Foram encontradas 12.390 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3253880 Odontologia
"Para o correto diagnóstico diferencial entre abcesso periodontal e abcesso periapical devemos nos atentar em sinais clínicos e sintomas. No caso do abcesso periapical, a polpa está necrosada, o teste de vitalidade é sempre negativo e a fístula, se presente, se encontra mais para a apical. Ainda considerando o abcesso periapical a dor pode se apresentar pulsátil e intensa. No abcesso periodontal, a bolsa periodontal tem comunicação com a área do abcesso, há dor na percussão horizontal e a vitalidade pulpar pode ser positiva ou negativa." O texto está:
Alternativas
Q3253879 Odontologia
Existem alguns índices propostos para medição de doenças periodontais, como o índice PMA e o índice de Russell, sendo que:
Alternativas
Q3253878 Odontologia
Com o intuito de limitar a propagação de microorganismos durante um atendimento odontológico, recomenda-se a higienização prévia da boca do paciente, que pode ser realizada, segundo o Ministério da Saúde, por bochecho com:
Alternativas
Q3253877 Odontologia
Considerando o uso do flúor em odontologia, podemos dizer que: 
Alternativas
Q3253876 Odontologia
Uma criança chega ao consultório após ter recebido um trauma de impacto maior no incisivo superior. Após análise clínica e radiográfica, chegou-se ao diagnóstico de subluxação. São sinais e sintomas clássicos da subluxação que proporcionaram esse diagnóstico.
Alternativas
Q3253875 Farmácia
É uma correta posologia para o Naproxeno: 
Alternativas
Q3253874 Odontologia
É uma correta prescrição, por via oral, na profilaxia antimicrobiana para endocardite infecciosa em paciente adulto.
Alternativas
Q3253873 Odontologia
Pode-se dizer que a Mepivacaína:
Alternativas
Q3253872 Odontologia
Numa restauração com resina composta, envolvendo face proximal de um molar decíduo, o condicionamento prévio à restauração pode ser feito com: 
Alternativas
Q3253871 Odontologia
Pensando nos princípios básicos e considerações técnicas de alguns materiais para moldagem e modelos, temos:

I. O gesso pedra com alta resistência e com alta expansão é classificado como do tipo V.
II. Para o alginato, um tempo de manipulação entre 45 e 60 segundos é em geral suficiente.
III. Para a moldagem com o alginato, é imperativo que a moldeira retenha mecanicamente o gel. Em função disso, moldeiras perfuradas são geralmente utilizadas.
IV. O sulfato de potássio é o acelerador de presa mais comumente usado para o gesso.

Assinale a alternativa que apresente apenas as frases corretas.
Alternativas
Q3253870 Odontologia
Baseando-se na higienização mecânica do biofilme e nos agentes químicos usados como coadjuvante na higienização, analise as alternativas abaixo e assinale a incorreta.
Alternativas
Q3253869 Odontologia
É sinal ou sintoma da GEH (Gengivo Estomatite Herpética).
Alternativas
Q3253868 Odontologia
"O cimento de ionômero de vidro (CIV) do tipo I é destinado à cimentação, já o do tipo II é uma formulação para restaurações e produz uma adesão real à estrutura do dente. Solução de ácido poliacrílico a 10% pode ser usada sobre a superfície cavidade preparada, com o intuito de remover a camada de esfregaço, previamente à restauração com o CIV. O CIV não pode ser usado como selante de fóssulas e fissuras." O texto está:
Alternativas
Q3253867 Odontologia
Avalie as frases abaixo, baseando-se nos neoplasmas do periodonto.

I. O Ameloblastoma é um neoplasma benigno de crescimento rápido.
II. O local mais comum de ocorrência do Sarcoma de Kaposi é o palato, seguido da gengiva.
III. Mobilidade dentária e tumefação não são sintomas do tumor maligno Osteossarcoma.

Assinale a alternativa corretas.
Alternativas
Q3253864 Sistemas Operacionais
De acordo com o sistema operacional Microsoft Windows 10, qual das sequências abaixo é válida para adicionar atalhos à área de trabalho? 
Alternativas
Q3253851 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Leia o texto publicado em 10/11/2024.

