Questões de Concurso Comentadas para motorista

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Q1108906 Português

                                         Um motivo para chorar

                                                                                                              (Olden Hugo.)


      Era um café da manhã, por volta das sete, a mim fato corriqueiro, na padaria da rua Maricá. Um homem estava já à mesa menor, só, com pães intactos e apenas o café sendo bebericado, sem aparentar gosto nesse ato. Permaneceu assim por grupos de minutos. Seus olhos focavam, através do vidro, o nada da movimentação expedita de automóveis, bicicletas, cães e pessoas. Houve uma lágrima.

      Engoli com esforço quando notei o choro emudecido daquele homem. Sua expressão se inalterou no rosto. Era fato bastante enigmático. Não tive reação precisa. Mais lágrimas vieram. Meu café demorou mais que o costumeiro. Pensei em oferecer-lhe um lenço, em perguntar se precisava de algo. Nada disso fiz.

      Vieram a meu coração tantas razões quantas possíveis capazes de levá-lo a emoção extrema.

      Era sem dúvida a perda de alguém para a morte inexorável, irreversível. É o motivo mais justo para chorar, o mais comum. Certamente ele amava essa pessoa com um amor que vem naturalmente, com os sentimentos que são latentes nos genes e que se despertam na convivência familiar. Era um amor de grilhões sanguíneos: seu pai, sua mãe, um irmão ou irmã. As lágrimas resultavam, por conseguinte, de lembranças inumeráveis de momentos em presença a qual jamais voltará a se efetivar. Jamais.

      Mas me houve dúvida. Julgando melhor, vi que o choro era solitário mesmo por solidão. Sua mulher não o acompanhava, não mais. E seria assim adiante. Era um choro de fim, definitivo. Era o fim do amor, que nunca acaba. Ele devia amá-la por motivos inquebráveis, não por sangue, mas por vida compartilhada, o que pode ser mais rijo. Lembrava-se, é pouco improvável, de trocas de solicitudes ao longo da vivência de um mundo restrito a ambos. Recordava-se, e isso provocava o choro, do amor que cresceu por serem uma vida em dois corpos que venceram guerras e festejaram glórias, solitários em sua união.

      Não era, entretanto, ainda acertado isso. Um amigo apartado, a perda de um emprego de relações vetustas são igualmente legítimas causas de pranto. E por alegria também se chora.

      Outras lágrimas ganharam a superfície da mesa, passando antes por sua mão que tapava a boca, talvez contendo palavras que viviam por si. Ele suspirava fundo.

      Havia mais possibilidades. Era então a distância do filho cuja voz diariamente lhe soprava suave os ouvidos, numa ficção tão verossímil que lhe arrancava de dentro o choro evitável por ser doloroso. A lembrança era da personalidade tão autônoma do menino, que mal sabia falar, mas que agia intrépido e seguro sempre. A lembrança era do cheiro, da textura da pele, dos abraços e beijos de amor real. Lembrava-se dos olhos nos seus olhos, como se nada mais houvesse a ver no universo. E não havia de melhor. Nisso vinha o choro.

      Uma lágrima me desceu junto. Não consegui terminar o café. Ele se levantou e se encaminhou ao caixa. Eu o segui com os olhos, bem úmidos. Quis dar nele um abraço demorado e dizer-lhe que tudo ficaria bem. Quis dizer a ele, com doçura, que era passageiro. Era minha vontade oferecer-lhe um conforto. Ia chamá-lo, mas minha garganta se embargou e chorei mais. Ele saiu pela porta sem que eu sequer pudesse apertar a sua mão.

(Disponível em: https://www.facebook.com/oldenhugo.silvafarias/posts/1583838504972154.)

Em seu cerne, o texto tematiza que traço da natureza humana?
Alternativas
Q1108905 Português

                                         Um motivo para chorar

                                                                                                              (Olden Hugo.)


      Era um café da manhã, por volta das sete, a mim fato corriqueiro, na padaria da rua Maricá. Um homem estava já à mesa menor, só, com pães intactos e apenas o café sendo bebericado, sem aparentar gosto nesse ato. Permaneceu assim por grupos de minutos. Seus olhos focavam, através do vidro, o nada da movimentação expedita de automóveis, bicicletas, cães e pessoas. Houve uma lágrima.

