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Q3905027 Noções de Informática
Os serviços de armazenamento em nuvem tornaram-se amplamente utilizados por usuários na internet, permitindo guardar e acessar arquivos a partir de diferentes dispositivos. Considerando o uso de plataformas de armazenamento em nuvem, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) para o que se afirma e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Serviços de armazenamento em nuvem permitem que arquivos sejam acessados de diferentes dispositivos conectados à internet, desde que o usuário possua uma conta em uma plataforma de armazenamento.

( ) O armazenamento em nuvem elimina a necessidade de cópias de segurança, já que os provedores garantem que nenhum arquivo será perdido.

( ) Plataformas de nuvem, como OneDrive, Google Drive e Dropbox, oferecem sincronização automática, atualizando os arquivos em todos os dispositivos vinculados à conta do usuário.

( ) Para utilizar serviços de nuvem, o usuário deve instalar softwares adicionais, pois o acesso via navegador não é permitido. 
Alternativas
Q3905025 Noções de Informática
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
No Windows 10, os arquivos são organizados em uma estrutura de ________, na qual cada pasta pode conter ________. Essa organização facilita a _________ das informações e contribui para a _________ do sistema. 
Alternativas
Q3905024 Noções de Informática
Ao trabalhar com formatação de texto no Microsoft Word 365 (versão português), o usuário pode definir diferentes formas de alinhamento para organizar visualmente o conteúdo no documento. Nesse contexto, assinale a alternativa que apresenta corretamente tipos de alinhamento oferecidos pelo Microsoft Word 365 (versão português).  
Alternativas
Q3905018 Português
Como nosso corpo sofre (e se adapta) em uma onda de calor
Giulia Granchi
Da BBC News Brasil em Londres


    O Brasil enfrenta uma nova onda de calor, com temperaturas cerca de 5ºC acima da média. O cenário fez com que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitisse um alerta vermelho.

    O alerta vermelho, que é válido até a próxima segundafeira (29/12), é o maior grau entre os três avisos emitidos pelo instituto: amarelo, para perigo potencial; laranja, para perigo; e vermelho, para grande perigo. Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo estão totalmente incluídos no alerta vermelho, além da região norte do Paraná, compreendendo as áreas de Londrina e Curitiba; o sul de Minas Gerais, englobando Uberaba, Varginha e Juiz de Fora; o leste do Mato Grosso do Sul, incluindo Três Lagoas; e o sul do Espírito Santo, na área de Cachoeiro de Itapemirim.

    Pelo segundo dia seguido na sexta-feira (26/12), a cidade São Paulo registrou recorde de calor para o mês de dezembro ao atingir 36,2ºC. O Estado do Rio de Janeiro registrou, nos últimos dias, mais de 2 mil atendimentos de pessoas passando mal por conta do calor em postos de saúde. Somente na capital fluminense, foram mais de 1 mil atendimentos entre os dias 23, 24 e 25 de dezembro, segundo a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

    Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade. Estar exposto — especialmente nos horários de pico do calor, entre 12h e 16h — pode causar alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos com saúde mais frágil, incluindo idosos, pessoas com comorbidades, e crianças pequenas.

    O que acontece quando o corpo é exposto a temperaturas extremas

    Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna. No caso da exposição ao calor, primeira reação do organismo é dissipar calor através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberar calor para o ambiente. No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.

    “Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial”, explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.

    A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), a sede intensa e fadiga. “Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro pode evoluir para choque térmico, com confusão mental, convulsões, e seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito”, explica ele, que é coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

    De acordo com um relatório publicado na revista científica The Lancet, nos últimos 20 anos o aumento da mortalidade relacionado com o calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%. Apenas na Europa, em 2022, ocorreram 61.672 mortes atribuíveis ao calor entre 30 de maio e 4 de setembro de 2022, segundo uma análise recente publicada na Nature Medicine.

    Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que por algum motivo os tornem mais vulneráveis ao calor. “É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos, por exemplo. Eles naturalmente já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação”, aponta Daudt.

    [...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvrmn343mo
No trecho “Apenas na Europa, em 2022, ocorreram 61.672 mortes atribuíveis ao calor...”, o verbo está flexionado no plural porque
Alternativas
Q3905017 Português
Como nosso corpo sofre (e se adapta) em uma onda de calor
Giulia Granchi
Da BBC News Brasil em Londres


    O Brasil enfrenta uma nova onda de calor, com temperaturas cerca de 5ºC acima da média. O cenário fez com que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitisse um alerta vermelho.