Saúde realiza oficina sobre direitos dos migrantes no SUS

A ação aconteceu na 2ª Conferência Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia, neste sábado (9), em Brasília

Neste sábado (9), o Ministério da Saúde realizou uma oficina sobre os direitos dos migrantes no Sistema Único de Saúde - SUS. A ação aconteceu em Brasília, durante a 2ª Conferência Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia - COMIGRAR, que promoveu uma Feira de Serviços com instituições públicas e organizações internacionais para fornecer suporte e informações sobre o acesso à saúde, mercado de trabalho e assistência jurídica.

As atividades contaram com o apoio das Secretarias de Atenção Primária a Saúde - SAPS, de Vigilância em Saúde e Ambiente - SVSA, de Atenção Especializada à Saúde - SAES e Saúde Indígena - SESAI da pasta. Na presença do Zé Gotinha, foram distribuídos materiais didáticos e realizadas palestras e outras ações culturais. Serviços de saúde também foram ofertados no evento.

A assessora técnica da SAPS, Sabrina Rodrigues, exaltou a importância do COMIGRAR. "Esse evento é fundamental para que o Ministério da Saúde consiga acolher as demandas das pessoas migrantes, refugiadas e apátridas. E, a partir daí, construir políticas públicas de saúde, considerando as necessidades dessa população", explicou. 

Pela SAES, a assessora técnica Danielle Zacarias acredita que o crescimento dos fluxos migratórios internacionais realça a responsabilidade de qualificar os gestores e trabalhadores de saúde. "É necessário promover uma organização de redes de serviços inclusivos e humanizados que devem compreender que as especificidades culturais, de crenças e religiosidades, hábitos alimentares e nutricionais além de aspectos de linguagem e comunicação das pessoas migrantes devem fazer parte do processo de cuidado e assistência à população migrante", pontuou.

Independente da nacionalidade, todos têm direito a receber os cuidados pelo SUS, que é universal. Em abril deste ano, o Ministério da Saúde lançou uma nota técnica para orientar gestores e profissionais da rede a oferecer a assistência mais adequada aos migrantes, refugiados e apátridas. Voltado especialmente para a atenção primária, o documento define o que caracteriza essa população, além de vítimas de tráfico de pessoas. Segundo o Sistema de Informações em Saúde da Atenção Básica - Sisab, 512.517 migrantes foram cadastrados nas equipes da atenção primária de 2013 a 2023.

Durante a conferência, a SVSA levantou propostas para a construção da Política Nacional de Saúde das Populações Migrantes, Refugiadas e Apátridas, que teve uma nova portaria publicada para a estruturação por meio de um grupo de trabalho. O assessor da SVSA, Igor Rodrigues, comentou sobre a iniciativa: "Estamos acompanhando os encaminhamentos da plenária final da COMIGRAR. As propostas levantadas e as escutas realizados pelo MS durante a conferência serão subsídio para o fortalecimento do SUS, bem como para construção da Política Nacional de Saúde das Populações Migrantes, Refugiadas e Apátridas".

Alberto Navarro, delegado nacional de Saúde das Populações Migrantes, é venezuelano e chegou ao Brasil como refugiado político. Segundo ele, o SUS impactou positivamente sua vida. "Quando cheguei aqui, estava muito machucado. Receber esse atendimento primário foi muito importante. Tenho certeza que em outros países eu sequer teria atenção. Na minha atual posição, é importante trabalhar pela conscientização dos gestores locais e profissionais de saúde para que esses atendimentos continuem e melhorem cada vez mais", disse.

Sobre a conferência

Realizada há 10 anos, a primeira Conferência Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia - COMIGRAR foi um marco importante para a criação da Lei de Migrações vigente. Neste ano, a segunda edição trouxe o tema "Cidadania e Movimento". A abertura aconteceu nesta sexta (8), na Universidade de Brasília - UnB, e contou com a presença de delegados e representantes de todo país, das mais diversas comunidades migrantes, para discutir e propor políticas públicas voltadas aos migrantes, refugiadas e apátridas no Brasil.

No primeiro dia, temas como igualdade de acesso a serviços públicos, inclusão socioeconômica, promoção do trabalho decente, combate a violações de direitos, governança e participação social, regularização migratória, além de interculturalidade e diversidade foram abordados.

