Questões de Concurso Comentadas para agente funerário

Foram encontradas 154 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3704830 Matemática
Um dado retângulo tem a razão entre os seus lados no valor de 1/5. Sabendo-se que o menor lado mede 80 cm, indique a área do retângulo:
Alternativas
Q3704825 Matemática
Sabendo-se que um triângulo equilátero tem altura √3/4 cm, indique o perímetro deste triângulo:
Alternativas
Q3704824 Matemática
Numa construção civil, máquinas são responsáveis por fazer o transporte do concreto e levá-lo até o local de despejo. Para transportar um volume de 8 m3 , sabe-se que 4 máquinas levam juntas 1h20min. Para carregar 10 m3 , o construtor pretende dobrar o número de máquinas. Nesta situação, quanto tempo este transporte irá levar? 
Alternativas
Q3704816 Matemática
Em Janeiro, um determinado produto foi vendido por R$ 120,00. Nos dois meses seguintes, foram dados descontos sucessivos de 20% com relação ao preço do mês anterior. Qual a média do preço do produto nos três primeiros meses do ano?
Alternativas
Q3704812 Matemática
Dois corredores A e B correm em pistas circulares concêntricas. A pista em que o corredor A corre tem raio de 52 metros, já a pista em que o corredor B corre tem raio de 65 metros. Eles partem juntos cada um de um determinado ponto de sua pista. Sabendo-se que eles correm na mesma velocidade: cada um percorre 5 metros a cada segundo, quanto tempo depois da partida eles cruzarão o mesmo ponto inicial simultaneamente? Utilize π=3.
Alternativas
Q3704810 Português
Considere a sentença “Ele é devagar para essas coisas.” Neste contexto, embora a palavra ‘devagar’ atue como qualificador do sujeito da sentença, sua classe gramatical original é:
Alternativas
Q3704809 Português
Assinale a alternativa que apresenta a oração que exprime sentido condicional. 
Alternativas
Q3704808 Português
Assinale a alternativa que apresenta a palavra ortograficamente incorreta.
Alternativas
Q3704807 Português
Assinale a alternativa que apresenta uma sentença com verbo conjugado no modo subjuntivo. 
Alternativas
Q3704806 Português
Considere as palavras “impenetrável”, “desqualificar” e “refazer”. As palavras dadas apresentam elementos que indicam processos derivacionais de formação. O tipo de elemento que se verifica em todas as palavras dadas é:
Alternativas
Q3704805 Português
Considere a sentença “A editora está trabalhando sobre o florilégio da literatura brasileira contemporânea”. Neste contexto, a palavra “florilégio” significa:
Alternativas
Q3704804 Português
Considere as seguintes sentenças:
I. Não sei se ele está acordado.
II. Se estiver disponível, me ligue mais tarde.
III. Eles estão se beijando.
Em relação à classe gramatical, a palavra “se” atua como conjunção apenas na(s) sentença(s):
Alternativas
Q3704803 Português
Considere as sentenças:
I. Maria foi à feira.
II. A aula de inglês ocorre às terças-feiras.
III. Enviei uma carta à Pedro.
IV. Pergunte à professora sobre a reunião de pais.
Em relação ao emprego da crase, estão corretas apenas as sentenças:
Alternativas
Q3704802 Português
Assinale a alternativa que apresenta a sentença incorreta em relação à concordância verbal ou nominal.
Alternativas
Q3704801 Português
Considere as seguintes sentenças:
I. Ele a encontrou no cinema.
II. Isso não vai dar certo.
Em relação à classe gramatical, as palavras “a” e “isso” são, respectivamente: 
Alternativas
Q3637040 Português
De acordo com a norma culta da língua portuguesa, assinale a alternativa que apresenta corretamente um substantivo composto.
Alternativas
Q3637037 Português
De acordo com a norma culta da língua portuguesa, assinale a alternativa que apresenta corretamente um advérbio de modo.
Alternativas
Q3637036 Português
De acordo com a norma culta da língua portuguesa, assinale a alternativa que apresenta corretamente um substantivo coletivo.
Alternativas
Q3637031 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Penas preservadas em âmbar revelam segredos de aves pré-históricas.