    O alerta vermelho, que é válido até a próxima segundafeira (29/12), é o maior grau entre os três avisos emitidos pelo instituto: amarelo, para perigo potencial; laranja, para perigo; e vermelho, para grande perigo. Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo estão totalmente incluídos no alerta vermelho, além da região norte do Paraná, compreendendo as áreas de Londrina e Curitiba; o sul de Minas Gerais, englobando Uberaba, Varginha e Juiz de Fora; o leste do Mato Grosso do Sul, incluindo Três Lagoas; e o sul do Espírito Santo, na área de Cachoeiro de Itapemirim.

    Pelo segundo dia seguido na sexta-feira (26/12), a cidade São Paulo registrou recorde de calor para o mês de dezembro ao atingir 36,2ºC. O Estado do Rio de Janeiro registrou, nos últimos dias, mais de 2 mil atendimentos de pessoas passando mal por conta do calor em postos de saúde. Somente na capital fluminense, foram mais de 1 mil atendimentos entre os dias 23, 24 e 25 de dezembro, segundo a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

    Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade. Estar exposto — especialmente nos horários de pico do calor, entre 12h e 16h — pode causar alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos com saúde mais frágil, incluindo idosos, pessoas com comorbidades, e crianças pequenas.

    O que acontece quando o corpo é exposto a temperaturas extremas

    Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna. No caso da exposição ao calor, primeira reação do organismo é dissipar calor através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberar calor para o ambiente. No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.

    “Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial”, explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.

    A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), a sede intensa e fadiga. “Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro pode evoluir para choque térmico, com confusão mental, convulsões, e seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito”, explica ele, que é coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

    De acordo com um relatório publicado na revista científica The Lancet, nos últimos 20 anos o aumento da mortalidade relacionado com o calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%. Apenas na Europa, em 2022, ocorreram 61.672 mortes atribuíveis ao calor entre 30 de maio e 4 de setembro de 2022, segundo uma análise recente publicada na Nature Medicine.

    Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que por algum motivo os tornem mais vulneráveis ao calor. “É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos, por exemplo. Eles naturalmente já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação”, aponta Daudt.

    [...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvrmn343mo
Analise as palavras retiradas do texto: países, frequência e médicas. Assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, a justificativa correta para o acento gráfico de cada uma.  
Alternativas
Q3905016 Português
Como nosso corpo sofre (e se adapta) em uma onda de calor
Giulia Granchi
Da BBC News Brasil em Londres


    O Brasil enfrenta uma nova onda de calor, com temperaturas cerca de 5ºC acima da média. O cenário fez com que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitisse um alerta vermelho.

    O alerta vermelho, que é válido até a próxima segundafeira (29/12), é o maior grau entre os três avisos emitidos pelo instituto: amarelo, para perigo potencial; laranja, para perigo; e vermelho, para grande perigo. Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo estão totalmente incluídos no alerta vermelho, além da região norte do Paraná, compreendendo as áreas de Londrina e Curitiba; o sul de Minas Gerais, englobando Uberaba, Varginha e Juiz de Fora; o leste do Mato Grosso do Sul, incluindo Três Lagoas; e o sul do Espírito Santo, na área de Cachoeiro de Itapemirim.

    Pelo segundo dia seguido na sexta-feira (26/12), a cidade São Paulo registrou recorde de calor para o mês de dezembro ao atingir 36,2ºC. O Estado do Rio de Janeiro registrou, nos últimos dias, mais de 2 mil atendimentos de pessoas passando mal por conta do calor em postos de saúde. Somente na capital fluminense, foram mais de 1 mil atendimentos entre os dias 23, 24 e 25 de dezembro, segundo a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

    Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade. Estar exposto — especialmente nos horários de pico do calor, entre 12h e 16h — pode causar alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos com saúde mais frágil, incluindo idosos, pessoas com comorbidades, e crianças pequenas.

    O que acontece quando o corpo é exposto a temperaturas extremas

    Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna. No caso da exposição ao calor, primeira reação do organismo é dissipar calor através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberar calor para o ambiente. No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.

    “Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial”, explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.

