Questões de Concurso Comentadas para auxiliar de serviços gerais

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Q494310 Conhecimentos Gerais
Assinale a alternativa que não indica um gênero musical brasileiro.
Alternativas
Q494309 Conhecimentos Gerais
No verão, uma grande ameaça cai sobre muitas cidades brasileiras, ela se chama Dengue. O principal vetor dessa doença é o mosquito conhecido por:
Alternativas
Q494308 Conhecimentos Gerais
Complete o texto com a alternativa correta. Em 2014 a figura de um brasileiro foi muito exposta na imprensa. O nome desse brasileiro é Joaquim Benedito Barbosa Gomes que, durante o referido ano _________________.
Alternativas
Q494307 Conhecimentos Gerais
O Brasil possui, segundo especialistas, uma grande quantidade de partidos políticos. Com base no tema, “Partidos Políticos e Governo Federal”, as duas siglas que governam o país nos últimos 20 anos, no principal cargo executivo (Presidência da República) estão descritas na alternativa:
Alternativas
Q494299 Português
Texto

                              Ousadia

                                                            (Fernando Sabino)

            A moça ia no ônibus muito contente desta vida, mas, ao saltar, a contrariedade se anunciou:
            - A sua passagem já está paga - disse o motorista.
            - Paga por quem?
            - Esse cavalheiro aí.
            E apontou um mulato bem vestido que acabara de deixar o ônibus, e aguardava com um sorriso junto à calçada.
            - É algum engano, não conheço esse homem. Faça o favor de receber.
            - Mas já está paga...
            - Faça o favor de receber! - insistiu ela, estendendo o dinheiro e falando bem alto para que o homem ouvisse: - Já disse que não conheço! Sujeito atrevido, ainda fca ali me esperando, o senhor não está vendo? Vamos, faço questão que o senhor receba a minha passagem.
            O motorista ergueu os ombros e acabou recebendo: melhor para ele, ganhava duas vezes.
            A moça saltou do ônibus e passou fuzilando de indignação pelo homem.
            Foi seguindo pela rua, sem olhar para ele.
            Se olhasse, veria que ele a seguia, meio ressabiado, a alguns passos.
            Somente quando dobrou à direita para entrar no edifício onde morava, arriscou uma espiada: lá vinha ele! Correu para o apartamento, que era no térreo, pôs-se a bater, aflita:
            - Abre! Abre aí!
            A empregada veio abrir e ela irrompeu pela sala, contando aos pais atônitos, em termos confusos, a sua aventura:
            -       Descarado, como é que tem coragem? Me seguiu até aqui!
            De súbito, ao voltar-se, viu pela porta aberta que o homem ainda estava lá fora, no saguão. Protegida pela presença dos pais, ousou enfrentá-lo:
            - Olha ele ali! É ele, venham ver! Ainda está ali, o sem- vergonha. Mas que ousadia!
            Todos se precipitaram para a porta. A empregada levou as mãos à cabeça:
            - Mas a senhora, como é que pode! É o Marcelo.
            - Marcelo? Que Marcelo? - a moça se voltou, surpreendida.
            - Marcelo, o meu noivo. A senhora conhece ele, foi quem pintou o apartamento.
            A moça só faltou morrer de vergonha:
            - É mesmo, é o Marcelo! Como é que eu não o reconheci! Você me desculpe, Marcelo, por favor.
            No saguão, Marcelo torcia as mãos, encabulado:
            - A senhora é que me desculpe, foi muita ousadia...

