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Questões Discursivas

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Q1039266 Noções de Informática
Um Representante Comercial usa o Google Chrome para navegar na Internet e tem como hábito gravar o nome do usuário e a senha quando acessa área restrita de alguns sites, para que na próxima vez que acessar os sites essas informações já estejam preenchidas. Ao descobrir que isso pode permitir que outras pessoas que usam o computador acessem sua área restrita nos sites que utiliza, resolveu limpar os dados de navegação do navegador (histórico de navegação, histórico de download, conteúdo armazenado no cache do navegador, senhas salvas pelo navegador etc.). Para acessar a janela em que poderá executar essa tarefa de limpeza, deverá clicar na ferramenta "Personalizar e controlar o Google Chrome" e:
Alternativas
Q1039265 Noções de Informática
Um Representante Comercial recebeu da empresa onde trabalha um arquivo chamado clientes.pdf, contendo os contatos dos clientes que deveria visitar naquela semana. Ao tentar abrir o arquivo em um computador com o Windows instalado, percebeu que não havia nenhum software capaz de abri-lo. Consultando um técnico de Tecnologia da Informação, foi orientado a baixar e instalar o Adobe Acrobat Reader. Ao baixar e instalar esse software, percebeu que foram instalados também dois softwares indesejados: McAfee Safe Connect e McAfee Security Scan Plus. Após concluir a instalação, para remover os softwares indesejados, o Representante Comercial deverá:
Alternativas
Q1039259 Português

                   E se… O dinheiro deixasse de existir?


      Se o mundo decidisse que dinheiro é a causa de todos os males da humanidade e tentasse eliminar a moeda da nossa vida, veria rapidamente que o mundo iria ser bem mais difícil sem ele.

      É que o dinheiro surgiu justamente para facilitar a troca entre as pessoas. O escambo, a forma mais rudimentar de comércio, baseada na troca de mercadorias por mercadorias, é um meio trabalhoso e demorado, já que pressupõe uma dupla coincidência de desejos. Imagine que você fabrique remédios e precise comprar arroz. Para que a troca dê certo de primeira, será necessário achar um agricultor de arroz doente precisando da sua mercadoria. Complicado. Foi por isso que, ao longo da história, mercadorias muito usadas, fáceis de transportar e de dividir, se tornaram um meio de pagamento comum. Você poderia, por exemplo, trocar seus remédios por sal e comprar arroz com parte do arrecadado.

      Acabar com a moeda seria voltar no tempo. “Passaríamos mais tempo tentando satisfazer a dupla coincidência de desejos do que produzindo. Dessa forma, o PIB da economia seria drasticamente reduzido”, diz Alexandre Schwartsman, do grupo Santander Brasil. Em um mundo onde é preciso ocupar-se com trocas que garantam a sobrevivência, não há tempo para produzir bens sofisticados, como ciência ou cultura. As profissões especializadas acabariam e toda a infraestrutura existente, como estradas, portos e ferrovias, seria inutilizada, já que só faz sentido em uma estrutura de comércio ágil e intenso.

      Se a população se mantivesse firme no propósito de não voltar a usar nenhuma moeda comum de troca, o comércio entraria em colapso. As cidades, que são os centros mais intensos de troca na economia, seriam abandonadas e as pessoas migrariam para o campo, para viver em pequenos grupos autossuficientes. Aos poucos, a civilização que conhecemos deixaria de existir e viveríamos uma nova versão da alta Idade Média – sem cidades, sem comércio e sem muita gente: naquela época, entre os séculos 5 e 10, a economia era capaz de suportar uma população de 300 milhões de pessoas, um vigésimo da que temos hoje.

Ruim com ele… Bem pior sem ele

      Para que o escambo fosse facilitado, as pessoas teriam que se organizar em pequenas comunidades. Cada família produziria um item fundamental para a sobrevivência e as trocas seriam asseguradas com base na confiança.

      Sem moeda, profissionais muito especializados, como um estilista ou um cientista, não sobreviveriam com o seu trabalho. As trocas seriam feitas entre bens de primeira necessidade e fáceis de serem confeccionados.

                                                                           (Adaptado de super.abril.com.br)

Em "Ruim com ele… Bem pior sem ele", o pronome refere-se a:
Alternativas
Q1039258 Português

                   E se… O dinheiro deixasse de existir?


      Se o mundo decidisse que dinheiro é a causa de todos os males da humanidade e tentasse eliminar a moeda da nossa vida, veria rapidamente que o mundo iria ser bem mais difícil sem ele.

      É que o dinheiro surgiu justamente para facilitar a troca entre as pessoas. O escambo, a forma mais rudimentar de comércio, baseada na troca de mercadorias por mercadorias, é um meio trabalhoso e demorado, já que pressupõe uma dupla coincidência de desejos. Imagine que você fabrique remédios e precise comprar arroz. Para que a troca dê certo de primeira, será necessário achar um agricultor de arroz doente precisando da sua mercadoria. Complicado. Foi por isso que, ao longo da história, mercadorias muito usadas, fáceis de transportar e de dividir, se tornaram um meio de pagamento comum. Você poderia, por exemplo, trocar seus remédios por sal e comprar arroz com parte do arrecadado.

      Acabar com a moeda seria voltar no tempo. “Passaríamos mais tempo tentando satisfazer a dupla coincidência de desejos do que produzindo. Dessa forma, o PIB da economia seria drasticamente reduzido”, diz Alexandre Schwartsman, do grupo Santander Brasil. Em um mundo onde é preciso ocupar-se com trocas que garantam a sobrevivência, não há tempo para produzir bens sofisticados, como ciência ou cultura. As profissões especializadas acabariam e toda a infraestrutura existente, como estradas, portos e ferrovias, seria inutilizada, já que só faz sentido em uma estrutura de comércio ágil e intenso.

      Se a população se mantivesse firme no propósito de não voltar a usar nenhuma moeda comum de troca, o comércio entraria em colapso. As cidades, que são os centros mais intensos de troca na economia, seriam abandonadas e as pessoas migrariam para o campo, para viver em pequenos grupos autossuficientes. Aos poucos, a civilização que conhecemos deixaria de existir e viveríamos uma nova versão da alta Idade Média – sem cidades, sem comércio e sem muita gente: naquela época, entre os séculos 5 e 10, a economia era capaz de suportar uma população de 300 milhões de pessoas, um vigésimo da que temos hoje.

Ruim com ele… Bem pior sem ele

      Para que o escambo fosse facilitado, as pessoas teriam que se organizar em pequenas comunidades. Cada família produziria um item fundamental para a sobrevivência e as trocas seriam asseguradas com base na confiança.

      Sem moeda, profissionais muito especializados, como um estilista ou um cientista, não sobreviveriam com o seu trabalho. As trocas seriam feitas entre bens de primeira necessidade e fáceis de serem confeccionados.

                                                                           (Adaptado de super.abril.com.br)

Leia a seguir as definições do Dicionário Houaiss para o substantivo "colapso".


I. Estado semelhante ao choque, caracterizado por prostração extrema, grande perda de líquido, acompanhado geralmente de insuficiência cardíaca;

II. Achatamento conjunto das paredes de uma estrutura;

III. Diminuição súbita de eficiência, de poder;

IV. Derrocada, desmoronamento, ruína;

V. Perda da turgescência de tecido vegetal.


No texto, o significado de "colapso" (em destaque no quarto parágrafo):

Alternativas
Q1039257 Português

                   E se… O dinheiro deixasse de existir?


      Se o mundo decidisse que dinheiro é a causa de todos os males da humanidade e tentasse eliminar a moeda da nossa vida, veria rapidamente que o mundo iria ser bem mais difícil sem ele.

      É que o dinheiro surgiu justamente para facilitar a troca entre as pessoas. O escambo, a forma mais rudimentar de comércio, baseada na troca de mercadorias por mercadorias, é um meio trabalhoso e demorado, já que pressupõe uma dupla coincidência de desejos. Imagine que você fabrique remédios e precise comprar arroz. Para que a troca dê certo de primeira, será necessário achar um agricultor de arroz doente precisando da sua mercadoria. Complicado. Foi por isso que, ao longo da história, mercadorias muito usadas, fáceis de transportar e de dividir, se tornaram um meio de pagamento comum. Você poderia, por exemplo, trocar seus remédios por sal e comprar arroz com parte do arrecadado.

      Acabar com a moeda seria voltar no tempo. “Passaríamos mais tempo tentando satisfazer a dupla coincidência de desejos do que produzindo. Dessa forma, o PIB da economia seria drasticamente reduzido”, diz Alexandre Schwartsman, do grupo Santander Brasil. Em um mundo onde é preciso ocupar-se com trocas que garantam a sobrevivência, não há tempo para produzir bens sofisticados, como ciência ou cultura. As profissões especializadas acabariam e toda a infraestrutura existente, como estradas, portos e ferrovias, seria inutilizada, já que só faz sentido em uma estrutura de comércio ágil e intenso.

      Se a população se mantivesse firme no propósito de não voltar a usar nenhuma moeda comum de troca, o comércio entraria em colapso. As cidades, que são os centros mais intensos de troca na economia, seriam abandonadas e as pessoas migrariam para o campo, para viver em pequenos grupos autossuficientes. Aos poucos, a civilização que conhecemos deixaria de existir e viveríamos uma nova versão da alta Idade Média – sem cidades, sem comércio e sem muita gente: naquela época, entre os séculos 5 e 10, a economia era capaz de suportar uma população de 300 milhões de pessoas, um vigésimo da que temos hoje.

Ruim com ele… Bem pior sem ele

      Para que o escambo fosse facilitado, as pessoas teriam que se organizar em pequenas comunidades. Cada família produziria um item fundamental para a sobrevivência e as trocas seriam asseguradas com base na confiança.

      Sem moeda, profissionais muito especializados, como um estilista ou um cientista, não sobreviveriam com o seu trabalho. As trocas seriam feitas entre bens de primeira necessidade e fáceis de serem confeccionados.

                                                                           (Adaptado de super.abril.com.br)

Releia esta passagem do texto:


As cidades, que são os centros mais intensos de troca na economia, seriam abandonadas e as pessoas migrariam para o campo, para viver em pequenos grupos autossuficientes.


Agora, considere as três possíveis reescritas do período apresentado acima.

I. Embora as cidades sejam os centros mais intensos de troca na economia, seriam abandonadas, porque as pessoas migrariam para o campo, onde viveriam em pequenos grupos autossuficientes.

II. As cidades que são os centros mais intensos de troca na economia seriam abandonadas, depois que as pessoas migrassem para o campo, para viverem em pequenos grupos autossuficientes.

III. Os centros mais intensos de troca na economia, as cidades seriam abandonadas, mas as pessoas migrariam para o campo e viveriam em pequenos grupos muito suficientes.


Com relação ao sentido original do trecho ou à norma culta escrita da língua portuguesa, assinale a alternativa que aponte um problema existente em alguma das reescritas I, II e III.

Alternativas
Q1039255 Português

                   E se… O dinheiro deixasse de existir?


      Se o mundo decidisse que dinheiro é a causa de todos os males da humanidade e tentasse eliminar a moeda da nossa vida, veria rapidamente que o mundo iria ser bem mais difícil sem ele.

      É que o dinheiro surgiu justamente para facilitar a troca entre as pessoas. O escambo, a forma mais rudimentar de comércio, baseada na troca de mercadorias por mercadorias, é um meio trabalhoso e demorado, já que pressupõe uma dupla coincidência de desejos. Imagine que você fabrique remédios e precise comprar arroz. Para que a troca dê certo de primeira, será necessário achar um agricultor de arroz doente precisando da sua mercadoria. Complicado. Foi por isso que, ao longo da história, mercadorias muito usadas, fáceis de transportar e de dividir, se tornaram um meio de pagamento comum. Você poderia, por exemplo, trocar seus remédios por sal e comprar arroz com parte do arrecadado.

      Acabar com a moeda seria voltar no tempo. “Passaríamos mais tempo tentando satisfazer a dupla coincidência de desejos do que produzindo. Dessa forma, o PIB da economia seria drasticamente reduzido”, diz Alexandre Schwartsman, do grupo Santander Brasil. Em um mundo onde é preciso ocupar-se com trocas que garantam a sobrevivência, não há tempo para produzir bens sofisticados, como ciência ou cultura. As profissões especializadas acabariam e toda a infraestrutura existente, como estradas, portos e ferrovias, seria inutilizada, já que só faz sentido em uma estrutura de comércio ágil e intenso.

      Se a população se mantivesse firme no propósito de não voltar a usar nenhuma moeda comum de troca, o comércio entraria em colapso. As cidades, que são os centros mais intensos de troca na economia, seriam abandonadas e as pessoas migrariam para o campo, para viver em pequenos grupos autossuficientes. Aos poucos, a civilização que conhecemos deixaria de existir e viveríamos uma nova versão da alta Idade Média – sem cidades, sem comércio e sem muita gente: naquela época, entre os séculos 5 e 10, a economia era capaz de suportar uma população de 300 milhões de pessoas, um vigésimo da que temos hoje.

