Questões de Concurso Comentadas para motorista

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Q3284860 Português
Assinale a alternativa que NÃO apresenta termos antônimos.
Alternativas
Q3284854 Português
A concordância nominal ocorre quando substantivos, adjetivos, artigos, pronomes ou numerais se combinam em gênero e número. Assim, assinale a alternativa em que a concordância nominal está INCORRETA:
Alternativas
Q3284772 Português
Leia as frases e assinale a alternativa em que a concordância verbal está INCORRETA:
Alternativas
Q3284771 Português
Leia a descrição a seguir e assinale a alternativa que indica corretamente de qual tipo de pontuação se trata. É o sinal que se usa depois de imperativo, interjeições ou termos equivalentes em frases que podem expressar algum sentimento em relação a algo, como surpresa, alegria, tristeza, repugnância, dor, dúvida, impaciência, admiração etc.
Alternativas
Q3284769 Português
Na tirinha de Garfield abaixo, há uma figura de linguagem no último quadrinho, em “Sniff”. Assinale a  alternativa que indica corretamente qual é essa figura de linguagem.

Imagem associada para resolução da questão

Fonte: https://www.lpm-blog.com.br/?p=25127
Alternativas
Q3284766 Português
Analise as afirmativas abaixo a respeito da colocação pronominal e destaque, posteriormente, a alternativa correta.

I. A frase “Não levantar-me cedo atrapalha meus estudos.” está correta em relação ao uso da mesóclise.
II. Em “Quem deu-lhe uma coleção de discos?”, a ênclise está incorreta, pois nas orações interrogativas iniciadas por pronomes ou advérbios interrogativos utiliza-se a próclise.
III. Utiliza-se a ênclise com verbos que iniciam a frase, por exemplo: “Fez-me bem caminhar ontem.”.
Alternativas
Q3283762 Português
Empregou-se corretamente mau ou mal na alternativa:
Alternativas
Q3283759 Português
Assinale a alternativa em que a palavra destacada é um SUBSTANTIVO.
Alternativas
Q3283758 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão

    As fêmeas e os filhotes de elefantes vivem em grupos de até trinta bichos, formando uma manada. Eles são muito unidos e, se um elefantinho se machuca, todos param, trazem comida e água e só partem quando ele estiver recuperado.

As palavras destacadas no texto são classificadas de:
Alternativas
Q3283757 Português
A palavra que NÃO faz o plural como cães é:
Alternativas
Q3283756 Português
Algumas palavras da língua portuguesa causam dúvidas: escreve-se junto ou separado? Assinale a palavra que está escrita INCORRETAMENTE
Alternativas
Q3283751 Português
Marque a palavra que está escrita INCORRETAMENTE:
Alternativas
Q3283750 Português
    O processo de trabalho do cientista aproxima-se do processo de trabalho do artista. Ambos desenvolvem um tipo de comportamento denominado “exploratório”, isto é, dedicam-se a “explorar” as possibilidades, “o que poderia ser”, em vez de se deter no que realmente é. Para isso, necessitam da imaginação. Assim, um dos sentidos de criar é imaginar. Imaginar é a capacidade de ver além do imediato, do que é, de criar possibilidades novas. É responder à pergunta: “Se não fosse assim, como poderia ser?”. Se dermos asas à imaginação, se deixarmos de lado o nosso senso crítico e o medo do ridículo, se abandonarmos as amarras lógicas da realidade, veremos que somos capazes de encontrar muitas respostas para a pergunta. Este é o chamado pensamento divergente, que leva a muitas respostas possíveis. É o contrário do pensamento convergente, que leva a uma única resposta, considerada certa. Por exemplo, para a pergunta “Quem descobriu o Brasil?” só há uma resposta certa: Pedro Álvares Cabral. Para a pergunta “Se os portugueses não tivessem descoberto o Brasil, como estaríamos vivendo hoje?”, há inúmeras respostas possíveis. A primeira envolve memória; a segunda, imaginação.
    Tanto o artista quanto o cientista têm de ser suficientemente flexíveis para sair do seguro, do conhecido, do imediato, e assumir os riscos ao propor o novo, o possível.