A COMIGRAR é promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública - MJSP, em parceria com a UnB, órgãos governamentais e organizações internacionais. Aberta ao público, a conferência deve receber até 700 participantes por dia. O evento acontece até amanhã (10).

Ana Freire

Ministério da Saúde

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/202 4/novembro/saude-realiza-oficina-sobre-direitos-dosmigrantes-no-sus 
Verifica-se que:
Alternativas
Q3253850 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Leia o texto publicado em 10/11/2024.

Saúde realiza oficina sobre direitos dos migrantes no SUS

A ação aconteceu na 2ª Conferência Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia, neste sábado (9), em Brasília

Neste sábado (9), o Ministério da Saúde realizou uma oficina sobre os direitos dos migrantes no Sistema Único de Saúde - SUS. A ação aconteceu em Brasília, durante a 2ª Conferência Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia - COMIGRAR, que promoveu uma Feira de Serviços com instituições públicas e organizações internacionais para fornecer suporte e informações sobre o acesso à saúde, mercado de trabalho e assistência jurídica.

As atividades contaram com o apoio das Secretarias de Atenção Primária a Saúde - SAPS, de Vigilância em Saúde e Ambiente - SVSA, de Atenção Especializada à Saúde - SAES e Saúde Indígena - SESAI da pasta. Na presença do Zé Gotinha, foram distribuídos materiais didáticos e realizadas palestras e outras ações culturais. Serviços de saúde também foram ofertados no evento.

A assessora técnica da SAPS, Sabrina Rodrigues, exaltou a importância do COMIGRAR. "Esse evento é fundamental para que o Ministério da Saúde consiga acolher as demandas das pessoas migrantes, refugiadas e apátridas. E, a partir daí, construir políticas públicas de saúde, considerando as necessidades dessa população", explicou. 

Pela SAES, a assessora técnica Danielle Zacarias acredita que o crescimento dos fluxos migratórios internacionais realça a responsabilidade de qualificar os gestores e trabalhadores de saúde. "É necessário promover uma organização de redes de serviços inclusivos e humanizados que devem compreender que as especificidades culturais, de crenças e religiosidades, hábitos alimentares e nutricionais além de aspectos de linguagem e comunicação das pessoas migrantes devem fazer parte do processo de cuidado e assistência à população migrante", pontuou.

Independente da nacionalidade, todos têm direito a receber os cuidados pelo SUS, que é universal. Em abril deste ano, o Ministério da Saúde lançou uma nota técnica para orientar gestores e profissionais da rede a oferecer a assistência mais adequada aos migrantes, refugiados e apátridas. Voltado especialmente para a atenção primária, o documento define o que caracteriza essa população, além de vítimas de tráfico de pessoas. Segundo o Sistema de Informações em Saúde da Atenção Básica - Sisab, 512.517 migrantes foram cadastrados nas equipes da atenção primária de 2013 a 2023.

Durante a conferência, a SVSA levantou propostas para a construção da Política Nacional de Saúde das Populações Migrantes, Refugiadas e Apátridas, que teve uma nova portaria publicada para a estruturação por meio de um grupo de trabalho. O assessor da SVSA, Igor Rodrigues, comentou sobre a iniciativa: "Estamos acompanhando os encaminhamentos da plenária final da COMIGRAR. As propostas levantadas e as escutas realizados pelo MS durante a conferência serão subsídio para o fortalecimento do SUS, bem como para construção da Política Nacional de Saúde das Populações Migrantes, Refugiadas e Apátridas".

Alberto Navarro, delegado nacional de Saúde das Populações Migrantes, é venezuelano e chegou ao Brasil como refugiado político. Segundo ele, o SUS impactou positivamente sua vida. "Quando cheguei aqui, estava muito machucado. Receber esse atendimento primário foi muito importante. Tenho certeza que em outros países eu sequer teria atenção. Na minha atual posição, é importante trabalhar pela conscientização dos gestores locais e profissionais de saúde para que esses atendimentos continuem e melhorem cada vez mais", disse.

Sobre a conferência

Realizada há 10 anos, a primeira Conferência Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia - COMIGRAR foi um marco importante para a criação da Lei de Migrações vigente. Neste ano, a segunda edição trouxe o tema "Cidadania e Movimento". A abertura aconteceu nesta sexta (8), na Universidade de Brasília - UnB, e contou com a presença de delegados e representantes de todo país, das mais diversas comunidades migrantes, para discutir e propor políticas públicas voltadas aos migrantes, refugiadas e apátridas no Brasil.