    A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), a sede intensa e fadiga. “Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro pode evoluir para choque térmico, com confusão mental, convulsões, e seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito”, explica ele, que é coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

    De acordo com um relatório publicado na revista científica The Lancet, nos últimos 20 anos o aumento da mortalidade relacionado com o calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%. Apenas na Europa, em 2022, ocorreram 61.672 mortes atribuíveis ao calor entre 30 de maio e 4 de setembro de 2022, segundo uma análise recente publicada na Nature Medicine.

    Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que por algum motivo os tornem mais vulneráveis ao calor. “É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos, por exemplo. Eles naturalmente já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação”, aponta Daudt.

    [...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvrmn343mo
Considere o seguinte trecho: “Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças...”. As vírgulas que isolam a expressão “especialmente aquelas com saúde fragilizada” foram empregadas para  
Alternativas
Q3905015 Português
Como nosso corpo sofre (e se adapta) em uma onda de calor
Giulia Granchi
Da BBC News Brasil em Londres


    O Brasil enfrenta uma nova onda de calor, com temperaturas cerca de 5ºC acima da média. O cenário fez com que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitisse um alerta vermelho.

    O alerta vermelho, que é válido até a próxima segundafeira (29/12), é o maior grau entre os três avisos emitidos pelo instituto: amarelo, para perigo potencial; laranja, para perigo; e vermelho, para grande perigo. Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo estão totalmente incluídos no alerta vermelho, além da região norte do Paraná, compreendendo as áreas de Londrina e Curitiba; o sul de Minas Gerais, englobando Uberaba, Varginha e Juiz de Fora; o leste do Mato Grosso do Sul, incluindo Três Lagoas; e o sul do Espírito Santo, na área de Cachoeiro de Itapemirim.

    Pelo segundo dia seguido na sexta-feira (26/12), a cidade São Paulo registrou recorde de calor para o mês de dezembro ao atingir 36,2ºC. O Estado do Rio de Janeiro registrou, nos últimos dias, mais de 2 mil atendimentos de pessoas passando mal por conta do calor em postos de saúde. Somente na capital fluminense, foram mais de 1 mil atendimentos entre os dias 23, 24 e 25 de dezembro, segundo a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

    Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade. Estar exposto — especialmente nos horários de pico do calor, entre 12h e 16h — pode causar alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos com saúde mais frágil, incluindo idosos, pessoas com comorbidades, e crianças pequenas.

    O que acontece quando o corpo é exposto a temperaturas extremas

    Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna. No caso da exposição ao calor, primeira reação do organismo é dissipar calor através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberar calor para o ambiente. No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.

    “Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial”, explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.

    A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), a sede intensa e fadiga. “Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro pode evoluir para choque térmico, com confusão mental, convulsões, e seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito”, explica ele, que é coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

    De acordo com um relatório publicado na revista científica The Lancet, nos últimos 20 anos o aumento da mortalidade relacionado com o calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%. Apenas na Europa, em 2022, ocorreram 61.672 mortes atribuíveis ao calor entre 30 de maio e 4 de setembro de 2022, segundo uma análise recente publicada na Nature Medicine.

    Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que por algum motivo os tornem mais vulneráveis ao calor. “É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos, por exemplo. Eles naturalmente já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação”, aponta Daudt.

    [...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvrmn343mo
No primeiro parágrafo do texto, ao analisar a oração “O Brasil enfrenta uma nova onda de calor”, o sujeito é classificado gramaticalmente como: 
Alternativas
Q3905014 Português
Como nosso corpo sofre (e se adapta) em uma onda de calor
Giulia Granchi
Da BBC News Brasil em Londres


    O Brasil enfrenta uma nova onda de calor, com temperaturas cerca de 5ºC acima da média. O cenário fez com que o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitisse um alerta vermelho.

    O alerta vermelho, que é válido até a próxima segundafeira (29/12), é o maior grau entre os três avisos emitidos pelo instituto: amarelo, para perigo potencial; laranja, para perigo; e vermelho, para grande perigo. Os Estados do Rio de Janeiro e São Paulo estão totalmente incluídos no alerta vermelho, além da região norte do Paraná, compreendendo as áreas de Londrina e Curitiba; o sul de Minas Gerais, englobando Uberaba, Varginha e Juiz de Fora; o leste do Mato Grosso do Sul, incluindo Três Lagoas; e o sul do Espírito Santo, na área de Cachoeiro de Itapemirim.

