Questões de Concurso
Comentadas para motorista
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Leia as afirmativas a seguir:
I. Manter o veículo sempre em boas condições de funcionamento, e devidamente abastecido, é um dos deveres do condutor defensivo.
II. Manter um comportamento negligente é uma das principais formas de prevenir acidentes de trânsito. Com esse comportamento, o motorista pode ignorar uma condição insegura, como chuva intensa, veículo defeituoso, pneus em mau estado de conservação e outros, garantindo assim a segurança dos passageiros e dos demais usuários das vias públicas.
III. O motorista deve tomar cuidado no caso de chuvas intensas, quando a visibilidade fica mais reduzida e a pista é recoberta por uma lâmina de água, podendo aparecer mais poças. Nessa situação, deve-se redobrar a atenção, acionar a luz baixa do farol, aumentar a distância do veículo à frente e reduzir a velocidade até sentir conforto e segurança.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. A falta ou deficiência da iluminação nas estradas, bem como os faróis com defeito, mal regulados ou que não funcionam, impedem situações de pouca visibilidade (penumbra), permitindo ao condutor perceber situações de risco a tempo de evitar danos maiores ao veículo e aos usuários da via, tais como: buracos na pista, desvio, acostamento em desnível, ponte interditada, animais e pessoas atravessando a via etc.
II. Ser capaz de tomar decisões corretas em situações de perigo é um dos deveres do condutor defensivo.
III. Manter um comportamento negligente é uma das principais formas de prevenir acidentes de trânsito. Com esse comportamento, o motorista pode ignorar uma condição insegura, como chuva intensa, veículo defeituoso, pneus em mau estado de conservação e outros, garantindo assim a segurança dos passageiros.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. Os procedimentos de revisão e manutenção dos sistemas do veículo contribuem para a segurança do motorista e dos passageiros. Os freios gastos, por exemplo, exigem maiores distâncias para frear com segurança e podem causar acidentes. Os faróis defeituosos podem prejudicar a visibilidade da via à noite e, assim, elevar o risco de colisão com animais.
II. O condutor defensivo deve conhecer as leis e a sinalização de trânsito e obedecê-las sempre, em qualquer local e horário.
III. A aquaplanagem é um efeito caracterizado pela perda da aderência do pneu do veículo com o solo.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. O condutor defensivo tem o dever de conhecer o veículo que está conduzindo e saber usá-lo corretamente.
II. Ao transitar por uma estrada ou uma via pública de qualquer natureza, o motorista deve estar ciente de que o farol alto do veículo em sentido contrário pode lhe causar cegueira momentânea, facilitando, assim, o controle do veículo e tornando a viagem mais segura. Nessa situação, para evitar um acidente, o motorista deve sinalizar, ao condutor que vem no sentido contrário, apagando todos os faróis e desviando o foco de visão da luz ofuscante.
III. O condutor defensivo deve confiar apenas nas próprias habilidades, ignorando os instrumentos do painel ao tomar as decisões ao volante.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. O motorista, ao conduzir o veículo, deve evitar estar atento à sinalização da via, às condições de perigo e aos sinais luminosos do painel do carro.
II. A utilização de aparelho celular pelo condutor é um fator que pode causar graves riscos à condução do veículo e gerar acidentes.
III. O condutor não deve ingerir bebida alcoólica ou usar drogas psicoativas enquanto está ao volante. Além de reduzir a concentração do motorista, essas substâncias afetam a sua coordenação motora, mudam o seu comportamento e diminuem o seu desempenho, limitando a percepção de situações de perigo e reduzindo a capacidade de ação e reação. Assim, é fundamental ao motorista manter-se sóbrio e concentrado quando estiver conduzindo o veículo.
Marque a alternativa CORRETA:
Leia as afirmativas a seguir:
I. A falta ou deficiência da iluminação nas estradas, bem como os faróis com defeito, mal regulados ou que não funcionam, impedem situações de pouca visibilidade (penumbra). Ou seja, quando há algum defeito nesses equipamentos, o condutor percebe as situações de risco mais facilmente, havendo assim tempo de evitar danos maiores ao veículo e aos usuários da via, tais como buracos na pista e acostamento em desnível, por exemplo.
II. O condutor defensivo, sabendo ser impossível prever situações inesperadas, deve ficar atento e ser capaz de promover acidentes.
III. Direção defensiva é o conjunto de medidas e procedimentos utilizados para prevenir ou minimizar as consequências dos acidentes de trânsito.
Marque a alternativa CORRETA:
Observe o período: A horda espreitava o público aguardando o momento da pilhagem.
A palavra grifada representa o coletivo de
Observe os substantivos a seguir:

A alternativa que contém a flexão do gênero feminino dessas palavras de acordo com a norma culta é

A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é
Texto 2
O homem trocado
O homem acorda da anestesia e olha em volta. Ainda está na sala de recuperação. Há uma
enfermeira do seu lado. Ele pergunta se foi tudo bem.
- Tudo perfeito – diz a enfermeira, sorrindo.
- Eu estava com medo desta operação...
- Por quê? Não havia risco nenhum.
- Comigo, sempre há risco. Minha vida tem sido uma série de enganos...
E conta que os enganos começaram com seu nascimento. Houve uma troca de bebês no
berçário e ele foi criado até os dez anos por um casal de orientais, que nunca entenderam o
fato de terem um filho claro com olhos redondos. Descoberto o erro, ele fora viver com seus
verdadeiros pais.
