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Q2296843 Legislação de Trânsito
As placas de trânsito circulares de tarjas de cor vermelha são placas de:
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Q2296842 Legislação de Trânsito
O condutor que for ingressar numa via, procedente de um lote lindeiro a essa via, deverá: 
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Q2296841 Legislação de Trânsito
Algumas circunstâncias ou ações agravam as penalidades dos crimes de trânsito. Dentre elas, pode-se citar:
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Q2296840 Mecânica de Autos
Nos painéis de veículos automotores, algumas luzes indicadoras são importantes para mostrar ao condutor o estado de funcionamento da parte mecânica. A luz que indica que o freio de estacionamento, conhecido também pelo termo “freio de mão”, está acionado, pode indicar também:
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Q2296839 História
Leia os dois textos a seguir:

TEXTO 1
A República, ou os vitoriosos da República, fizeram muito pouco em termos de expansão de direitos civis e políticos. O que foi feito já era demanda do liberalismo imperial. Pode-se dizer que houve até retrocesso no que se refere a direitos sociais. Algumas mudanças, como a eliminação do Poder Moderador, do Senado vitalício e do Conselho de Estado e a introdução do federalismo, tinham, sem dúvida, inspiração democratizante na medida em que buscavam desconcentrar o exercício do poder. Mas, não vindo acompanhadas por expansão significativa da cidadania política, resultaram em entregar o governo mais diretamente nas mãos dos setores dominantes.
(José Murilo de Carvalho. Os bestializados: o Rio de Janeiro e a República que não foi. São Paulo: Companhia das Letras, 1987. Adaptado.)

TEXTO 2
“Estado e Igreja passaram a ser instituições separadas. Deixou assim de existir uma religião oficial no Brasil. Importantes funções, até então monopolizadas pela Igreja Católica, foram atribuídas ao Estado. A República só reconheceria o casamento civil e os cemitérios passaram às mãos da administração municipal.”
(FAUSTO, Boris. História do Brasil, São Paulo: Edusp,1996, p. 251)


Acerca dos direitos políticos inscritos na primeira constituição republicana do Brasil em 1891, é uma característica do exercício da cidadania: 
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Q2296838 História
O “coração” econômico da época, Veneza, tem cada vez mais dificuldades em assegurar a competitividade de seus produtos. Em 1504, os navios venezianos já quase não encontram pimenta em Alexandria. As especiarias desta proveniência se revelam muito mais caras do que as que são encaminhadas da Índia portuguesa: a pimenta embarcada pelos portugueses em Calicute é quarenta vezes menos onerosa do que a que transita por Alexandria.
(Jacques Attali. 1492. Paris: A. fayard,1991. Adaptado.)

A colonização do Brasil pelos portugueses esteve atrelada a uma conjuntura ligada ao atraso devido: 
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Q2296837 História
“Durante a época das regências e mesmo depois dela, várias revoltas contestaram o poder central e ameaçaram a unidade nacional.”
CASTELLI JUNIOR, Roberto. História: texto e contexto. São Paulo: Scipione, 2006. p. 426.

O trecho acima faz referência ao período regencial (1831-1840), quando:
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Q2296836 História e Geografia de Estados e Municípios
O título de maior produtor de grãos do Brasil é conferido ao estado do:
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Q2296835 História e Geografia de Estados e Municípios
O prefeito do município de Campo Verde - MT, Alexandre Lopes de Oliveira, foi empossado no ano de: 
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Q2296832 Matemática
As medidas dos catetos de um triângulo retângulo medem 6 cm e 2 cm. A medida, em centímetros, da altura relativa à hipotenusa tem o seguinte valor: 
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Q2296829 Português
Texto 1

Leia o texto a seguir:


Dê aos homens o direito de chorar

“Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis...

“Um Homem Também Chora – Guerreiro Menino”, canção de Gonzaguinha.