A palavra destacada em “No saguão, Marcelo torcia as mãos, encabulado:“(25º§) tem como sinônimo:
Alternativas
Q494298 Português
Texto

                              Ousadia

                                                            (Fernando Sabino)

            A moça ia no ônibus muito contente desta vida, mas, ao saltar, a contrariedade se anunciou:
            - A sua passagem já está paga - disse o motorista.
            - Paga por quem?
            - Esse cavalheiro aí.
            E apontou um mulato bem vestido que acabara de deixar o ônibus, e aguardava com um sorriso junto à calçada.
            - É algum engano, não conheço esse homem. Faça o favor de receber.
            - Mas já está paga...
            - Faça o favor de receber! - insistiu ela, estendendo o dinheiro e falando bem alto para que o homem ouvisse: - Já disse que não conheço! Sujeito atrevido, ainda fca ali me esperando, o senhor não está vendo? Vamos, faço questão que o senhor receba a minha passagem.
            O motorista ergueu os ombros e acabou recebendo: melhor para ele, ganhava duas vezes.
            A moça saltou do ônibus e passou fuzilando de indignação pelo homem.
            Foi seguindo pela rua, sem olhar para ele.
            Se olhasse, veria que ele a seguia, meio ressabiado, a alguns passos.
            Somente quando dobrou à direita para entrar no edifício onde morava, arriscou uma espiada: lá vinha ele! Correu para o apartamento, que era no térreo, pôs-se a bater, aflita:
            - Abre! Abre aí!
            A empregada veio abrir e ela irrompeu pela sala, contando aos pais atônitos, em termos confusos, a sua aventura:
            -       Descarado, como é que tem coragem? Me seguiu até aqui!
            De súbito, ao voltar-se, viu pela porta aberta que o homem ainda estava lá fora, no saguão. Protegida pela presença dos pais, ousou enfrentá-lo:
            - Olha ele ali! É ele, venham ver! Ainda está ali, o sem- vergonha. Mas que ousadia!
            Todos se precipitaram para a porta. A empregada levou as mãos à cabeça:
            - Mas a senhora, como é que pode! É o Marcelo.
            - Marcelo? Que Marcelo? - a moça se voltou, surpreendida.
            - Marcelo, o meu noivo. A senhora conhece ele, foi quem pintou o apartamento.
            A moça só faltou morrer de vergonha:
            - É mesmo, é o Marcelo! Como é que eu não o reconheci! Você me desculpe, Marcelo, por favor.
            No saguão, Marcelo torcia as mãos, encabulado:
            - A senhora é que me desculpe, foi muita ousadia...

A frase “- Mas a senhora, como é que pode!” (20º§) é encerrada com um ponto de exclamação. Esse sinal gráfco é usado para marcar sentimentos e emoções. Desse modo, na frase em análise, esse ponto revela:
Alternativas
Q494297 Português
Texto

                              Ousadia

                                                            (Fernando Sabino)

            A moça ia no ônibus muito contente desta vida, mas, ao saltar, a contrariedade se anunciou:
            - A sua passagem já está paga - disse o motorista.
            - Paga por quem?
            - Esse cavalheiro aí.
            E apontou um mulato bem vestido que acabara de deixar o ônibus, e aguardava com um sorriso junto à calçada.
            - É algum engano, não conheço esse homem. Faça o favor de receber.
            - Mas já está paga...
            - Faça o favor de receber! - insistiu ela, estendendo o dinheiro e falando bem alto para que o homem ouvisse: - Já disse que não conheço! Sujeito atrevido, ainda fca ali me esperando, o senhor não está vendo? Vamos, faço questão que o senhor receba a minha passagem.
            O motorista ergueu os ombros e acabou recebendo: melhor para ele, ganhava duas vezes.
            A moça saltou do ônibus e passou fuzilando de indignação pelo homem.
            Foi seguindo pela rua, sem olhar para ele.
            Se olhasse, veria que ele a seguia, meio ressabiado, a alguns passos.
            Somente quando dobrou à direita para entrar no edifício onde morava, arriscou uma espiada: lá vinha ele! Correu para o apartamento, que era no térreo, pôs-se a bater, aflita:
            - Abre! Abre aí!
            A empregada veio abrir e ela irrompeu pela sala, contando aos pais atônitos, em termos confusos, a sua aventura:
            -       Descarado, como é que tem coragem? Me seguiu até aqui!
            De súbito, ao voltar-se, viu pela porta aberta que o homem ainda estava lá fora, no saguão. Protegida pela presença dos pais, ousou enfrentá-lo:
            - Olha ele ali! É ele, venham ver! Ainda está ali, o sem- vergonha. Mas que ousadia!
            Todos se precipitaram para a porta. A empregada levou as mãos à cabeça:
            - Mas a senhora, como é que pode! É o Marcelo.
            - Marcelo? Que Marcelo? - a moça se voltou, surpreendida.
            - Marcelo, o meu noivo. A senhora conhece ele, foi quem pintou o apartamento.
            A moça só faltou morrer de vergonha:
            - É mesmo, é o Marcelo! Como é que eu não o reconheci! Você me desculpe, Marcelo, por favor.
            No saguão, Marcelo torcia as mãos, encabulado:
            - A senhora é que me desculpe, foi muita ousadia...