Ou com sua verdadeira mãe, pois o pai abandonara a mulher depois que esta não
soubera explicar o nascimento de um bebê chinês.
- E o meu nome? Outro engano.
- Seu nome não é Lírio?
- Era para ser Lauro. Se enganaram no cartório e...
Os enganos se sucediam. Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não
fazia. Fizera o vestibular com sucesso, mas não conseguira entrar na
universidade. O computador se enganara, seu nome não apareceu na lista.
- Há anos que a minha conta do telefone vem com cifras incríveis. No mês
passado tive que pagar mais de R$ 3 mil.
- O senhor não faz chamadas interurbanas?
- Eu não tenho telefone!
Conhecera sua mulher por engano. Ela o confundira com outro. Não foram felizes.
- Por quê?
- Ela me enganava.
Fora preso por engano. Várias vezes. Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia.
Até tivera uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer:
- O senhor está desenganado.
Mas também fora um engano do médico. Não era tão grave assim. Uma simples apendicite.
- Se você diz que a operação foi bem...
A enfermeira parou de sorrir.
- Apendicite? – perguntou hesitante.
- É. A operação era para tirar o apêndice.
- Não era para trocar de sexo?
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
Texto 2
O homem trocado
O homem acorda da anestesia e olha em volta. Ainda está na sala de recuperação. Há uma
enfermeira do seu lado. Ele pergunta se foi tudo bem.
- Tudo perfeito – diz a enfermeira, sorrindo.
- Eu estava com medo desta operação...
- Por quê? Não havia risco nenhum.
- Comigo, sempre há risco. Minha vida tem sido uma série de enganos...
E conta que os enganos começaram com seu nascimento. Houve uma troca de bebês no
berçário e ele foi criado até os dez anos por um casal de orientais, que nunca entenderam o
fato de terem um filho claro com olhos redondos. Descoberto o erro, ele fora viver com seus
verdadeiros pais.
Ou com sua verdadeira mãe, pois o pai abandonara a mulher depois que esta não
soubera explicar o nascimento de um bebê chinês.
- E o meu nome? Outro engano.
- Seu nome não é Lírio?
- Era para ser Lauro. Se enganaram no cartório e...
Os enganos se sucediam. Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não
fazia. Fizera o vestibular com sucesso, mas não conseguira entrar na
universidade. O computador se enganara, seu nome não apareceu na lista.
- Há anos que a minha conta do telefone vem com cifras incríveis. No mês
passado tive que pagar mais de R$ 3 mil.
- O senhor não faz chamadas interurbanas?
- Eu não tenho telefone!
Conhecera sua mulher por engano. Ela o confundira com outro. Não foram felizes.
- Por quê?
- Ela me enganava.
Fora preso por engano. Várias vezes. Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia.
Até tivera uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer:
- O senhor está desenganado.
Mas também fora um engano do médico. Não era tão grave assim. Uma simples apendicite.
- Se você diz que a operação foi bem...
A enfermeira parou de sorrir.
- Apendicite? – perguntou hesitante.
- É. A operação era para tirar o apêndice.
- Não era para trocar de sexo?
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.
Atente para a oração que está disponível no texto 2: “Até tivera uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer:- O senhor está desenganado” (linhas 27-28).
Por que o paciente ficou alegre ao saber que ia morrer?
Texto 2
O homem trocado
O homem acorda da anestesia e olha em volta. Ainda está na sala de recuperação. Há uma
enfermeira do seu lado. Ele pergunta se foi tudo bem.
- Tudo perfeito – diz a enfermeira, sorrindo.
- Eu estava com medo desta operação...
- Por quê? Não havia risco nenhum.
- Comigo, sempre há risco. Minha vida tem sido uma série de enganos...
E conta que os enganos começaram com seu nascimento. Houve uma troca de bebês no
berçário e ele foi criado até os dez anos por um casal de orientais, que nunca entenderam o
fato de terem um filho claro com olhos redondos. Descoberto o erro, ele fora viver com seus
verdadeiros pais.
Ou com sua verdadeira mãe, pois o pai abandonara a mulher depois que esta não
soubera explicar o nascimento de um bebê chinês.
- E o meu nome? Outro engano.
- Seu nome não é Lírio?
- Era para ser Lauro. Se enganaram no cartório e...
Os enganos se sucediam. Na escola, vivia recebendo castigo pelo que não
fazia. Fizera o vestibular com sucesso, mas não conseguira entrar na
universidade. O computador se enganara, seu nome não apareceu na lista.
- Há anos que a minha conta do telefone vem com cifras incríveis. No mês
passado tive que pagar mais de R$ 3 mil.
- O senhor não faz chamadas interurbanas?
- Eu não tenho telefone!
Conhecera sua mulher por engano. Ela o confundira com outro. Não foram felizes.
- Por quê?
- Ela me enganava.
Fora preso por engano. Várias vezes. Recebia intimações para pagar dívidas que não fazia.
Até tivera uma breve, louca alegria, quando ouvira o médico dizer:
- O senhor está desenganado.
Mas também fora um engano do médico. Não era tão grave assim. Uma simples apendicite.
- Se você diz que a operação foi bem...
A enfermeira parou de sorrir.
- Apendicite? – perguntou hesitante.
- É. A operação era para tirar o apêndice.
- Não era para trocar de sexo?
VERÍSSIMO, Luís Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001.