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Q1113771 História
De 1889 a 1930 a república brasileira foi comandada por marechais e pelas oligarquias agrárias. NÃO tem relação com esse período histórico, que teve início na proclamação da república e durou até a Revolução de 1930:
Alternativas
Q1113760 Português

                                      O faraó da intolerância

          Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe

                abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida

                                         ou uma dívida impagável.


      Até hoje, os judeus estão celebrando a festa de Pessach e relembrando os épicos acontecimentos que resultaram no Êxodo do Egito. Apesar de terem ocorrido há mais de 3.500 anos, manda a tradição judaica que devemos nos lembrar dos tempos de escravidão como se nós mesmos tivéssemos sido libertados.

      Um costume nesta época é cada um perguntar-se: qual é o meu faraó? Ao fazermos esta reflexão, buscamos identificar quem ou o que está nos mantendo presos e estagnados e nos impedindo de avançar e progredir.

      Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável. A dependência de drogas e do álcool e o medo do sucesso e do fracasso também nos mantêm cativos. Coletivamente, empresas, comunidades e sociedades inteiras podem igualmente estar sob jugo de faraós que não os deixam alcançar seu potencial.

      Atualmente, os brasileiros são vítimas de um déspota mais cruel que o próprio Ramsés, o faraó da intolerância. Éramos livres e, aos poucos, tornamo-nos seus escravos. Deixamos que ele ditasse a forma como nos relacionamos com pessoas de diferentes etnias, religiões, orientações e posições políticas.

      Nós, judeus, sabemos bem aonde a intolerância pode levar uma sociedade. Fomos e continuamos a ser uma de suas maiores vítimas e estaremos sempre engajados no seu combate. É perturbador notar como ela passa a dominar as emoções, palavras e ações de pessoas à nossa volta. É triste ver como ela impede a união de que o Brasil tanto precisa para vencer seus imensos desafios.

      Estamos vivendo no cativeiro da intolerância. Precisamos nos libertar. Assim como fez Moisés em Êxodo 9-1, chegou a hora de encararmos esse faraó de frente e exigir: “Deixe meu povo ir!”

      Esta não será uma luta fácil, nem rápida. O faraó da intolerância fará de tudo para nos manter sob seu domínio. Como os hebreus no Egito, temos de perseverar. Uma, duas, dez vezes se necessário, vamos mostrar a ele nossa determinação de voltar a ser o que sempre fomos: um povo gentil, cordial e, acima de tudo, tolerante.

(Paulo Maltz. Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/o-farao-da-intolerancia-19200936#ixzz47PW1LYXI.)

Assim como fez Moisés em Êxodo 9-1, chegou a hora de encararmos esse faraó de frente e exigir: ‘Deixe meu povo ir!’.” (6º§) A expressão sublinhada exprime ao trecho uma ideia de
Alternativas
Q1113758 Português

                                      O faraó da intolerância

          Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe

                abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida

                                         ou uma dívida impagável.


      Até hoje, os judeus estão celebrando a festa de Pessach e relembrando os épicos acontecimentos que resultaram no Êxodo do Egito. Apesar de terem ocorrido há mais de 3.500 anos, manda a tradição judaica que devemos nos lembrar dos tempos de escravidão como se nós mesmos tivéssemos sido libertados.

      Um costume nesta época é cada um perguntar-se: qual é o meu faraó? Ao fazermos esta reflexão, buscamos identificar quem ou o que está nos mantendo presos e estagnados e nos impedindo de avançar e progredir.

      Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável. A dependência de drogas e do álcool e o medo do sucesso e do fracasso também nos mantêm cativos. Coletivamente, empresas, comunidades e sociedades inteiras podem igualmente estar sob jugo de faraós que não os deixam alcançar seu potencial.

      Atualmente, os brasileiros são vítimas de um déspota mais cruel que o próprio Ramsés, o faraó da intolerância. Éramos livres e, aos poucos, tornamo-nos seus escravos. Deixamos que ele ditasse a forma como nos relacionamos com pessoas de diferentes etnias, religiões, orientações e posições políticas.

      Nós, judeus, sabemos bem aonde a intolerância pode levar uma sociedade. Fomos e continuamos a ser uma de suas maiores vítimas e estaremos sempre engajados no seu combate. É perturbador notar como ela passa a dominar as emoções, palavras e ações de pessoas à nossa volta. É triste ver como ela impede a união de que o Brasil tanto precisa para vencer seus imensos desafios.

      Estamos vivendo no cativeiro da intolerância. Precisamos nos libertar. Assim como fez Moisés em Êxodo 9-1, chegou a hora de encararmos esse faraó de frente e exigir: “Deixe meu povo ir!”

      Esta não será uma luta fácil, nem rápida. O faraó da intolerância fará de tudo para nos manter sob seu domínio. Como os hebreus no Egito, temos de perseverar. Uma, duas, dez vezes se necessário, vamos mostrar a ele nossa determinação de voltar a ser o que sempre fomos: um povo gentil, cordial e, acima de tudo, tolerante.

(Paulo Maltz. Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/o-farao-da-intolerancia-19200936#ixzz47PW1LYXI.)

Assinale a alternativa em que o termo ou trecho sublinhado retoma INCORRETAMENTE o que está sugerido.
Alternativas
Q1113755 Português

                                      O faraó da intolerância

          Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe

                abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida

                                         ou uma dívida impagável.


      Até hoje, os judeus estão celebrando a festa de Pessach e relembrando os épicos acontecimentos que resultaram no Êxodo do Egito. Apesar de terem ocorrido há mais de 3.500 anos, manda a tradição judaica que devemos nos lembrar dos tempos de escravidão como se nós mesmos tivéssemos sido libertados.

      Um costume nesta época é cada um perguntar-se: qual é o meu faraó? Ao fazermos esta reflexão, buscamos identificar quem ou o que está nos mantendo presos e estagnados e nos impedindo de avançar e progredir.

      Individualmente, quase todos temos nossos faraós. Pode ser um chefe abusivo, um trabalho massacrante, uma relação mal resolvida ou uma dívida impagável. A dependência de drogas e do álcool e o medo do sucesso e do fracasso também nos mantêm cativos. Coletivamente, empresas, comunidades e sociedades inteiras podem igualmente estar sob jugo de faraós que não os deixam alcançar seu potencial.

      Atualmente, os brasileiros são vítimas de um déspota mais cruel que o próprio Ramsés, o faraó da intolerância. Éramos livres e, aos poucos, tornamo-nos seus escravos. Deixamos que ele ditasse a forma como nos relacionamos com pessoas de diferentes etnias, religiões, orientações e posições políticas.

      Nós, judeus, sabemos bem aonde a intolerância pode levar uma sociedade. Fomos e continuamos a ser uma de suas maiores vítimas e estaremos sempre engajados no seu combate. É perturbador notar como ela passa a dominar as emoções, palavras e ações de pessoas à nossa volta. É triste ver como ela impede a união de que o Brasil tanto precisa para vencer seus imensos desafios.

      Estamos vivendo no cativeiro da intolerância. Precisamos nos libertar. Assim como fez Moisés em Êxodo 9-1, chegou a hora de encararmos esse faraó de frente e exigir: “Deixe meu povo ir!”

      Esta não será uma luta fácil, nem rápida. O faraó da intolerância fará de tudo para nos manter sob seu domínio. Como os hebreus no Egito, temos de perseverar. Uma, duas, dez vezes se necessário, vamos mostrar a ele nossa determinação de voltar a ser o que sempre fomos: um povo gentil, cordial e, acima de tudo, tolerante.

(Paulo Maltz. Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/o-farao-da-intolerancia-19200936#ixzz47PW1LYXI.)

Assinale a alternativa em que o termo sublinhado apresenta significado INCOERENTE quanto ao contexto empregado.
Alternativas
Q1113652 Arquivologia

“Na maior parte dos organismos acumuladores/produtores de arquivos, é pouco frequente que a organização dos documentos esteja a cargo de um profissional que conheça e aplique ao seu trabalho os princípios técnicos arquivísticos. Assim, é muito raro encontrar, nestes organismos, documentos classificados de acordo com a estrutura ou com as funções que os geraram. Mais comumente, a organização dos documentos de arquivo costuma ser resumida à sua ordenação – após serem separados por tipo ou espécie, são ordenados cronologicamente, alfabeticamente ou numericamente. No entanto, tal organização não é suficiente para informar sobre os vínculos da documentação com o seu organismo produtor.”

(Gonçalves, 1998.)


Através de qual ferramenta a natureza desses vínculos fica verdadeiramente clara?

Alternativas
Q1113650 Administração Geral

Para melhor explicar o comportamento humano, pode-se usar do ciclo motivacional, isto é, o processo pelo qual as necessidades condicionam o comportamento humano, levando-o a algum estado de resolução. As necessidades ou motivos não são estáticos; ao contrário, são forças dinâmicas e persistentes que provocam comportamentos. Uma necessidade, quando surge, rompe o estado de equilíbrio do organismo, causando um estado de estresse, insatisfação, desconforto e desequilíbrio. Saciada a necessidade, o organismo volta ao estado de equilíbrio anterior, à sua forma normal de ajustamento ao ambiente. Nesse contexto, analise o ciclo motivacional a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


“No ciclo motivacional representado, há um equilíbrio interno que é alterado por um(a) ____________ que produz uma necessidade; a necessidade provoca um estado de ____________, que leva a um comportamento ou ação que chega a uma ____________ daquela necessidade. Saciada a necessidade, o organismo humano retorna ao equilíbrio interno anterior.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.

Alternativas
Q1113649 Segurança e Saúde no Trabalho
Na maior parte das ocupações, os nossos olhos são responsáveis pela percepção dos principais estímulos necessários à adequada execução das tarefas sob encargo dos trabalhadores. Para tanto, são continuamente submetidos ou expostos a condições de trabalho que, direta ou indiretamente, podem resultar em consequências indesejadas sobre estes, desde a fadiga visual até mesmo lesões em diversas intensidades quanto aos seus efeitos sobre o sistema ocular (funções ou estruturas). Alguns tipos de atividades, tais como aquelas relacionadas ao uso de terminais de vídeo, impõem um amplo conjunto de exigências visuais aos trabalhadores. A “síndrome da visão do usuário de computador”, por exemplo, atinge a grande maioria dos usuários de computadores que fazem uso deste equipamento por períodos prolongados ou continuados e que não tomam determinados cuidados relacionados à visão. Para fazer frente a estes problemas típicos do sistema ocular, alguns cuidados se fazem necessário, EXCETO:
Alternativas
Q1113648 Administração Geral
“A liderança constitui um dos temas administrativos mais pesquisados e estudados nos últimos cinquenta anos. Para melhor explicar a influência do superior sobre os subordinados ou grupos de subordinados, surgiram várias teorias sobre liderança. Essas teorias acompanharam mais ou menos o desenvolvimento da teoria das organizações e influenciaram sensivelmente a teoria administrativa. Segundo Chiavenato (Administração de Empresas, 1994, p. 529), as teorias sobre liderança podem ser classificadas em três grandes grupos.” Esses três grandes grupos são, EXCETO:
Alternativas
Q1113647 Noções de Informática

“No Brasil, a liderança do Chrome entre os navegadores para Internet mais usados é incontestável: 65,84% dos usuários em 2015 utilizaram o navegador do Google para acessar a web, entre todas as plataformas, vencendo ‘de lavada’. Se considerarmos somente o acesso via computador desktop, a dominação do navegador de Internet do Google é ainda maior, com a preferência de 70,39% dos usuários, como pode ser observado no gráfico. Os dados são do StatCounter, que rastreia até o GPS em suas avaliações sobre localização e sistema.”

(ALVES, Paulo. Canal TechTudo, em 21/01/2016)


Imagem associada para resolução da questão


Quais são os outros navegadores, em ordem de preferência dos usuários, que complementam a pesquisa do StatCounter para o acesso via computador desktop, respectivamente?

