Questões de Concurso
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O ônibus sai do ponto quase vazio. Eu vou na frente, no primeiro banco. Mamãe do meu lado, papai dirigindo. Passa casa, passa céu. Vejo tudo pela janela. Entra um ventinho bom. Eu estou de roupa nova. E botei uma sandália legal que mamãe comprou ontem.
Dia de domingo, a gente pode passear de ônibus com o papai. Nos outros dias, ele diz que fica cheio demais. A barra é pesada. Já faz tempo que vou neste passeio. Os caminhos às vezes são diferentes, depende da linha. A que eu gosto mais é esta, que vai pra praia.
O ônibus sai do ponto num lugar fresco, cheio de árvores, perto do morro. Vai descendo, descendo...
Pega passageiro, pega passageiro. Então eu fico pequenininha. Quando ele está mais vazio, eu levanto do meu lugar numa parada, e vou falar umas coisinhas com o papai. Assim:
--- Tem sorvete lá no final da linha?
Ou assim:
--- Você volta com a gente para casa?
Papai responde rapidinho e mamãe me chama pra sentar. É gostoso!
(LENY WERNEK - Papai Motorista. São Paulo, Melhoramentos, p2-9)
No que se refere o texto é incorreto afirmar:
Ao limpar banheiros e vasos sanitários é necessário:
( ) usar luvas.
( ) usar sabão em pó.
( ) usar galochas.
( ) recolher o lixo em sacos apropriados.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
( ) A lei reservará percentual dos cargos e empregos públicos municipais para as pessoas portadoras de deficiência e definirá os critérios de sua admissão.
( ) A revisão geral da remuneração dos servidores públicos municipais far-se-á sempre na mesma data.
( ) Os vencimentos dos cargos de Poder Legislativo não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo.
A sequência está correta em:
Pensar não é uma obrigação: é um direito, e deveria ser um prazer. Naquela horinha no ônibus ou no carro, andando, nadando, comendo, não fazendo nada – o que é um luxo, e nós, bobos, pouco saboreamos –, nada melhor do que deixar tudo de lado e refletir, ou deixar as ideias vagando numa atenção flutuante, como dizia Freud. Largar mão, por alguns instantes, dos compromissos, do cansaço, da falta de tempo, da dificuldade em ser feliz, da pouca harmonia consigo e com o mundo, das tragédias, das decepções universais ou pessoais – e dar-se o prêmio de pensar. Para algumas pessoas, parar para pensar não é desmontar.
E ficariam dispensados os dez ou doze ou três propósitos, as intenções fajutas eternamente repetidas – como as de emagrecer, romper ou melhorar o relacionamento, sair de casa, voltar a estudar, vencer na vida, ter filhos, mudar de emprego ou de parceiro, deixar de beber, de fumar, de se drogar com outras substâncias. A essência seria esta: neste ano, eu vou pensar. Em mim, na vida, nos outros, no mundo, em mil coisas ou numa coisa só – que seja realmente importante.
Pensar para ser uma pessoa mais decente; pensar para amar mais e melhor, começando por mim mesmo; pensar para votar com mais lucidez; pensar no que de verdade eu quero, se é que eu quero alguma coisa – ou sou do tipo que se deixa levar por desânimo, preguiça ou desencanto?
Pensar simplesmente para criar meu mundo particular, não num ataque de loucura, mas de criatividade. Pois o real não existe, existe o que vemos dele.
(O ano de pensar, Lia Luft, fragmento)
Em “Pensar simplesmente para criar meu mundo particular, não num ataque de loucura, mas de criatividade.” a palavra destacada exprime circunstância de:
I. Usar luvas e botas.
II. Não deixar restos de comida e cascas caírem dentro da caixa de gordura.
III. A tampa da caixa de gordura deverá ser bem fechada.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) alternativa(s):
Dar um antigripal ou um antitérmico, por exemplo, ao estudante que começa a apresentar sintomas desagradáveis durante o horário de aulas representa um risco grande. O mesmo ocorre se o professor ministrar um remédio sem receita a pedido dos responsáveis. Afinal, em geral, a escola desconhece o histórico de saúde do aluno. Ou seja, o professor que o acompanha dificilmente saberá indicar se ele é alérgico a algum tipo de medicamento ou se apresenta doenças crônicas que inviabilizariam o uso daquela substância.
Para resguardar a saúde dos alunos, o ideal é que as creches e escolas contem com uma equipe de saúde que se responsabilize tecnicamente por eles nessas situações. Como isso nem sempre é possível, uma alternativa é fazer parcerias com o serviço de saúde local. A equipe escolar deve elaborar uma ficha para cada um, com dados sobre o seu estado geral, coletados na matrícula e atualizados na rematrícula.
Os educadores devem conhecer bem os alunos de modo a identificar emergências e acionar, se preciso for, os responsáveis, os profissionais de saúde ou o atendimento de urgência.
MARANHÃO, Damaris Gomes. Assim não dá! Nova Escola. São Paulo: Abril, p. 28, ano XXV, n. 235, set. 2010. [Texto adaptado]
Assinale a alternativa CORRETA, segundo o texto.
( ) A bomba liga mas não joga água porque a canalização de sucção e a bomba não estão completamente cheias de água.
( ) A bomba deixa gradativamente de jogar água porque o líquido bombeado contém ar.
( ) O motor não liga ou não consegue partir porque o rotor está arrastando na carcaça.
A sequência está correta em:
1. As luvas são apenas necessárias se o funcionário observar algo “estranho” (como sangue ou fluidos corporais).
2. Dependendo da área a ser higienizada e dos produtos químicos utilizados é necessário utilizar óculos de proteção.
3. Para manusear produtos corrosivos basta ter mais cuidado ao abrir a embalagem, mas não é necessário utilizar EPI ́s (Equipamento de Proteção Individual) específicos.
Está(ão) correta(s):