Questões de Concurso
Comentadas para motorista
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Considerando as frases abaixo, indique qual delas transmitem hipótese, condição.
I- Não voltem aqui!
II - Se vocês voltarem...
III - Que eles voltem.
Identifique o termo correto entre parênteses.
1. O (concerto/conserto) do carro custou R$ 400,00.
2. A próxima (sessão/seção) de cinema é às 4 horas.
3. O (tráfico/tráfego) de veículos é muito intenso nessa hora.
Assinale a alternativa que indica os termos corretos.
Leia o texto abaixo.
Depois do anoitecer
Bem na hora em que a gente começa a ficar com sono, outros animais estão só começando o dia. Trocar o dia pela noite pode parecer estranho para nós, mas faz parte do estilo de vida de algumas espécies. Por exemplo, três quartos dos mamíferos da fauna brasileira têm hábitos noturnos, ou seja, concentram suas atividades – como se reproduzir, comer e marcar território – no período da noite. Alguns exemplos são o gato-do-mato, o maracajá, a jaguatirica, a suçuarana, a onça-pintada, o gato-palheiro e o lobo-guará. Mas há muitos outros.
O jupará, por exemplo, mamífero da família do guaxinim, faz tudo durante a noite. Típico da Mata Atlântica, esse bicho se alimenta principalmente da carne que captura em suas caçadas noturnas (apesar de gostar de comer fruta de vez em quando). E não quer sair de dia de jeito nenhum! Para você ter uma ideia, no Zoológico do Rio de Janeiro havia um viveiro com sete juparás e, mesmo assim, era praticamente impossível vê-los durante o dia. [...]
FARAH, Pedro Paulo; FERREIRA, Maria Beatriz. Ciência Hoje das Crianças, Rio de janeiro, n. 206, p. 4, out. 2009. Fragmento.
Leia o texto abaixo para responder a questão.
Cara de Lua
Clarice, a professora, bate palmas para começar a aula.
– Vamos lá, quem fez a redação sobre um fantasma? [...]
– Davi! – aponta Clarice. – Gostaria de ler para nós o que escreveu?
– [...] posso contar como é o fantasma da minha casa porque sei de cor.
– Conte! Conte! – dizem os seus colegas.
– Meu fantasma se chama Cara de Lua – começa Davi. [...]
– E por que se chama Cara de Lua? – pergunta Carolina.
– Fui eu quem lhe deu esse nome! – diz Davi, rindo. E ele gosta!
– Conte mais! – pede Artur.
– Bom, durante o dia ele dorme. [...] acho que dorme grudado na parede.
– E à noite, ele se desgruda? – pergunta a professora.
– Sim. E boceja, e se espreguiça assim! – explica Davi, imitando-o. [...]
– Eu quero conhecê-lo! – diz Anita, entusiasmada. [...]
Davi perguntou à professora se queria ir também, mas ela disse que não, pois já era muito grande para essas coisas. Davi acha que, no fundo, a professora tem é medo de fantasmas.
FAMILIAR, Juan José Gutierrez (org.). Contos de 1 minuto. Barueri, SP: Girassol, 2012, p. 68-69. Fragmento.
Leia o texto abaixo e responda a questão:
A lebre e a tartaruga
— Tenho pena de você —, disse uma vez a lebre à tartaruga: — obrigada a andar com a tua casa às costas, não podes passear, correr, brincar, e livrar-te de teus inimigos.
— Guarda para ti a tua compaixão — disse a tartaruga — pesada como sou, e tu ligeira como te gabas de ser, apostemos que eu chego primeiro do que tu a qualquer meta que nos proponhamos a alcançar.
— Vá feito, disse a lebre: só pela graça aceito a aposta. Ajustada a meta, pôs-se a tartaruga a caminho; a lebre que a via, pesada, ir remando em seco, ria-se como uma perdida; e pôs-se a saltar, a divertir-se; e a tartaruga ia-se adiantando.
— Olá! camarada, disse-lhe a lebre, não te canses assim! Que galope é esse? Olha que eu vou dormir um pouquinho.
E se bem o disse, melhor o fez; para escarnecer da tartaruga, deitou-se, e fingiu dormir, dizendo: sempre hei de chegar a tempo. De súbito olha; já era tarde; a tartaruga estava na meta, e vencedora lhe retribuía os seus deboches:
— Que vergonha! Uma tartaruga venceu em ligeireza a uma lebre!
MORAL DA HISTÓRIA: Nada vale correr; cumpre partir em tempo, e não se divertir pelo caminho.
(https://www.culturagenial.com/fabulas-de-esopo/)
Analise o trecho abaixo:
“De súbito olha; já era tarde; a tartaruga estava na meta, e vencedora lhe retribuía os seus deboches (...)”