    Pelo segundo dia seguido na sexta-feira (26/12), a cidade São Paulo registrou recorde de calor para o mês de dezembro ao atingir 36,2ºC. O Estado do Rio de Janeiro registrou, nos últimos dias, mais de 2 mil atendimentos de pessoas passando mal por conta do calor em postos de saúde. Somente na capital fluminense, foram mais de 1 mil atendimentos entre os dias 23, 24 e 25 de dezembro, segundo a Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

    Embora algumas regiões do Brasil frequentemente experimentem altas temperaturas e os brasileiros estejam geralmente mais adaptados ao calor em comparação com populações de países europeus, a situação é particularmente perigosa devido à sua extrema intensidade. Estar exposto — especialmente nos horários de pico do calor, entre 12h e 16h — pode causar alterações no organismo que oferecem risco à saúde, principalmente para grupos com saúde mais frágil, incluindo idosos, pessoas com comorbidades, e crianças pequenas.

    O que acontece quando o corpo é exposto a temperaturas extremas

    Quando o corpo está em estresse térmico, ou seja, é exposto a temperaturas extremas, ele passa por uma série de adaptações fisiológicas para regular a temperatura interna. No caso da exposição ao calor, primeira reação do organismo é dissipar calor através do suor e da dilatação dos vasos sanguíneos periféricos para liberar calor para o ambiente. No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz, levando ao superaquecimento corporal, insolação e possíveis danos aos órgãos.

    “Quando estamos expostos a temperaturas mais elevadas, ocorrem adaptações no nosso corpo. A frequência cardíaca aumenta como um mecanismo compensatório, assim como a pressão arterial”, explica Lucas Albanaz, clínico geral, coordenador da clínica médica do Hospital Santa Lúcia, de Brasília, e mestre em ciências médicas. Outro risco, alerta o médico, é a desidratação devido ao aumento da sudorese.

    A depender da temperatura, complementa o médico Alexander Daudt, os sinais vão de câimbra (por falta de eletrólitos, eliminados no suor), a sede intensa e fadiga. “Outros sintomas mais graves, como tontura, náuseas ou vômitos também podem aparecer. Se a pessoa não conseguir aliviar esse calor, o quadro pode evoluir para choque térmico, com confusão mental, convulsões, e seguindo para a falência de múltiplos órgãos e óbito”, explica ele, que é coordenador do Núcleo de Medicina de Estilo de Vida do Hospital Moinhos de Vento, em Porto Alegre.

    De acordo com um relatório publicado na revista científica The Lancet, nos últimos 20 anos o aumento da mortalidade relacionado com o calor excessivo em pessoas com mais de 65 anos aumentou em 53,7%. Apenas na Europa, em 2022, ocorreram 61.672 mortes atribuíveis ao calor entre 30 de maio e 4 de setembro de 2022, segundo uma análise recente publicada na Nature Medicine.

    Os riscos são maiores para pessoas com comorbidades, pessoas idosas, especialmente aquelas com saúde fragilizada, crianças (por ainda estarem com o organismo em formação), trabalhadores que precisam se expor ao sol (como vendedores ambulantes), e aqueles que fazem uso de medicações que por algum motivo os tornem mais vulneráveis ao calor. “É o caso de pacientes que tomam remédios diuréticos, por exemplo. Eles naturalmente já perdem mais água, e precisam de cuidado extra com hidratação”, aponta Daudt.

    [...]

Disponível em https://www.bbc.com/portuguese/articles/cwyvrmn343mo
No trecho: “No entanto, em temperaturas muito altas, especialmente quando também está úmido, o mecanismo de resfriamento do suor pode se tornar ineficaz...”, a expressão em destaque estabelece uma relação de 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FCPC Órgão: UFC Prova: FCPC - 2026 - UFC - Técnico em Enfermagem |
Q3902667 Enfermagem
Durante atendimento em uma clínica odontológica, a técnica do consultório perfurou o dedo ao jogar a seringa desencapada no descartex destinado para materiais perfuro-cortantes. Qual é a primeira conduta imediata correta? 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FCPC Órgão: UFC Prova: FCPC - 2026 - UFC - Técnico em Enfermagem |
Q3902666 Enfermagem

Qual a responsabilidade técnico de enfermagem no Centro de Material e Esterilização (CME):

 