Na frase “- Descarado, como é que tem coragem? Me seguiu até aqui!“, presente no décimo sexto parágrafo, a única palavra que é um adjetivo é:
Alternativas
Q494296 Português
Texto

                              Ousadia

                                                            (Fernando Sabino)

            A moça ia no ônibus muito contente desta vida, mas, ao saltar, a contrariedade se anunciou:
            - A sua passagem já está paga - disse o motorista.
            - Paga por quem?
            - Esse cavalheiro aí.
            E apontou um mulato bem vestido que acabara de deixar o ônibus, e aguardava com um sorriso junto à calçada.
            - É algum engano, não conheço esse homem. Faça o favor de receber.
            - Mas já está paga...
            - Faça o favor de receber! - insistiu ela, estendendo o dinheiro e falando bem alto para que o homem ouvisse: - Já disse que não conheço! Sujeito atrevido, ainda fca ali me esperando, o senhor não está vendo? Vamos, faço questão que o senhor receba a minha passagem.
            O motorista ergueu os ombros e acabou recebendo: melhor para ele, ganhava duas vezes.
            A moça saltou do ônibus e passou fuzilando de indignação pelo homem.
            Foi seguindo pela rua, sem olhar para ele.
            Se olhasse, veria que ele a seguia, meio ressabiado, a alguns passos.
            Somente quando dobrou à direita para entrar no edifício onde morava, arriscou uma espiada: lá vinha ele! Correu para o apartamento, que era no térreo, pôs-se a bater, aflita:
            - Abre! Abre aí!
            A empregada veio abrir e ela irrompeu pela sala, contando aos pais atônitos, em termos confusos, a sua aventura:
            -       Descarado, como é que tem coragem? Me seguiu até aqui!
            De súbito, ao voltar-se, viu pela porta aberta que o homem ainda estava lá fora, no saguão. Protegida pela presença dos pais, ousou enfrentá-lo:
            - Olha ele ali! É ele, venham ver! Ainda está ali, o sem- vergonha. Mas que ousadia!
            Todos se precipitaram para a porta. A empregada levou as mãos à cabeça:
            - Mas a senhora, como é que pode! É o Marcelo.
            - Marcelo? Que Marcelo? - a moça se voltou, surpreendida.
            - Marcelo, o meu noivo. A senhora conhece ele, foi quem pintou o apartamento.
            A moça só faltou morrer de vergonha:
            - É mesmo, é o Marcelo! Como é que eu não o reconheci! Você me desculpe, Marcelo, por favor.
            No saguão, Marcelo torcia as mãos, encabulado:
            - A senhora é que me desculpe, foi muita ousadia...

