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Q959357 Português

                            Felizes para sempre? Quem dera...

                                          (Gláucia Leal)


      Em tempos de tão pouca tolerância consigo mesmo e com os outros, manter relacionamentos amorosos duradouros e felizes parece um dos objetivos mais almejados entre pessoas de variadas classes sociais e faixas etárias. Fazer boas escolhas, entretanto não é fácil - haja vista o grande número de relações que termina, não raro, de maneira dolorosa - pelo menos para um dos envolvidos. Para nossos avós, o casamento e sua manutenção, quaisquer que fossem as penas e os sacrifícios atrelados a eles, era um destino quase certo e com pouca possibilidade de manobra. Hoje, entretanto, convivemos com a dádiva (que por vezes se torna ônus) e escolher se queremos ou não estar com alguém.

      Um dos pesos que nos impõe a vida líquida (repleta de relações igualmente líquidas, efêmeras), como escreve o sociólogo Zygmunt Bauman, é a possibilidade de tomarmos decisões (e arcar com elas). Filhos ou dependência econômica já não prendem homens e mulheres uns aos outros, e cada vez mais nos resta descobrir onde moram, de fato, nossos desejos. E não falo aqui do desejo sexual, embora este seja um aspecto a ser considerado, mas do que realmente ansiamos, aspiramos para nossa vida. Mas para isso é preciso, primeiro, localizar quais são as nossas faltas. E nos relacionamentos a dois elas parecem ecoar por todos os cantos.

      Dividir corpos, planos, sonhos, experiências, espaços físicos e talvez o mais precioso, o próprio tempo, acorda nos seres humanos sentimentos complexos e contraditórios. Passados os primeiros 18 ou 24 meses da paixão intensa (um período de maciças projeções), nos quais a criatura amada parece funcionar como bálsamo às nossas dores mais inusitadas, passamos a ver o parceiro como ele realmente é: um outro. E essa alteridade às vezes agride, como se ele (ela) fosse diferente de nós apenas para nos irritar. Surge então a dúvida, nem sempre formulada: Continuar ou desistir? (...)

Disponível em: http://conexoesentreoscasais.blogspot.com.br/2011/04/felizes-para-sempre-quem-dera.html. Acesso em 15/04/2018.

No excerto “Um dos pesos que nos impõe a vida líquida”, percebe-se a ocorrência da figura de linguagem:
Alternativas
Q959356 Português

                            Felizes para sempre? Quem dera...

                                          (Gláucia Leal)


      Em tempos de tão pouca tolerância consigo mesmo e com os outros, manter relacionamentos amorosos duradouros e felizes parece um dos objetivos mais almejados entre pessoas de variadas classes sociais e faixas etárias. Fazer boas escolhas, entretanto não é fácil - haja vista o grande número de relações que termina, não raro, de maneira dolorosa - pelo menos para um dos envolvidos. Para nossos avós, o casamento e sua manutenção, quaisquer que fossem as penas e os sacrifícios atrelados a eles, era um destino quase certo e com pouca possibilidade de manobra. Hoje, entretanto, convivemos com a dádiva (que por vezes se torna ônus) e escolher se queremos ou não estar com alguém.

      Um dos pesos que nos impõe a vida líquida (repleta de relações igualmente líquidas, efêmeras), como escreve o sociólogo Zygmunt Bauman, é a possibilidade de tomarmos decisões (e arcar com elas). Filhos ou dependência econômica já não prendem homens e mulheres uns aos outros, e cada vez mais nos resta descobrir onde moram, de fato, nossos desejos. E não falo aqui do desejo sexual, embora este seja um aspecto a ser considerado, mas do que realmente ansiamos, aspiramos para nossa vida. Mas para isso é preciso, primeiro, localizar quais são as nossas faltas. E nos relacionamentos a dois elas parecem ecoar por todos os cantos.

      Dividir corpos, planos, sonhos, experiências, espaços físicos e talvez o mais precioso, o próprio tempo, acorda nos seres humanos sentimentos complexos e contraditórios. Passados os primeiros 18 ou 24 meses da paixão intensa (um período de maciças projeções), nos quais a criatura amada parece funcionar como bálsamo às nossas dores mais inusitadas, passamos a ver o parceiro como ele realmente é: um outro. E essa alteridade às vezes agride, como se ele (ela) fosse diferente de nós apenas para nos irritar. Surge então a dúvida, nem sempre formulada: Continuar ou desistir? (...)

Disponível em: http://conexoesentreoscasais.blogspot.com.br/2011/04/felizes-para-sempre-quem-dera.html. Acesso em 15/04/2018.

Depreende-se da leitura do texto que o autor:
Alternativas
Q959355 Português

                            Felizes para sempre? Quem dera...

                                          (Gláucia Leal)


      Em tempos de tão pouca tolerância consigo mesmo e com os outros, manter relacionamentos amorosos duradouros e felizes parece um dos objetivos mais almejados entre pessoas de variadas classes sociais e faixas etárias. Fazer boas escolhas, entretanto não é fácil - haja vista o grande número de relações que termina, não raro, de maneira dolorosa - pelo menos para um dos envolvidos. Para nossos avós, o casamento e sua manutenção, quaisquer que fossem as penas e os sacrifícios atrelados a eles, era um destino quase certo e com pouca possibilidade de manobra. Hoje, entretanto, convivemos com a dádiva (que por vezes se torna ônus) e escolher se queremos ou não estar com alguém.

      Um dos pesos que nos impõe a vida líquida (repleta de relações igualmente líquidas, efêmeras), como escreve o sociólogo Zygmunt Bauman, é a possibilidade de tomarmos decisões (e arcar com elas). Filhos ou dependência econômica já não prendem homens e mulheres uns aos outros, e cada vez mais nos resta descobrir onde moram, de fato, nossos desejos. E não falo aqui do desejo sexual, embora este seja um aspecto a ser considerado, mas do que realmente ansiamos, aspiramos para nossa vida. Mas para isso é preciso, primeiro, localizar quais são as nossas faltas. E nos relacionamentos a dois elas parecem ecoar por todos os cantos.

      Dividir corpos, planos, sonhos, experiências, espaços físicos e talvez o mais precioso, o próprio tempo, acorda nos seres humanos sentimentos complexos e contraditórios. Passados os primeiros 18 ou 24 meses da paixão intensa (um período de maciças projeções), nos quais a criatura amada parece funcionar como bálsamo às nossas dores mais inusitadas, passamos a ver o parceiro como ele realmente é: um outro. E essa alteridade às vezes agride, como se ele (ela) fosse diferente de nós apenas para nos irritar. Surge então a dúvida, nem sempre formulada: Continuar ou desistir? (...)

Disponível em: http://conexoesentreoscasais.blogspot.com.br/2011/04/felizes-para-sempre-quem-dera.html. Acesso em 15/04/2018.

Em “filhos ou dependência econômica já não prendem homens e mulheres uns aos outros”, o vocábulo em destaque é acentuado pela mesma regra de:
Alternativas
Q959354 Português

                            Felizes para sempre? Quem dera...

                                          (Gláucia Leal)


      Em tempos de tão pouca tolerância consigo mesmo e com os outros, manter relacionamentos amorosos duradouros e felizes parece um dos objetivos mais almejados entre pessoas de variadas classes sociais e faixas etárias. Fazer boas escolhas, entretanto não é fácil - haja vista o grande número de relações que termina, não raro, de maneira dolorosa - pelo menos para um dos envolvidos. Para nossos avós, o casamento e sua manutenção, quaisquer que fossem as penas e os sacrifícios atrelados a eles, era um destino quase certo e com pouca possibilidade de manobra. Hoje, entretanto, convivemos com a dádiva (que por vezes se torna ônus) e escolher se queremos ou não estar com alguém.