Pássaros modernos e seus parentes pré-históricos têm algo em comum: a importância da troca de penas em seu ciclo de vida. As penas são estruturas complexas que não podem ser reparadas, então, para mantê-las em boa forma, os pássaros passam por uma troca. Os filhotes perdem suas penas e as trocam por versões de adultos; já os mais velhos renovam sua cobertura corporal uma vez ao ano.



Além de serem essenciais para voar, nadar, camuflar, atrair parceiros, aquecer e proteger dos raios solares, as penas também podem ser a chave para explicar por que os ancestrais dos pássaros modernos viveram, enquanto outros dinossauros morreram há 66 milhões de anos.


Dois estudos recentes, liderados pela paleontóloga Jingmai O'Connor, do Museum Field de Chicago, nos Estados Unidos, trazem novas perspectivas sobre esse processo e suas implicações na evolução das aves.


Hoje, filhotes de pássaros têm um padrão em termos de desenvolvimento quando nascem. Existem as aves altriciais, que nascem nuas e indefesas incapazes de se movimentar, alimentar e termorregular, e as espécies precociais, que nascem com penas e são bastante autossuficientes.


Contudo, um dos estudos, publicado na revista Cretaceous Research, apresentou a descoberta de penas fossilizadas em âmbar de um filhote de pássaro com cerca de 99 milhões de anos. Essas penas preservadas revelaram uma combinação única de características precociais e altriciais.


Essa descoberta sugere que o grupo de aves pré- históricas conhecido como Enantiornithines, do qual esse filhote provavelmente fazia parte, tinha um processo de muda acelerado e enfrentava desafios significativos durante esse período crítico.


A muda consome muita energia, e perder muitas penas de uma só vez pode dificultar que um pássaro se mantenha aquecido. Como resultado, os filhotes precociais tendem a mudar lentamente, de modo que mantêm um suprimento constante de penas, enquanto os filhotes altriciais, que podem contar com seus pais para se alimentar e se aquecer, passam por uma “muda simultânea”, perdendo todas as suas penas ao mesmo tempo.


As penas preservadas em âmbar são a primeira evidência fóssil definitiva de uma muda juvenil e revela um filhote de pássaro cuja história de vida não corresponde a nenhuma ave viva hoje. “Este espécime mostra uma combinação totalmente bizarra de características precociais e altriciais”, diz O'Connor, do Centro de Pesquisa Integrativa Negaunee, do Museu Field, em comunicado. “Todas as penas do corpo estão basicamente no mesmo estágio de desenvolvimento, então isso significa que todas as penas começaram a crescer simultaneamente, ou quase simultaneamente. ”


O’Connor acredita que a pena presa no âmbar é da espécie já extinta Enantiornithines, e que, por ser um filhote com características precociais e altriciais, manter-se aquecido enquanto passava por uma muda rápida pode ter sido um fator na sua destruição.


Segundo a autora, quando o asteroide atingiu a Terra, as temperaturas globais teriam despencado e os recursos teriam se tornado escassos. Desse modo, essas aves não apenas teriam demandas de energia ainda maiores para se manterem aquecidas, mas também não teriam os recursos para atendê-las.


Outro estudo, publicado em 3 de julho na revista Communications Biology, explorou os padrões de muda em pássaros modernos para entender melhor como o processo evoluiu ao longo do tempo.


De acordo com a pesquisa, nas aves adultas modernas, a muda ocorre uma vez por ano, substituindo apenas algumas penas por vez ao longo de algumas semanas. Essa estratégia permite que as aves continuem voando durante o processo.


No entanto, a muda simultânea, na qual todas as penas de voo caem ao mesmo tempo e voltam a crescer rapidamente, é mais rara e geralmente observada em aves aquáticas que não dependem do voo para se alimentar e evitar predadores.