Todas as palavras abaixo, retiradas do texto, possuem encontros vocálicos, menos uma. Assinale-a.
Alternativas
Q494295 Português
Texto

                              Ousadia

                                                            (Fernando Sabino)

            A moça ia no ônibus muito contente desta vida, mas, ao saltar, a contrariedade se anunciou:
            - A sua passagem já está paga - disse o motorista.
            - Paga por quem?
            - Esse cavalheiro aí.
            E apontou um mulato bem vestido que acabara de deixar o ônibus, e aguardava com um sorriso junto à calçada.
            - É algum engano, não conheço esse homem. Faça o favor de receber.
            - Mas já está paga...
            - Faça o favor de receber! - insistiu ela, estendendo o dinheiro e falando bem alto para que o homem ouvisse: - Já disse que não conheço! Sujeito atrevido, ainda fca ali me esperando, o senhor não está vendo? Vamos, faço questão que o senhor receba a minha passagem.
            O motorista ergueu os ombros e acabou recebendo: melhor para ele, ganhava duas vezes.
            A moça saltou do ônibus e passou fuzilando de indignação pelo homem.
            Foi seguindo pela rua, sem olhar para ele.
            Se olhasse, veria que ele a seguia, meio ressabiado, a alguns passos.
            Somente quando dobrou à direita para entrar no edifício onde morava, arriscou uma espiada: lá vinha ele! Correu para o apartamento, que era no térreo, pôs-se a bater, aflita:
            - Abre! Abre aí!
            A empregada veio abrir e ela irrompeu pela sala, contando aos pais atônitos, em termos confusos, a sua aventura:
            -       Descarado, como é que tem coragem? Me seguiu até aqui!
            De súbito, ao voltar-se, viu pela porta aberta que o homem ainda estava lá fora, no saguão. Protegida pela presença dos pais, ousou enfrentá-lo:
            - Olha ele ali! É ele, venham ver! Ainda está ali, o sem- vergonha. Mas que ousadia!
            Todos se precipitaram para a porta. A empregada levou as mãos à cabeça:
            - Mas a senhora, como é que pode! É o Marcelo.
            - Marcelo? Que Marcelo? - a moça se voltou, surpreendida.
            - Marcelo, o meu noivo. A senhora conhece ele, foi quem pintou o apartamento.
            A moça só faltou morrer de vergonha:
            - É mesmo, é o Marcelo! Como é que eu não o reconheci! Você me desculpe, Marcelo, por favor.
            No saguão, Marcelo torcia as mãos, encabulado:
            - A senhora é que me desculpe, foi muita ousadia...

Ao perceber que estava sendo seguida, a moça corre para seu apartamento. Essa atitude revela que ela estava:
Alternativas
Q494294 Português
Texto

                              Ousadia

                                                            (Fernando Sabino)

            A moça ia no ônibus muito contente desta vida, mas, ao saltar, a contrariedade se anunciou:
            - A sua passagem já está paga - disse o motorista.
            - Paga por quem?
            - Esse cavalheiro aí.
            E apontou um mulato bem vestido que acabara de deixar o ônibus, e aguardava com um sorriso junto à calçada.
            - É algum engano, não conheço esse homem. Faça o favor de receber.
            - Mas já está paga...
            - Faça o favor de receber! - insistiu ela, estendendo o dinheiro e falando bem alto para que o homem ouvisse: - Já disse que não conheço! Sujeito atrevido, ainda fca ali me esperando, o senhor não está vendo? Vamos, faço questão que o senhor receba a minha passagem.
            O motorista ergueu os ombros e acabou recebendo: melhor para ele, ganhava duas vezes.
            A moça saltou do ônibus e passou fuzilando de indignação pelo homem.
            Foi seguindo pela rua, sem olhar para ele.
            Se olhasse, veria que ele a seguia, meio ressabiado, a alguns passos.
            Somente quando dobrou à direita para entrar no edifício onde morava, arriscou uma espiada: lá vinha ele! Correu para o apartamento, que era no térreo, pôs-se a bater, aflita:
            - Abre! Abre aí!
            A empregada veio abrir e ela irrompeu pela sala, contando aos pais atônitos, em termos confusos, a sua aventura:
            -       Descarado, como é que tem coragem? Me seguiu até aqui!
            De súbito, ao voltar-se, viu pela porta aberta que o homem ainda estava lá fora, no saguão. Protegida pela presença dos pais, ousou enfrentá-lo:
            - Olha ele ali! É ele, venham ver! Ainda está ali, o sem- vergonha. Mas que ousadia!
            Todos se precipitaram para a porta. A empregada levou as mãos à cabeça:
            - Mas a senhora, como é que pode! É o Marcelo.
            - Marcelo? Que Marcelo? - a moça se voltou, surpreendida.
            - Marcelo, o meu noivo. A senhora conhece ele, foi quem pintou o apartamento.
            A moça só faltou morrer de vergonha:
            - É mesmo, é o Marcelo! Como é que eu não o reconheci! Você me desculpe, Marcelo, por favor.
            No saguão, Marcelo torcia as mãos, encabulado:
            - A senhora é que me desculpe, foi muita ousadia...

