divulgados, independentemente de haver bom suporte para isso ou não”, disse ele.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/fosseis-descobertos-na-china-podem-reescrever-a-historia-humana-entenda/. Acesso em: 14 fev. 2025.
É acentuada pelo mesmo motivo que “ubíquo” a seguinte palavra:
Alternativas
Q3810485 Português
FÓSSEIS DESCOBERTOS NA CHINA PODEM REESCREVER A HISTÓRIA HUMANA; ENTENDA


      Arqueologistas encontraram restos de hominídeos arcaicos que viveram entre 300 mil e 100 mil anos atrás.
     Um conjunto de fósseis com características humanas encontrado na China tem intrigado cientistas há décadas, desafiando explicações ou categorizações.

    Os fragmentos de crânio, dentes, mandíbulas e outros restos descobertos em diferentes locais do país são claramente vestígios de hominídeos arcaicos — nome formal para espécies da linhagem humana — que viveram entre 300 mil e 100 mil anos atrás.

   Christopher Bae, professor do departamento de antropologia da Universidade do Havaí em Manoa, que esteve baseado em Pequim por muitos anos, está entre os cientistas que revisitam esses intrigantes fósseis com um novo olhar.

   Ele e sua colega Wu Xiujie, professora sênior do Instituto de Paleontologia e Paleoantropologia de Vertebrados em Pequim, agora sugerem que pode ser hora de reconhecer formalmente um hominídeo antigo anteriormente desconhecido, e propuseram o reconhecimento oficial de uma nova espécie para a ciência. (IT)

   A característica mais marcante deste ancestral humano anteriormente desconhecido? Um cérebro extremamente grande, maior que o de nossa espécie, Homo sapiens, o único hominídeo sobrevivente. A característica se reflete no nome proposto para a espécie, revelado por Bae e Wu em um artigo de novembro publicado na revista científica Nature Communications: Homo juluensis, uma referência a “ju lu”, que significa cabeça grande em chinês.

   “Seus crânios são realmente muito, muito grandes, você sabe, a capacidade craniana estimada é de 1.700, 1.800 centímetros cúbicos”, disse Bae. “Temos uma capacidade mínima de cerca de 1.350 cc, em média, somos cerca de 1.450 cc. Não é uma ordem de magnitude maior, mas é muito mais robusto”.

    A proposta está gerando controvérsia entre paleoantropólogos, e alguns cientistas discordam sobre se o novo agrupamento se eleva ao nível de uma nova espécie. Mas, se a análise de Bae e Wu estiver correta, esses fósseis podem conter a chave para resolver um dos maiores mistérios da evolução humana: um quebra-cabeça que começou com a descoberta de um osso de dedo mindinho na Caverna Denisova, nas Montanhas Altai, no sul da Sibéria.

   A análise de DNA desse pequeno fóssil levou à descoberta em 2010 de que ele representava uma população humana antiga distinta, que os cientistas chamaram de denisovanos. Muitas pessoas vivas hoje carregam traços do DNA denisovano, mas — como os fósseis desses ancestrais extintos ainda são poucos — os especialistas em origens humanas ainda não sabem exatamente como eles eram, onde viviam ou por que desapareceram.

    Os restos chineses difíceis de classificar incluem 21 fósseis encontrados na década de 1970 no sítio de Xujiayao (Houjiayao), localizado na fronteira das províncias de Shanxi e Hebei, no norte da China. Os espécimes representam 16 indivíduos que viveram entre 200 mil e 160 mil anos atrás.

    Muitos desses fósseis haviam sido negligenciados porque, quando foram descobertos pela primeira vez nas décadas de 1970 e 1980, as crenças comuns sobre as origens humanas eram vastamente diferentes das teorias atuais.

   Na época, muitos paleoantropólogos pensavam que as populações humanas atuais evoluíram regionalmente de hominídeos arcaicos como o Homo erectus, que deixou a África há cerca de 2 milhões de anos. Com efeito, esse modelo científico conhecido como multirregionalismo, agora amplamente rejeitado, sugeria que havia apenas uma espécie de hominídeo que evoluiu ao longo do tempo para se tornar Homo sapiens.

    Nesse cenário, os fósseis de Xujiayao e outros com características incomuns descobertos na China foram classificados como intermediários entre hominídeos mais primitivos, como o Homo erectus, e os mais modernos. O modelo científico multirregional, que sugeria raízes ancestrais distintas para o povo chinês, alinhava-se com sentimentos nacionalistas e já foi particularmente enraizado entre acadêmicos chineses (...).