Indique o sinônimo da palavra destacada:
Leia o texto abaixo e responda a questão:
A lebre e a tartaruga
— Tenho pena de você —, disse uma vez a lebre à tartaruga: — obrigada a andar com a tua casa às costas, não podes passear, correr, brincar, e livrar-te de teus inimigos.
— Guarda para ti a tua compaixão — disse a tartaruga — pesada como sou, e tu ligeira como te gabas de ser, apostemos que eu chego primeiro do que tu a qualquer meta que nos proponhamos a alcançar.
— Vá feito, disse a lebre: só pela graça aceito a aposta. Ajustada a meta, pôs-se a tartaruga a caminho; a lebre que a via, pesada, ir remando em seco, ria-se como uma perdida; e pôs-se a saltar, a divertir-se; e a tartaruga ia-se adiantando.
— Olá! camarada, disse-lhe a lebre, não te canses assim! Que galope é esse? Olha que eu vou dormir um pouquinho.
E se bem o disse, melhor o fez; para escarnecer da tartaruga, deitou-se, e fingiu dormir, dizendo: sempre hei de chegar a tempo. De súbito olha; já era tarde; a tartaruga estava na meta, e vencedora lhe retribuía os seus deboches:
— Que vergonha! Uma tartaruga venceu em ligeireza a uma lebre!
MORAL DA HISTÓRIA: Nada vale correr; cumpre partir em tempo, e não se divertir pelo caminho.
(https://www.culturagenial.com/fabulas-de-esopo/)
A palavra destacada é um:
“— Que vergonha! Uma tartaruga venceu em ligeireza a uma lebre!”
Leia o texto abaixo e responda a questão:
A lebre e a tartaruga
— Tenho pena de você —, disse uma vez a lebre à tartaruga: — obrigada a andar com a tua casa às costas, não podes passear, correr, brincar, e livrar-te de teus inimigos.
— Guarda para ti a tua compaixão — disse a tartaruga — pesada como sou, e tu ligeira como te gabas de ser, apostemos que eu chego primeiro do que tu a qualquer meta que nos proponhamos a alcançar.
— Vá feito, disse a lebre: só pela graça aceito a aposta. Ajustada a meta, pôs-se a tartaruga a caminho; a lebre que a via, pesada, ir remando em seco, ria-se como uma perdida; e pôs-se a saltar, a divertir-se; e a tartaruga ia-se adiantando.
— Olá! camarada, disse-lhe a lebre, não te canses assim! Que galope é esse? Olha que eu vou dormir um pouquinho.
E se bem o disse, melhor o fez; para escarnecer da tartaruga, deitou-se, e fingiu dormir, dizendo: sempre hei de chegar a tempo. De súbito olha; já era tarde; a tartaruga estava na meta, e vencedora lhe retribuía os seus deboches:
— Que vergonha! Uma tartaruga venceu em ligeireza a uma lebre!
MORAL DA HISTÓRIA: Nada vale correr; cumpre partir em tempo, e não se divertir pelo caminho.
(https://www.culturagenial.com/fabulas-de-esopo/)
Leia o texto abaixo e responda a questão:
A lebre e a tartaruga
— Tenho pena de você —, disse uma vez a lebre à tartaruga: — obrigada a andar com a tua casa às costas, não podes passear, correr, brincar, e livrar-te de teus inimigos.
— Guarda para ti a tua compaixão — disse a tartaruga — pesada como sou, e tu ligeira como te gabas de ser, apostemos que eu chego primeiro do que tu a qualquer meta que nos proponhamos a alcançar.
— Vá feito, disse a lebre: só pela graça aceito a aposta. Ajustada a meta, pôs-se a tartaruga a caminho; a lebre que a via, pesada, ir remando em seco, ria-se como uma perdida; e pôs-se a saltar, a divertir-se; e a tartaruga ia-se adiantando.
— Olá! camarada, disse-lhe a lebre, não te canses assim! Que galope é esse? Olha que eu vou dormir um pouquinho.
E se bem o disse, melhor o fez; para escarnecer da tartaruga, deitou-se, e fingiu dormir, dizendo: sempre hei de chegar a tempo. De súbito olha; já era tarde; a tartaruga estava na meta, e vencedora lhe retribuía os seus deboches:
— Que vergonha! Uma tartaruga venceu em ligeireza a uma lebre!
MORAL DA HISTÓRIA: Nada vale correr; cumpre partir em tempo, e não se divertir pelo caminho.