A “contrariedade” indicada no primeiro parágrafo deve ser entendida como:
Alternativas
Q494293 Português
Texto

                              Ousadia

                                                            (Fernando Sabino)

            A moça ia no ônibus muito contente desta vida, mas, ao saltar, a contrariedade se anunciou:
            - A sua passagem já está paga - disse o motorista.
            - Paga por quem?
            - Esse cavalheiro aí.
            E apontou um mulato bem vestido que acabara de deixar o ônibus, e aguardava com um sorriso junto à calçada.
            - É algum engano, não conheço esse homem. Faça o favor de receber.
            - Mas já está paga...
            - Faça o favor de receber! - insistiu ela, estendendo o dinheiro e falando bem alto para que o homem ouvisse: - Já disse que não conheço! Sujeito atrevido, ainda fca ali me esperando, o senhor não está vendo? Vamos, faço questão que o senhor receba a minha passagem.
            O motorista ergueu os ombros e acabou recebendo: melhor para ele, ganhava duas vezes.
            A moça saltou do ônibus e passou fuzilando de indignação pelo homem.
            Foi seguindo pela rua, sem olhar para ele.
            Se olhasse, veria que ele a seguia, meio ressabiado, a alguns passos.
            Somente quando dobrou à direita para entrar no edifício onde morava, arriscou uma espiada: lá vinha ele! Correu para o apartamento, que era no térreo, pôs-se a bater, aflita:
            - Abre! Abre aí!
            A empregada veio abrir e ela irrompeu pela sala, contando aos pais atônitos, em termos confusos, a sua aventura:
            -       Descarado, como é que tem coragem? Me seguiu até aqui!
            De súbito, ao voltar-se, viu pela porta aberta que o homem ainda estava lá fora, no saguão. Protegida pela presença dos pais, ousou enfrentá-lo:
            - Olha ele ali! É ele, venham ver! Ainda está ali, o sem- vergonha. Mas que ousadia!
            Todos se precipitaram para a porta. A empregada levou as mãos à cabeça:
            - Mas a senhora, como é que pode! É o Marcelo.
            - Marcelo? Que Marcelo? - a moça se voltou, surpreendida.
            - Marcelo, o meu noivo. A senhora conhece ele, foi quem pintou o apartamento.
            A moça só faltou morrer de vergonha:
            - É mesmo, é o Marcelo! Como é que eu não o reconheci! Você me desculpe, Marcelo, por favor.
            No saguão, Marcelo torcia as mãos, encabulado:
            - A senhora é que me desculpe, foi muita ousadia...

A ousadia indicada no título texto faz referência:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Marialva - PR
Q1224404 História e Geografia de Estados e Municípios
NÃO faz parte dos distritos de Marialva
Alternativas
Ano: 2014 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Rubelita - MG
Q1224116 Português
Todas as receitas devem ser preparadas com a ajuda de um adulto. Ele vai te ajudar a mexer com os utensílios mais perigosos, como facas e outros utensílios cortantes, além do fogão, que é um dos eletrodomésticos mais perigosos da cozinha. O adulto deverá estar sempre por perto na hora de preparar as receitas no fogo ou no forno. Preparar nosso próprio lanche é muito gostoso, mas a organização é muito importante para que nenhum acidente aconteça.