      Um dos pesos que nos impõe a vida líquida (repleta de relações igualmente líquidas, efêmeras), como escreve o sociólogo Zygmunt Bauman, é a possibilidade de tomarmos decisões (e arcar com elas). Filhos ou dependência econômica já não prendem homens e mulheres uns aos outros, e cada vez mais nos resta descobrir onde moram, de fato, nossos desejos. E não falo aqui do desejo sexual, embora este seja um aspecto a ser considerado, mas do que realmente ansiamos, aspiramos para nossa vida. Mas para isso é preciso, primeiro, localizar quais são as nossas faltas. E nos relacionamentos a dois elas parecem ecoar por todos os cantos.

      Dividir corpos, planos, sonhos, experiências, espaços físicos e talvez o mais precioso, o próprio tempo, acorda nos seres humanos sentimentos complexos e contraditórios. Passados os primeiros 18 ou 24 meses da paixão intensa (um período de maciças projeções), nos quais a criatura amada parece funcionar como bálsamo às nossas dores mais inusitadas, passamos a ver o parceiro como ele realmente é: um outro. E essa alteridade às vezes agride, como se ele (ela) fosse diferente de nós apenas para nos irritar. Surge então a dúvida, nem sempre formulada: Continuar ou desistir? (...)

Disponível em: http://conexoesentreoscasais.blogspot.com.br/2011/04/felizes-para-sempre-quem-dera.html. Acesso em 15/04/2018.

No fragmento “Dividir corpos, planos, sonhos, experiências, espaços físicos e talvez o mais precioso”, as vírgulas foram empregadas para:
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Q959353 Português

                            Felizes para sempre? Quem dera...

                                          (Gláucia Leal)


      Em tempos de tão pouca tolerância consigo mesmo e com os outros, manter relacionamentos amorosos duradouros e felizes parece um dos objetivos mais almejados entre pessoas de variadas classes sociais e faixas etárias. Fazer boas escolhas, entretanto não é fácil - haja vista o grande número de relações que termina, não raro, de maneira dolorosa - pelo menos para um dos envolvidos. Para nossos avós, o casamento e sua manutenção, quaisquer que fossem as penas e os sacrifícios atrelados a eles, era um destino quase certo e com pouca possibilidade de manobra. Hoje, entretanto, convivemos com a dádiva (que por vezes se torna ônus) e escolher se queremos ou não estar com alguém.

      Um dos pesos que nos impõe a vida líquida (repleta de relações igualmente líquidas, efêmeras), como escreve o sociólogo Zygmunt Bauman, é a possibilidade de tomarmos decisões (e arcar com elas). Filhos ou dependência econômica já não prendem homens e mulheres uns aos outros, e cada vez mais nos resta descobrir onde moram, de fato, nossos desejos. E não falo aqui do desejo sexual, embora este seja um aspecto a ser considerado, mas do que realmente ansiamos, aspiramos para nossa vida. Mas para isso é preciso, primeiro, localizar quais são as nossas faltas. E nos relacionamentos a dois elas parecem ecoar por todos os cantos.

      Dividir corpos, planos, sonhos, experiências, espaços físicos e talvez o mais precioso, o próprio tempo, acorda nos seres humanos sentimentos complexos e contraditórios. Passados os primeiros 18 ou 24 meses da paixão intensa (um período de maciças projeções), nos quais a criatura amada parece funcionar como bálsamo às nossas dores mais inusitadas, passamos a ver o parceiro como ele realmente é: um outro. E essa alteridade às vezes agride, como se ele (ela) fosse diferente de nós apenas para nos irritar. Surge então a dúvida, nem sempre formulada: Continuar ou desistir? (...)

Disponível em: http://conexoesentreoscasais.blogspot.com.br/2011/04/felizes-para-sempre-quem-dera.html. Acesso em 15/04/2018.

O texto “Felizes para sempre? Quem dera...” apresenta elementos predominantemente:
Alternativas
Q959352 Português

                            Felizes para sempre? Quem dera...

                                          (Gláucia Leal)


      Em tempos de tão pouca tolerância consigo mesmo e com os outros, manter relacionamentos amorosos duradouros e felizes parece um dos objetivos mais almejados entre pessoas de variadas classes sociais e faixas etárias. Fazer boas escolhas, entretanto não é fácil - haja vista o grande número de relações que termina, não raro, de maneira dolorosa - pelo menos para um dos envolvidos. Para nossos avós, o casamento e sua manutenção, quaisquer que fossem as penas e os sacrifícios atrelados a eles, era um destino quase certo e com pouca possibilidade de manobra. Hoje, entretanto, convivemos com a dádiva (que por vezes se torna ônus) e escolher se queremos ou não estar com alguém.

      Um dos pesos que nos impõe a vida líquida (repleta de relações igualmente líquidas, efêmeras), como escreve o sociólogo Zygmunt Bauman, é a possibilidade de tomarmos decisões (e arcar com elas). Filhos ou dependência econômica já não prendem homens e mulheres uns aos outros, e cada vez mais nos resta descobrir onde moram, de fato, nossos desejos. E não falo aqui do desejo sexual, embora este seja um aspecto a ser considerado, mas do que realmente ansiamos, aspiramos para nossa vida. Mas para isso é preciso, primeiro, localizar quais são as nossas faltas. E nos relacionamentos a dois elas parecem ecoar por todos os cantos.

      Dividir corpos, planos, sonhos, experiências, espaços físicos e talvez o mais precioso, o próprio tempo, acorda nos seres humanos sentimentos complexos e contraditórios. Passados os primeiros 18 ou 24 meses da paixão intensa (um período de maciças projeções), nos quais a criatura amada parece funcionar como bálsamo às nossas dores mais inusitadas, passamos a ver o parceiro como ele realmente é: um outro. E essa alteridade às vezes agride, como se ele (ela) fosse diferente de nós apenas para nos irritar. Surge então a dúvida, nem sempre formulada: Continuar ou desistir? (...)

Disponível em: http://conexoesentreoscasais.blogspot.com.br/2011/04/felizes-para-sempre-quem-dera.html. Acesso em 15/04/2018.

No trecho “as penas e os sacrifícios atrelados a eles”, as palavras destacadas pertencem, respectivamente, às classes dos:
Alternativas
Q959351 Português

                            Felizes para sempre? Quem dera...

                                          (Gláucia Leal)


      Em tempos de tão pouca tolerância consigo mesmo e com os outros, manter relacionamentos amorosos duradouros e felizes parece um dos objetivos mais almejados entre pessoas de variadas classes sociais e faixas etárias. Fazer boas escolhas, entretanto não é fácil - haja vista o grande número de relações que termina, não raro, de maneira dolorosa - pelo menos para um dos envolvidos. Para nossos avós, o casamento e sua manutenção, quaisquer que fossem as penas e os sacrifícios atrelados a eles, era um destino quase certo e com pouca possibilidade de manobra. Hoje, entretanto, convivemos com a dádiva (que por vezes se torna ônus) e escolher se queremos ou não estar com alguém.

      Um dos pesos que nos impõe a vida líquida (repleta de relações igualmente líquidas, efêmeras), como escreve o sociólogo Zygmunt Bauman, é a possibilidade de tomarmos decisões (e arcar com elas). Filhos ou dependência econômica já não prendem homens e mulheres uns aos outros, e cada vez mais nos resta descobrir onde moram, de fato, nossos desejos. E não falo aqui do desejo sexual, embora este seja um aspecto a ser considerado, mas do que realmente ansiamos, aspiramos para nossa vida. Mas para isso é preciso, primeiro, localizar quais são as nossas faltas. E nos relacionamentos a dois elas parecem ecoar por todos os cantos.

      Dividir corpos, planos, sonhos, experiências, espaços físicos e talvez o mais precioso, o próprio tempo, acorda nos seres humanos sentimentos complexos e contraditórios. Passados os primeiros 18 ou 24 meses da paixão intensa (um período de maciças projeções), nos quais a criatura amada parece funcionar como bálsamo às nossas dores mais inusitadas, passamos a ver o parceiro como ele realmente é: um outro. E essa alteridade às vezes agride, como se ele (ela) fosse diferente de nós apenas para nos irritar. Surge então a dúvida, nem sempre formulada: Continuar ou desistir? (...)