ARANHA, Maria Lucia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. A imaginação. In: Filosofando. 2. ed. São Paulo: Moderna, 1993. p. 338-339.
“Tanto o artista quanto o cientista têm de ser suficientemente flexíveis para sair do seguro, do conhecido, do imediato, e assumir os riscos ao propor o novo, o possível.” Levando em consideração o verbo destacado e as frases a seguir, a flexão indicando o plural se dá da mesma forma, caso estas estejam no plural, EXCETO:
Alternativas
Q3283749 Português
    O processo de trabalho do cientista aproxima-se do processo de trabalho do artista. Ambos desenvolvem um tipo de comportamento denominado “exploratório”, isto é, dedicam-se a “explorar” as possibilidades, “o que poderia ser”, em vez de se deter no que realmente é. Para isso, necessitam da imaginação. Assim, um dos sentidos de criar é imaginar. Imaginar é a capacidade de ver além do imediato, do que é, de criar possibilidades novas. É responder à pergunta: “Se não fosse assim, como poderia ser?”. Se dermos asas à imaginação, se deixarmos de lado o nosso senso crítico e o medo do ridículo, se abandonarmos as amarras lógicas da realidade, veremos que somos capazes de encontrar muitas respostas para a pergunta. Este é o chamado pensamento divergente, que leva a muitas respostas possíveis. É o contrário do pensamento convergente, que leva a uma única resposta, considerada certa. Por exemplo, para a pergunta “Quem descobriu o Brasil?” só há uma resposta certa: Pedro Álvares Cabral. Para a pergunta “Se os portugueses não tivessem descoberto o Brasil, como estaríamos vivendo hoje?”, há inúmeras respostas possíveis. A primeira envolve memória; a segunda, imaginação.
    Tanto o artista quanto o cientista têm de ser suficientemente flexíveis para sair do seguro, do conhecido, do imediato, e assumir os riscos ao propor o novo, o possível.


ARANHA, Maria Lucia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. A imaginação. In: Filosofando. 2. ed. São Paulo: Moderna, 1993. p. 338-339.
“Se os portugueses não tivessem descoberto o Brasil, como estaríamos vivendo hoje?”, há inúmeras respostas possíveis. A primeira envolve memória; a segunda, imaginação.”
O emprego da vírgula no trecho destacado se dá com a finalidade de:
Alternativas
Q3283748 Português
    O processo de trabalho do cientista aproxima-se do processo de trabalho do artista. Ambos desenvolvem um tipo de comportamento denominado “exploratório”, isto é, dedicam-se a “explorar” as possibilidades, “o que poderia ser”, em vez de se deter no que realmente é. Para isso, necessitam da imaginação. Assim, um dos sentidos de criar é imaginar. Imaginar é a capacidade de ver além do imediato, do que é, de criar possibilidades novas. É responder à pergunta: “Se não fosse assim, como poderia ser?”. Se dermos asas à imaginação, se deixarmos de lado o nosso senso crítico e o medo do ridículo, se abandonarmos as amarras lógicas da realidade, veremos que somos capazes de encontrar muitas respostas para a pergunta. Este é o chamado pensamento divergente, que leva a muitas respostas possíveis. É o contrário do pensamento convergente, que leva a uma única resposta, considerada certa. Por exemplo, para a pergunta “Quem descobriu o Brasil?” só há uma resposta certa: Pedro Álvares Cabral. Para a pergunta “Se os portugueses não tivessem descoberto o Brasil, como estaríamos vivendo hoje?”, há inúmeras respostas possíveis. A primeira envolve memória; a segunda, imaginação.
    Tanto o artista quanto o cientista têm de ser suficientemente flexíveis para sair do seguro, do conhecido, do imediato, e assumir os riscos ao propor o novo, o possível.