Os pesquisadores Jingmai O'Connor e Yosef Kiat examinaram mais de 600 peles de aves modernas armazenadas na coleção de ornitologia do Museu Field. Eles descobriram que as aves com mudas sequenciais eram representadas por dezenas de espécimes em processo de muda, enquanto quase não encontraram evidências de mudas simultâneas. Esses resultados sugerem que pássaros com mudas simultâneas estão sub- representados no registro fóssil, pois passam menos tempo no processo de muda e têm menos chances de morrer durante esse período.


Os estudos de O'Connor e equipe são importantes para entendermos a evolução das aves e os fatores que influenciaram a sobrevivência de certos grupos ao longo da história. Tanto o espécime do âmbar quanto o estudo da muda em pássaros modernos apontam para um tema comum: pássaros pré-históricos e dinossauros emplumados, especialmente aqueles de grupos que não sobreviveram à extinção em massa, mudaram de forma diferente dos pássaros de hoje.


“Não acho que haja uma razão específica para que as aves da coroa, o grupo que inclui as aves modernas, tenham sobrevivido. Acho que é uma combinação de características. Mas acho que está ficando claro que a muda pode ter sido um fator significativo no qual os dinossauros conseguiram sobreviver”, conclui O'Connor.


REDAÇÃO. Revista Galileu Digital. Disponível em:

<https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2023/07/penas-preservadas-em-ambar-revelam-segredos-de-aves-pre-historicas.ghtml>. Acesso em: 19 jul. 2023. ADAPTADO.

No trecho, “Os filhotes perdem suas penas e as trocam por versões de adultos; já os mais velhos renovam sua cobertura corporal uma vez ao ano”, verificamos o emprego de ‘ponto-e-vírgula’ (;). Assinale a alternativa que indica corretamente a função da pontuação no excerto acima.
Alternativas
Q3637030 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão.



Penas preservadas em âmbar revelam segredos de aves pré-históricas.



Pássaros modernos e seus parentes pré-históricos têm algo em comum: a importância da troca de penas em seu ciclo de vida. As penas são estruturas complexas que não podem ser reparadas, então, para mantê-las em boa forma, os pássaros passam por uma troca. Os filhotes perdem suas penas e as trocam por versões de adultos; já os mais velhos renovam sua cobertura corporal uma vez ao ano.



Além de serem essenciais para voar, nadar, camuflar, atrair parceiros, aquecer e proteger dos raios solares, as penas também podem ser a chave para explicar por que os ancestrais dos pássaros modernos viveram, enquanto outros dinossauros morreram há 66 milhões de anos.


Dois estudos recentes, liderados pela paleontóloga Jingmai O'Connor, do Museum Field de Chicago, nos Estados Unidos, trazem novas perspectivas sobre esse processo e suas implicações na evolução das aves.


Hoje, filhotes de pássaros têm um padrão em termos de desenvolvimento quando nascem. Existem as aves altriciais, que nascem nuas e indefesas incapazes de se movimentar, alimentar e termorregular, e as espécies precociais, que nascem com penas e são bastante autossuficientes.


Contudo, um dos estudos, publicado na revista Cretaceous Research, apresentou a descoberta de penas fossilizadas em âmbar de um filhote de pássaro com cerca de 99 milhões de anos. Essas penas preservadas revelaram uma combinação única de características precociais e altriciais.


Essa descoberta sugere que o grupo de aves pré- históricas conhecido como Enantiornithines, do qual esse filhote provavelmente fazia parte, tinha um processo de muda acelerado e enfrentava desafios significativos durante esse período crítico.


A muda consome muita energia, e perder muitas penas de uma só vez pode dificultar que um pássaro se mantenha aquecido. Como resultado, os filhotes precociais tendem a mudar lentamente, de modo que mantêm um suprimento constante de penas, enquanto os filhotes altriciais, que podem contar com seus pais para se alimentar e se aquecer, passam por uma “muda simultânea”, perdendo todas as suas penas ao mesmo tempo.