    Essa música, lançada em 1983, fala de uma questão muito delicada. Os homens têm menor expectativa de vida do que as mulheres? Para o desespero masculino: sim, em média, eles vivem menos! Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2020 revelam que a expectativa de vida no Brasil é de 73,3 anos para os homens e de 80,3 anos para as mulheres.
    Culturalmente, os homens são educados para não manifestar suas vulnerabilidades. Nossa sociedade ainda valoriza pouco a percepção e a sensibilidade masculina. Escutam desde pequenos que precisam ser fortes. Enquanto as mulheres tendem a buscar mais ajuda quando se sentem vulneráveis, muitos homens resistem. Geralmente, só buscam ajuda quando os problemas já estão muito exacerbados, dificultando uma resolução favorável com o tratamento.
        Tem uma situação muito comum no meu consultório: a mulher se consulta, se trata e agenda para o marido. Em 2023 faz 30 anos que me formei. Ao longo desses 30 anos, venho percebendo uma alteração do perfil de atendimento.
        Inicialmente, essa diferença aparece em relação ao hábito de fazer consultas preventivas ou com desconfortos leves.Antes, quase não se viam homens com essa preocupação e cuidado, era muito mais comum no sexo feminino. Hoje, já é muito mais frequente essa preocupação dos homens. Um processo educacional mais equalizado entre meninas e meninos, que não hiperfragiliza as mulheres, assim como não superpotencializa os homens, cria uma relação mais justa nessa convivência e impacta diferentemente a construção de saúde.
        Se o homem se vê como um ser infalível, ele não só se arrisca muito mais, como subestima seus sintomas, inclusive, porque, muitas vezes, sente vergonha de estar doente. Em algumas situações, apresentam um comportamento até agressivo. Muitas vezes, não avaliamos o quanto a cultura pode ser cruel com os homens, determinando para eles um tempo menor de vida.
      Há 40 anos, o cantor Gonzaguinha já nos deixou esse recado. Os homens também merecem condutas delicadas, merecem um espaço para revelar suas fragilidades sem receber críticas que questionem sua masculinidade. Quanto mais respeitarmos os homens como seres humanos que sofrem e têm o direito de manifestar seus sofrimentos, creio eu que teremos homens melhores e uma distância menor na relação entre eles e as mulheres.

Fonte: Souza, Meira. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/drameira-souza/de-aos-homens-o-direito-de-chorar-1.3184498
O sentido de inclusão está manifestado no trecho:
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Q2296828 Português
Texto 1

Leia o texto a seguir:


Dê aos homens o direito de chorar

“Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis...

“Um Homem Também Chora – Guerreiro Menino”, canção de Gonzaguinha.


    Essa música, lançada em 1983, fala de uma questão muito delicada. Os homens têm menor expectativa de vida do que as mulheres? Para o desespero masculino: sim, em média, eles vivem menos! Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2020 revelam que a expectativa de vida no Brasil é de 73,3 anos para os homens e de 80,3 anos para as mulheres.
    Culturalmente, os homens são educados para não manifestar suas vulnerabilidades. Nossa sociedade ainda valoriza pouco a percepção e a sensibilidade masculina. Escutam desde pequenos que precisam ser fortes. Enquanto as mulheres tendem a buscar mais ajuda quando se sentem vulneráveis, muitos homens resistem. Geralmente, só buscam ajuda quando os problemas já estão muito exacerbados, dificultando uma resolução favorável com o tratamento.
        Tem uma situação muito comum no meu consultório: a mulher se consulta, se trata e agenda para o marido. Em 2023 faz 30 anos que me formei. Ao longo desses 30 anos, venho percebendo uma alteração do perfil de atendimento.
        Inicialmente, essa diferença aparece em relação ao hábito de fazer consultas preventivas ou com desconfortos leves.Antes, quase não se viam homens com essa preocupação e cuidado, era muito mais comum no sexo feminino. Hoje, já é muito mais frequente essa preocupação dos homens. Um processo educacional mais equalizado entre meninas e meninos, que não hiperfragiliza as mulheres, assim como não superpotencializa os homens, cria uma relação mais justa nessa convivência e impacta diferentemente a construção de saúde.
        Se o homem se vê como um ser infalível, ele não só se arrisca muito mais, como subestima seus sintomas, inclusive, porque, muitas vezes, sente vergonha de estar doente. Em algumas situações, apresentam um comportamento até agressivo. Muitas vezes, não avaliamos o quanto a cultura pode ser cruel com os homens, determinando para eles um tempo menor de vida.
      Há 40 anos, o cantor Gonzaguinha já nos deixou esse recado. Os homens também merecem condutas delicadas, merecem um espaço para revelar suas fragilidades sem receber críticas que questionem sua masculinidade. Quanto mais respeitarmos os homens como seres humanos que sofrem e têm o direito de manifestar seus sofrimentos, creio eu que teremos homens melhores e uma distância menor na relação entre eles e as mulheres.

