Questões de Concurso Comentadas para auxiliar de serviços gerais

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Q3402125 Gestão de Pessoas
Por que é importante resgatar o valor humano no ambiente de trabalho:
Alternativas
Q3402124 Direito do Trabalho
O que é considerado um acidente do trabalho: 
Alternativas
Q3402123 Segurança e Saúde no Trabalho
O que envolve a segurança do trabalho: 
Alternativas
Q3402122 Segurança e Saúde no Trabalho
Qual é o objetivo principal da higiene do trabalho: 
Alternativas
Q3402121 Segurança e Saúde no Trabalho
O que compreende a higiene do trabalho:  
Alternativas
Q3402112 Português
Assinale a forma correta da transformação para a voz passiva da seguinte frase: "O time de futebol venceu o campeonato nacional"? 
Alternativas
Q3402111 Português
O uso da vírgula é obrigatório em qual opção a seguir: 
Alternativas
Q3402106 Português
Assinale a alternativa que está correta ortograficamente: 
Alternativas
Q3402105 Português
Feijão com arroz: combinação nutricional perfeita, destaca nutricionista do Cedeba 

        Aquilo que se faz sempre da mesma maneira, por hábito, por rotina é o significado da expressão “feijão – com- arroz”, onde está embutido o preconceito em relação à combinação, principalmente por causa do feijão, base da alimentação popular, como pontua a nutricionista do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), Suane Evangelista, ao ressaltar a importância do consumo do feijão por pessoas de todas as idades, citando estudos que associam o consumo da leguminosa como preditor de longevidade, do controle da obesidade e outras doenças crônicas como diabetes, por exemplo. 


        A inclusão de alimentos ricos em nutrientes no dia a dia é um desafio. No caso do feijão, o preconceito fala mais alto por ser rotulado como comida da população de baixa renda, analisa a nutricionista do Cedeba. Pesa, também, a falta de habilidade para o preparo. Sem contar- destaca – que parte significativa da população troca comida de verdade por alimentos ultraprocessados, esses bastante prejudiciais à saúde. 


        Por ser rico em fibras, o feijão, como as demais leguminosas – lentilha, ervilha, grão-de-bico, são muito importantes para a digestão, além de contribuírem para a redução da absorção de gorduras. Dos variados tipos de feijão, o preto é o que contém menos carboidratos, segundo Suane Evangelista, mas todos os tipos são importantes; o vermelho, fradinho, branco, mulatinho…rico em nutrientes, o feijão é pobre em gordura e importante fonte de proteína vegetal. 


        O feijão deve fazer parte da alimentação com o consumo de meia xícara, pelo menos três vezes por semana, orienta a nutricionista.” Mas a população em geral, principalmente pessoas com obesidade evitam o feijão por acreditarem que o alimento contribui para o ganho de peso. Os estudos mostram exatamente o contrário: população de países que não consomem feijão regularmente apresentam taxas mais elevadas de obesidade. 


         Muitas pessoas alegam não comer feijão por sentirem gases, má digestão, mas segundo explicou Suane Evangelista o preparo correto do alimento, elimina o problema. Antes do preparo, o feijão como as demais leguminosas, deve ficar de molho na água pelo período de 8 a 12 horas. O que também pode dificultar a digestão do feijão é a adição de carnes gordurosas e embutidos. 


        O feijão, quando associado ao arroz, tornase uma combinação perfeita, porque se complementam. Ambos são ricos em aminoácidos essenciais: o que falta no feijão está presente no arroz. O feijão é rico em lisina, enquanto o arroz é pobre nesse aminoácido. Já o arroz é rico em metionina e cisteína, enquanto o feijão é pobre. 


         Os aminoácidos essenciais do feijão em ordem decrescente: leucina, lisina, fenilalanina, valina, isoleucina, treonina, histidina e metionina; e os aminoácidos não-essenciais: ácido glutâmico, ácido aspártico, arginina, serina, alanina, glicina, tirosina, prolina e cisteína.


          O arroz é rico nos aminoácidos metionina e cisteína, porém é pobre no aminoácido lisina, assim como os outros cereais. O feijão, por sua vez, apresenta todos os aminoácidos essenciais, sendo inclusive rico em lisina, mas é pobre em metionina e cisteína (aminoácidos sulfurados). 