      Engoli com esforço quando notei o choro emudecido daquele homem. Sua expressão se inalterou no rosto. Era fato bastante enigmático. Não tive reação precisa. Mais lágrimas vieram. Meu café demorou mais que o costumeiro. Pensei em oferecer-lhe um lenço, em perguntar se precisava de algo. Nada disso fiz.

      Vieram a meu coração tantas razões quantas possíveis capazes de levá-lo a emoção extrema.

      Era sem dúvida a perda de alguém para a morte inexorável, irreversível. É o motivo mais justo para chorar, o mais comum. Certamente ele amava essa pessoa com um amor que vem naturalmente, com os sentimentos que são latentes nos genes e que se despertam na convivência familiar. Era um amor de grilhões sanguíneos: seu pai, sua mãe, um irmão ou irmã. As lágrimas resultavam, por conseguinte, de lembranças inumeráveis de momentos em presença a qual jamais voltará a se efetivar. Jamais.

      Mas me houve dúvida. Julgando melhor, vi que o choro era solitário mesmo por solidão. Sua mulher não o acompanhava, não mais. E seria assim adiante. Era um choro de fim, definitivo. Era o fim do amor, que nunca acaba. Ele devia amá-la por motivos inquebráveis, não por sangue, mas por vida compartilhada, o que pode ser mais rijo. Lembrava-se, é pouco improvável, de trocas de solicitudes ao longo da vivência de um mundo restrito a ambos. Recordava-se, e isso provocava o choro, do amor que cresceu por serem uma vida em dois corpos que venceram guerras e festejaram glórias, solitários em sua união.

      Não era, entretanto, ainda acertado isso. Um amigo apartado, a perda de um emprego de relações vetustas são igualmente legítimas causas de pranto. E por alegria também se chora.

      Outras lágrimas ganharam a superfície da mesa, passando antes por sua mão que tapava a boca, talvez contendo palavras que viviam por si. Ele suspirava fundo.

      Havia mais possibilidades. Era então a distância do filho cuja voz diariamente lhe soprava suave os ouvidos, numa ficção tão verossímil que lhe arrancava de dentro o choro evitável por ser doloroso. A lembrança era da personalidade tão autônoma do menino, que mal sabia falar, mas que agia intrépido e seguro sempre. A lembrança era do cheiro, da textura da pele, dos abraços e beijos de amor real. Lembrava-se dos olhos nos seus olhos, como se nada mais houvesse a ver no universo. E não havia de melhor. Nisso vinha o choro.

      Uma lágrima me desceu junto. Não consegui terminar o café. Ele se levantou e se encaminhou ao caixa. Eu o segui com os olhos, bem úmidos. Quis dar nele um abraço demorado e dizer-lhe que tudo ficaria bem. Quis dizer a ele, com doçura, que era passageiro. Era minha vontade oferecer-lhe um conforto. Ia chamá-lo, mas minha garganta se embargou e chorei mais. Ele saiu pela porta sem que eu sequer pudesse apertar a sua mão.

(Disponível em: https://www.facebook.com/oldenhugo.silvafarias/posts/1583838504972154.)

O clímax de uma história é o seu momento de maior tensão, em que o conflito atinge o seu ápice. Considerando essa informação, indique onde, no texto, está localizado o clímax do texto.
Alternativas
Q1108903 Português

                                         Um motivo para chorar

                                                                                                              (Olden Hugo.)


      Era um café da manhã, por volta das sete, a mim fato corriqueiro, na padaria da rua Maricá. Um homem estava já à mesa menor, só, com pães intactos e apenas o café sendo bebericado, sem aparentar gosto nesse ato. Permaneceu assim por grupos de minutos. Seus olhos focavam, através do vidro, o nada da movimentação expedita de automóveis, bicicletas, cães e pessoas. Houve uma lágrima.

      Engoli com esforço quando notei o choro emudecido daquele homem. Sua expressão se inalterou no rosto. Era fato bastante enigmático. Não tive reação precisa. Mais lágrimas vieram. Meu café demorou mais que o costumeiro. Pensei em oferecer-lhe um lenço, em perguntar se precisava de algo. Nada disso fiz.

      Vieram a meu coração tantas razões quantas possíveis capazes de levá-lo a emoção extrema.

