Questões de Concurso
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Qual das alternativas abaixo classifica corretamente o sujeito da oração: Os pais, filhos, noras, genros e netos visitaram a fazenda da família?
Assinale a sequência que indica as frases pontuadas corretamente.
I. Pedrinho, estão batendo na porta!
II. Amanhã, dia 31 de janeiro, entrarei de férias.
III. Quanto custa isso...
IV. Que alívio!
V. Sim, eu gostei.
Assinale a alternativa em que há erro de pontuação.
Qual alternativa demonstra a correlação incorreta entre a frase e sua classificação.
Assinale a alternativa em que as duas palavras não são sinônimas.
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente separadas em sílabas.
I. noi -te / ma-lha / se-nhor
II. U-ru-guai / le-i-te / p-neu
III. sa-í-da / e-di-fí-cio / es-bar-rar
IV. ma-de-i-ra / sa-ú-de / as-sa-do
O Pássaro de Jade
Em uma pequena cidade na China, havia uma lenda sobre um pássaro feito inteiramente de jade, que se dizia trazer boa sorte e prosperidade para quem o possuísse. O pássaro estava sob a proteção da família Wang há várias gerações e era guardado em um templo especial na montanha.
A cada ano, durante o Festival da Primavera, os moradores da cidade faziam uma longa caminhada até o templo para verem o pássaro de jade e fazerem seus pedidos. Muitos acreditavam que simplesmente estar na presença do pássaro já era o suficiente para ter um ano abençoado.
Entretanto, um ano, ao chegar o festival, o pássaro de jade havia desaparecido. Houve um grande alvoroço na cidade. Rumores se espalharam rapidamente, alguns diziam que ele havia sido roubado, outros que havia voado para longe. A família Wang estava devastada.
Foi então que uma criança, chamada Li, decidiu ir em busca do pássaro. Ele acreditava que o pássaro havia ido para um lugar tranquilo para descansar. Depois de semanas de busca, Li encontrou o pássaro de jade em uma caverna escondida, cercada por um belo lago. Li cuidadosamente levou o pássaro de volta para a cidade, restaurando a fé e a esperança dos moradores.
Roseni Souza Leite de Siqueira.
Onde Li encontrou o pássaro de jade?
O Pássaro de Jade
Em uma pequena cidade na China, havia uma lenda sobre um pássaro feito inteiramente de jade, que se dizia trazer boa sorte e prosperidade para quem o possuísse. O pássaro estava sob a proteção da família Wang há várias gerações e era guardado em um templo especial na montanha.
A cada ano, durante o Festival da Primavera, os moradores da cidade faziam uma longa caminhada até o templo para verem o pássaro de jade e fazerem seus pedidos. Muitos acreditavam que simplesmente estar na presença do pássaro já era o suficiente para ter um ano abençoado.
Entretanto, um ano, ao chegar o festival, o pássaro de jade havia desaparecido. Houve um grande alvoroço na cidade. Rumores se espalharam rapidamente, alguns diziam que ele havia sido roubado, outros que havia voado para longe. A família Wang estava devastada.
Foi então que uma criança, chamada Li, decidiu ir em busca do pássaro. Ele acreditava que o pássaro havia ido para um lugar tranquilo para descansar. Depois de semanas de busca, Li encontrou o pássaro de jade em uma caverna escondida, cercada por um belo lago. Li cuidadosamente levou o pássaro de volta para a cidade, restaurando a fé e a esperança dos moradores.
Roseni Souza Leite de Siqueira.
Quem estava encarregado de proteger o pássaro de jade?
O Pássaro de Jade
Em uma pequena cidade na China, havia uma lenda sobre um pássaro feito inteiramente de jade, que se dizia trazer boa sorte e prosperidade para quem o possuísse. O pássaro estava sob a proteção da família Wang há várias gerações e era guardado em um templo especial na montanha.
A cada ano, durante o Festival da Primavera, os moradores da cidade faziam uma longa caminhada até o templo para verem o pássaro de jade e fazerem seus pedidos. Muitos acreditavam que simplesmente estar na presença do pássaro já era o suficiente para ter um ano abençoado.
Entretanto, um ano, ao chegar o festival, o pássaro de jade havia desaparecido. Houve um grande alvoroço na cidade. Rumores se espalharam rapidamente, alguns diziam que ele havia sido roubado, outros que havia voado para longe. A família Wang estava devastada.
Foi então que uma criança, chamada Li, decidiu ir em busca do pássaro. Ele acreditava que o pássaro havia ido para um lugar tranquilo para descansar. Depois de semanas de busca, Li encontrou o pássaro de jade em uma caverna escondida, cercada por um belo lago. Li cuidadosamente levou o pássaro de volta para a cidade, restaurando a fé e a esperança dos moradores.
Roseni Souza Leite de Siqueira.
Qual era a importância do pássaro de jade para a cidade?
Quem é o prefeito que mais vezes foi eleito no município de Reserva?
Qual foi o primeiro nome dado ao município de Reserva, quando o mesmo ainda era um povoado, em 1900?
Quem é o artista brasileiro que começou sua carreira como Street Art, depois tornou-se um muralista, conhecido pelo projeto Muro das Memórias na cidade de São Paulo em 2007, que retratou cenas antigas da cidade. Além da capital paulista, diversas cidades brasileiras e até mesmo outros países contam com suas obras.