Ruim com ele… Bem pior sem ele

      Para que o escambo fosse facilitado, as pessoas teriam que se organizar em pequenas comunidades. Cada família produziria um item fundamental para a sobrevivência e as trocas seriam asseguradas com base na confiança.

      Sem moeda, profissionais muito especializados, como um estilista ou um cientista, não sobreviveriam com o seu trabalho. As trocas seriam feitas entre bens de primeira necessidade e fáceis de serem confeccionados.

                                                                           (Adaptado de super.abril.com.br)

O segundo parágrafo do texto começa com a expressão "É que", a qual estabelece uma relação lógico-discursiva entre ele e o parágrafo que o antecede. Sobre essa relação, pode-se afirmar que a expressão "é que" introduz:
Alternativas
Q1039144 Atendimento ao Público

No que se refere à postura profissional, às relações interpessoais e à comunicação, julgue o item subsequente.


Uma das funções da comunicação é a motivação.

Alternativas
Q1039143 Atendimento ao Público

No que se refere à postura profissional, às relações interpessoais e à comunicação, julgue o item subsequente.


Os desentendimentos quanto a valores e crenças permitem uma comunicação mais transparente.

Alternativas
Q1039139 Gestão de Pessoas

A respeito do trabalho em equipe, julgue o próximo item.


Os interesses individuais devem ser preservados no trabalho em equipe, motivando discussões.

Alternativas
Q1039138 Gestão de Pessoas

A respeito do trabalho em equipe, julgue o próximo item.


O mediador é importante no trabalho em equipe por ser um elemento que rompe os impasses e contribui para o avanço na discussão.

Alternativas
Q1039136 Gestão de Pessoas

A respeito do trabalho em equipe, julgue o próximo item.


Trabalho em equipe significa sinergia, integração, interação e produtividade.

Alternativas
Q1039135 Gestão de Pessoas

A respeito do trabalho em equipe, julgue o próximo item.


O apoio no trabalho significa que todos os membros devem ter o mesmo ponto de vista.

Alternativas
Q1039134 Atendimento ao Público

Com relação à qualidade no atendimento ao público, julgue o item a seguir.


Deve-se evitar o jogo de responsabilidade, segundo o qual se manda o usuário de um local para outro sem solução da demanda.

Alternativas
Q1039132 Atendimento ao Público

Com relação à qualidade no atendimento ao público, julgue o item a seguir.


A organização do espaço é um dos aspectos que demonstram a qualidade do serviço de atendimento.

Alternativas
Q1039131 Atendimento ao Público

Com relação à qualidade no atendimento ao público, julgue o item a seguir.


É necessário responder às solicitações por telefone em um curto período. Na ausência da ligação, o interlocutor não poderá esperar durante longos períodos para esclarecer uma dúvida.

Alternativas
Q1039130 Atendimento ao Público

Com relação à qualidade no atendimento ao público, julgue o item a seguir.


No atendimento por telefone, deve-se procurar ser o mais informal possível para deixar o público mais à vontade.

Alternativas
Q1039128 Arquivologia

Acerca da gestão de documentos, julgue o item que se segue.


Todas as fases arquivísticas (corrente, intermediária e permanente) deverão aparecer na tabela de temporalidade, que conterá a indicação, em anos, do tempo que o documento deverá ficar em cada uma das fases.

Alternativas
Q1039127 Arquivologia

Acerca da gestão de documentos, julgue o item que se segue.


A destinação final do documento pode ser a guarda permanente ou a eliminação.

Alternativas
Q1039126 Arquivologia

Acerca da gestão de documentos, julgue o item que se segue.


A ordenação dos documentos deve ser sempre alfabética.

Alternativas
Q1039125 Arquivologia

Acerca da gestão de documentos, julgue o item que se segue.


A disposição dos documentos pela procedência é característica do método de arquivamento geográfico.

Alternativas
Respostas
18021: B
18022: E
18023: E
18024: D
18025: A
18026: C
18027: C
18028: E
18029: E
18030: C
18031: C
18032: E
18033: C
18034: C
18035: C
18036: E
18037: E
18038: C
18039: E
18040: C