Questões de Concurso Comentadas para topógrafo

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Ano: 2019 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: Prefeitura de Uberlândia - MG Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Profissional de Apoio Escolar | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Agente de Autoridade de Trânsito | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Agente de Controle de Zoonoses | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fotógrafo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentista - Fagote | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Técnico em Enfermagem | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Desenhista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Técnico em Agropecuária | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal Sanitário - Farmácia | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Topógrafo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal Sanitário - Enfermagem | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal Sanitário - Alimentos | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Meio Ambiente | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Obras | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Abastecimento | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Patrimônio | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Oficial Administrativo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Defesa do Consumidor | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Posturas |
Q1098533 Português

A fotografia está morrendo?

De tempos em tempos temos algum artigo apocalíptico dizendo que algo está morrendo, ou simplesmente vai acabar. Até hoje estamos esperando a morte do rádio ou o fim do papel. Mas, alguns destes artigos nos trazem coisas para pensarmos. É o caso do texto intitulado “The Death of Photography: are camera phones destroying an artform?” (Em português: “A morte da fotografia: as câmeras de celular estão destruindo uma forma de arte?”) publicado no The Guardian por Stuart Jeffries em 13 de dezembro. Ele parte de uma pergunta simples: estaria a massificação da fotografia destruindo a arte? Pergunta complicada. Em vez de expressar unicamente sua opinião, o jornalista procurou alguns grandes fotógrafos e os fez pensar sobre o assunto.

O primeiro a ser questionado foi Antonio Olmos, fotógrafo mexicano que vive em Londres. Segundo ele, nunca houve tantas fotografias tiradas no mundo, mas ao mesmo tempo a fotografia está morrendo. Para o fotógrafo isso se deve justamente pela massificação. Para falar a verdade, a reportagem toda foi motivada por dois acontecimentos da semana passada. O primeiro foi flagrante do autorretrato em que participou o Presidente dos Estados Unidos Barack Obama na cerimônia em memória a Nelson Mandela. Segundo a reportagem ela mostra toda a natureza narcisista que cerca a nova fotografia executada com celulares. O segundo fato foi a divulgação de uma pesquisa feita por psicólogos onde foi demonstrado que o atual comportamento que nos leva a fotografar tudo o que vemos tem por consequência o fato de não vivermos intensamente o momento, levando a sua não assimilação total dos fatos. Ou seja, quanto mais você fotografa o seu cotidiano, menos capacidade de se lembrar dele você tem.

É nesse segundo ponto que Olmos bate mais forte: “As pessoas que tomam fotografias de sua comida em um restaurante em vez de comê-la. As pessoas que tomam fotografias da Mona Lisa, em vez de olhar para ela. Acho que o iPhone está levando as pessoas para longe de suas experiências.” O argumento do fotógrafo também passa pela história do surgimento da fotografia, na qual os pintores perderam o filão de retratos de família para os fotógrafos. Agora, os profissionais estão perdendo o seu espaço para as fotografias feitas pelo cidadão comum. Entendo o argumento do fotógrafo, mas sinto aqui também um pouco de amargura. Sabemos que o ramo do fotojornalismo, a área de Olmos, está em crise. Antigamente era necessário enviar um profissional para uma zona de conflito. Hoje é possível encontrar diversas fotos desses conflitos feitas por quem está vivendo o acontecimento. Imagens feitas com celulares e postadas em redes sociais. Complicado competir com esse tipo de interatividade.

Por outro lado, o fotógrafo Eamonn McCabe tem uma visão um pouco diferente. Para ele, a massificação da tecnologia digital está deixando os fotógrafos cada vez mais preguiçosos. Antes uma sessão fotográfica era feita com dois rolos de filme de 24 poses. Hoje pode-se fazer mil fotos em uma sessão e todos os defeitos são corrigidos no pós processamento. Sem dizer que tamanha quantidade de fotos nos tira a capacidade de apreciar uma imagem. Por isso que sempre digo que ninguém vai querer ver as 2 mil fotos de suas férias. Faça uma seleção de 20 fotos e vai ser um sucesso. “As pessoas estão fazendo um monte de fotos, mas ninguém está olhando para elas”.

E, no final do artigo, temos a voz da razão na pessoa do fotógrafo Nick Knight, que já publicou um livro e fez uma campanha de moda utilizando apenas o iPhone. Para ele, o iPhone trouxe uma liberdade que só tem paralelo com os anos 60, quando deixou-se de utilizar tripé nas sessões de moda com a utilização de câmeras 35mm em detrimento das de médio formato. Segundo Nick, “O que importa, artisticamente, não é quantos pixels elas tem, mas se as imagens funcionam. A máquina com que você cria sua arte é irrelevante.”