        Por tantos benefícios, – orienta a nutricionista do Cedeba – o arroz deve fazer parte da alimentação em todas as idades, começando na infância. Para isso é preciso vencer o preconceito que se evidencia mais nas populações das grandes cidades. Pessoas da zona rural e de pequenas cidades continuam consumindo mais feijão com arroz porque são de mais baixo custo, desse modo, protegem mais a saúde, destacou Suane Evangelista.  


(Fonte: Site do Governo do Estado da Bahia. Disponível em https://www.saude.ba.gov.br/2023/12/06/feijao-comarroz-combinacao-nutricional-perfeita-destacanutricionista-do-cedeba/)  

Qual é a recomendação emitida pela nutricionista Suane Evangelista referente ao consumo de feijão e arroz?
Alternativas
Q3402104 Português
Feijão com arroz: combinação nutricional perfeita, destaca nutricionista do Cedeba 

        Aquilo que se faz sempre da mesma maneira, por hábito, por rotina é o significado da expressão “feijão – com- arroz”, onde está embutido o preconceito em relação à combinação, principalmente por causa do feijão, base da alimentação popular, como pontua a nutricionista do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), Suane Evangelista, ao ressaltar a importância do consumo do feijão por pessoas de todas as idades, citando estudos que associam o consumo da leguminosa como preditor de longevidade, do controle da obesidade e outras doenças crônicas como diabetes, por exemplo. 


        A inclusão de alimentos ricos em nutrientes no dia a dia é um desafio. No caso do feijão, o preconceito fala mais alto por ser rotulado como comida da população de baixa renda, analisa a nutricionista do Cedeba. Pesa, também, a falta de habilidade para o preparo. Sem contar- destaca – que parte significativa da população troca comida de verdade por alimentos ultraprocessados, esses bastante prejudiciais à saúde. 


        Por ser rico em fibras, o feijão, como as demais leguminosas – lentilha, ervilha, grão-de-bico, são muito importantes para a digestão, além de contribuírem para a redução da absorção de gorduras. Dos variados tipos de feijão, o preto é o que contém menos carboidratos, segundo Suane Evangelista, mas todos os tipos são importantes; o vermelho, fradinho, branco, mulatinho…rico em nutrientes, o feijão é pobre em gordura e importante fonte de proteína vegetal. 


        O feijão deve fazer parte da alimentação com o consumo de meia xícara, pelo menos três vezes por semana, orienta a nutricionista.” Mas a população em geral, principalmente pessoas com obesidade evitam o feijão por acreditarem que o alimento contribui para o ganho de peso. Os estudos mostram exatamente o contrário: população de países que não consomem feijão regularmente apresentam taxas mais elevadas de obesidade. 


         Muitas pessoas alegam não comer feijão por sentirem gases, má digestão, mas segundo explicou Suane Evangelista o preparo correto do alimento, elimina o problema. Antes do preparo, o feijão como as demais leguminosas, deve ficar de molho na água pelo período de 8 a 12 horas. O que também pode dificultar a digestão do feijão é a adição de carnes gordurosas e embutidos. 


        O feijão, quando associado ao arroz, tornase uma combinação perfeita, porque se complementam. Ambos são ricos em aminoácidos essenciais: o que falta no feijão está presente no arroz. O feijão é rico em lisina, enquanto o arroz é pobre nesse aminoácido. Já o arroz é rico em metionina e cisteína, enquanto o feijão é pobre. 


         Os aminoácidos essenciais do feijão em ordem decrescente: leucina, lisina, fenilalanina, valina, isoleucina, treonina, histidina e metionina; e os aminoácidos não-essenciais: ácido glutâmico, ácido aspártico, arginina, serina, alanina, glicina, tirosina, prolina e cisteína.


          O arroz é rico nos aminoácidos metionina e cisteína, porém é pobre no aminoácido lisina, assim como os outros cereais. O feijão, por sua vez, apresenta todos os aminoácidos essenciais, sendo inclusive rico em lisina, mas é pobre em metionina e cisteína (aminoácidos sulfurados). 


        Por tantos benefícios, – orienta a nutricionista do Cedeba – o arroz deve fazer parte da alimentação em todas as idades, começando na infância. Para isso é preciso vencer o preconceito que se evidencia mais nas populações das grandes cidades. Pessoas da zona rural e de pequenas cidades continuam consumindo mais feijão com arroz porque são de mais baixo custo, desse modo, protegem mais a saúde, destacou Suane Evangelista.  