Fonte: Souza, Meira. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/drameira-souza/de-aos-homens-o-direito-de-chorar-1.3184498
Há uma relação de fato/causa no período:
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Q2296827 Português
Texto 1

Leia o texto a seguir:


Dê aos homens o direito de chorar

“Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis...

“Um Homem Também Chora – Guerreiro Menino”, canção de Gonzaguinha.


    Essa música, lançada em 1983, fala de uma questão muito delicada. Os homens têm menor expectativa de vida do que as mulheres? Para o desespero masculino: sim, em média, eles vivem menos! Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2020 revelam que a expectativa de vida no Brasil é de 73,3 anos para os homens e de 80,3 anos para as mulheres.
    Culturalmente, os homens são educados para não manifestar suas vulnerabilidades. Nossa sociedade ainda valoriza pouco a percepção e a sensibilidade masculina. Escutam desde pequenos que precisam ser fortes. Enquanto as mulheres tendem a buscar mais ajuda quando se sentem vulneráveis, muitos homens resistem. Geralmente, só buscam ajuda quando os problemas já estão muito exacerbados, dificultando uma resolução favorável com o tratamento.
        Tem uma situação muito comum no meu consultório: a mulher se consulta, se trata e agenda para o marido. Em 2023 faz 30 anos que me formei. Ao longo desses 30 anos, venho percebendo uma alteração do perfil de atendimento.
        Inicialmente, essa diferença aparece em relação ao hábito de fazer consultas preventivas ou com desconfortos leves.Antes, quase não se viam homens com essa preocupação e cuidado, era muito mais comum no sexo feminino. Hoje, já é muito mais frequente essa preocupação dos homens. Um processo educacional mais equalizado entre meninas e meninos, que não hiperfragiliza as mulheres, assim como não superpotencializa os homens, cria uma relação mais justa nessa convivência e impacta diferentemente a construção de saúde.
        Se o homem se vê como um ser infalível, ele não só se arrisca muito mais, como subestima seus sintomas, inclusive, porque, muitas vezes, sente vergonha de estar doente. Em algumas situações, apresentam um comportamento até agressivo. Muitas vezes, não avaliamos o quanto a cultura pode ser cruel com os homens, determinando para eles um tempo menor de vida.
      Há 40 anos, o cantor Gonzaguinha já nos deixou esse recado. Os homens também merecem condutas delicadas, merecem um espaço para revelar suas fragilidades sem receber críticas que questionem sua masculinidade. Quanto mais respeitarmos os homens como seres humanos que sofrem e têm o direito de manifestar seus sofrimentos, creio eu que teremos homens melhores e uma distância menor na relação entre eles e as mulheres.

Fonte: Souza, Meira. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/drameira-souza/de-aos-homens-o-direito-de-chorar-1.3184498
Sobre o texto de Meira Souza, é correto afirmar que:
Alternativas
Q2296826 Português
Texto 1

Leia o texto a seguir:


Dê aos homens o direito de chorar

“Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis...

“Um Homem Também Chora – Guerreiro Menino”, canção de Gonzaguinha.


