Questões de Concurso
Comentadas para motorista
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Leia o Texto 2 para responder a questão.
Texto 2
Crônica do trânsito
Hoje, no trânsito, conversei com alguém. Que milagre tão raro! No mar de viaturas que se espalham pelas vias da cidade. Na louca dinâmica de colisões e desvios que preenchem o dia da metrópole.
Aconteceu de forma inesperada, quando eu tentava desesperadamente passar para a faixa da esquerda. Estava preocupada com o horário da minha reunião. Ela não vai deixar! Que raiva desta fominha! Ela não vai deixar! Não acredito! Eu já estou praticamente lá, mas ela vai enfiar o bico do seu carro para me impedir a passagem! Que insana! Que ódio dessas fominhas!
Pois ela fez justo isso. Ambas imersas no trânsito denso, ficamos lado a lado. Encarei-a com minha raiva. Ela me encarou de volta, com um olhar incompreensível. Gesticulou algo, sua boca se mexeu através do vidro, sem que eu pudesse escutar nada. Foi só quando ela tocou no seu indicador e fez um gesto negativo que eu entendi. Ela queria dizer que era “eu” que estava errada, pois tentava mudar de faixa sem sinalizar. Conferi meu painel.
Que surpresa. Será que ela não é tudo aquilo de ruim? Afinal, apresentou um argumento concreto. Eu realmente não tinha feito como diz o manual, não indiquei. É… ela estava certa. Essa constatação me acalmou. Deixei de ter aquela sensação de estar cercada de pessoas egoístas e irracionais, que nunca dão chance ao motorista ao lado. Num instante, passei a ver a rua com outro olhar. Cheguei a ficar agradecida a essa mulher, a quem jamais tornarei a ver.
Disponível em:< https://deborahgoldemberg.com/cronica-do-transito/>.Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].
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Crônica do trânsito
Hoje, no trânsito, conversei com alguém. Que milagre tão raro! No mar de viaturas que se espalham pelas vias da cidade. Na louca dinâmica de colisões e desvios que preenchem o dia da metrópole.
Aconteceu de forma inesperada, quando eu tentava desesperadamente passar para a faixa da esquerda. Estava preocupada com o horário da minha reunião. Ela não vai deixar! Que raiva desta fominha! Ela não vai deixar! Não acredito! Eu já estou praticamente lá, mas ela vai enfiar o bico do seu carro para me impedir a passagem! Que insana! Que ódio dessas fominhas!
Pois ela fez justo isso. Ambas imersas no trânsito denso, ficamos lado a lado. Encarei-a com minha raiva. Ela me encarou de volta, com um olhar incompreensível. Gesticulou algo, sua boca se mexeu através do vidro, sem que eu pudesse escutar nada. Foi só quando ela tocou no seu indicador e fez um gesto negativo que eu entendi. Ela queria dizer que era “eu” que estava errada, pois tentava mudar de faixa sem sinalizar. Conferi meu painel.
Que surpresa. Será que ela não é tudo aquilo de ruim? Afinal, apresentou um argumento concreto. Eu realmente não tinha feito como diz o manual, não indiquei. É… ela estava certa. Essa constatação me acalmou. Deixei de ter aquela sensação de estar cercada de pessoas egoístas e irracionais, que nunca dão chance ao motorista ao lado. Num instante, passei a ver a rua com outro olhar. Cheguei a ficar agradecida a essa mulher, a quem jamais tornarei a ver.
Disponível em:< https://deborahgoldemberg.com/cronica-do-transito/>.Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].
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Texto 2
Crônica do trânsito
Hoje, no trânsito, conversei com alguém. Que milagre tão raro! No mar de viaturas que se espalham pelas vias da cidade. Na louca dinâmica de colisões e desvios que preenchem o dia da metrópole.
Aconteceu de forma inesperada, quando eu tentava desesperadamente passar para a faixa da esquerda. Estava preocupada com o horário da minha reunião. Ela não vai deixar! Que raiva desta fominha! Ela não vai deixar! Não acredito! Eu já estou praticamente lá, mas ela vai enfiar o bico do seu carro para me impedir a passagem! Que insana! Que ódio dessas fominhas!
Pois ela fez justo isso. Ambas imersas no trânsito denso, ficamos lado a lado. Encarei-a com minha raiva. Ela me encarou de volta, com um olhar incompreensível. Gesticulou algo, sua boca se mexeu através do vidro, sem que eu pudesse escutar nada. Foi só quando ela tocou no seu indicador e fez um gesto negativo que eu entendi. Ela queria dizer que era “eu” que estava errada, pois tentava mudar de faixa sem sinalizar. Conferi meu painel.
