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Q4169836 Noções de Informática
Um funcionário que usa o Outlook 2013 está organizando as suas férias e, para isso, precisa copiar o seu substituto em todas as mensagens eletrônicas que enviar na semana anterior à sua saída para que esteja ciente dos assuntos em andamento. Considerando-se as boas práticas para o uso de correio eletrônico, é recomendado que, ao enviar as mensagens, o endereço de e-mail do substituto seja incluído no campo:
Alternativas
Q4169829 Noções de Informática
Segundo a Cartilha de Segurança para Internet, ao acessar um site utilizando conexão segura, normalmente o navegador já realiza todas as verificações. Caso alguma delas falhe, o navegador emite alertas. Em geral, alertas são emitidos em situações como:
I. O certificado está dentro do prazo de validade.
II. O navegador não identificou a cadeia de certificação.
III. O endereço do site não confere com o descrito no certificado.
IV. O certificado foi validado.
Estão CORRETOS:
Alternativas
Q4169828 Sistemas Operacionais
Um usuário do Windows 10 selecionou um arquivo, pressionou CTRL+X e esqueceu de colá-lo na nova pasta. Nesse caso, é CORRETO afirmar que o arquivo:
Alternativas
Q4169811 Linguística
A sofisticação das línguas indígenas

        Você provavelmente já encontrou pelas redes sociais o famigerado #sqn, aquele jeito telegráfico de dizer que tal coisa é muito legal, “só que não”. Agora, imagine uma língua totalmente diferente do português que conta com um conceito parecido na própria estrutura das palavras, o que os linguistas apelidaram de “sufixo frustrativo” – um #sqn que faz parte da própria história do idioma.

        É exatamente assim que funciona no kotiria, um idioma da família linguística tukano que é falado por indígenas do Alto Rio Negro, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Para exprimir a função frustrativa, o kotiria usa um sufixo com a forma -ma. Quando se quer dizer que foi até um lugar sem conseguir o que queria indo até lá, basta pegar o verbo “ir”, que é wa’a em kotiria, e acrescentar o sufixo - ma: wa’ama, “ir em vão”.

        Outra propriedade presente em diversas línguas indígenas, que aparece no kotiria, mas também na língua hup, sem parentesco direto com ela e membro de uma pequena família de idiomas do Alto Rio Negro, é a serialização verbal – ou seja, a capacidade de transformar vários verbos numa coisa só, que ajuda a descrever uma ação complexa. Talvez o mais fascinante é perceber como as palavras do cotidiano abrem uma janela para o modo de vida desses povos.

        Na língua hup, alguns advérbios tão comuns como os nossos “aqui”, “ali” e “lá” são mét’ah, “rio abaixo”, e wá’ah, “do outro lado do rio”. Entre os verbos, temos hi, que significa “seguir rio abaixo”, mas também “descer de um lugar elevado”, e sop, que é tanto “se afastar do rio”, quanto “subir uma colina”.

        No entanto, é nos substantivos que esse lado metafórico da língua hup realmente brilha. Algumas das palavras mais comuns de quem vive na floresta tropical são k’et (folha), tëg (tronco), tat (fruta) e tít (cipó), mas dá para combinar tít com a palavra para “barriga”, e formar tok-tít, “cipó-de-barriga”, ou seja, “intestino”. Ou tëg com pih para formar “tronco de música” ou “flauta”.

        É como se cada parte das árvores se tornasse uma porta para conceitos novos, maiores que a soma das palavras individuais. E isso pode ser tudo, menos “primitivo”.  

(Fonte: Superinteressante – adaptado.)
Em relação à ortografia, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
1: B
2: B
3: D
4: A