ARANHA, Maria Lucia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. A imaginação. In: Filosofando. 2. ed. São Paulo: Moderna, 1993. p. 338-339.
Este é o chamado pensamento divergente, que leva a muitas respostas possíveis.
Levando em consideração que a oração consiste num enunciado em torno de um verbo, pode-se afirmar que nesse período em destaque há:
Alternativas
Q3283747 Português
    O processo de trabalho do cientista aproxima-se do processo de trabalho do artista. Ambos desenvolvem um tipo de comportamento denominado “exploratório”, isto é, dedicam-se a “explorar” as possibilidades, “o que poderia ser”, em vez de se deter no que realmente é. Para isso, necessitam da imaginação. Assim, um dos sentidos de criar é imaginar. Imaginar é a capacidade de ver além do imediato, do que é, de criar possibilidades novas. É responder à pergunta: “Se não fosse assim, como poderia ser?”. Se dermos asas à imaginação, se deixarmos de lado o nosso senso crítico e o medo do ridículo, se abandonarmos as amarras lógicas da realidade, veremos que somos capazes de encontrar muitas respostas para a pergunta. Este é o chamado pensamento divergente, que leva a muitas respostas possíveis. É o contrário do pensamento convergente, que leva a uma única resposta, considerada certa. Por exemplo, para a pergunta “Quem descobriu o Brasil?” só há uma resposta certa: Pedro Álvares Cabral. Para a pergunta “Se os portugueses não tivessem descoberto o Brasil, como estaríamos vivendo hoje?”, há inúmeras respostas possíveis. A primeira envolve memória; a segunda, imaginação.
    Tanto o artista quanto o cientista têm de ser suficientemente flexíveis para sair do seguro, do conhecido, do imediato, e assumir os riscos ao propor o novo, o possível.


ARANHA, Maria Lucia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. A imaginação. In: Filosofando. 2. ed. São Paulo: Moderna, 1993. p. 338-339.
De acordo com a conclusão exposta no texto, só NÃO é correto afirmar que:
Alternativas
Q3283746 Português
    O processo de trabalho do cientista aproxima-se do processo de trabalho do artista. Ambos desenvolvem um tipo de comportamento denominado “exploratório”, isto é, dedicam-se a “explorar” as possibilidades, “o que poderia ser”, em vez de se deter no que realmente é. Para isso, necessitam da imaginação. Assim, um dos sentidos de criar é imaginar. Imaginar é a capacidade de ver além do imediato, do que é, de criar possibilidades novas. É responder à pergunta: “Se não fosse assim, como poderia ser?”. Se dermos asas à imaginação, se deixarmos de lado o nosso senso crítico e o medo do ridículo, se abandonarmos as amarras lógicas da realidade, veremos que somos capazes de encontrar muitas respostas para a pergunta. Este é o chamado pensamento divergente, que leva a muitas respostas possíveis. É o contrário do pensamento convergente, que leva a uma única resposta, considerada certa. Por exemplo, para a pergunta “Quem descobriu o Brasil?” só há uma resposta certa: Pedro Álvares Cabral. Para a pergunta “Se os portugueses não tivessem descoberto o Brasil, como estaríamos vivendo hoje?”, há inúmeras respostas possíveis. A primeira envolve memória; a segunda, imaginação.
    Tanto o artista quanto o cientista têm de ser suficientemente flexíveis para sair do seguro, do conhecido, do imediato, e assumir os riscos ao propor o novo, o possível.


ARANHA, Maria Lucia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. A imaginação. In: Filosofando. 2. ed. São Paulo: Moderna, 1993. p. 338-339.
Atente para as afirmativas a seguir:

I. O pensamento divergente é um pensamento utópico e sem direção satisfatória.
II. O pensamento convergente é um pensamento racional e que impede a pessoa de se prejudicar em seu experimento.
III. O pensamento divergente é como uma janela para possibilidades de aprendizado e conhecimento.