Disponível em http://www.supermercadosrena.com.br/ Acesso em 26 jun. 2015. Adaptado.
No trecho “Ele vai te ajudar a mexer...”, o pronome “ele” refere-se ao
Alternativas
Ano: 2014 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Rubelita - MG
Q1223962 Conhecimentos de Serviços Gerais
Todas as receitas devem ser preparadas com a ajuda de um adulto. Ele vai te ajudar a mexer com os utensílios mais perigosos, como facas e outros utensílios cortantes, além do fogão, que é um dos eletrodomésticos mais perigosos da cozinha. O adulto deverá estar sempre por perto na hora de preparar as receitas no fogo ou no forno. Preparar nosso próprio lanche é muito gostoso, mas a organização é muito importante para que nenhum acidente aconteça.

Disponível em http://www.supermercadosrena.com.br/ Acesso em 26 jun. 2015. Adaptado.
Quais são os utensílios mais perigosos, de acordo com o texto?
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Câmara de Campina Grande do Sul - PR
Q1213802 Português
Acentua-se graficamente todas as palavras oxítonas terminadas em –o, por exemplo:
Alternativas
Ano: 2014 Banca: Itame Órgão: Prefeitura de Hidrolândia - GO
Q1212427 Segurança e Saúde no Trabalho
São cuidados básicos que se deve ter ao levantar peso nos trabalhos de carga e descarga:  I. Limite de peso, nunca carrega mais que 30 kg.  II. Aproximar o corpo da carga.  III. Ao pegar uma carga, enrijeça os músculos, de forma que eles, de antemão, estejam preparados para o valor da carga que será levantado.  IV. Não fazer esforço de levantar cargas estando o tronco torcido e fletido. Isso pode acarretar sérias consequências para sua coluna, inclusive com risco de hérnia de disco.  Das afirmativas acima estão corretas apenas: 
Alternativas
Ano: 2014 Banca: FAFIPA Órgão: Prefeitura de Marialva - PR
Q1206624 Português
É INCORRETO afirmar que, no título do texto: “Quer se proteger da depressão?  Seja uma boa pessoa”,
Alternativas
Ano: 2014 Banca: COTEC Órgão: Prefeitura de Rubelita - MG
Q1201408 Português
A separação de sílabas está CORRETA em 
Alternativas
Q1201393 Português
Trabalho x saúde e bem-estar
Instituto RIC 
ouvimos a palavra “trabalho”, coisas distintas podem surgir na mente de cada indivíduo: alegria, realização, paz, horror, palpitação, quem sabe até mal-estar. Mas, dentro do contexto de qualidade de vida, encontra-se o trabalho, com equilíbrio, claro, e diversas outras atividades, como alimentação saudável, exercício físico e lazer.
Nesse sentido, a Organização Mundial da Saúde (OMS) define qualidade de vida como sendo “[...] percepção do indivíduo sobre sua posição na vida, no contexto de sua cultura e sistema de valores em que ele vive e em relação com seus objetivos, expectativas, padrões e conceitos. Trata-se de um conceito amplo, que inclui a saúde física, o estado psicológico, crenças pessoais, relações sociais e suas relações com o ambiente”.
Porém, infelizmente, para muitos, o trabalho sai do contexto da qualidade de vida, pois se torna algo sem equilíbrio. É nesse momento que devemos verificar qual o papel que o trabalho desempenha em nossa vida. Perceba: se você não consegue dormir bem, se se sente cansado e de mau humor diariamente, você precisa rever seus conceitos, pois o estresse é extremamente prejudicial à saúde, tanto física quanto mental.
A relação de prazer com o trabalho é um fator essencial para a qualidade de vida do homem contemporâneo. Passamos a maior parte de nossos dias no trabalho, deixando o lar, a família e os amigos em favor dele. Por isso, se não sentimos prazer com o trabalho, devemos atentar para esse problema, que pode nos trazer graves consequências a médio e longo prazos.