Qual é a definição CORRETA de “cabeça d’água”?
É considerado o sexto maior cânion do mundo em extensão e o mais longo do Brasil e fica situado no planalto dos Campos Gerais, no Estado do Paraná. Assinale a alternativa CORRETA.
Foi a primeira repórter a realizar matérias ao vivo e a cores na televisão brasileira.
Criado em 1985 pelo empresário Roberto Medina, o _________________ já reuniu desde sua primeira edição mais de 8,5 milhões de pessoas.
Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a lacuna.
Qual é o nome do movimento musical lançado no final de 1950 no Rio de Janeiro?
Leia atentamente o texto a seguir, escrito por Monteiro Lobato, para responder as próximas questões.
“Um cachorro de má índole acusou uma pobre ovelhinha de lhe haver furtado um osso.
- Para que furtaria eu esse osso – alegou ela – se sou herbívora e um osso para mim vale tanto quanto um pedaço
de pau?
- Não quero saber de nada. Você furtou o osso e vou já levá-la aos tribunais.
E assim fez. Queixou-se ao gavião e pediu-lhe justiça. O gavião reuniu o tribunal para julgar a causa, sorteando
para isso doze urubus esfomeados.
Comparece a ovelha. Fala. Defende-se de forma cabal, com razões muito semelhantes às do cordeirinho que o
lobo em tempos comeu.
Mas o júri, composto de carnívoros gulosos, não quis saber de nada e deu a sentença:
- Ou entrega o osso já, ou condenamos você à morte!
A ré tremeu: não havia escapatória!... Osso não tinha e não podia, portanto, restituir; mas tinha a vida e ia entregá-la em pagamento do que não furtara.
Assim aconteceu. O cachorro sangrou-a, retalhou-a, reservou para si um bom pedaço e dividiu o restante com os
juízes famintos, a título das custas processuais...
Moral da história: Fiar-se na justiça dos poderosos, que tolice!... A justiça deles não vacila em tomar do branco e
solenemente decretar que é preto”. (Texto com adaptações).
Considere as palavras a seguir, extraídas do texto, e identifique a que está no gênero masculino.
Leia atentamente o texto a seguir, escrito por Monteiro Lobato, para responder as próximas questões.
“Um cachorro de má índole acusou uma pobre ovelhinha de lhe haver furtado um osso.
- Para que furtaria eu esse osso – alegou ela – se sou herbívora e um osso para mim vale tanto quanto um pedaço
de pau?
- Não quero saber de nada. Você furtou o osso e vou já levá-la aos tribunais.
E assim fez. Queixou-se ao gavião e pediu-lhe justiça. O gavião reuniu o tribunal para julgar a causa, sorteando
para isso doze urubus esfomeados.
Comparece a ovelha. Fala. Defende-se de forma cabal, com razões muito semelhantes às do cordeirinho que o
lobo em tempos comeu.
Mas o júri, composto de carnívoros gulosos, não quis saber de nada e deu a sentença:
- Ou entrega o osso já, ou condenamos você à morte!
A ré tremeu: não havia escapatória!... Osso não tinha e não podia, portanto, restituir; mas tinha a vida e ia entregá-la em pagamento do que não furtara.
Assim aconteceu. O cachorro sangrou-a, retalhou-a, reservou para si um bom pedaço e dividiu o restante com os
juízes famintos, a título das custas processuais...
Moral da história: Fiar-se na justiça dos poderosos, que tolice!... A justiça deles não vacila em tomar do branco e
solenemente decretar que é preto”. (Texto com adaptações).
Em relação à tipologia textual, pode-se classificar a narrativa de Monteiro Lobato como uma:
Leia atentamente o texto a seguir, escrito por Monteiro Lobato, para responder as próximas questões.
“Um cachorro de má índole acusou uma pobre ovelhinha de lhe haver furtado um osso.
- Para que furtaria eu esse osso – alegou ela – se sou herbívora e um osso para mim vale tanto quanto um pedaço
de pau?
- Não quero saber de nada. Você furtou o osso e vou já levá-la aos tribunais.
E assim fez. Queixou-se ao gavião e pediu-lhe justiça. O gavião reuniu o tribunal para julgar a causa, sorteando
para isso doze urubus esfomeados.
Comparece a ovelha. Fala. Defende-se de forma cabal, com razões muito semelhantes às do cordeirinho que o
lobo em tempos comeu.
Mas o júri, composto de carnívoros gulosos, não quis saber de nada e deu a sentença:
- Ou entrega o osso já, ou condenamos você à morte!
A ré tremeu: não havia escapatória!... Osso não tinha e não podia, portanto, restituir; mas tinha a vida e ia entregá-la em pagamento do que não furtara.
Assim aconteceu. O cachorro sangrou-a, retalhou-a, reservou para si um bom pedaço e dividiu o restante com os
juízes famintos, a título das custas processuais...
Moral da história: Fiar-se na justiça dos poderosos, que tolice!... A justiça deles não vacila em tomar do branco e
solenemente decretar que é preto”. (Texto com adaptações).
Em relação a moral da história, poderia ser resumida também com o seguinte provérbio: