Foram encontradas 12.470 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q1192641 Português

Leia o excerto a seguir, extraído da obra Iracema (José de Alencar), para responder à questão.


“Depois, Iracema quebrou a flecha homicida, deu a haste ao desconhecido, guardando consigo a ponta farpada”.

José de Alencar

No que tange às sequências tipológicas, é correto afirmar que o texto apresentado se trata de
Alternativas
Q1192640 Português

Assinale a opção em que está corretamente indicada a ordem dos sinais de pontuação que preencham, RESPECTIVAMENTE, as lacunas da seguinte frase:


“Quando se trata de eleição ___ duas coisas devem ser observadas ____ uma é o projeto político proposto pelo candidato ___ a outra é o posicionamento dele ante as demandas populares.”

Alternativas
Q1192639 Português

Noção de erro de português é afetada pela ideia de que,

vista do passado, toda evolução é corrupção

Aldo Bizzocchi


      Somos um povo que adora discutir a própria língua. E quando o fazemos, um dos assuntos que invariavelmente vêm à baila é a famigerada questão do erro gramatical. Muito se tem debatido a respeito, e a suposta existência de erros em nossa fala (bem como na escrita) ensejou até o surgimento de uma nova profissão, por sinal lucrativa, a de consultor gramatical. Igualmente, peritos no assunto têm mantido com sucesso colunas em jornais, sites, programas de rádio ou televisão com o propósito de ensinar as pessoas a falar corretamente o seu próprio idioma. Isso porque, segundo o diagnóstico catastrofista desses entendidos, nunca se falou tão mal o português como agora, nossa língua caminha inelutavelmente para a ruína e a dissolução, já não se escreve mais como antigamente, e toda uma interminável cantilena de rabugices.

      (...)

      É preciso, então, definir claramente o que é o erro em matéria de língua. É evidente que, se um estrangeiro tentando falar português disser “O meu mulher ser muito bonita”, cometerá um erro, a ponto de se poder dizer que isso não é português. Da mesma forma, quando cometemos um lapsus linguae, isto é, um equívoco involuntário do qual temos consciência, estamos diante de um erro linguístico.

      Mas o que se costuma chamar de “erro de português” é uma expressão linguística que nada tem de acidental, já que é sistemática e, geralmente, proferida por pessoas de menor nível escolar e socioeconômico, embora possa ocorrer até nos mais altos escalões da sociedade. Para a linguística, que é a ciência da linguagem humana, esse fenômeno não pode ser chamado de erro. Se a língua é um sistema de signos que se articulam segundo leis definidas para permitir a comunicação e o pensamento humanos, toda expressão linguística, mesmo a das pessoas iletradas, cumpre esse papel com eficiência.

      (...)

      A maioria dos chamados erros constitui, na verdade, um uso linguístico inadequado à situação de comunicação. Para entendermos melhor essa inadequação, vamos fazer uma analogia entre a língua que falamos e a roupa que usamos. Ninguém em sã consciência vai a uma cerimônia de formatura de camiseta e bermudas tampouco vai à praia de terno. Assim como há uma roupa adequada a cada ocasião, há uma forma de expressão linguística, chamada registro ou nível de linguagem, adequada a cada situação de discurso.

      (...)

      Mas e aquelas pessoas que moram na periferia ou na zona rural e dizem “pobrema”, “cardeneta” ou “puliça”, elas não estão falando errado? Do ponto de vista normativo, sim. Mas, como disse, a gramática normativa só se aplica a situações e ambientes formais. O registro deve, antes de tudo, estar adequado ao contexto social da comunicação. Pessoas que vivem num meio de baixa escolaridade e pronunciam “pobrema” estão adaptadas ao seu habitat. Se você duvida, experimente entrar numa favela do Rio vestindo roupa social e vá conversar com os traficantes usando linguagem de magistrado para ver o que lhe acontece.