Todo trabalhador, independentemente da profissão, necessita do reconhecimento profissional e do retorno financeiro que ela oferece. Entretanto, o lazer, a distração, o convívio com amigos e família também são essenciais.
Lembre-se de que exageros profissionais podem atrapalhar (e muito) nosso bem-estar. Sendo assim, decida hoje viver com equilíbrio, e os resultados positivos vão aparecer no seu trabalho, na sua família, no seu círculo social e na sua vida financeira. Desse modo, você estará vivendo com qualidade!
Disponível em<http://www.institutoric.org.br/trabalho-x-saude-e-bem-estar/>. Acesso em: 3 ago. 2014. [Adaptado]
Pelo que se observa no 2º parágrafo do texto, o conceito de qualidade de vida
Alternativas
Q1201095 Português
Trabalho x saúde e bem-estar
Instituto RIC 
ouvimos a palavra “trabalho”, coisas distintas podem surgir na mente de cada indivíduo: alegria, realização, paz, horror, palpitação, quem sabe até mal-estar. Mas, dentro do contexto de qualidade de vida, encontra-se o trabalho, com equilíbrio, claro, e diversas outras atividades, como alimentação saudável, exercício físico e lazer.
Nesse sentido, a Organização Mundial da Saúde (OMS) define qualidade de vida como sendo “[...] percepção do indivíduo sobre sua posição na vida, no contexto de sua cultura e sistema de valores em que ele vive e em relação com seus objetivos, expectativas, padrões e conceitos. Trata-se de um conceito amplo, que inclui a saúde física, o estado psicológico, crenças pessoais, relações sociais e suas relações com o ambiente”.
Porém, infelizmente, para muitos, o trabalho sai do contexto da qualidade de vida, pois se torna algo sem equilíbrio. É nesse momento que devemos verificar qual o papel que o trabalho desempenha em nossa vida. Perceba: se você não consegue dormir bem, se se sente cansado e de mau humor diariamente, você precisa rever seus conceitos, pois o estresse é extremamente prejudicial à saúde, tanto física quanto mental.
A relação de prazer com o trabalho é um fator essencial para a qualidade de vida do homem contemporâneo. Passamos a maior parte de nossos dias no trabalho, deixando o lar, a família e os amigos em favor dele. Por isso, se não sentimos prazer com o trabalho, devemos atentar para esse problema, que pode nos trazer graves consequências a médio e longo prazos.
Todo trabalhador, independentemente da profissão, necessita do reconhecimento profissional e do retorno financeiro que ela oferece. Entretanto, o lazer, a distração, o convívio com amigos e família também são essenciais.
Lembre-se de que exageros profissionais podem atrapalhar (e muito) nosso bem-estar. Sendo assim, decida hoje viver com equilíbrio, e os resultados positivos vão aparecer no seu trabalho, na sua família, no seu círculo social e na sua vida financeira. Desse modo, você estará vivendo com qualidade!
Disponível em<http://www.institutoric.org.br/trabalho-x-saude-e-bem-estar/>. Acesso em: 3 ago. 2014. [Adaptado]
Leia o trecho a seguir:
"Quando ouvimos a palavra 'trabalho', coisas distintas podem surgir na mente de cada indivíduo: alegria, realização, paz, horror, palpitação, quem sabe até mal-estar."
A palavra em destaque é um termo genérico que, no trecho, se refere a
Alternativas
Respostas
13721: D
13722: C
13723: A
13724: D
13725: D
13726: C
13727: A
13728: B
13729: A
13730: D
13731: C
13732: C
13733: C
13734: B
13735: A
13736: D
13737: C
13738: C
13739: A
13740: C