   “Os Denisovanos não têm um nome taxonômico formal intencionalmente porque há uma falta de material comparativo para nomear uma nova espécie”, explicou McCrae. “Isso é bom por um lado porque dá tempo ao campo para descobrir mais evidências fósseis dos Denisovanos antes de nomear uma nova espécie, mas é ruim por outro lado porque deixa esses importantes fósseis ‘disponíveis’ para que pessoas atribuam prematuramente um nome taxonômico.”

   Existe esperança entre alguns paleoantropólogos de que, quando os Denisovanos receberem um nome formal de espécie, “ele reflita o local tipo da Caverna Denisova e o agora ubíquo nome coloquial ‘Denisovanos’”, disse McCrae, admitindo que “não há garantia de que isso acontecerá.”

  O período está repleto de hominídeos fósseis que morfologicamente são “um tanto confusos”, acrescentou ele. Alguns parecem distintos, mas alguns têm características Neandertais, e outros têm características do Homo sapiens, e muitos têm ambas, disse McCrae.

    “Dividir prematuramente os fósseis em espécies poderia obscurecer a verdadeira história do que está acontecendo no mundo neste momento, e é, de uma perspectiva logística, muito difícil voltar atrás em uma decisão uma vez que os nomes das espécies são divulgados, independentemente de haver bom suporte para isso ou não”, disse ele.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/fosseis-descobertos-na-china-podem-reescrever-a-historia-humana-entenda/. Acesso em: 14 fev. 2025.
Mantém a concordância verbal a alternativa apresentada:
Alternativas
Q3810484 Português
FÓSSEIS DESCOBERTOS NA CHINA PODEM REESCREVER A HISTÓRIA HUMANA; ENTENDA


      Arqueologistas encontraram restos de hominídeos arcaicos que viveram entre 300 mil e 100 mil anos atrás.
     Um conjunto de fósseis com características humanas encontrado na China tem intrigado cientistas há décadas, desafiando explicações ou categorizações.

    Os fragmentos de crânio, dentes, mandíbulas e outros restos descobertos em diferentes locais do país são claramente vestígios de hominídeos arcaicos — nome formal para espécies da linhagem humana — que viveram entre 300 mil e 100 mil anos atrás.

   Christopher Bae, professor do departamento de antropologia da Universidade do Havaí em Manoa, que esteve baseado em Pequim por muitos anos, está entre os cientistas que revisitam esses intrigantes fósseis com um novo olhar.

   Ele e sua colega Wu Xiujie, professora sênior do Instituto de Paleontologia e Paleoantropologia de Vertebrados em Pequim, agora sugerem que pode ser hora de reconhecer formalmente um hominídeo antigo anteriormente desconhecido, e propuseram o reconhecimento oficial de uma nova espécie para a ciência. (IT)

   A característica mais marcante deste ancestral humano anteriormente desconhecido? Um cérebro extremamente grande, maior que o de nossa espécie, Homo sapiens, o único hominídeo sobrevivente. A característica se reflete no nome proposto para a espécie, revelado por Bae e Wu em um artigo de novembro publicado na revista científica Nature Communications: Homo juluensis, uma referência a “ju lu”, que significa cabeça grande em chinês.

   “Seus crânios são realmente muito, muito grandes, você sabe, a capacidade craniana estimada é de 1.700, 1.800 centímetros cúbicos”, disse Bae. “Temos uma capacidade mínima de cerca de 1.350 cc, em média, somos cerca de 1.450 cc. Não é uma ordem de magnitude maior, mas é muito mais robusto”.

    A proposta está gerando controvérsia entre paleoantropólogos, e alguns cientistas discordam sobre se o novo agrupamento se eleva ao nível de uma nova espécie. Mas, se a análise de Bae e Wu estiver correta, esses fósseis podem conter a chave para resolver um dos maiores mistérios da evolução humana: um quebra-cabeça que começou com a descoberta de um osso de dedo mindinho na Caverna Denisova, nas Montanhas Altai, no sul da Sibéria.

   A análise de DNA desse pequeno fóssil levou à descoberta em 2010 de que ele representava uma população humana antiga distinta, que os cientistas chamaram de denisovanos. Muitas pessoas vivas hoje carregam traços do DNA denisovano, mas — como os fósseis desses ancestrais extintos ainda são poucos — os especialistas em origens humanas ainda não sabem exatamente como eles eram, onde viviam ou por que desapareceram.

    Os restos chineses difíceis de classificar incluem 21 fósseis encontrados na década de 1970 no sítio de Xujiayao (Houjiayao), localizado na fronteira das províncias de Shanxi e Hebei, no norte da China. Os espécimes representam 16 indivíduos que viveram entre 200 mil e 160 mil anos atrás.

    Muitos desses fósseis haviam sido negligenciados porque, quando foram descobertos pela primeira vez nas décadas de 1970 e 1980, as crenças comuns sobre as origens humanas eram vastamente diferentes das teorias atuais.