De acordo com o sentido global do texto, está(ão) correta(s) as afirmativas:
Alternativas
Q3283745 Português
    O processo de trabalho do cientista aproxima-se do processo de trabalho do artista. Ambos desenvolvem um tipo de comportamento denominado “exploratório”, isto é, dedicam-se a “explorar” as possibilidades, “o que poderia ser”, em vez de se deter no que realmente é. Para isso, necessitam da imaginação. Assim, um dos sentidos de criar é imaginar. Imaginar é a capacidade de ver além do imediato, do que é, de criar possibilidades novas. É responder à pergunta: “Se não fosse assim, como poderia ser?”. Se dermos asas à imaginação, se deixarmos de lado o nosso senso crítico e o medo do ridículo, se abandonarmos as amarras lógicas da realidade, veremos que somos capazes de encontrar muitas respostas para a pergunta. Este é o chamado pensamento divergente, que leva a muitas respostas possíveis. É o contrário do pensamento convergente, que leva a uma única resposta, considerada certa. Por exemplo, para a pergunta “Quem descobriu o Brasil?” só há uma resposta certa: Pedro Álvares Cabral. Para a pergunta “Se os portugueses não tivessem descoberto o Brasil, como estaríamos vivendo hoje?”, há inúmeras respostas possíveis. A primeira envolve memória; a segunda, imaginação.
    Tanto o artista quanto o cientista têm de ser suficientemente flexíveis para sair do seguro, do conhecido, do imediato, e assumir os riscos ao propor o novo, o possível.


ARANHA, Maria Lucia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. A imaginação. In: Filosofando. 2. ed. São Paulo: Moderna, 1993. p. 338-339.
Ao propor a pergunta “se não fosse assim, como poderia ser?” a autora:
Alternativas
Q3283744 Português
    O processo de trabalho do cientista aproxima-se do processo de trabalho do artista. Ambos desenvolvem um tipo de comportamento denominado “exploratório”, isto é, dedicam-se a “explorar” as possibilidades, “o que poderia ser”, em vez de se deter no que realmente é. Para isso, necessitam da imaginação. Assim, um dos sentidos de criar é imaginar. Imaginar é a capacidade de ver além do imediato, do que é, de criar possibilidades novas. É responder à pergunta: “Se não fosse assim, como poderia ser?”. Se dermos asas à imaginação, se deixarmos de lado o nosso senso crítico e o medo do ridículo, se abandonarmos as amarras lógicas da realidade, veremos que somos capazes de encontrar muitas respostas para a pergunta. Este é o chamado pensamento divergente, que leva a muitas respostas possíveis. É o contrário do pensamento convergente, que leva a uma única resposta, considerada certa. Por exemplo, para a pergunta “Quem descobriu o Brasil?” só há uma resposta certa: Pedro Álvares Cabral. Para a pergunta “Se os portugueses não tivessem descoberto o Brasil, como estaríamos vivendo hoje?”, há inúmeras respostas possíveis. A primeira envolve memória; a segunda, imaginação.
    Tanto o artista quanto o cientista têm de ser suficientemente flexíveis para sair do seguro, do conhecido, do imediato, e assumir os riscos ao propor o novo, o possível.


ARANHA, Maria Lucia de Arruda; MARTINS, Maria Helena Pires. A imaginação. In: Filosofando. 2. ed. São Paulo: Moderna, 1993. p. 338-339.
A autora ressalta a importância da imaginação, uma vez que: 
Alternativas
Respostas
4901: D
4902: C
4903: B
4904: E
4905: A
4906: E
4907: C
4908: C
4909: C
4910: C
4911: A
4912: A
4913: B
4914: A
4915: C
4916: B
4917: A
4918: D
4919: C
4920: A