O artigo é muito mais denso e merece uma leitura detalhada. Mas, qual minha opinião? A arte sempre vai estar morrendo, segundo a opinião de alguém. Além do mais, a fotografia não é arte. É uma forma de comunicação que pode ser utilizada como arte. Esta utilização é que se encontra em baixa ultimamente e é de difícil acesso para o público comum. Até mesmo para os fotógrafos que investiram milhares de Reais em seu equipamento. Vejo muita foto feita com câmeras caras, lentes soberbas, conhecimento técnico e pós processamento exorbitante que são, apenas, bonitinhas. Expressões máximas da frase “sua fotografia é tão boa quanto seu equipamento”. A fotografia, como expressão da arte, não está morrendo. Ela continua existindo no mesmo nicho que sempre existiu. Talvez agora um pouco mais escondida por conta da massificação, mas ela está lá, vivendo bem. 

Disponível em: <https://meiobit.com/274065/fotografia-estamorrendo/>. Acesso em: 31 jul. 2019 (Adaptação).

Na conclusão do texto, o autor expressa sua opinião própria sobre o tema. Assinale a alternativa que a sintetiza corretamente.
Alternativas
Ano: 2019 Banca: FUNDEP (Gestão de Concursos) Órgão: Prefeitura de Uberlândia - MG Provas: FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Profissional de Apoio Escolar | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Agente de Autoridade de Trânsito | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Agente de Controle de Zoonoses | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fotógrafo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Músico Instrumentista - Fagote | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Técnico em Enfermagem | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Desenhista | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Técnico em Agropecuária | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal Sanitário - Farmácia | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Topógrafo | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal Sanitário - Enfermagem | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal Sanitário - Alimentos | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Meio Ambiente | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Obras | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Abastecimento | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Patrimônio | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Defesa do Consumidor | FUNDEP (Gestão de Concursos) - 2019 - Prefeitura de Uberlândia - MG - Fiscal de Posturas |
Q1098532 Português

A fotografia está morrendo?

De tempos em tempos temos algum artigo apocalíptico dizendo que algo está morrendo, ou simplesmente vai acabar. Até hoje estamos esperando a morte do rádio ou o fim do papel. Mas, alguns destes artigos nos trazem coisas para pensarmos. É o caso do texto intitulado “The Death of Photography: are camera phones destroying an artform?” (Em português: “A morte da fotografia: as câmeras de celular estão destruindo uma forma de arte?”) publicado no The Guardian por Stuart Jeffries em 13 de dezembro. Ele parte de uma pergunta simples: estaria a massificação da fotografia destruindo a arte? Pergunta complicada. Em vez de expressar unicamente sua opinião, o jornalista procurou alguns grandes fotógrafos e os fez pensar sobre o assunto.

O primeiro a ser questionado foi Antonio Olmos, fotógrafo mexicano que vive em Londres. Segundo ele, nunca houve tantas fotografias tiradas no mundo, mas ao mesmo tempo a fotografia está morrendo. Para o fotógrafo isso se deve justamente pela massificação. Para falar a verdade, a reportagem toda foi motivada por dois acontecimentos da semana passada. O primeiro foi flagrante do autorretrato em que participou o Presidente dos Estados Unidos Barack Obama na cerimônia em memória a Nelson Mandela. Segundo a reportagem ela mostra toda a natureza narcisista que cerca a nova fotografia executada com celulares. O segundo fato foi a divulgação de uma pesquisa feita por psicólogos onde foi demonstrado que o atual comportamento que nos leva a fotografar tudo o que vemos tem por consequência o fato de não vivermos intensamente o momento, levando a sua não assimilação total dos fatos. Ou seja, quanto mais você fotografa o seu cotidiano, menos capacidade de se lembrar dele você tem.

É nesse segundo ponto que Olmos bate mais forte: “As pessoas que tomam fotografias de sua comida em um restaurante em vez de comê-la. As pessoas que tomam fotografias da Mona Lisa, em vez de olhar para ela. Acho que o iPhone está levando as pessoas para longe de suas experiências.” O argumento do fotógrafo também passa pela história do surgimento da fotografia, na qual os pintores perderam o filão de retratos de família para os fotógrafos. Agora, os profissionais estão perdendo o seu espaço para as fotografias feitas pelo cidadão comum. Entendo o argumento do fotógrafo, mas sinto aqui também um pouco de amargura. Sabemos que o ramo do fotojornalismo, a área de Olmos, está em crise. Antigamente era necessário enviar um profissional para uma zona de conflito. Hoje é possível encontrar diversas fotos desses conflitos feitas por quem está vivendo o acontecimento. Imagens feitas com celulares e postadas em redes sociais. Complicado competir com esse tipo de interatividade.

Por outro lado, o fotógrafo Eamonn McCabe tem uma visão um pouco diferente. Para ele, a massificação da tecnologia digital está deixando os fotógrafos cada vez mais preguiçosos. Antes uma sessão fotográfica era feita com dois rolos de filme de 24 poses. Hoje pode-se fazer mil fotos em uma sessão e todos os defeitos são corrigidos no pós processamento. Sem dizer que tamanha quantidade de fotos nos tira a capacidade de apreciar uma imagem. Por isso que sempre digo que ninguém vai querer ver as 2 mil fotos de suas férias. Faça uma seleção de 20 fotos e vai ser um sucesso. “As pessoas estão fazendo um monte de fotos, mas ninguém está olhando para elas”.

E, no final do artigo, temos a voz da razão na pessoa do fotógrafo Nick Knight, que já publicou um livro e fez uma campanha de moda utilizando apenas o iPhone. Para ele, o iPhone trouxe uma liberdade que só tem paralelo com os anos 60, quando deixou-se de utilizar tripé nas sessões de moda com a utilização de câmeras 35mm em detrimento das de médio formato. Segundo Nick, “O que importa, artisticamente, não é quantos pixels elas tem, mas se as imagens funcionam. A máquina com que você cria sua arte é irrelevante.”

O artigo é muito mais denso e merece uma leitura detalhada. Mas, qual minha opinião? A arte sempre vai estar morrendo, segundo a opinião de alguém. Além do mais, a fotografia não é arte. É uma forma de comunicação que pode ser utilizada como arte. Esta utilização é que se encontra em baixa ultimamente e é de difícil acesso para o público comum. Até mesmo para os fotógrafos que investiram milhares de Reais em seu equipamento. Vejo muita foto feita com câmeras caras, lentes soberbas, conhecimento técnico e pós processamento exorbitante que são, apenas, bonitinhas. Expressões máximas da frase “sua fotografia é tão boa quanto seu equipamento”. A fotografia, como expressão da arte, não está morrendo. Ela continua existindo no mesmo nicho que sempre existiu. Talvez agora um pouco mais escondida por conta da massificação, mas ela está lá, vivendo bem. 

Disponível em: <https://meiobit.com/274065/fotografia-estamorrendo/>. Acesso em: 31 jul. 2019 (Adaptação).

O texto tem como título o questionamento: “A fotografia está morrendo?” e apresenta distintas opiniões sobre esse tema.

Entre as opiniões, aquela que justifica a morte da fotografia está corretamente expressa em:

Alternativas
Q1079561 Geologia
Sobre locação de eixos de pontes, analise as afirmativas abaixo a assinale a alternativa correta.
I. A locação de eixos de pontes é efetuada através do processo de poligonação que pode ser controlado a partir de uma ou duas bases. II. Quando a base não pode ser medida na margem do rio, devemos medir a mesma em local mais afastado e aumentar a triangulação e a precisão das medidas. III. Através do comprimento da base medida em campo e dos ângulos internos, a triangulação possibilitará determinar as coordenadas de cada estação, e por fim, as coordenadas dos extremos da ponte, permitindo assim calcular o vão.
Alternativas
Q1079560 Geologia
Nos levantamentos topográficos para a locação de túneis, são utilizados métodos de locação, tais como poligonação ou triangulação. Conhecendo os procedimentos e as definições do método de locação de túneis por triangulação, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1079559 Geologia
Sobre a determinação do norte verdadeiro de um alinhamento através da distância zenital absoluta do sol, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1079558 Geologia
A locação é uma prática topográfica de implantação de pontos planimétricos ou altimétricos, para que se possa executar obras de acordo com o projeto. Dentre as afirmativas abaixo, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1079556 Geologia
Em um Levantamento Topográfico com Estação Total, obteve-se o somatório de 360°00’08” para os ângulos horizontais de uma poligonal fechada de 4 vértices, com caminhamento no sentido anti-horário. Com as informações descritas, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1079554 Geologia
Realizou-se um levantamento geométrico simples entre os pontos A e B, onde as leituras do fio superior e inferior para o ponto A, foram 2550 mm e 858 mm, respectivamente, e para o ponto B, o fio superior e médio foram 3750 mm e 1275 respectivamente. Determine a diferença de nível entre A e B e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1079553 Geologia
Algumas fontes de erros em poligonação podem ser causadas por inúmeros fatores. Sobre enganos em poligonação ou no cálculo de poligonais, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1079552 Geologia
O nivelamento é a operação ou prática que define a altimetria do terreno. Em relação as superfícies de diferença de nível, analise as afirmativas abaixo.
I. Superfície do terreno é onde são realizadas as operações topográficas. II. A superfície do geoide é definida como a figura que melhor representa a forma da terra, sendo obtida pelo prolongamento do nível médio dos mares em repouso. III. A superfície do elipsoide é a figura que possibilita tratamento matemático que se aproxima ao geoide.
Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1079551 Geologia
Quanto à medição de ângulos, rumos e azimutes, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. A variação secular da declinação magnética pode ser descrita por modelos utilizados para realizar previsões de longos períodos. II. As cartas isogônicas representam a variação espacial da declinação magnética. III. Meridianos geodésicos e astronômicos são muito semelhantes, de forma que pequenas correções são necessárias para converter os meridianos geodésicos em astronômicos. 
Alternativas
Q1079550 Geologia
Com o objetivo de uma representação mais precisa de um alinhamento, um agrimensor ao utilizar uma Estação total a partir do ponto A, fez as seguintes anotações X e Y, para os pontos B e C:
B: (200,500) m C: (204,503) m
Com base nas informações citadas anteriormente, determine a distância horizontal entre os pontos B e C e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1079549 Geologia
Algumas vezes, avalia-se em campo o valor do azimute, e esse deve ser transformado em rumo para cálculos posteriores. Logo, como os rumos e os azimutes são referidos a uma mesma direção, podendo ser convertidos entre si, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1079548 Geologia
Para obter o valor da distância entre dois pontos pode-se utilizar processos de medições diretos e indiretos. Genericamente, os instrumentos destinados à medição direta são denominados diastímetros (ou trenas), que ao utilizá-los, alguns erros devem ser corrigidos, e outros evitados. Sendo assim, assinale a alternativa incorreta.
Alternativas
Q1079547 Geologia
Para um Levantamento Topográfico Planimétrico de um imóvel urbano utilizando uma Estação Total, obteve-se as seguintes coordenadas X e Y. 
P1: (100m, 300m). P2: (500m, 400m). P3: (1000m, 300m). P4: (400m, 100m).
Conforme os dados informados, determine a área do perímetro deste imóvel, e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1078430 Raciocínio Lógico

Leia o trecho abaixo retirado do poema Quadrilha de Carlos Drummond de Andrade.


João amava Teresa que amava Raimundo que

amava Maria que amava Joaquim que amava Lili

que não amava ninguém.


Uma pessoa representa por meio de um diagrama lógico estes versos, conforme abaixo.


Imagem associada para resolução da questão


A partir dessa representação foi proposto um novo poema.


Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa correta quanto a uma construção que é compatível com o diagrama e a lógica que incorpora.

Alternativas
Q1078426 Português
Assinale a alternativa em que o uso da vírgula foi corretamente empregado.
Alternativas
Q1078425 Português

Observe os enunciados abaixo:


I. Júlia, a bebê da Mariana, nasceu esta manhã.

II. Júlia, a bebê da Mariana nasceu esta manhã.


Analise o emprego das vírgulas e assinale a alternativa que apresenta correta e respectivamente a classificação dos termos destacados.

Alternativas
Q1078424 Português
Quanto às regras de concordância verbal, Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1078423 Português

Analise os enunciados e assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas abaixo.


I. Sem hesitar, pressiona ___ primeiras teclas e da sua boca irrompe um som profundíssimo.

II. As vendas começarão ___ partir das 8h e os clientes poderão pagar ___ vista ou ___ prazo.

III. Ele mandou suas condolências ____ insegurança e saiu ____ procura daquilo que um dia lhe causou medo.

Alternativas
Respostas
1581: A
1582: D
1583: D
1584: A
1585: C
1586: D
1587: D
1588: C
1589: D
1590: D
1591: C
1592: A
1593: D
1594: C
1595: B
1596: C
1597: C
1598: B
1599: B
1600: C