As penas preservadas em âmbar são a primeira evidência fóssil definitiva de uma muda juvenil e revela um filhote de pássaro cuja história de vida não corresponde a nenhuma ave viva hoje. “Este espécime mostra uma combinação totalmente bizarra de características precociais e altriciais”, diz O'Connor, do Centro de Pesquisa Integrativa Negaunee, do Museu Field, em comunicado. “Todas as penas do corpo estão basicamente no mesmo estágio de desenvolvimento, então isso significa que todas as penas começaram a crescer simultaneamente, ou quase simultaneamente. ”


O’Connor acredita que a pena presa no âmbar é da espécie já extinta Enantiornithines, e que, por ser um filhote com características precociais e altriciais, manter-se aquecido enquanto passava por uma muda rápida pode ter sido um fator na sua destruição.


Segundo a autora, quando o asteroide atingiu a Terra, as temperaturas globais teriam despencado e os recursos teriam se tornado escassos. Desse modo, essas aves não apenas teriam demandas de energia ainda maiores para se manterem aquecidas, mas também não teriam os recursos para atendê-las.


Outro estudo, publicado em 3 de julho na revista Communications Biology, explorou os padrões de muda em pássaros modernos para entender melhor como o processo evoluiu ao longo do tempo.


De acordo com a pesquisa, nas aves adultas modernas, a muda ocorre uma vez por ano, substituindo apenas algumas penas por vez ao longo de algumas semanas. Essa estratégia permite que as aves continuem voando durante o processo.


No entanto, a muda simultânea, na qual todas as penas de voo caem ao mesmo tempo e voltam a crescer rapidamente, é mais rara e geralmente observada em aves aquáticas que não dependem do voo para se alimentar e evitar predadores.


Os pesquisadores Jingmai O'Connor e Yosef Kiat examinaram mais de 600 peles de aves modernas armazenadas na coleção de ornitologia do Museu Field. Eles descobriram que as aves com mudas sequenciais eram representadas por dezenas de espécimes em processo de muda, enquanto quase não encontraram evidências de mudas simultâneas. Esses resultados sugerem que pássaros com mudas simultâneas estão sub- representados no registro fóssil, pois passam menos tempo no processo de muda e têm menos chances de morrer durante esse período.


Os estudos de O'Connor e equipe são importantes para entendermos a evolução das aves e os fatores que influenciaram a sobrevivência de certos grupos ao longo da história. Tanto o espécime do âmbar quanto o estudo da muda em pássaros modernos apontam para um tema comum: pássaros pré-históricos e dinossauros emplumados, especialmente aqueles de grupos que não sobreviveram à extinção em massa, mudaram de forma diferente dos pássaros de hoje.


“Não acho que haja uma razão específica para que as aves da coroa, o grupo que inclui as aves modernas, tenham sobrevivido. Acho que é uma combinação de características. Mas acho que está ficando claro que a muda pode ter sido um fator significativo no qual os dinossauros conseguiram sobreviver”, conclui O'Connor.


REDAÇÃO. Revista Galileu Digital. Disponível em:

<https://revistagalileu.globo.com/ciencia/noticia/2023/07/penas-preservadas-em-ambar-revelam-segredos-de-aves-pre-historicas.ghtml>. Acesso em: 19 jul. 2023. ADAPTADO.

No trecho, “Dois estudos recentes, liderados pela paleontóloga Jingmai O'Connor, do Museum Field de Chicago, nos Estados Unidos, trazem novas perspectivas sobre esse processo e suas implicações na evolução das aves”, assinale a alternativa que indica corretamente um antônimo para o termo “evolução”.
Alternativas
Respostas
61: C
62: E
63: C
64: E
65: A
66: B
67: B
68: D
69: C
70: A
71: A
72: D
73: A
74: D
75: A
76: E
77: B
78: D
79: E
80: B