Que surpresa. Será que ela não é tudo aquilo de ruim? Afinal, apresentou um argumento concreto. Eu realmente não tinha feito como diz o manual, não indiquei. É… ela estava certa. Essa constatação me acalmou. Deixei de ter aquela sensação de estar cercada de pessoas egoístas e irracionais, que nunca dão chance ao motorista ao lado. Num instante, passei a ver a rua com outro olhar. Cheguei a ficar agradecida a essa mulher, a quem jamais tornarei a ver.
Disponível em:< https://deborahgoldemberg.com/cronica-do-transito/>.Acesso em: 20 ago. 2024. [Adaptado].
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Texto 1
Segundo Steven Love, pesquisador da Comissão de Seguros de Acidentes Automotivos e da Universidade de Sunshine Coast, na Austrália, comportamentos agressivos no trânsito, como ultrapassar os limites de velocidade e desrespeitar sinais vermelhos, são influenciados por uma combinação entre o ambiente de tráfego, a aparente norma cultural de dirigir em alta velocidade e o quanto o motorista consegue administrar suas próprias frustrações.
Isso se aplica particularmente aos motoristas com tendência da personalidade à agressão. Esses motoristas têm baixa percepção de risco e são menos dissuadidos quando escapam por pouco de sofrer acidentes ou de receber punições legais. Contudo, não são apenas os motoristas com traços agressivos que se acham melhores condutores do que são na realidade. Estudos realizados nos Estados Unidos mostram que a maior parte das pessoas pesquisadas avalia mal suas habilidades e acredita que dirige melhor do que a média dos motoristas.
Essas autopercepções infladas são perigosas, segundo a especialista em legislação criminal Sally Kyd, da Universidade de Leicester, no Reino Unido. "Se os motoristas têm a tendência de se considerarem peritos na direção, com habilidades que estão acima do motorista médio", explica a especialista, eles têm a propensão de dirigir perigosamente, por não acreditarem que as leis de trânsito se apliquem a eles.
Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx8zx1yjpgyo>.Acesso em: 18 ago. 2024. [Adaptado].
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Texto 1
Segundo Steven Love, pesquisador da Comissão de Seguros de Acidentes Automotivos e da Universidade de Sunshine Coast, na Austrália, comportamentos agressivos no trânsito, como ultrapassar os limites de velocidade e desrespeitar sinais vermelhos, são influenciados por uma combinação entre o ambiente de tráfego, a aparente norma cultural de dirigir em alta velocidade e o quanto o motorista consegue administrar suas próprias frustrações.
Isso se aplica particularmente aos motoristas com tendência da personalidade à agressão. Esses motoristas têm baixa percepção de risco e são menos dissuadidos quando escapam por pouco de sofrer acidentes ou de receber punições legais. Contudo, não são apenas os motoristas com traços agressivos que se acham melhores condutores do que são na realidade. Estudos realizados nos Estados Unidos mostram que a maior parte das pessoas pesquisadas avalia mal suas habilidades e acredita que dirige melhor do que a média dos motoristas.
Essas autopercepções infladas são perigosas, segundo a especialista em legislação criminal Sally Kyd, da Universidade de Leicester, no Reino Unido. "Se os motoristas têm a tendência de se considerarem peritos na direção, com habilidades que estão acima do motorista médio", explica a especialista, eles têm a propensão de dirigir perigosamente, por não acreditarem que as leis de trânsito se apliquem a eles.
Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx8zx1yjpgyo>.Acesso em: 18 ago. 2024. [Adaptado].
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Segundo Steven Love, pesquisador da Comissão de Seguros de Acidentes Automotivos e da Universidade de Sunshine Coast, na Austrália, comportamentos agressivos no trânsito, como ultrapassar os limites de velocidade e desrespeitar sinais vermelhos, são influenciados por uma combinação entre o ambiente de tráfego, a aparente norma cultural de dirigir em alta velocidade e o quanto o motorista consegue administrar suas próprias frustrações.
Isso se aplica particularmente aos motoristas com tendência da personalidade à agressão. Esses motoristas têm baixa percepção de risco e são menos dissuadidos quando escapam por pouco de sofrer acidentes ou de receber punições legais. Contudo, não são apenas os motoristas com traços agressivos que se acham melhores condutores do que são na realidade. Estudos realizados nos Estados Unidos mostram que a maior parte das pessoas pesquisadas avalia mal suas habilidades e acredita que dirige melhor do que a média dos motoristas.
Essas autopercepções infladas são perigosas, segundo a especialista em legislação criminal Sally Kyd, da Universidade de Leicester, no Reino Unido. "Se os motoristas têm a tendência de se considerarem peritos na direção, com habilidades que estão acima do motorista médio", explica a especialista, eles têm a propensão de dirigir perigosamente, por não acreditarem que as leis de trânsito se apliquem a eles.
Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx8zx1yjpgyo>.Acesso em: 18 ago. 2024. [Adaptado].
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Segundo Steven Love, pesquisador da Comissão de Seguros de Acidentes Automotivos e da Universidade de Sunshine Coast, na Austrália, comportamentos agressivos no trânsito, como ultrapassar os limites de velocidade e desrespeitar sinais vermelhos, são influenciados por uma combinação entre o ambiente de tráfego, a aparente norma cultural de dirigir em alta velocidade e o quanto o motorista consegue administrar suas próprias frustrações.
Isso se aplica particularmente aos motoristas com tendência da personalidade à agressão. Esses motoristas têm baixa percepção de risco e são menos dissuadidos quando escapam por pouco de sofrer acidentes ou de receber punições legais. Contudo, não são apenas os motoristas com traços agressivos que se acham melhores condutores do que são na realidade. Estudos realizados nos Estados Unidos mostram que a maior parte das pessoas pesquisadas avalia mal suas habilidades e acredita que dirige melhor do que a média dos motoristas.
Essas autopercepções infladas são perigosas, segundo a especialista em legislação criminal Sally Kyd, da Universidade de Leicester, no Reino Unido. "Se os motoristas têm a tendência de se considerarem peritos na direção, com habilidades que estão acima do motorista médio", explica a especialista, eles têm a propensão de dirigir perigosamente, por não acreditarem que as leis de trânsito se apliquem a eles.
Disponível em: <https://www.bbc.com/portuguese/articles/cx8zx1yjpgyo>.Acesso em: 18 ago. 2024. [Adaptado].
Analise a imagem abaixo.

A Placa acima indica:
Analise a imagem abaixo.

A Placa acima indica:
Leia as afirmativas abaixo e marque V para Verdadeiro e F para Falso
( ) Quando proibido o estacionamento na via, a parada deverá restringir-se ao tempo indispensável para embarque ou desembarque de passageiros, desde que não interrompa ou perturbe o fluxo de veículos ou a locomoção de pedestres.
( ) Nas paradas, operações de carga ou descarga e nos estacionamentos, o veículo deverá ser posicionado no sentido do fluxo, paralelo ao bordo da pista de rolamento e junto à guia da calçada (meio-fio), admitidas as exceções devidamente sinalizadas.
( ) O condutor e os passageiros não deverão abrir a porta do veículo, deixá-la aberta ou descer do veículo sem antes se certificarem de que isso não constitui perigo para eles e para outros usuários da via.
( ) O uso de faixas laterais de domínio e das áreas adjacentes às estradas e rodovias obedecerá às condições de segurança do trânsito estabelecidas pelo órgão ou entidade com circunscrição sobre a via.
Assinale a alternativa que contém a sequência CORRETA.
Analise a imagem abaixo.

A Placa acima adverte
Analise a imagem abaixo.

A Placa acima indica:
Leia as afirmativas abaixo.
Compete aos órgãos e Entidades Executivos Rodoviários da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, no âmbito de sua circunscrição:
I. Planejar, projetar, regulamentar e operar o trânsito de veículos, de pedestres e de animais, e promover o desenvolvimento da circulação e da segurança de ciclistas.
II. Implantar, manter e operar o sistema de sinalização, os dispositivos e os equipamentos de controle viário.
III. Coletar dados e elaborar estudos sobre os sinistros de trânsito e suas causas.
IV. Executar a fiscalização de trânsito, autuar, aplicar as penalidades de advertência, por escrito, e ainda as multas e medidas administrativas cabíveis, notificando os infratores e arrecadando as multas que aplicar.
Estão CORRETAS as afirmativas:
( ) A sinalização horizontal tem a finalidade de transmitir e orientar os usuários sobre as condições de utilização adequada da via, compreendendo as proibições, restrições e informações que lhes permitam adotar comportamento adequado, de forma a aumentar a segurança e ordenar os fluxos de tráfego.
( ) A sinalização horizontal contribui para a redução de acidentes.
( ) A sinalização horizontal contínua corresponde às linhas interrompidas, aplicadas em cadência, utilizando espaçamentos com extensão igual ou maior que o traço.
( ) A sinalização horizontal amarela é utilizada para separar movimentos veiculares de mesmo sentido.
Assinale a alternativa que contém a sequência correta.