      Era sem dúvida a perda de alguém para a morte inexorável, irreversível. É o motivo mais justo para chorar, o mais comum. Certamente ele amava essa pessoa com um amor que vem naturalmente, com os sentimentos que são latentes nos genes e que se despertam na convivência familiar. Era um amor de grilhões sanguíneos: seu pai, sua mãe, um irmão ou irmã. As lágrimas resultavam, por conseguinte, de lembranças inumeráveis de momentos em presença a qual jamais voltará a se efetivar. Jamais.

      Mas me houve dúvida. Julgando melhor, vi que o choro era solitário mesmo por solidão. Sua mulher não o acompanhava, não mais. E seria assim adiante. Era um choro de fim, definitivo. Era o fim do amor, que nunca acaba. Ele devia amá-la por motivos inquebráveis, não por sangue, mas por vida compartilhada, o que pode ser mais rijo. Lembrava-se, é pouco improvável, de trocas de solicitudes ao longo da vivência de um mundo restrito a ambos. Recordava-se, e isso provocava o choro, do amor que cresceu por serem uma vida em dois corpos que venceram guerras e festejaram glórias, solitários em sua união.

      Não era, entretanto, ainda acertado isso. Um amigo apartado, a perda de um emprego de relações vetustas são igualmente legítimas causas de pranto. E por alegria também se chora.

      Outras lágrimas ganharam a superfície da mesa, passando antes por sua mão que tapava a boca, talvez contendo palavras que viviam por si. Ele suspirava fundo.

      Havia mais possibilidades. Era então a distância do filho cuja voz diariamente lhe soprava suave os ouvidos, numa ficção tão verossímil que lhe arrancava de dentro o choro evitável por ser doloroso. A lembrança era da personalidade tão autônoma do menino, que mal sabia falar, mas que agia intrépido e seguro sempre. A lembrança era do cheiro, da textura da pele, dos abraços e beijos de amor real. Lembrava-se dos olhos nos seus olhos, como se nada mais houvesse a ver no universo. E não havia de melhor. Nisso vinha o choro.

      Uma lágrima me desceu junto. Não consegui terminar o café. Ele se levantou e se encaminhou ao caixa. Eu o segui com os olhos, bem úmidos. Quis dar nele um abraço demorado e dizer-lhe que tudo ficaria bem. Quis dizer a ele, com doçura, que era passageiro. Era minha vontade oferecer-lhe um conforto. Ia chamá-lo, mas minha garganta se embargou e chorei mais. Ele saiu pela porta sem que eu sequer pudesse apertar a sua mão.

(Disponível em: https://www.facebook.com/oldenhugo.silvafarias/posts/1583838504972154.)

Considerando suas características textuais e semânticas, qual a principal finalidade do texto?
Alternativas
Q1104107 Legislação de Trânsito

“O condutor está dirigindo na estrada, carro de pequeno porte, revisão veicular em ordem. A pista está seca, o dia ensolarado, e o condutor obedece a velocidade indicada pela sinalização da pista (oitenta quilômetros por hora). Logo em seguida, o condutor avista um veículo que segue a sua frente. Quando o veículo da frente passa por uma placa de sinalização, o condutor diz, pausadamente, as palavras: ‘cinquenta e um e cinquenta e dois’. Logo após acabar de dizer estas palavras, ele passa pela mesma placa. Fica tranquilo e segue viagem, mantendo a distância do veículo que segue a sua frente.”

O procedimento realizado pelo condutor, conforme o texto acima, é uma prática de direção defensiva. Dentre as alternativas a seguir, escolha a que melhor corresponde ao procedimento realizado pelo condutor.

Alternativas
Q1104106 Mecânica de Autos
O condutor, ao tentar ligar o motor do veículo, gira a chave e verifica que nada acontece, nem um simples ruído. O motor de arranque não responde. As luzes do painel não acendem, o farol não acende e a buzina não funciona. Assinale a alternativa que exibe a causa mais provável dos problemas apresentados.
Alternativas
Q1104105 Legislação de Trânsito
Obedecendo ao que consta no CTB (Código de Trânsito Brasileiro), em seu Anexo I, assinale a alternativa que apresenta a correta definição para “VIA ARTERIAL”.
Alternativas
Q1104104 Legislação de Trânsito
Nos casos de acidentes de trânsito de que resulte vítima, não se imporá a prisão em flagrante ao condutor de veículo, conforme o Art. 301 do Código de Trânsito Brasileiro, quando:
Alternativas
Q1104103 Legislação de Trânsito

Em conformidade com o Art. 279 do Código de Trânsito Brasileiro, existem casos em que se faz necessário o envolvimento de perícia. Em caso de acidente com vítima, envolvendo veículo equipado com registrador instantâneo de velocidade e tempo, ____________________________ poderá retirar o disco ou unidade armazenadora do registro.


Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto acima

Alternativas
Q1104102 Legislação de Trânsito

De acordo com o Art. 268 do Código de Trânsito Brasileiro, condutores em determinadas situações são obrigados a se submeter a curso de reciclagem, na forma estabelecida pelo CONTRAN. Leia as afirmativas a seguir, que expõe algumas das situações mencionadas no referido artigo, e assinale a alternativa correta.


I. Quando suspenso do direito de dirigir.

II. Quando se envolver em acidente grave para o qual haja contribuído.

III. Quando condenado judicialmente por delito de trânsito.


Estão corretas as afirmativas:

Alternativas
Q1104101 Legislação de Trânsito

Os engenheiros, ao projetarem uma curva em uma via, calculam a velocidade máxima permitida na mesma, considerando os aspectos geométricos de construção da via, entre outros fatores. Para que o condutor mantenha a sua segurança e conforto, ao verificar a chegada de uma curva, deve confiar na sinalização (quando houver) e adotar alguns procedimentos de segurança (direção defensiva).

Analise as afirmações a seguir, marcando “V” para Verdadeiro e “F” para Falso. Após, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.


( ) Diminua a velocidade, com antecedência, usando o freio e, se necessário, reduza a marcha, antes de entrar na curva e de iniciar o movimento do volante.

( ) Comece a fazer a curva com movimentos suaves e contínuos no volante, acelerando gradativamente e respeitando a velocidade máxima permitida. À medida que a curva for terminando, retorne o volante à posição inicial, também com movimentos suaves.

( ) Procure fazer a curva movimentando o menos que puder o volante, evitando movimentos bruscos e oscilações na direção.

Alternativas
Q1104100 Legislação de Trânsito
Conforme o Art. 130 do Código de Trânsito Brasileiro, todo veículo, para transitar na via, deverá ser licenciado anualmente pelo órgão executivo de trânsito do Estado, ou do Distrito Federal, onde estiver registrado o veículo. Este artigo NÃO se aplica a veículo do tipo:
Alternativas
Q1104099 Legislação de Trânsito

Em observância ao Art. 124 do Código de Trânsito Brasileiro, para a expedição do novo Certificado de Registro de Veículo (CRV) são exigidos documentos, estando entre eles:


I. Certificado de Registro de Veículo anterior.

II. Certificado de Licenciamento Anual.

III. Comprovante de transferência de propriedade, quando for o caso, conforme modelo e normas estabelecidas pelo CONTRAN.


Estão corretas as afirmativas:

Alternativas
Q1104098 Legislação de Trânsito

Em conformidade com o Código de Trânsito Brasileiro, Art. 87, que dispõe sobre os sinais de trânsito e sua classificação, os sinais de trânsito podem ser classificados, entre outros, como:


I. verticais.

II. diagonais.

III. horizontais.

IV. brilhosos.


Estão corretas as afirmativas:

Alternativas
Q1104097 Legislação de Trânsito
De acordo com o Parágrafo Único do Art. 143 do CAPÍTULO XIV do Código de Trânsito Brasileiro, sobre HABILITAÇÃO, os candidatos poderão habilitar-se em uma das categorias existentes, de A a E. A categoria correspondente a condutor de veículo motorizado utilizado em transporte de carga, cujo peso bruto total exceda a três mil e quinhentos quilogramas é:
Alternativas
Q1104096 Legislação de Trânsito

De acordo com o CAPÍTULO VII do Código de Trânsito Brasileiro, sobre SINALIZAÇÃO DE TRÂNSITO, analise as afirmações a seguir, marcando “V” para Verdadeiro e “F” para Falso. Após, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.


( ) Nas vias públicas e nos imóveis é proibido colocar luzes, publicidade, inscrições, vegetação e mobiliário que possam gerar confusão, interferir na visibilidade da sinalização e comprometer a segurança do trânsito.