Alternativas
Q1113646 Comunicação Social
Como é chamada a publicação (boletins, jornais e revistas) destinada ao público interno de uma organização que, se bem explorada pela área de comunicação, pode se tornar um canal de extrema importância na construção e melhoria dos relacionamentos interpessoais dentro do ambiente corporativo, bem como uma importante ferramenta de endomarketing?
Alternativas
Q1113645 Noções de Informática
“No Excel 2003, há um pequeno quadradinho que aparece no canto inferior da célula que contém o cursor (seleção). O objetivo deste quadradinho é oferecer ao usuário um mecanismo que facilita o preenchimento da tabela. Para fazer o preenchimento automático, basta posicionar a seleção em uma célula que contém um valor, um texto ou uma expressão matemática, clicar nesta ferramenta e arrastar.” Como se chama esta ferramenta do Excel 2003?
Alternativas
Q1113644 Redação Oficial
Na redação de atos normativos, qual é a forma correta de escrever por extenso a data de 01/12/2016?
Alternativas
Q1113643 Redação Oficial

“É a opinião escrita ou verbal, dada por alguém acerca de determinado assunto. Indica e fundamenta solução para o assunto tratado. Seu principal objetivo é o esclarecimento de dúvidas. Em sentido amplo, é a análise de um caso; em sentido restrito, é a opinião jurídica de um magistrado ou tribunal consultor.”

(Medeiros, 2001.)


O enunciado anterior trata-se de:

Alternativas
Q1113642 Geografia

Nas últimas décadas do século XX, estudos realizados por meteorologistas e climatologistas de todo o mundo detectaram um significativo aumento da temperatura média global, em torno de 0,6°C, na superfície dos continentes e dos oceanos. Esse aquecimento global pode causar sérias alterações nos climas do planeta. Sobre essas alterações nos climas, analise as afirmativas a seguir.


I. Diminuiu a quantidade de dias quentes, bem como a frequência das ondas de calor.

II. Diminuiu a diferença entre as temperaturas diurnas e noturnas.

III. Recuaram os glaciares polares e a neve que cobre as montanhas.

IV. A temperatura média global na superfície dos continentes e dos oceanos aumentou e esse aumento foi maior nos continentes do que nos oceanos.


De acordo com o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), são alterações verdadeiras recorrentes nos climas do planeta as afirmativas

Alternativas
Q1113641 Atualidades

Jovens e idosos, os novos emergentes. O avanço da renda coloca os dois extremos da pirâmide etária no radar das empresas, mas o varejo ainda sofre para compreender os desejos desse público. Nesse contexto, analise o gráfico a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


Pode-se afirmar, com base no gráfico, que a classe social que mais consome entre jovens e idosos é:

Alternativas
Q1113640 Conhecimentos Gerais

Relacione adequadamente o tipo de gás de efeito estufa às suas respectivas características.


1. Dióxido de carbono (CO²).

2. Hidrofluorcarboneto (HFC).

3. Metano (CH4).


( ) Gás sintético, formado por átomos de hidrogênio, flúor e carbono.

( ) Gás gerado por atividades como a pecuária, o cultivo de arroz inundado, a queima de combustíveis fósseis e de biomassa, insumos agrícolas e matéria orgânica em decomposição.

( ) É um gás proveniente da queima de combustíveis fósseis, matéria orgânica e desflorestamento.


A sequência está correta em

Alternativas
Q1113639 Geografia
“Fenômeno luminoso promovido pela entrada de partículas sólidas vindas do espaço na atmosfera da Terra. Popularmente, são conhecidas como estrelas cadentes.” Esse fenômeno luminoso é provocado por:
Alternativas
Q1113638 História e Geografia de Estados e Municípios
Ao longo da história até os dias atuais, muitas cidades se especializaram em determinadas funções, dando-lhes características particulares, enquanto outras são multifuncionais. A respeito da cidade de Trindade (GO), que tem seu nome reconhecido em todo o país, é correto afirmar que possui finalidade:
Alternativas
Q1113636 Atualidades
Segundo dados do censo de 2010 houve um significativo aumento da população que se autodeclara indígena no país. Isso pode ser resultado de vários fatores, EXCETO:
Alternativas
Respostas
19221: C
19222: C
19223: D
19224: D
19225: C
19226: D
19227: D
19228: C
19229: A
19230: C
19231: D
19232: B
19233: C
19234: D
19235: B
19236: A
19237: D
19238: A
19239: B
19240: B