      Não estou dizendo com isso que o linguajar das pessoas não-escolarizadas deva ser incentivado. É evidente que, como cidadãos, devemos lutar para acabar com a pobreza e a ignorância. Nesse sentido, não apenas pronunciar “pobrema” é errado; morar em favelas ou andar maltrapilho é muito mais. No entanto, muitos brasileiros moram em barracos ou na rua e só têm uma roupa – muitas vezes esfarrapada – para vestir e só um registro para falar. Sua fala é pobre como é pobre a sua existência, tanto física quanto mental. O imaginário da classe média idealiza essas pessoas indo a todos os lugares sempre com a mesma camisa surrada, os mesmos chinelos velhos, e falando com todos sempre do mesmo modo.

Texto adaptado.Fonte: Língua Portuguesa, ano 3, n.º 25, novembro de 2007

Após a leitura do texto de Aldo Bizzocchi podemos inferir que o autor trata a questão do erro de português a partir de um enfoque
Alternativas
Q1192638 Português

Noção de erro de português é afetada pela ideia de que,

vista do passado, toda evolução é corrupção

Aldo Bizzocchi


      Somos um povo que adora discutir a própria língua. E quando o fazemos, um dos assuntos que invariavelmente vêm à baila é a famigerada questão do erro gramatical. Muito se tem debatido a respeito, e a suposta existência de erros em nossa fala (bem como na escrita) ensejou até o surgimento de uma nova profissão, por sinal lucrativa, a de consultor gramatical. Igualmente, peritos no assunto têm mantido com sucesso colunas em jornais, sites, programas de rádio ou televisão com o propósito de ensinar as pessoas a falar corretamente o seu próprio idioma. Isso porque, segundo o diagnóstico catastrofista desses entendidos, nunca se falou tão mal o português como agora, nossa língua caminha inelutavelmente para a ruína e a dissolução, já não se escreve mais como antigamente, e toda uma interminável cantilena de rabugices.

      (...)

      É preciso, então, definir claramente o que é o erro em matéria de língua. É evidente que, se um estrangeiro tentando falar português disser “O meu mulher ser muito bonita”, cometerá um erro, a ponto de se poder dizer que isso não é português. Da mesma forma, quando cometemos um lapsus linguae, isto é, um equívoco involuntário do qual temos consciência, estamos diante de um erro linguístico.

      Mas o que se costuma chamar de “erro de português” é uma expressão linguística que nada tem de acidental, já que é sistemática e, geralmente, proferida por pessoas de menor nível escolar e socioeconômico, embora possa ocorrer até nos mais altos escalões da sociedade. Para a linguística, que é a ciência da linguagem humana, esse fenômeno não pode ser chamado de erro. Se a língua é um sistema de signos que se articulam segundo leis definidas para permitir a comunicação e o pensamento humanos, toda expressão linguística, mesmo a das pessoas iletradas, cumpre esse papel com eficiência.

      (...)

      A maioria dos chamados erros constitui, na verdade, um uso linguístico inadequado à situação de comunicação. Para entendermos melhor essa inadequação, vamos fazer uma analogia entre a língua que falamos e a roupa que usamos. Ninguém em sã consciência vai a uma cerimônia de formatura de camiseta e bermudas tampouco vai à praia de terno. Assim como há uma roupa adequada a cada ocasião, há uma forma de expressão linguística, chamada registro ou nível de linguagem, adequada a cada situação de discurso.

      (...)

      Mas e aquelas pessoas que moram na periferia ou na zona rural e dizem “pobrema”, “cardeneta” ou “puliça”, elas não estão falando errado? Do ponto de vista normativo, sim. Mas, como disse, a gramática normativa só se aplica a situações e ambientes formais. O registro deve, antes de tudo, estar adequado ao contexto social da comunicação. Pessoas que vivem num meio de baixa escolaridade e pronunciam “pobrema” estão adaptadas ao seu habitat. Se você duvida, experimente entrar numa favela do Rio vestindo roupa social e vá conversar com os traficantes usando linguagem de magistrado para ver o que lhe acontece.