    Essa música, lançada em 1983, fala de uma questão muito delicada. Os homens têm menor expectativa de vida do que as mulheres? Para o desespero masculino: sim, em média, eles vivem menos! Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2020 revelam que a expectativa de vida no Brasil é de 73,3 anos para os homens e de 80,3 anos para as mulheres.
    Culturalmente, os homens são educados para não manifestar suas vulnerabilidades. Nossa sociedade ainda valoriza pouco a percepção e a sensibilidade masculina. Escutam desde pequenos que precisam ser fortes. Enquanto as mulheres tendem a buscar mais ajuda quando se sentem vulneráveis, muitos homens resistem. Geralmente, só buscam ajuda quando os problemas já estão muito exacerbados, dificultando uma resolução favorável com o tratamento.
        Tem uma situação muito comum no meu consultório: a mulher se consulta, se trata e agenda para o marido. Em 2023 faz 30 anos que me formei. Ao longo desses 30 anos, venho percebendo uma alteração do perfil de atendimento.
        Inicialmente, essa diferença aparece em relação ao hábito de fazer consultas preventivas ou com desconfortos leves.Antes, quase não se viam homens com essa preocupação e cuidado, era muito mais comum no sexo feminino. Hoje, já é muito mais frequente essa preocupação dos homens. Um processo educacional mais equalizado entre meninas e meninos, que não hiperfragiliza as mulheres, assim como não superpotencializa os homens, cria uma relação mais justa nessa convivência e impacta diferentemente a construção de saúde.
        Se o homem se vê como um ser infalível, ele não só se arrisca muito mais, como subestima seus sintomas, inclusive, porque, muitas vezes, sente vergonha de estar doente. Em algumas situações, apresentam um comportamento até agressivo. Muitas vezes, não avaliamos o quanto a cultura pode ser cruel com os homens, determinando para eles um tempo menor de vida.
      Há 40 anos, o cantor Gonzaguinha já nos deixou esse recado. Os homens também merecem condutas delicadas, merecem um espaço para revelar suas fragilidades sem receber críticas que questionem sua masculinidade. Quanto mais respeitarmos os homens como seres humanos que sofrem e têm o direito de manifestar seus sofrimentos, creio eu que teremos homens melhores e uma distância menor na relação entre eles e as mulheres.

Fonte: Souza, Meira. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/drameira-souza/de-aos-homens-o-direito-de-chorar-1.3184498
No texto, há apresentação de diversos vocábulos que podem estabelecer conexão por semelhança ou oposição. Aqueles que apresentam uma relação de oposição são:
Alternativas
Q2296825 Português
Texto 1

Leia o texto a seguir:


Dê aos homens o direito de chorar

“Um homem também chora
Menina morena
Também deseja colo
Palavras amenas
Precisa de carinho
Precisa de ternura
Precisa de um abraço
Da própria candura
Guerreiros são pessoas
São fortes, são frágeis...

“Um Homem Também Chora – Guerreiro Menino”, canção de Gonzaguinha.