   Na época, muitos paleoantropólogos pensavam que as populações humanas atuais evoluíram regionalmente de hominídeos arcaicos como o Homo erectus, que deixou a África há cerca de 2 milhões de anos. Com efeito, esse modelo científico conhecido como multirregionalismo, agora amplamente rejeitado, sugeria que havia apenas uma espécie de hominídeo que evoluiu ao longo do tempo para se tornar Homo sapiens.

    Nesse cenário, os fósseis de Xujiayao e outros com características incomuns descobertos na China foram classificados como intermediários entre hominídeos mais primitivos, como o Homo erectus, e os mais modernos. O modelo científico multirregional, que sugeria raízes ancestrais distintas para o povo chinês, alinhava-se com sentimentos nacionalistas e já foi particularmente enraizado entre acadêmicos chineses (...).

   “Os Denisovanos não têm um nome taxonômico formal intencionalmente porque há uma falta de material comparativo para nomear uma nova espécie”, explicou McCrae. “Isso é bom por um lado porque dá tempo ao campo para descobrir mais evidências fósseis dos Denisovanos antes de nomear uma nova espécie, mas é ruim por outro lado porque deixa esses importantes fósseis ‘disponíveis’ para que pessoas atribuam prematuramente um nome taxonômico.”

   Existe esperança entre alguns paleoantropólogos de que, quando os Denisovanos receberem um nome formal de espécie, “ele reflita o local tipo da Caverna Denisova e o agora ubíquo nome coloquial ‘Denisovanos’”, disse McCrae, admitindo que “não há garantia de que isso acontecerá.”

  O período está repleto de hominídeos fósseis que morfologicamente são “um tanto confusos”, acrescentou ele. Alguns parecem distintos, mas alguns têm características Neandertais, e outros têm características do Homo sapiens, e muitos têm ambas, disse McCrae.

    “Dividir prematuramente os fósseis em espécies poderia obscurecer a verdadeira história do que está acontecendo no mundo neste momento, e é, de uma perspectiva logística, muito difícil voltar atrás em uma decisão uma vez que os nomes das espécies são divulgados, independentemente de haver bom suporte para isso ou não”, disse ele.


Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/fosseis-descobertos-na-china-podem-reescrever-a-historia-humana-entenda/. Acesso em: 14 fev. 2025.
Fundamentado na leitura atenta do texto apresentado, pode-se inferir que:
Alternativas
Q3809674 Enfermagem
Para a realização de um enteroclisma, de forma a garantir conforto e maior eficácia do procedimento, a posição indicada é:
Alternativas
Q3809673 Enfermagem
Um antibiótico foi prescrito na dose de 425 mg. A farmácia dispensou o frasco de pó liofilizado contendo 1 g, acompanhado de diluente de 7 ml. O volume, em ml, que deve ser administrado para fornecer a dose prescrita é: 
Alternativas
Q3809657 Português
Entre as funções do artigo, está a de substantivação. Assinale a alternativa em que ocorre uma substantivação provocada pela presença do artigo em destaque: 
Alternativas
Q3809653 Português

Leia o texto a seguir:


Imagem associada para resolução da questão

(Disponível em: https://www.instagram.com/albeck31/. Acesso em 20 nov. 2025.)


A preposição é uma unidade linguística considerada dependente, ou seja, ela não aparece sozinha no discurso, mas na relação com outras palavras, construindo sentidos diversos conforme a preposição escolhida, o par de palavras e o contexto textual. Apesar de as preposições não terem sentido isoladas, elas proporcionam sentidos diversos nos textos. Analise as sentenças:


I.A preposição "de" estabelece sentidos diferentes no primeiro e no terceiro quadrinhos. No primeiro, a ideia é de finalidade, o objetivo do riso, enquanto no terceiro estabelece, entre os substantivos, uma característica particular, definindo de que "brincadeira" se trata.


II.Entre as várias possibilidades de sentido construídos pela preposição "com" está o de companhia e de modo. É o que ocorre no segundo quadrinho: rir com os outros é rir na companhia de outras pessoas, o que configura, no contexto da tirinha, um modo de rir.


III.Com a escolha das preposições "de" (1º quadrinho) e "com" (2º quadrinho), o autor construiu uma reflexão, entre outros temas, em torno da empatia, o que se confirma com o 3º quadrinho, que complementa a reflexão.


