Foram encontradas 927 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Nesse cenário, é correto afirmar que:
Considerando esse contexto, assinale a alternativa correta:
À luz desses debates, é correto afirmar que:
G: (P→Q)∧(Q→R)∧¬(P→R)(P → Q) ∧ (Q → R) ∧ ¬(P → R)(P→Q)∧(Q→R)∧¬(P→R)
Em uma tabela-verdade completa (P, Q, R assumindo V/F), quantas atribuições de valores-verdade tornam G verdadeira?
P: “O relatório foi protocolado.”
Q: “O relatório foi analisado.”
R: “A decisão foi publicada.”
Um gestor afirma que o seguinte argumento é logicamente válido:
1. Se P, então Q.
2. Se Q, então R.
3. Não R.
Conclusão: Logo, não P.
Assinale a alternativa correta quanto à validade lógica desse argumento.
“A Administração reconheceu a falha no procedimento, solicitou a imediata apuração dos fatos e determinou que fossem revistas as normas internas, mas não admitiu que houvesse má-fé por parte dos servidores envolvidos.”
Assinale a alternativa correta quanto à classificação das orações coordenadas presentes no período.
I. A coordenação não estabelece dependência sintática entre as orações.
II. A subordinação implica dependência sintática.
III. Orações coordenadas podem estabelecer relação semântica de oposição.
Fonte: Louis Hjelmslev – Prolegômenos a uma Teoria da Linguagem.
No período apresentado, a expressão “graças ao qual” exerce função sintática de:
I. “O silêncio ensurdecedor” configura oxímoro.
II. “Ela tem um coração de pedra” é metáfora.
III. “As folhas dançavam ao vento” é personificação.
“O fecho das comunicações oficiais objetiva, além da finalidade óbvia de arrematar o texto, saudar o destinatário. Os modelos para fecho anteriormente utilizados foram regulados pela Portaria no 1, de 1937, do Ministério da Justiça, que estabelecia quinze padrões. Com o objetivo de simplificá-los e uniformizá-los, este Manual estabelece o emprego de somente dois fechos diferentes para todas as modalidades de comunicação oficial:”
Sabendo disso, assinale a alternativa correta que contém os dois fechos atualmente recomendados para todas as modalidades de comunicação oficial.
Texto 2
Ataque e Defesa
Diante da conturbação mundial nos negócios provocada pela agressiva imposição de tarifas definidas nos Estados Unidos, as empresas brasileiras precisam rever suas estratégias.
O mundo assiste, entre atônito e aflito, à sucessão de medidas de pressão comercial que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vem desencadeando. Entre elas, a que alveja as exportações brasileiras com uma sobretaxa de 50%, anunciada em 9 de julho. Ela foi seguida, no dia 15, pela abertura de uma extensa investigação sobre práticas de comércio do Brasil. Até o fechamento desta edição, ainda não havia solução para o derrame proposto para 1 de agosto nem detalhes sobre o andamento das investigações. São ataques com potencial de atingir muitas empresas por aqui e mesmo nos Estados Unidos.
As relações de Brasil e Estados Unidos são bicentenárias em vários campos. Hoje, o vizinho da América do Norte, superado pela China, não é mais nosso principal parceiro no comércio exterior. Mas se mantém como o país que mais fez investimentos aqui e o de maior número de empresas instaladas em território brasileiro. É uma relação sólida, de ganhos mútuos, que certamente não irá se perder, resistindo além da atual turbulência.
Recentemente. cresceu o parque de empresas brasileiras com operações nos Estados Unidos e com papéis na bolsa de Nova York. Esta edição mostra, na reportagem "O rei dos ovos' (pág. 24), o caso da Global Eggs, controladora da Granja Faria, entre outras. Com produção maior lá do que aqui, tornou-se a segunda do setor de ovos no planeta, numa lista em que três das cinco grandes empresas são americanas. Essa posição pode ser uma vantagem para atravessar o momento.
Já a Embraer está sob o efeito adverso de ter o mercado americano como principal comprador e também fornecedor de partes dos aviões. Mas está diversificando as vendas, como as do novo caça supersônico Gripen F-39 e as do cargueiro KC-390 num mundo que gastou 2,7 trilhões de dólares em armamentos no primeiro semestre, como destaca a reportagem "Prontos para a guerra (pág. 48). A hora é de paciência e frieza de decisões, para se proteger dos ataques e avançar nas oportunidades que surgem.
Veja Negócios. 16 ed. julho de 2025.
I. a Global Eggs é apresentada como um caso que pode ser uma vantagem para atravessar o momento de crise, por ter produção maior nos Estados Unidos do que no Brasil e ser a segunda do setor no planeta;
II. a Embraer, apesar de ter o mercado americano como principal cliente e fornecedor, está buscando diversificar as vendas, como as do novo caça supersônico Gripen F-39 e as do cargueiro KC-390;
III. a China é a nação que mais fez investimentos no Brasil, superando os Estados Unidos, o que demonstra a pouca relevância dos Estados Unidos para a economia brasileira.
A partir da análise dos itens acima, assinale a alternativa correta
Texto 2
Ataque e Defesa
Diante da conturbação mundial nos negócios provocada pela agressiva imposição de tarifas definidas nos Estados Unidos, as empresas brasileiras precisam rever suas estratégias.
O mundo assiste, entre atônito e aflito, à sucessão de medidas de pressão comercial que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vem desencadeando. Entre elas, a que alveja as exportações brasileiras com uma sobretaxa de 50%, anunciada em 9 de julho. Ela foi seguida, no dia 15, pela abertura de uma extensa investigação sobre práticas de comércio do Brasil. Até o fechamento desta edição, ainda não havia solução para o derrame proposto para 1 de agosto nem detalhes sobre o andamento das investigações. São ataques com potencial de atingir muitas empresas por aqui e mesmo nos Estados Unidos.
As relações de Brasil e Estados Unidos são bicentenárias em vários campos. Hoje, o vizinho da América do Norte, superado pela China, não é mais nosso principal parceiro no comércio exterior. Mas se mantém como o país que mais fez investimentos aqui e o de maior número de empresas instaladas em território brasileiro. É uma relação sólida, de ganhos mútuos, que certamente não irá se perder, resistindo além da atual turbulência.
Recentemente. cresceu o parque de empresas brasileiras com operações nos Estados Unidos e com papéis na bolsa de Nova York. Esta edição mostra, na reportagem "O rei dos ovos' (pág. 24), o caso da Global Eggs, controladora da Granja Faria, entre outras. Com produção maior lá do que aqui, tornou-se a segunda do setor de ovos no planeta, numa lista em que três das cinco grandes empresas são americanas. Essa posição pode ser uma vantagem para atravessar o momento.
Já a Embraer está sob o efeito adverso de ter o mercado americano como principal comprador e também fornecedor de partes dos aviões. Mas está diversificando as vendas, como as do novo caça supersônico Gripen F-39 e as do cargueiro KC-390 num mundo que gastou 2,7 trilhões de dólares em armamentos no primeiro semestre, como destaca a reportagem "Prontos para a guerra (pág. 48). A hora é de paciência e frieza de decisões, para se proteger dos ataques e avançar nas oportunidades que surgem.
Veja Negócios. 16 ed. julho de 2025.
Texto 2
Ataque e Defesa
Diante da conturbação mundial nos negócios provocada pela agressiva imposição de tarifas definidas nos Estados Unidos, as empresas brasileiras precisam rever suas estratégias.
O mundo assiste, entre atônito e aflito, à sucessão de medidas de pressão comercial que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vem desencadeando. Entre elas, a que alveja as exportações brasileiras com uma sobretaxa de 50%, anunciada em 9 de julho. Ela foi seguida, no dia 15, pela abertura de uma extensa investigação sobre práticas de comércio do Brasil. Até o fechamento desta edição, ainda não havia solução para o derrame proposto para 1 de agosto nem detalhes sobre o andamento das investigações. São ataques com potencial de atingir muitas empresas por aqui e mesmo nos Estados Unidos.
