Questões de Concurso Comentadas para motorista

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Q3343863 Legislação de Trânsito
De acordo com o CTB, deixar de guardar a distância lateral de um metro e cinquenta centímetros ao passar por uma bicicleta ou ultrapassá-la, será considerada uma infração


Alternativas
Q3343862 Legislação de Trânsito
Assinale a alternativa que contempla uma infração de natureza média, de acordo com o CTB.
Alternativas
Q3343861 Legislação de Trânsito
Os veículos em circulação terão suas condições de segurança, de controle de emissão de gases poluentes e de ruído avaliadas mediante inspeção, que será obrigatória, na forma e periodicidade estabelecidas pelo CONTRAN para os itens de segurança, e a emissão de gases poluentes e ruído será avaliada 
Alternativas
Q3343859 Legislação de Trânsito
De acordo com o artigo 85 do CTB, os locais destinados pelo órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via, à travessia de pedestres, deverão ser sinalizados com faixas pintadas ou 
Alternativas
Q3343858 Legislação de Trânsito
A velocidade máxima permitida para a via será indicada por meio de sinalização, obedecidas suas características técnicas e as condições de trânsito, sendo que, onde não existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima para uma via urbana caracterizada como coletora será de
Alternativas
Q3343857 Legislação de Trânsito
O condutor de veículo só poderá fazer uso da buzina, desde que em toque breve, para fazer as advertências necessárias a fim de evitar sinistros, como também, de acordo com o artigo 41 do CTB, fora das áreas urbanas, quando for conveniente advertir um condutor que se tem o propósito de
Alternativas
Q3343856 Legislação de Trânsito
Trafegando por uma rodovia de pista simples, que não possui sinalização informando a velocidade máxima permitida, e, no momento, o condutor estiver conduzindo um automóvel ou uma camioneta, não poderá ultrapassar a velocidade máxima de 
Alternativas
Q3343855 Legislação de Trânsito
No artigo 60 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), as vias abertas à circulação pública são classificadas em urbanas e rurais, de acordo com sua utilização.
Assinale a alternativa que contempla um tipo de via classificada como urbana.
Alternativas
Q3343305 Matemática

Em uma praça retangular de 20 m por 60 m será construído um grande banco, de largura igual a x metros, como mostra a figura, em vista superior. 



Imagem associada para resolução da questão



Sabe-se que a área do polígono de oito lados que representa a parte do banco destinada às pessoas sentarem é de 17,28 m2 . Na situação descrita, uma equação do 2o grau cuja solução positiva representa a medida de x, em metro, é

Alternativas
Q3343297 Português

Leia a tira.


Imagem associada para resolução da questão


A alternativa que reescreve uma das falas da personagem, de acordo com a norma-padrão de emprego e colocação do pronome, é:

Alternativas
Q3343296 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
A alternativa redigida segundo a norma-padrão de concordância nominal e verbal é:
Alternativas
Q3343295 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa que dá sequência à frase, empregando os verbos de acordo com a norma-padrão.
Era provável que
Alternativas
Q3343294 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
No contexto do quinto parágrafo, a conjunção destacada no enunciado – Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público. – introduz uma
Alternativas
Q3343293 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Na passagem – … o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. (5o parágrafo) –, os advérbios destacados expressam, nos respectivos contextos, as noções de
Alternativas
Q3343292 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
A passagem do texto em que a palavra destacada está empregada em sentido figurado é:
Alternativas
Q3343291 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho destacado está substituído, nos colchetes, por construção de acordo com a norma-padrão de emprego do sinal de crase.
Alternativas
Q3343290 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Nas passagens – “Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos …” (2o parágrafo) e “Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.” (5o parágrafo) – as palavras destacadas têm sinônimos adequados, respectivamente, em
Alternativas
Q3343289 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Na afirmação – “O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.” –, defende-se a ideia segundo a qual
Alternativas
Q3343288 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
É correto afirmar que o texto atribui a situação crítica do saneamento básico no Brasil 
Alternativas
Q3342955 Legislação de Trânsito
De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro vigente, dentre os crimes ambientais de trânsito, considera-se uma infração gravíssima:
Alternativas
Respostas
7521: B
7522: A
7523: D
7524: C
7525: E
7526: A
7527: E
7528: D
7529: B
7530: B
7531: E
7532: A
7533: B
7534: A
7535: D
7536: C
7537: D
7538: C
7539: C
7540: E