      Não estou dizendo com isso que o linguajar das pessoas não-escolarizadas deva ser incentivado. É evidente que, como cidadãos, devemos lutar para acabar com a pobreza e a ignorância. Nesse sentido, não apenas pronunciar “pobrema” é errado; morar em favelas ou andar maltrapilho é muito mais. No entanto, muitos brasileiros moram em barracos ou na rua e só têm uma roupa – muitas vezes esfarrapada – para vestir e só um registro para falar. Sua fala é pobre como é pobre a sua existência, tanto física quanto mental. O imaginário da classe média idealiza essas pessoas indo a todos os lugares sempre com a mesma camisa surrada, os mesmos chinelos velhos, e falando com todos sempre do mesmo modo.

Texto adaptado.Fonte: Língua Portuguesa, ano 3, n.º 25, novembro de 2007

A intenção comunicativa predominante no texto é
Alternativas
Ano: 2018 Banca: PUC-PR Órgão: Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR
Q1184617 Odontologia
A esterilização por calor úmido, realizada na autoclave, é o meio físico mais eficiente para eliminação dos microrganismos. Sobre esse processo, leia as afirmações a seguir e assinale a alternativa CORRETA. I. O vapor da autoclave age sob pressão e consegue penetrar até os recipientes (marmitas) fechados durante a esterilização. II. Para um melhor aproveitamento, deve-se preencher toda a capacidade da autoclave a cada ciclo, colocando os pacotes sobrepostos uns aos outros. III. Deve-se realizar testes indicadores do controle da esterilização, como o controle químico, que deve ser feito a cada ciclo. IV. Uma vez por semana, deve-se utilizar um indicador biológico para comprovar a eficiência da esterilização.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: PUC-PR Órgão: Prefeitura de Fazenda Rio Grande - PR
Q1184529 Odontologia
O paciente F.G.S., 46 anos, procurou a Unidade de Saúde para atendimento de Urgência. Durante a avaliação, ele relatou dor intensa na região do dente 26. Após o exame clínico e radiográfico, optou-se pela extração do dente. Indique a alternativa que contém os nervos que precisam ser anestesiados para a realização desse procedimento e a técnica anestésica indicada.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Porto Alegre - RS
Q1183148 Odontologia
As ___________________ ão arranjos organizativos de ações e serviços de saúde, de diferentes densidades tecnológicas, que, integradas por meio de sistemas de apoio técnico, logístico e de gestão, buscam garantir a integralidade do cuidado.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do texto acima.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Porto Alegre - RS
Q1183124 Odontologia
Analise as assertivas abaixo referentes à atenção especializada em saúde bucal.
I. No que diz respeito à atenção especializada, a Política Nacional de Saúde Bucal buscou viabilizar a oferta de procedimentos especializados através dos Centros de Especialidades Odontológicas (CEO) e Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias (LRPD).
II. Os CEO são estabelecimentos de saúde que devem ofertar os serviços de diagnóstico bucal, com ênfase no diagnóstico e detecção do câncer de boca; periodontia especializada; cirurgia oral menor dos tecidos moles e duros; endodontia e atendimento a pessoas com necessidades especiais.
III. É necessário o estabelecimento de adequadas estratégias de referência e contrarreferência para garantir a integralidade e a coordenação do cuidado exercida pela atenção básica.
Quais estão corretas?
Alternativas
Ano: 2018 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Porto Alegre - RS
Q1183089 Odontologia
Um estudo teve por objetivo avaliar a relação entre o tipo de escova de dente e o número de escovações diárias com a recessão gengival. Para isso, um pesquisador treinado e calibrado aplicou um questionário a uma amostra representativa de adultos. O questionário coletou as seguintes informações: tipo de escova dental, classificando a dureza das cerdas em extramacia, macia, média e dura, e o número de escovações dentárias ao dia. Após a entrevista, foi realizado um exame bucal para registro do número de dentes com recessão gengival. Nesse sentido, assinale a alternativa que aponta corretamente o delineamento do estudo e a medida de frequência correspondente a esse delineamento.