As relações de Brasil e Estados Unidos são bicentenárias em vários campos. Hoje, o vizinho da América do Norte, superado pela China, não é mais nosso principal parceiro no comércio exterior. Mas se mantém como o país que mais fez investimentos aqui e o de maior número de empresas instaladas em território brasileiro. É uma relação sólida, de ganhos mútuos, que certamente não irá se perder, resistindo além da atual turbulência.
Recentemente. cresceu o parque de empresas brasileiras com operações nos Estados Unidos e com papéis na bolsa de Nova York. Esta edição mostra, na reportagem "O rei dos ovos' (pág. 24), o caso da Global Eggs, controladora da Granja Faria, entre outras. Com produção maior lá do que aqui, tornou-se a segunda do setor de ovos no planeta, numa lista em que três das cinco grandes empresas são americanas. Essa posição pode ser uma vantagem para atravessar o momento.
Já a Embraer está sob o efeito adverso de ter o mercado americano como principal comprador e também fornecedor de partes dos aviões. Mas está diversificando as vendas, como as do novo caça supersônico Gripen F-39 e as do cargueiro KC-390 num mundo que gastou 2,7 trilhões de dólares em armamentos no primeiro semestre, como destaca a reportagem "Prontos para a guerra (pág. 48). A hora é de paciência e frieza de decisões, para se proteger dos ataques e avançar nas oportunidades que surgem.
Veja Negócios. 16 ed. julho de 2025.
Texto 2
Ataque e Defesa
Diante da conturbação mundial nos negócios provocada pela agressiva imposição de tarifas definidas nos Estados Unidos, as empresas brasileiras precisam rever suas estratégias.
O mundo assiste, entre atônito e aflito, à sucessão de medidas de pressão comercial que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, vem desencadeando. Entre elas, a que alveja as exportações brasileiras com uma sobretaxa de 50%, anunciada em 9 de julho. Ela foi seguida, no dia 15, pela abertura de uma extensa investigação sobre práticas de comércio do Brasil. Até o fechamento desta edição, ainda não havia solução para o derrame proposto para 1 de agosto nem detalhes sobre o andamento das investigações. São ataques com potencial de atingir muitas empresas por aqui e mesmo nos Estados Unidos.
As relações de Brasil e Estados Unidos são bicentenárias em vários campos. Hoje, o vizinho da América do Norte, superado pela China, não é mais nosso principal parceiro no comércio exterior. Mas se mantém como o país que mais fez investimentos aqui e o de maior número de empresas instaladas em território brasileiro. É uma relação sólida, de ganhos mútuos, que certamente não irá se perder, resistindo além da atual turbulência.
Recentemente. cresceu o parque de empresas brasileiras com operações nos Estados Unidos e com papéis na bolsa de Nova York. Esta edição mostra, na reportagem "O rei dos ovos' (pág. 24), o caso da Global Eggs, controladora da Granja Faria, entre outras. Com produção maior lá do que aqui, tornou-se a segunda do setor de ovos no planeta, numa lista em que três das cinco grandes empresas são americanas. Essa posição pode ser uma vantagem para atravessar o momento.
Já a Embraer está sob o efeito adverso de ter o mercado americano como principal comprador e também fornecedor de partes dos aviões. Mas está diversificando as vendas, como as do novo caça supersônico Gripen F-39 e as do cargueiro KC-390 num mundo que gastou 2,7 trilhões de dólares em armamentos no primeiro semestre, como destaca a reportagem "Prontos para a guerra (pág. 48). A hora é de paciência e frieza de decisões, para se proteger dos ataques e avançar nas oportunidades que surgem.
Veja Negócios. 16 ed. julho de 2025.
Assinale a alternativa correta que apresenta a principal ideia desenvolvida como tópico frasal no parágrafo acima.