(Fonte: Site do Governo do Estado da Bahia. Disponível em https://www.saude.ba.gov.br/2023/12/06/feijao-comarroz-combinacao-nutricional-perfeita-destacanutricionista-do-cedeba/)  

De acordo com os termos do texto, por que a sinergia entre feijão e arroz é aclamada como ideal?
Alternativas
Q3402103 Português
Feijão com arroz: combinação nutricional perfeita, destaca nutricionista do Cedeba 

        Aquilo que se faz sempre da mesma maneira, por hábito, por rotina é o significado da expressão “feijão – com- arroz”, onde está embutido o preconceito em relação à combinação, principalmente por causa do feijão, base da alimentação popular, como pontua a nutricionista do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), Suane Evangelista, ao ressaltar a importância do consumo do feijão por pessoas de todas as idades, citando estudos que associam o consumo da leguminosa como preditor de longevidade, do controle da obesidade e outras doenças crônicas como diabetes, por exemplo. 


        A inclusão de alimentos ricos em nutrientes no dia a dia é um desafio. No caso do feijão, o preconceito fala mais alto por ser rotulado como comida da população de baixa renda, analisa a nutricionista do Cedeba. Pesa, também, a falta de habilidade para o preparo. Sem contar- destaca – que parte significativa da população troca comida de verdade por alimentos ultraprocessados, esses bastante prejudiciais à saúde. 


        Por ser rico em fibras, o feijão, como as demais leguminosas – lentilha, ervilha, grão-de-bico, são muito importantes para a digestão, além de contribuírem para a redução da absorção de gorduras. Dos variados tipos de feijão, o preto é o que contém menos carboidratos, segundo Suane Evangelista, mas todos os tipos são importantes; o vermelho, fradinho, branco, mulatinho…rico em nutrientes, o feijão é pobre em gordura e importante fonte de proteína vegetal. 


        O feijão deve fazer parte da alimentação com o consumo de meia xícara, pelo menos três vezes por semana, orienta a nutricionista.” Mas a população em geral, principalmente pessoas com obesidade evitam o feijão por acreditarem que o alimento contribui para o ganho de peso. Os estudos mostram exatamente o contrário: população de países que não consomem feijão regularmente apresentam taxas mais elevadas de obesidade. 


         Muitas pessoas alegam não comer feijão por sentirem gases, má digestão, mas segundo explicou Suane Evangelista o preparo correto do alimento, elimina o problema. Antes do preparo, o feijão como as demais leguminosas, deve ficar de molho na água pelo período de 8 a 12 horas. O que também pode dificultar a digestão do feijão é a adição de carnes gordurosas e embutidos. 


        O feijão, quando associado ao arroz, tornase uma combinação perfeita, porque se complementam. Ambos são ricos em aminoácidos essenciais: o que falta no feijão está presente no arroz. O feijão é rico em lisina, enquanto o arroz é pobre nesse aminoácido. Já o arroz é rico em metionina e cisteína, enquanto o feijão é pobre. 


         Os aminoácidos essenciais do feijão em ordem decrescente: leucina, lisina, fenilalanina, valina, isoleucina, treonina, histidina e metionina; e os aminoácidos não-essenciais: ácido glutâmico, ácido aspártico, arginina, serina, alanina, glicina, tirosina, prolina e cisteína.


          O arroz é rico nos aminoácidos metionina e cisteína, porém é pobre no aminoácido lisina, assim como os outros cereais. O feijão, por sua vez, apresenta todos os aminoácidos essenciais, sendo inclusive rico em lisina, mas é pobre em metionina e cisteína (aminoácidos sulfurados). 


        Por tantos benefícios, – orienta a nutricionista do Cedeba – o arroz deve fazer parte da alimentação em todas as idades, começando na infância. Para isso é preciso vencer o preconceito que se evidencia mais nas populações das grandes cidades. Pessoas da zona rural e de pequenas cidades continuam consumindo mais feijão com arroz porque são de mais baixo custo, desse modo, protegem mais a saúde, destacou Suane Evangelista.  