Alternativas
Ano: 2018 Banca: IBADE Órgão: Prefeitura de Cujubim - RO
Q1181388 Odontologia
A superdosagem indesejada de epinefrina está mais frequentemente associada ao seguinte procedimento:
Alternativas
Q1115517 Odontologia
A oncoterapia é um conjunto de terapêuticas cada dia mais presentes na prática diária de toda área da saúde, com consequências para todo o organismo, o que não é diferente no sistema estomatognático. São exemplos de alterações nesse sistema, exceto:
Alternativas
Q1115516 Odontologia
Um dos fundamentos necessários para uma boa execução técnica de procedimentos odontológicos é a amenização de possíveis quadros álgicos transoperatórios, sendo necessário para a execução de algumas técnicas o uso de anestesia. Para uma exodontia do 18, a porção palatina poderá ser anestesiada bloqueando-se o
Alternativas
Q1115515 Odontologia
Índice é um valor numérico que descreve a situação relativa de saúde de uma determinada população, utilizando-se de uma escala graduada com valores extemos predefinidos, possibilitando comparações com outras populações classificadas pelos mesmos métodos e critérios. Na odontologia, um dos índices mais utilizados é o Índice Periodontal Comunitário (IPC). Sobre esse Índice, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas. ( ) O sextante só é válido se possuir dois ou mais dentes presentes e sem indicação para exodontia. ( ) Bolsas com 4 ou 5 mm são codificadas com 4. ( ) O código para sangramento após sondagem é 1 e para cálculo é 2. ( ) O exame necessita de instrumento especifico. ( ) A perda de inserção é uma das aferições mais complexas do índice. Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q1115514 Odontologia
O conhecimento e a boa execução das técnicas cirúrgicas passa pelo conhecimento geral de suas etapas. A etapa cirúrgica que percorre todo o transoperatório é a
Alternativas
Q1115513 Odontologia
O diagnóstico de dores endodônticas deve estar bem sedimentado para a boa atuação do cirurgião-dentista. Um paciente que apresenta leve sintomatologia ao contato com alimentos frios e doces, sem alteração significativa nos testes de sensibilidade pulpar, sugere um quadro de
Alternativas
Q1115512 Odontologia
Os Centros de Especialidades Odontológicas (CEOs) representam uma expansão no leque de procedimentos odontológicos na Atenção Básica, aumentando o acesso aos níveis secundários e terciários de atenção. São procedimentos que podem ser fornecidos pelos CEOs, exceto:
Alternativas
Q1115511 Odontologia
O profissional da Odontologia deve possuir conhecimento e disponibilidade de fármacos para situação de emergência. São exemplos desses fármacos, exceto:
Alternativas
Q1115510 Odontologia
Em nenhuma área de atuação da odontologia, o profissional está livre de passar por ocasiões de emergências médicas. Assinale a alternativa que apresenta a emergência médica com maior relato de ocorrência.
Alternativas
Q1115509 Odontologia
As técnicas de regeneração tecidual guiada conjuntamente com tratamento de defeitos ósseos orais antes ou durante a instalação de implantes produz resultados previsíveis no tratamento. São resultados previsíveis desse procedimento, exceto:
Alternativas
Q1115508 Odontologia
Um dos grupos de cirurgias com maior número de possibilidades são os procedimentos enxertivos. O tipo de enxerto que pode gerar um certo risco de antigenicidade, passando, por isso, por congelamento, radiação ou agentes químicos. Sua utilização gera menor agressão cirúrgica, sendo exemplos desse grupo FDBA e DFDBA. Esse agrupamento é denominado
Alternativas
Respostas
8881: B
8882: C
8883: A
8884: D
8885: B
8886: C
8887: E
8888: E
8889: E
8890: A
8891: D
8892: B
8893: B
8894: C
8895: C
8896: C
8897: A
8898: C
8899: B
8900: B