No primeiro dia, temas como igualdade de acesso a serviços públicos, inclusão socioeconômica, promoção do trabalho decente, combate a violações de direitos, governança e participação social, regularização migratória, além de interculturalidade e diversidade foram abordados.

A COMIGRAR é promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública - MJSP, em parceria com a UnB, órgãos governamentais e organizações internacionais. Aberta ao público, a conferência deve receber até 700 participantes por dia. O evento acontece até amanhã (10).

Ana Freire

Ministério da Saúde

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/202 4/novembro/saude-realiza-oficina-sobre-direitos-dosmigrantes-no-sus 
No texto jornalístico "Saúde realiza oficina sobre direitos dos migrantes no SUS", uma informação bastante relevante é sobre o tempo entre a primeira e a segunda Conferência: "Realizada há 10 anos, a primeira Conferência Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia - COMIGRAR foi um marco importante para a criação da Lei de Migrações vigente".
A concordância verbal na oração "há 10 anos" segue a mesma regra de:
Alternativas
Q3253849 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

Leia o texto publicado em 10/11/2024.

Saúde realiza oficina sobre direitos dos migrantes no SUS

A ação aconteceu na 2ª Conferência Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia, neste sábado (9), em Brasília

Neste sábado (9), o Ministério da Saúde realizou uma oficina sobre os direitos dos migrantes no Sistema Único de Saúde - SUS. A ação aconteceu em Brasília, durante a 2ª Conferência Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia - COMIGRAR, que promoveu uma Feira de Serviços com instituições públicas e organizações internacionais para fornecer suporte e informações sobre o acesso à saúde, mercado de trabalho e assistência jurídica.

As atividades contaram com o apoio das Secretarias de Atenção Primária a Saúde - SAPS, de Vigilância em Saúde e Ambiente - SVSA, de Atenção Especializada à Saúde - SAES e Saúde Indígena - SESAI da pasta. Na presença do Zé Gotinha, foram distribuídos materiais didáticos e realizadas palestras e outras ações culturais. Serviços de saúde também foram ofertados no evento.

A assessora técnica da SAPS, Sabrina Rodrigues, exaltou a importância do COMIGRAR. "Esse evento é fundamental para que o Ministério da Saúde consiga acolher as demandas das pessoas migrantes, refugiadas e apátridas. E, a partir daí, construir políticas públicas de saúde, considerando as necessidades dessa população", explicou. 

Pela SAES, a assessora técnica Danielle Zacarias acredita que o crescimento dos fluxos migratórios internacionais realça a responsabilidade de qualificar os gestores e trabalhadores de saúde. "É necessário promover uma organização de redes de serviços inclusivos e humanizados que devem compreender que as especificidades culturais, de crenças e religiosidades, hábitos alimentares e nutricionais além de aspectos de linguagem e comunicação das pessoas migrantes devem fazer parte do processo de cuidado e assistência à população migrante", pontuou.

Independente da nacionalidade, todos têm direito a receber os cuidados pelo SUS, que é universal. Em abril deste ano, o Ministério da Saúde lançou uma nota técnica para orientar gestores e profissionais da rede a oferecer a assistência mais adequada aos migrantes, refugiados e apátridas. Voltado especialmente para a atenção primária, o documento define o que caracteriza essa população, além de vítimas de tráfico de pessoas. Segundo o Sistema de Informações em Saúde da Atenção Básica - Sisab, 512.517 migrantes foram cadastrados nas equipes da atenção primária de 2013 a 2023.

Durante a conferência, a SVSA levantou propostas para a construção da Política Nacional de Saúde das Populações Migrantes, Refugiadas e Apátridas, que teve uma nova portaria publicada para a estruturação por meio de um grupo de trabalho. O assessor da SVSA, Igor Rodrigues, comentou sobre a iniciativa: "Estamos acompanhando os encaminhamentos da plenária final da COMIGRAR. As propostas levantadas e as escutas realizados pelo MS durante a conferência serão subsídio para o fortalecimento do SUS, bem como para construção da Política Nacional de Saúde das Populações Migrantes, Refugiadas e Apátridas".

Alberto Navarro, delegado nacional de Saúde das Populações Migrantes, é venezuelano e chegou ao Brasil como refugiado político. Segundo ele, o SUS impactou positivamente sua vida. "Quando cheguei aqui, estava muito machucado. Receber esse atendimento primário foi muito importante. Tenho certeza que em outros países eu sequer teria atenção. Na minha atual posição, é importante trabalhar pela conscientização dos gestores locais e profissionais de saúde para que esses atendimentos continuem e melhorem cada vez mais", disse.

Sobre a conferência

Realizada há 10 anos, a primeira Conferência Nacional de Migrações, Refúgio e Apatridia - COMIGRAR foi um marco importante para a criação da Lei de Migrações vigente. Neste ano, a segunda edição trouxe o tema "Cidadania e Movimento". A abertura aconteceu nesta sexta (8), na Universidade de Brasília - UnB, e contou com a presença de delegados e representantes de todo país, das mais diversas comunidades migrantes, para discutir e propor políticas públicas voltadas aos migrantes, refugiadas e apátridas no Brasil.

No primeiro dia, temas como igualdade de acesso a serviços públicos, inclusão socioeconômica, promoção do trabalho decente, combate a violações de direitos, governança e participação social, regularização migratória, além de interculturalidade e diversidade foram abordados.

A COMIGRAR é promovida pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública - MJSP, em parceria com a UnB, órgãos governamentais e organizações internacionais. Aberta ao público, a conferência deve receber até 700 participantes por dia. O evento acontece até amanhã (10).

Ana Freire

Ministério da Saúde

https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/noticias/202 4/novembro/saude-realiza-oficina-sobre-direitos-dosmigrantes-no-sus 
Considere as inferências sobre o texto jornalístico "Saúde realiza oficina sobre direitos dos migrantes no SUS".

I. A Conferência realizada é uma manifestação de solidariedade e valorização das pessoas .
II. Tanto o objetivo da Conferência (tópico da notícia) quanto o ponto de vista da autora do texto jornalístico podem ser considerados uma forma de combate à xenofobia.
III. A população brasileira, representada pelo Ministério da Saúde, é intolerante à xenofobia e aceita refugiados, migrantes e apátridos.
IV. Os estrangeiros, migrantes e apátridos.

Está adequado o que se afirma em: 
Alternativas
Q3203916 Odontologia
O câncer de boca representa um grande desafio para os gestores em saúde pública do Brasil. Nesse contexto, o estágio clínico do tumor no momento do diagnóstico é o principal fator determinante do prognóstico e, de um modo geral, o diagnóstico precoce, sobretudo quando realizado no estágio das lesões potencialmente malignas, é a ferramenta mais eficiente em termos de redução nas taxas de mortalidade. Sobre o tema, analise a definição abaixo:

 É observada especialmente em homens com aproximadamente 50 anos, pele branca, geralmente descendentes de europeus que vivem em áreas tropicais e cuja ocupação comumente está associada à exposição solar crônica. Se caracteriza por um aspecto de espessamento da semimucosa labial que geralmente é acompanhado por uma coloração mais pálida ou esbranquiçada do vermelhão labial. Outro sinal clínico comumente observado é a perda de definição da linha – geralmente muito bem definida – que separa a pele e a semimucosa labial.

A definição acima define a lesão potencialmente maligna:
Alternativas
Q3203915 Odontologia
A Atenção Básica considera a pessoa em sua singularidade e inserção sociocultural, buscando produzir a atenção integral, incorporar as ações de vigilância em saúde – a qual constitui um processo contínuo e sistemático de coleta, consolidação, análise e disseminação de dados sobre eventos relacionados à saúde. Além disso, visa ao planejamento e à implementação de ações públicas para a proteção da saúde da população, à prevenção e ao controle de riscos, agravos e doenças, bem como à promoção da saúde. Conforme a Política Nacional de Atenção Básica, Portaria nº 2.436/2017, assinale a alternativa que descreve a diretriz “Coordenar o Cuidado”.
Alternativas
Respostas
2561: A
2562: B
2563: E
2564: A
2565: D
2566: C
2567: E
2568: A
2569: D
2570: D
2571: B
2572: B
2573: B
2574: A
2575: A
2576: C
2577: D
2578: E
2579: E
2580: B