(Fonte: Site do Governo do Estado da Bahia. Disponível em https://www.saude.ba.gov.br/2023/12/06/feijao-comarroz-combinacao-nutricional-perfeita-destacanutricionista-do-cedeba/)  

Segundo a nutricionista Suane Evangelista, quais são as benesses atribuídas ao feijão pela nutricionista Suane Evangelista? 
Alternativas
Q3402102 Português
Feijão com arroz: combinação nutricional perfeita, destaca nutricionista do Cedeba 

        Aquilo que se faz sempre da mesma maneira, por hábito, por rotina é o significado da expressão “feijão – com- arroz”, onde está embutido o preconceito em relação à combinação, principalmente por causa do feijão, base da alimentação popular, como pontua a nutricionista do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), Suane Evangelista, ao ressaltar a importância do consumo do feijão por pessoas de todas as idades, citando estudos que associam o consumo da leguminosa como preditor de longevidade, do controle da obesidade e outras doenças crônicas como diabetes, por exemplo. 


        A inclusão de alimentos ricos em nutrientes no dia a dia é um desafio. No caso do feijão, o preconceito fala mais alto por ser rotulado como comida da população de baixa renda, analisa a nutricionista do Cedeba. Pesa, também, a falta de habilidade para o preparo. Sem contar- destaca – que parte significativa da população troca comida de verdade por alimentos ultraprocessados, esses bastante prejudiciais à saúde. 


        Por ser rico em fibras, o feijão, como as demais leguminosas – lentilha, ervilha, grão-de-bico, são muito importantes para a digestão, além de contribuírem para a redução da absorção de gorduras. Dos variados tipos de feijão, o preto é o que contém menos carboidratos, segundo Suane Evangelista, mas todos os tipos são importantes; o vermelho, fradinho, branco, mulatinho…rico em nutrientes, o feijão é pobre em gordura e importante fonte de proteína vegetal. 


        O feijão deve fazer parte da alimentação com o consumo de meia xícara, pelo menos três vezes por semana, orienta a nutricionista.” Mas a população em geral, principalmente pessoas com obesidade evitam o feijão por acreditarem que o alimento contribui para o ganho de peso. Os estudos mostram exatamente o contrário: população de países que não consomem feijão regularmente apresentam taxas mais elevadas de obesidade. 


         Muitas pessoas alegam não comer feijão por sentirem gases, má digestão, mas segundo explicou Suane Evangelista o preparo correto do alimento, elimina o problema. Antes do preparo, o feijão como as demais leguminosas, deve ficar de molho na água pelo período de 8 a 12 horas. O que também pode dificultar a digestão do feijão é a adição de carnes gordurosas e embutidos. 


        O feijão, quando associado ao arroz, tornase uma combinação perfeita, porque se complementam. Ambos são ricos em aminoácidos essenciais: o que falta no feijão está presente no arroz. O feijão é rico em lisina, enquanto o arroz é pobre nesse aminoácido. Já o arroz é rico em metionina e cisteína, enquanto o feijão é pobre. 


         Os aminoácidos essenciais do feijão em ordem decrescente: leucina, lisina, fenilalanina, valina, isoleucina, treonina, histidina e metionina; e os aminoácidos não-essenciais: ácido glutâmico, ácido aspártico, arginina, serina, alanina, glicina, tirosina, prolina e cisteína.


          O arroz é rico nos aminoácidos metionina e cisteína, porém é pobre no aminoácido lisina, assim como os outros cereais. O feijão, por sua vez, apresenta todos os aminoácidos essenciais, sendo inclusive rico em lisina, mas é pobre em metionina e cisteína (aminoácidos sulfurados). 


        Por tantos benefícios, – orienta a nutricionista do Cedeba – o arroz deve fazer parte da alimentação em todas as idades, começando na infância. Para isso é preciso vencer o preconceito que se evidencia mais nas populações das grandes cidades. Pessoas da zona rural e de pequenas cidades continuam consumindo mais feijão com arroz porque são de mais baixo custo, desse modo, protegem mais a saúde, destacou Suane Evangelista.  


(Fonte: Site do Governo do Estado da Bahia. Disponível em https://www.saude.ba.gov.br/2023/12/06/feijao-comarroz-combinacao-nutricional-perfeita-destacanutricionista-do-cedeba/)  

Por qual razão muitos indivíduos esquivam-se do consumo de feijão, segundo o texto?
Alternativas
Q3402101 Português
Feijão com arroz: combinação nutricional perfeita, destaca nutricionista do Cedeba 

        Aquilo que se faz sempre da mesma maneira, por hábito, por rotina é o significado da expressão “feijão – com- arroz”, onde está embutido o preconceito em relação à combinação, principalmente por causa do feijão, base da alimentação popular, como pontua a nutricionista do Centro de Diabetes e Endocrinologia da Bahia (Cedeba), Suane Evangelista, ao ressaltar a importância do consumo do feijão por pessoas de todas as idades, citando estudos que associam o consumo da leguminosa como preditor de longevidade, do controle da obesidade e outras doenças crônicas como diabetes, por exemplo. 