Alternativas
Ano: 2026 Banca: FCPC Órgão: UFC Prova: FCPC - 2026 - UFC - Técnico em Enfermagem |
Q3902665 Enfermagem
No Centro de Material e Esterilização (CME), o controle adequado da etapa de limpeza é fundamental para garantir a qualidade do processamento dos produtos para a saúde, utilizados no ambiente hospitalar. Sobre os indicadores de limpeza, é correto afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FCPC Órgão: UFC Prova: FCPC - 2026 - UFC - Técnico em Enfermagem |
Q3902664 Enfermagem
No Centro de Material e Esterilização (CME), o técnico em enfermagem participa do processamento de diferentes produtos para saúde, nas etapas de limpeza, desinfecção, preparo e esterilização. Sobre a etapa de desinfecção, é correto afirmar: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FCPC Órgão: UFC Prova: FCPC - 2026 - UFC - Técnico em Enfermagem |
Q3902662 Enfermagem
Durante transfusão de concentrado de hemácias, após 10 minutos, o paciente apresenta calafrios, dor lombar e dispneia. Qual deve ser a ação imediata do técnico de enfermagem? 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FCPC Órgão: UFC Prova: FCPC - 2026 - UFC - Técnico em Enfermagem |
Q3902660 Enfermagem
Durante o preparo da pele de um paciente para cirurgia abdominal, o enfermeiro da sala de operação supervisiona a degermação e a antissepsia do sítio cirúrgico. Considerando as recomendações para prevenção de infecção de sítio cirúrgico (ISC), assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FCPC Órgão: UFC Prova: FCPC - 2026 - UFC - Técnico em Enfermagem |
Q3902659 Enfermagem
A Lista de Verificação de Cirurgia Segura, da Organização Mundial de Saúde (OMS), é um conjunto de ações que busca garantir a segurança do paciente em três momentos do procedimento. O último momento ocorre ao final da cirurgia, antes da saída do paciente da sala cirúrgica. Quais as ações recomendadas nesse momento?
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FCPC Órgão: UFC Prova: FCPC - 2026 - UFC - Técnico em Enfermagem |
Q3902658 Enfermagem
Durante procedimento cirúrgico abdominal, a equipe utiliza bisturi elétrico monopolar. O enfermeiro circulante verifica o posicionamento da placa dispersiva (eletrodo de retorno) antes do início da cirurgia. Considerando as recomendações para prevenção de eventos adversos relacionados ao uso do bisturi elétrico, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FCPC Órgão: UFC Prova: FCPC - 2026 - UFC - Técnico em Enfermagem |
Q3902657 Enfermagem
Para pacientes que fazem uso de acesso central, um pacote de medidas deve ser realizado por toda equipe para minimizar o risco de infecção. Qual intervenção do técnico de enfermagem é recomendada para minimizar o risco de infecção? 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FCPC Órgão: UFC Prova: FCPC - 2026 - UFC - Técnico em Enfermagem |
Q3902656 Enfermagem
Ao avaliar o cartão vacinal de uma criança de 3 meses e 5 dias, o enfermeiro observa que a primeira dose da vacina Rotavírus humano G1P[8] (atenuada) - VORH ainda não foi administrada. Considerando as atuais recomendações do Programa Nacional de Imunização, qual a conduta do técnico da sala de vacina: 
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FCPC Órgão: UFC Prova: FCPC - 2026 - UFC - Técnico em Enfermagem |
Q3902654 Enfermagem
Em visita domiciliária, um idoso de 78 anos, em seguimento regular para hipertensão e em uso de anti-hipertensivos e benzodiazepínico, relata não ter dificuldade de marcha, mas teve ocorrência de duas quedas no último semestre, sem fraturas. A técnica observou que os medicamentos são guardados no mesmo recipiente. Qual das ações de enfermagem é mais adequada?
Alternativas
Ano: 2026 Banca: FCPC Órgão: UFC Prova: FCPC - 2026 - UFC - Técnico em Enfermagem |
Q3902653 Enfermagem
A acompanhante de um paciente internado chamou o técnico de enfermagem e informou que o seu familiar estava “passando mal”. O técnico percebeu que o mesmo estava inconsciente, sem movimentos respiratórios e sem pulso, solicitou que a outra técnica presente na enfermaria chamasse o enfermeiro e médico e prontamente iniciou as manobras de reanimação cardiopulmonar. De acordo com as recomendações atuais da American Heart Association, qual a conduta imediata recomendada? 
Alternativas
Respostas
2381: A
2382: B
2383: C
2384: D
2385: B
2386: D
2387: A
2388: C
2389: A
2390: B
2391: C
2392: D
2393: C
2394: D
2395: C
2396: A
2397: D
2398: C
2399: D
2400: B