Disponível em: http://conexoesentreoscasais.blogspot.com.br/2011/04/felizes-para-sempre-quem-dera.html. Acesso em 15/04/2018.

Em “Em tempos de tão pouca tolerância consigo mesmo e com os outros”, a palavra em destaque estabelece uma relação de flexão com o vocábulo “tolerância” em razão de uma regra gramatical de:
Alternativas
Q959350 Português

                            Felizes para sempre? Quem dera...

                                          (Gláucia Leal)


      Em tempos de tão pouca tolerância consigo mesmo e com os outros, manter relacionamentos amorosos duradouros e felizes parece um dos objetivos mais almejados entre pessoas de variadas classes sociais e faixas etárias. Fazer boas escolhas, entretanto não é fácil - haja vista o grande número de relações que termina, não raro, de maneira dolorosa - pelo menos para um dos envolvidos. Para nossos avós, o casamento e sua manutenção, quaisquer que fossem as penas e os sacrifícios atrelados a eles, era um destino quase certo e com pouca possibilidade de manobra. Hoje, entretanto, convivemos com a dádiva (que por vezes se torna ônus) e escolher se queremos ou não estar com alguém.

      Um dos pesos que nos impõe a vida líquida (repleta de relações igualmente líquidas, efêmeras), como escreve o sociólogo Zygmunt Bauman, é a possibilidade de tomarmos decisões (e arcar com elas). Filhos ou dependência econômica já não prendem homens e mulheres uns aos outros, e cada vez mais nos resta descobrir onde moram, de fato, nossos desejos. E não falo aqui do desejo sexual, embora este seja um aspecto a ser considerado, mas do que realmente ansiamos, aspiramos para nossa vida. Mas para isso é preciso, primeiro, localizar quais são as nossas faltas. E nos relacionamentos a dois elas parecem ecoar por todos os cantos.

      Dividir corpos, planos, sonhos, experiências, espaços físicos e talvez o mais precioso, o próprio tempo, acorda nos seres humanos sentimentos complexos e contraditórios. Passados os primeiros 18 ou 24 meses da paixão intensa (um período de maciças projeções), nos quais a criatura amada parece funcionar como bálsamo às nossas dores mais inusitadas, passamos a ver o parceiro como ele realmente é: um outro. E essa alteridade às vezes agride, como se ele (ela) fosse diferente de nós apenas para nos irritar. Surge então a dúvida, nem sempre formulada: Continuar ou desistir? (...)

Disponível em: http://conexoesentreoscasais.blogspot.com.br/2011/04/felizes-para-sempre-quem-dera.html. Acesso em 15/04/2018.

A utilização do acento grave em “E essa alteridade às vezes agride (...)” justifica-se pela:
Alternativas
Q944052 Noções de Informática
Sobre refinamento de pesquisa no BING (mecanismo de busca padrão no Microsoft EDGE), identifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmativas:
( ) Por padrão, todas as buscas utilizam o operador OR entre os termos. ( ) Apenas os 10 primeiros termos são usados para obter resultados de pesquisa. ( ) Para pesquisa de uma correspondência exata, os termos devem ser usados entre aspas duplas. ( ) Para encontrar documentos criados em formato PDF, o assunto deve ser digitado seguido por filetype:pdf
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q944051 Noções de Informática
Considerando o MS Word 2013 (versão português Brasil), assinale a alternativa que possibilita a inserção de conteúdo de um documento Word existente em um novo documento ou em documento diferente.
Alternativas
Q944050 Noções de Informática
A tabela abaixo é parte de uma de uma planilha Excel 2007, versão Português Brasil, cujos dados (fictícios) representam a quantidade de produtos vendidos em um determinado período, sendo que a coluna D contém a média aritmética das colunas B e C.
Imagem associada para resolução da questão
Assinale a alternativa que apresenta o comando para que a conteúdo da célula A2 seja exibido em várias linhas, como o mostrado na tabela.
Alternativas
Q944049 Noções de Informática
Programa que torna inacessíveis os dados armazenados em um equipamento, geralmente usando criptografia, e que exige pagamento de resgate para restabelecer o acesso ao usuário é um malware do tipo:
Alternativas
Q944043 Matemática

As balanças a seguir estão em equilíbrio:


Imagem associada para resolução da questão

Nessas condições, o valor de x, em kg, que equilibra a terceira balança é:

Alternativas
Q944037 Português

Assinale a alternativa corretamente pontuada.