( ) A afixação de publicidade ou de quaisquer legendas ou símbolos ao longo das vias condiciona-se à prévia aprovação do órgão ou entidade com circunscrição sobre a via.

( ) O órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via poderá retirar ou determinar a imediata retirada de qualquer elemento que prejudique a visibilidade da sinalização viária e a segurança do trânsito, sem ônus para quem o tenha colocado.

( ) Os locais destinados a postos de gasolina, oficinas, estacionamentos ou garagens de uso coletivo deverão ter suas entradas e saídas devidamente identificadas, na forma regulamentada pelo DENATRAN.

Alternativas
Q1104095 Legislação de Trânsito

De acordo com o CAPÍTULO VI do Código de Trânsito Brasileiro, sobre EDUCAÇÃO PARA O TRÂNSITO, analise as afirmações a seguir, marcando “V” para Verdadeiro e “F” para Falso. Após, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.


( ) A educação para o trânsito é direito de todos e constitui dever prioritário para os componentes do Sistema Nacional de Trânsito.

( ) É obrigatória a existência de coordenação educacional em cada órgão ou entidade componente do Sistema Nacional de Trânsito.

( ) Os órgãos ou entidades executivos de trânsito deverão promover, dentro de sua estrutura organizacional ou mediante convênio, o funcionamento de Escolas Públicas de Trânsito, nos moldes e padrões estabelecidos pelo CONTRAN.

( ) A educação para o trânsito será promovida na pré-escola e nas escolas de 1º e 2º graus, apenas, por meio de planejamento e ações coordenadas entre os órgãos e entidades do Sistema Nacional de Trânsito e de Educação, da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, nas respectivas áreas de atuação.

Alternativas
Q1104094 Mecânica de Autos

Logo que chega ao seu destino, o condutor estaciona o veículo, pisa no freio, puxa a alavanca do “freio de mão” e desliga o motor. Ao descer do veículo, percebe que o mesmo não se encontra totalmente parado. Sente um ligeiro deslocamento do veículo. O condutor entra novamente no carro e puxa a alavanca do freio com mais força. Apesar de verificar uma melhora, percebe que o carro ainda não está totalmente parado, movimentando-se (pouco) ao exercer alguma pressão.

Assinale, dentre as opções a seguir, a alternativa que melhor se relaciona com a resolução do problema apresentado no texto acima.

Alternativas
Q1104093 Legislação de Trânsito
De acordo com o CAPÍTULO III do Código de Trânsito Brasileiro, sobre as NORMAS GERAIS DE CIRCULAÇÃO E CONDUTA, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1104092 Legislação de Trânsito

Em conformidade com o Art. 48 do Código de Trânsito Brasileiro, nas paradas, operações de carga ou descarga e nos estacionamentos, o veículo deverá ser posicionado no sentido do fluxo, paralelo ao bordo da pista de rolamento e junto à guia da calçada (meio-fio), admitidas as exceções devidamente sinalizadas. Nos parágrafos deste mesmo artigo, admite-se que:


I. O estacionamento dos veículos sem abandono do condutor poderá ser feito somente nos locais previstos neste Código de Trânsito Brasileiro ou naqueles regulamentados por sinalização específica.

II. Nas vias desprovidas de acostamento, os veículos parados, estacionados ou em operação de carga ou descarga poderão estar situados dentro da pista de rolamento.

III. Nas vias providas de acostamento, os veículos parados, estacionados ou em operação de carga ou descarga deverão estar situados fora da pista de rolamento.


Estão corretas as afirmativas:

Alternativas
Q1104091 Legislação de Trânsito

De acordo com o Art. 40 do Código de Trânsito Brasileiro, que se refere as determinações sobre o uso de luzes em veículo, o condutor utilizará o pisca-alerta nas seguintes situações:


I. Imobilizações ou em situações de emergência.

II. Quando sob chuva intensa, neblina ou cerração.

III. Quando a regulamentação da via assim o determinar.


Estão corretas as afirmativas:

Alternativas
Respostas
19441: A
19442: D
19443: B
19444: C
19445: D
19446: B
19447: C
19448: B
19449: D
19450: A
19451: C
19452: B
19453: B
19454: C
19455: B
19456: D
19457: D
19458: A
19459: C
19460: D