        A inclusão de alimentos ricos em nutrientes no dia a dia é um desafio. No caso do feijão, o preconceito fala mais alto por ser rotulado como comida da população de baixa renda, analisa a nutricionista do Cedeba. Pesa, também, a falta de habilidade para o preparo. Sem contar- destaca – que parte significativa da população troca comida de verdade por alimentos ultraprocessados, esses bastante prejudiciais à saúde. 


        Por ser rico em fibras, o feijão, como as demais leguminosas – lentilha, ervilha, grão-de-bico, são muito importantes para a digestão, além de contribuírem para a redução da absorção de gorduras. Dos variados tipos de feijão, o preto é o que contém menos carboidratos, segundo Suane Evangelista, mas todos os tipos são importantes; o vermelho, fradinho, branco, mulatinho…rico em nutrientes, o feijão é pobre em gordura e importante fonte de proteína vegetal. 


        O feijão deve fazer parte da alimentação com o consumo de meia xícara, pelo menos três vezes por semana, orienta a nutricionista.” Mas a população em geral, principalmente pessoas com obesidade evitam o feijão por acreditarem que o alimento contribui para o ganho de peso. Os estudos mostram exatamente o contrário: população de países que não consomem feijão regularmente apresentam taxas mais elevadas de obesidade. 


         Muitas pessoas alegam não comer feijão por sentirem gases, má digestão, mas segundo explicou Suane Evangelista o preparo correto do alimento, elimina o problema. Antes do preparo, o feijão como as demais leguminosas, deve ficar de molho na água pelo período de 8 a 12 horas. O que também pode dificultar a digestão do feijão é a adição de carnes gordurosas e embutidos. 


        O feijão, quando associado ao arroz, tornase uma combinação perfeita, porque se complementam. Ambos são ricos em aminoácidos essenciais: o que falta no feijão está presente no arroz. O feijão é rico em lisina, enquanto o arroz é pobre nesse aminoácido. Já o arroz é rico em metionina e cisteína, enquanto o feijão é pobre. 


         Os aminoácidos essenciais do feijão em ordem decrescente: leucina, lisina, fenilalanina, valina, isoleucina, treonina, histidina e metionina; e os aminoácidos não-essenciais: ácido glutâmico, ácido aspártico, arginina, serina, alanina, glicina, tirosina, prolina e cisteína.


          O arroz é rico nos aminoácidos metionina e cisteína, porém é pobre no aminoácido lisina, assim como os outros cereais. O feijão, por sua vez, apresenta todos os aminoácidos essenciais, sendo inclusive rico em lisina, mas é pobre em metionina e cisteína (aminoácidos sulfurados). 


        Por tantos benefícios, – orienta a nutricionista do Cedeba – o arroz deve fazer parte da alimentação em todas as idades, começando na infância. Para isso é preciso vencer o preconceito que se evidencia mais nas populações das grandes cidades. Pessoas da zona rural e de pequenas cidades continuam consumindo mais feijão com arroz porque são de mais baixo custo, desse modo, protegem mais a saúde, destacou Suane Evangelista.  


(Fonte: Site do Governo do Estado da Bahia. Disponível em https://www.saude.ba.gov.br/2023/12/06/feijao-comarroz-combinacao-nutricional-perfeita-destacanutricionista-do-cedeba/)  

Nos termos do texto acima, que significado subjacente é dado à expressão "feijão-com-arroz", tal como discutido pela nutricionista Suane Evangelista? 
Alternativas
Q3401302 História e Geografia de Estados e Municípios
Qual das opções abaixo se refere a um distrito administrativo oficial de Janiópolis?
Alternativas
Q3401301 Atualidades
Qual dos filmes abaixo foi lançado em 2023 em referência a um personagem do grupo de humor Os Trapalhões? 
Alternativas
Q3401300 Atualidades
O Brasil teve sua melhor participação na história dos jogos Pan -Americanos. Onde foram realizados os jogos de 2023?
Alternativas
Respostas
3901: B
3902: D
3903: C
3904: D
3905: E
3906: B
3907: D
3908: C
3909: B
3910: D
3911: D
3912: C
3913: C
3914: D
3915: A
3916: C
3917: E
3918: D
3919: B
3920: C