Alternativas
Q944036 Português
O Ministro da Educação de Portugal, Nuno Crato, entre 2011 e 2015, concedeu entrevista à revista Veja. Numere a coluna da direita, relacionando as respostas com as respectivas perguntas.
1. O senhor provocou debate acirrado entre educadores do mundo todo ao afirmar que a escola moderna é vítima do “eduquês”. Por que o assunto causou tanto barulho?
2. A neurociência vem mapeando os caminhos que a informação percorre no cérebro de uma criança até ser assimilada. As escolas já começaram a fazer uso desse conhecimento?
3. Quais boas práticas exatamente essa ala de educadores rejeita?
(  ) Muitos batem na tecla de que prova faz mal. Acham que ela submete o aluno a um alto grau de stress, sem necessidade. Vão aí na contramão do que afirmam os grandes pesquisadores. Eles já sabem que, ao ser questionada e posta a refletir sobre um conteúdo, a criança consegue absorvê-lo melhor, avançando no conhecimento. Também a disciplina é um ponto em que a condescendência e a leitura enviesada de velhas teorias ofuscam a razão.
( ) Infelizmente, a grande maioria passa ao largo dessas descobertas. E isso as mantém congeladas no tempo, aferradas a pensamentos anacrônicos.
(  ) Minha crítica bate de frente com uma linha muito celebrada nas escolas de hoje. É uma corrente que dá ênfase excessiva às atitudes e à formação cívica do aluno e deixa em segundo plano o conhecimento propriamente dito. Pergunto: como investir em formação cívica se o estudante não consegue nem ler o jornal? Vejo vários educadores por aí se perdendo em uma linguagem hermética, dúbia e demagógica para falar sobre seus objetivos difusos para a sala de aula.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.

Alternativas
Q944035 Português
Considere o seguinte trecho:
É um processo fundamental _______ vida, mas não é nada simples. Tanto que, durante _______ evolução, animais primitivos – como os vermes que viviam _______ 600 milhões de anos – foram desenvolvendo uma rede de neurônios no sistema digestivo.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas:
Alternativas
Q944034 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


     Mel e remédios isentos de prescrição devem ser a primeira opção no tratamento da maior parte das tosses, __________ novas diretrizes recém-divulgadas pelo sistema de saúde britânico.

  Antibióticos, __________, são pouco recomendados contra tosse – simplesmente __________, na maioria dos casos, eles não ajudam a combater os sintomas.

     As novas recomendações do sistema de saúde são dirigidas especificamente a médicos, com o intuito de minimizar o uso indiscriminado de antibióticos – __________ tem como efeito colateral a proliferação de “superbactérias” cada vez mais resistentes a esses medicamentos.

    “Para um paciente com nariz escorrendo, garganta dolorida e tosse, antibióticos não são necessários. A tosse deve passar no intervalo de duas a três semanas”, disse em comunicado a médica Tessa Lewis, representante do Instituto Britânico de Excelência na Saúde, organização que emite recomendações ao sistema público de saúde do país (o NHS).

Sobre o texto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q944032 Português

O texto a seguir é referência para a questão.


     Mel e remédios isentos de prescrição devem ser a primeira opção no tratamento da maior parte das tosses, __________ novas diretrizes recém-divulgadas pelo sistema de saúde britânico.

  Antibióticos, __________, são pouco recomendados contra tosse – simplesmente __________, na maioria dos casos, eles não ajudam a combater os sintomas.