(https://www.culturagenial.com/fabulas-de-esopo/)
Leia o texto abaixo e responda a questão:
A lebre e a tartaruga
— Tenho pena de você —, disse uma vez a lebre à tartaruga: — obrigada a andar com a tua casa às costas, não podes passear, correr, brincar, e livrar-te de teus inimigos.
— Guarda para ti a tua compaixão — disse a tartaruga — pesada como sou, e tu ligeira como te gabas de ser, apostemos que eu chego primeiro do que tu a qualquer meta que nos proponhamos a alcançar.
— Vá feito, disse a lebre: só pela graça aceito a aposta. Ajustada a meta, pôs-se a tartaruga a caminho; a lebre que a via, pesada, ir remando em seco, ria-se como uma perdida; e pôs-se a saltar, a divertir-se; e a tartaruga ia-se adiantando.
— Olá! camarada, disse-lhe a lebre, não te canses assim! Que galope é esse? Olha que eu vou dormir um pouquinho.
E se bem o disse, melhor o fez; para escarnecer da tartaruga, deitou-se, e fingiu dormir, dizendo: sempre hei de chegar a tempo. De súbito olha; já era tarde; a tartaruga estava na meta, e vencedora lhe retribuía os seus deboches:
— Que vergonha! Uma tartaruga venceu em ligeireza a uma lebre!
MORAL DA HISTÓRIA: Nada vale correr; cumpre partir em tempo, e não se divertir pelo caminho.
(https://www.culturagenial.com/fabulas-de-esopo/)
A palavra em destaque é um:
“— Olá! camarada, disse-lhe a lebre, não te canses assim! Que galope é esse? Olha que eu vou dormir um pouquinho.”
Leia o texto abaixo e responda a questão:
A lebre e a tartaruga
— Tenho pena de você —, disse uma vez a lebre à tartaruga: — obrigada a andar com a tua casa às costas, não podes passear, correr, brincar, e livrar-te de teus inimigos.
— Guarda para ti a tua compaixão — disse a tartaruga — pesada como sou, e tu ligeira como te gabas de ser, apostemos que eu chego primeiro do que tu a qualquer meta que nos proponhamos a alcançar.
— Vá feito, disse a lebre: só pela graça aceito a aposta. Ajustada a meta, pôs-se a tartaruga a caminho; a lebre que a via, pesada, ir remando em seco, ria-se como uma perdida; e pôs-se a saltar, a divertir-se; e a tartaruga ia-se adiantando.
— Olá! camarada, disse-lhe a lebre, não te canses assim! Que galope é esse? Olha que eu vou dormir um pouquinho.
E se bem o disse, melhor o fez; para escarnecer da tartaruga, deitou-se, e fingiu dormir, dizendo: sempre hei de chegar a tempo. De súbito olha; já era tarde; a tartaruga estava na meta, e vencedora lhe retribuía os seus deboches:
— Que vergonha! Uma tartaruga venceu em ligeireza a uma lebre!
MORAL DA HISTÓRIA: Nada vale correr; cumpre partir em tempo, e não se divertir pelo caminho.
(https://www.culturagenial.com/fabulas-de-esopo/)
Assinale a opção que apresenta o antônimo da palavra em destaque:
“— Guarda para ti a tua compaixão — disse a tartaruga — pesada como sou (...)”
Leia o texto abaixo e responda a questão:
A lebre e a tartaruga
— Tenho pena de você —, disse uma vez a lebre à tartaruga: — obrigada a andar com a tua casa às costas, não podes passear, correr, brincar, e livrar-te de teus inimigos.
— Guarda para ti a tua compaixão — disse a tartaruga — pesada como sou, e tu ligeira como te gabas de ser, apostemos que eu chego primeiro do que tu a qualquer meta que nos proponhamos a alcançar.
— Vá feito, disse a lebre: só pela graça aceito a aposta. Ajustada a meta, pôs-se a tartaruga a caminho; a lebre que a via, pesada, ir remando em seco, ria-se como uma perdida; e pôs-se a saltar, a divertir-se; e a tartaruga ia-se adiantando.
— Olá! camarada, disse-lhe a lebre, não te canses assim! Que galope é esse? Olha que eu vou dormir um pouquinho.
E se bem o disse, melhor o fez; para escarnecer da tartaruga, deitou-se, e fingiu dormir, dizendo: sempre hei de chegar a tempo. De súbito olha; já era tarde; a tartaruga estava na meta, e vencedora lhe retribuía os seus deboches:
— Que vergonha! Uma tartaruga venceu em ligeireza a uma lebre!
MORAL DA HISTÓRIA: Nada vale correr; cumpre partir em tempo, e não se divertir pelo caminho.
(https://www.culturagenial.com/fabulas-de-esopo/)