É correto o que se afirma em: 

Alternativas
Q3809645 Enfermagem
Durante o atendimento pré-hospitalar, uma gestante de 30 semanas apresenta pressão arterial de 170/110 mmHg, cefaleia intensa e visão turva. Considerando as condutas adequadas da equipe de enfermagem no SAMU diante de um quadro suspeito de pré-eclâmpsia grave, analise as afirmações a seguir:
I.O técnico em enfermagem deve manter a gestante em decúbito lateral esquerdo, a fim de otimizar o retorno venoso materno e melhorar a perfusão placentária.
II.A administração de sulfato de magnésio, quando prescrita pela regulação médica, é indicada para prevenção de convulsões.
III.Uma preocupação nesses casos é com a Síndrome de HELLP.
É correto o que se afirma em: 
Alternativas
Q3809644 Enfermagem
Durante o atendimento pré-hospitalar, um paciente politraumatizado apresenta palidez, sudorese fria, taquicardia e queda progressiva da pressão arterial. Na avaliação abdominal, a equipe identifica sinais sugestivos de hemorragia interna. Considerando as alterações típicas encontradas no exame físico do abdome nesses casos, o padrão esperado é: 
Alternativas
Q3809643 Enfermagem
Uma terminologia científica comumente utilizada, que se caracteriza por sensação de formigamento, queimação ou "alfinetadas" em regiões como braços, pernas, mãos e pés, denomina-se: 
Alternativas
Q3809642 Enfermagem
Para uma fluidoterapia de 2.000 ml correr em 7 horas, o gotejo correto deve ser de: 
Alternativas
Q3806302 Enfermagem
Uma técnica de enfermagem utiliza as redes sociais para publicar uma foto dentro do hospital, mostrando pacientes ao fundo e legendando: “Mais um plantão pesado!”. Conforme o Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem, essa atitude é: 
Alternativas
Q3806301 Enfermagem
Durante o turno da manhã, o técnico administra enalapril 10 mg via oral a um paciente hipertenso. Após 30 minutos, o paciente refere tontura. Qual deve ser a conduta correta do técnico de enfermagem?
Alternativas
Q3806300 Enfermagem
Um paciente em tratamento com cefalexina intravenosa para cistite bacteriana evolui bem, mas o técnico de enfermagem deve manter cuidado quanto à administração correta e ao uso racional do antibiótico.

De acordo com as noções de farmacologia e as atribuições do técnico de enfermagem na administração de medicamentos, qual das ações abaixo está correta?
Alternativas
Q3806299 Enfermagem
Durante visita domiciliar, o técnico de enfermagem identifica um idoso de 70 anos com Chikungunya confirmada, apresentando queda da pressão arterial, confusão mental e recusa alimentar. Qual deve ser a conduta imediata do técnico de enfermagem? 
Alternativas
Q3806298 Enfermagem
Um paciente chega à unidade com pressão arterial de 190/120 mmHg, queixando-se de forte dor de cabeça e visão turva. Segundo o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Hipertensão Arterial Sistêmica 2025 (PCDT-HAS-2025), como o técnico de enfermagem deve proceder? 
Alternativas
Q3806297 Enfermagem
Durante o atendimento em uma Unidade Básica de Saúde, uma técnica de enfermagem comenta com colegas detalhes do caso clínico de uma paciente conhecida, expondo informações sigilosas sobre seu diagnóstico. De acordo com o Código de Ética de Enfermagem (2024), essa conduta representa:
Alternativas
Q3806296 Enfermagem
Durante o acolhimento em uma Unidade Básica de Saúde, uma paciente de 35 anos relata febre alta súbita, intensa dor articular nos punhos e tornozelos, cefaleia e erupção cutânea. Ela menciona que as dores “parecem quebrar os ossos”. Segundo o Manual de Manejo Clínico da Chikungunya (2025), qual é a conduta inicial mais adequada para o técnico de enfermagem realizar?
Alternativas
Q3806295 Enfermagem

Durante o atendimento de um adulto de 52 anos, a técnica de enfermagem aferiu a pressão arterial apenas uma vez e registra 142/92 mmHg.


Considerando o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Hipertensão Arterial Sistêmica 2025 (PCDT-HAS-2025), qual é a conduta mais adequada para confirmar o diagnóstico de hipertensão arterial?

Alternativas
Q3806294 Saúde Pública
Durante uma reunião do Conselho Local de Saúde, usuários denunciam a falta de medicamentos e sugerem melhorias na estrutura da UBS. O gestor propõe encaminhar o debate à ouvidoria, sem envolver o Conselho. Qual princípio ou diretriz do Sistema Único de Saúde (SUS) está sendo negligenciado com a proposta feita pelo gestor?
Alternativas
Respostas
3461: C
3462: A
3463: D
3464: E
3465: A
3466: D
3467: C
3468: A
3469: B
3470: B
3471: A
3472: B
3473: C
3474: D
3475: A
3476: B
3477: D
3478: A
3479: E
3480: C