     As novas recomendações do sistema de saúde são dirigidas especificamente a médicos, com o intuito de minimizar o uso indiscriminado de antibióticos – __________ tem como efeito colateral a proliferação de “superbactérias” cada vez mais resistentes a esses medicamentos.

    “Para um paciente com nariz escorrendo, garganta dolorida e tosse, antibióticos não são necessários. A tosse deve passar no intervalo de duas a três semanas”, disse em comunicado a médica Tessa Lewis, representante do Instituto Britânico de Excelência na Saúde, organização que emite recomendações ao sistema público de saúde do país (o NHS).

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas acima, na ordem em que aparecem no texto.
Alternativas
Q944031 Português
Considere o seguinte trecho inicial de uma notícia publicada na revista Super Interessante (edição 394, out/2018): Onde as formigas constroem os formigueiros? Depende bastante da espécie de formiga.
Os segmentos abaixo dão continuidade a esse trecho inicial, mas estão fora de ordem. Numere os parênteses, identificando a sequência que dá lógica discursiva ao texto.
( ) As formigas traçam os caminhos por meio de feromônios, substância que permite que os insetos se comuniquem. ( ) Umas constroem sua casa acima do solo. Outras, abaixo. Já a formiga-carpinteira faz seu ninho em árvores ou em qualquer madeira disponível, tal qual os cupins. ( ) Em geral, a toca tem várias galerias, usadas para estoque ou transporte de detritos, por exemplo. ( ) Assim, nenhuma cava um túnel que não dê em lugar algum. ( ) Nesse mundo de mais de 13 mil espécies, há até as que estão mais para cigarra boa-vida do que para a formiga da fábula: nem se dão o trabalho de erguer um formigueiro.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta, de cima para baixo.
Alternativas
Q944030 Português
Doutor, quero me parecer com minha selfie
Cada vez mais requisitantes de cirurgias plásticas tentam parecer com suas fotos retocadas em filtros de aplicativos

    Nós nos acostumamos a nos ver com orelhas de cachorro sobre nossa cabeça e até com olhos totalmente desproporcionais. Os filtros de aplicativos como o Snapchat, Instagram e Facetune permitem que mudemos a aparência física a nosso bel-prazer. Muitas vezes porque a selfie ficou muito escura, mas em outras será para ressaltar as maçãs do rosto e clarear a pele. Esses apps se transformaram em verdadeiros laboratórios fotográficos digitais à procura da aprovação social do like e, para um número cada vez maior de pessoas, delas mesmas. Os pacientes de cirurgias plásticas que querem se parecer com seu eu do celular aumentaram no último ano. Esse fenômeno tem nome graças a um artigo da doutora Neelham Vashi na revista de cirurgia plástica JAMA: “dismorfia do Snapchat”.
    Um estudo da Academia Norte-Americana de Cirurgia Facial, Plástica e Reconstrutiva afirma que 55% dos cirurgiões plásticos receberam em 2017 pacientes que queriam operar para sair melhor nas selfies – especialmente adolescentes. Como Vashi explica na publicação, são pessoas que tentam se parecer com uma versão fantasiosa de si mesmas. “As pessoas levam suas fotos de determinados ângulos e com certos tipos de luz”, afirma. O risco de querermos nos transformar em uma versão filtrada de nós mesmos, de transformar o físico através de aplicativos e de ficarmos obcecados por isso que chamamos de defeitos é cair em um transtorno dismórfico corporal (TDC). “As redes sociais se transformam em um acelerador para esse tipo de pessoa, que se preocupa em como se parece diante dos outros”, afirma a doutora. [...] 

(Garcia, Jorge. <Disponível em:https://brasil.elpais.com/brasil/2018/08/20/tecnologia/1534765145_147411.html>. Acesso em 23/08/18.)
Sobre a opinião da doutora Neelham Vashi, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
17321: D
17322: B
17323: C
17324: C
17325: E
17326: B
17327: A
17328: C
17329: C
17330: A
17331: D
17332: D
17333: E
17334: B
17335: E
17336: A
17337: D
17338: C
17339: E
17340: C