    Essa música, lançada em 1983, fala de uma questão muito delicada. Os homens têm menor expectativa de vida do que as mulheres? Para o desespero masculino: sim, em média, eles vivem menos! Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2020 revelam que a expectativa de vida no Brasil é de 73,3 anos para os homens e de 80,3 anos para as mulheres.
    Culturalmente, os homens são educados para não manifestar suas vulnerabilidades. Nossa sociedade ainda valoriza pouco a percepção e a sensibilidade masculina. Escutam desde pequenos que precisam ser fortes. Enquanto as mulheres tendem a buscar mais ajuda quando se sentem vulneráveis, muitos homens resistem. Geralmente, só buscam ajuda quando os problemas já estão muito exacerbados, dificultando uma resolução favorável com o tratamento.
        Tem uma situação muito comum no meu consultório: a mulher se consulta, se trata e agenda para o marido. Em 2023 faz 30 anos que me formei. Ao longo desses 30 anos, venho percebendo uma alteração do perfil de atendimento.
        Inicialmente, essa diferença aparece em relação ao hábito de fazer consultas preventivas ou com desconfortos leves.Antes, quase não se viam homens com essa preocupação e cuidado, era muito mais comum no sexo feminino. Hoje, já é muito mais frequente essa preocupação dos homens. Um processo educacional mais equalizado entre meninas e meninos, que não hiperfragiliza as mulheres, assim como não superpotencializa os homens, cria uma relação mais justa nessa convivência e impacta diferentemente a construção de saúde.
        Se o homem se vê como um ser infalível, ele não só se arrisca muito mais, como subestima seus sintomas, inclusive, porque, muitas vezes, sente vergonha de estar doente. Em algumas situações, apresentam um comportamento até agressivo. Muitas vezes, não avaliamos o quanto a cultura pode ser cruel com os homens, determinando para eles um tempo menor de vida.
      Há 40 anos, o cantor Gonzaguinha já nos deixou esse recado. Os homens também merecem condutas delicadas, merecem um espaço para revelar suas fragilidades sem receber críticas que questionem sua masculinidade. Quanto mais respeitarmos os homens como seres humanos que sofrem e têm o direito de manifestar seus sofrimentos, creio eu que teremos homens melhores e uma distância menor na relação entre eles e as mulheres.

Fonte: Souza, Meira. Disponível em: https://www.otempo.com.br/opiniao/drameira-souza/de-aos-homens-o-direito-de-chorar-1.3184498
Um dos objetivos do texto é demonstrar como o fato de não manifestar fragilidades pode impactar o tempo de vida masculina. Para passar essa mensagem, a autora utiliza o recurso de citar:
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Q2296794 Legislação de Trânsito
Direção defensiva, ou direção segura, é o mais perfeito estilo de dirigir e de se comportar no trânsito, pois auxilia a preservar a vida, a saúde e o meio ambiente. Entre as alternativas a seguir, assinalar a atitude praticada pelo motorista que usa a direção defensiva para evitar riscos no trânsito relacionados ao veículo: 
Alternativas
Q2296793 Legislação de Trânsito
Assinalar a alternativa que NÃO apresenta uma classificação dos sinais de trânsito prevista pela Lei nº 9.503/1997 — Código de Trânsito Brasileiro em seu Capítulo VII sobre sinalização de trânsito:
Alternativas
Q2296792 Noções de Primeiros Socorros
A respeito dos objetivos dos socorristas ao prestarem os primeiros socorros em acidentes de trânsito, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(  ) Remoção da vítima do interior do veículo que colidiu. (  ) Manter os sinais vitais das vítimas até a chegada do socorro especializado. (  ) Não agravar a situação do acidentado.
Alternativas
Q2296791 Legislação de Trânsito
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB), instituído pela Lei nº 9.503/1997, define as normas gerais de circulação e conduta dos motoristas e pedestres. Sobre o trânsito de veículos nas vias terrestres abertas à circulação, analisar os itens abaixo:

I. Os veículos precedidos de batedores terão prioridade de passagem, respeitadas as demais normas de circulação.
II. Todo condutor, ao efetuar a ultrapassagem, deverá aproximar-se do usuário ou usuários aos quais ultrapassa, de tal forma que deixe livre uma distância lateral de 20 centímetros.
III. Todo condutor deverá, antes de efetuar uma ultrapassagem, certificar-se de que nenhum condutor que venha atrás haja começado uma manobra para ultrapassá-lo.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q2296790 Legislação de Trânsito
Sobre algumas das funções da sinalização horizontal, analisar os itens abaixo:

I. Ordenar e canalizar o fluxo de veículos. II. Orientar o fluxo de pedestres. III. Orientar os deslocamentos de veículos em função das condições físicas da via, como geometria, topografia e obstáculos.

Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Respostas
14761: A
14762: C
14763: B
14764: A
14765: D
14766: B
14767: C
14768: B
14769: C
14770: A
14771: A
14772: D
14773: C
14774: A
14775: B
14776: B
14777: C
14778: B
14779: C
14780: D