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Q1252261 Matemática
Numa região delimitada de um determinado açude, biólogos faziam um estudo sobre duas espécies de peixes, A e B, acerca de sua atração ou repelência a certas substâncias dissolvidas na água. Num determinado instante t0, para cada 7 peixes da espécie A na região delimitada, havia 5 peixes da espécie B. Transcorrido um certo tempo, entraram na região mais 27 peixes da espécie A e saíram 18 da espécie B. Com isso, a razão entre as quantidades de peixes na região delimitada passou a ser de 10 peixes da espécie A para cada 3 peixes da espécie B. Pode-se concluir que o número de peixes da espécie A presentes nessa região, no instante t0, era:
Alternativas
Q1252260 Matemática

Considere uma sequência de polígonos em que os vértices são sucessivamente numerados, como mostra a figura.

Imagem associada para resolução da questão


O número de lados do polígono dessa sequência em que se encontra o vértice de número 250 é:

Alternativas
Q1252257 Português
Atenção: Para responder a questão, considere a crônica abaixo.

      Quando lhe disse que um vago conhecido nosso tinha morrido, vítima de tumor no cérebro, levou as mãos à cabeça:
   − Minha Santa Efigênia!
     Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão distante de nossa convivência, mas logo ele fez sentir a causa de sua perturbação:
  − É o que eu tenho, não há dúvida nenhuma: esta dor de cabeça que não passa! Estou para morrer.
    Conheço-o desde menino, e sempre esteve para morrer. Não há doença que passe perto dele e não se detenha, para convencê-lo em iniludíveis sintomas de que está com os dias contados. Empresta dimensões de síndromes terríveis à mais ligeira manifestação de azia ou acidez estomacal:
  − Até parece que andei comendo fogo. Estou com pirofagia crônica. Esta cólica é que é o diabo, se eu fosse mulher ainda estava explicado. Histeria gástrica. Úlcera péptica, no duro.
     Certa ocasião, durante um mês seguido, tomou injeções diárias de penicilina, por sua conta e risco. A chamada dose cavalar.
   − Não adiantou nada − queixa-se ele. − Para mim o médico que me operou esqueceu alguma coisa dentro de minha barriga.
      Foi operado de apendicite quando ainda criança e até hoje se vangloria:
   − Menino, você precisava de ver o meu apêndice: parecia uma salsicha alemã.
     No que dependesse dele, já teria passado por todas as operações jamais registradas nos anais da cirurgia: “Só mesmo entrando na faca para ver o que há comigo”. Os médicos lhe asseguram que não há nada, ele sai maldizendo a medicina: “Não descobrem o que eu tenho, são uns charlatães, quem entende de mim sou eu”. O radiologista, seu amigo particular, já lhe proibiu a entrada no consultório: tirou-lhe radiografia até dos dedos do pé. E ele sempre se apalpando e fazendo caretas: “Meu fígado hoje está que nem uma esponja, encharcada de bílis. Minha vesícula está dura como um lápis, põe só a mão aqui”.
      − É lápis mesmo, aí no seu bolso.
      − Do lado de cá, sua besta. Não adianta, ninguém me leva a sério.
[...]
      Ultimamente os amigos deram para conspirar, sentenciosos: o que ele precisa é casar. Arranjar uma mulherzinha dedicada, que cuidasse dele. “Casar, eu?” − e se abre numa gargalhada: “Vocês querem acabar de liquidar comigo?” Mas sua aversão ao casamento não pode ser tão forte assim, pois consta que de uns dias para cá está de namoro sério com uma jovem, recém-diplomada na Escola de Enfermagem Ana Néri.
(SABINO, Fernando. As melhores crônicas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2012, p. 71-72) 
É própria da linguagem coloquial a expressão sublinhada em:
Alternativas
Q1252256 Português
Atenção: Para responder a questão, considere a crônica abaixo.

      Quando lhe disse que um vago conhecido nosso tinha morrido, vítima de tumor no cérebro, levou as mãos à cabeça:
   − Minha Santa Efigênia!
     Espantei-me que o atingisse a morte de alguém tão distante de nossa convivência, mas logo ele fez sentir a causa de sua perturbação:
  − É o que eu tenho, não há dúvida nenhuma: esta dor de cabeça que não passa! Estou para morrer.
    Conheço-o desde menino, e sempre esteve para morrer. Não há doença que passe perto dele e não se detenha, para convencê-lo em iniludíveis sintomas de que está com os dias contados. Empresta dimensões de síndromes terríveis à mais ligeira manifestação de azia ou acidez estomacal:
  − Até parece que andei comendo fogo. Estou com pirofagia crônica. Esta cólica é que é o diabo, se eu fosse mulher ainda estava explicado. Histeria gástrica. Úlcera péptica, no duro.
     Certa ocasião, durante um mês seguido, tomou injeções diárias de penicilina, por sua conta e risco. A chamada dose cavalar.
   − Não adiantou nada − queixa-se ele. − Para mim o médico que me operou esqueceu alguma coisa dentro de minha barriga.
      Foi operado de apendicite quando ainda criança e até hoje se vangloria:
   − Menino, você precisava de ver o meu apêndice: parecia uma salsicha alemã.
     No que dependesse dele, já teria passado por todas as operações jamais registradas nos anais da cirurgia: “Só mesmo entrando na faca para ver o que há comigo”. Os médicos lhe asseguram que não há nada, ele sai maldizendo a medicina: “Não descobrem o que eu tenho, são uns charlatães, quem entende de mim sou eu”. O radiologista, seu amigo particular, já lhe proibiu a entrada no consultório: tirou-lhe radiografia até dos dedos do pé. E ele sempre se apalpando e fazendo caretas: “Meu fígado hoje está que nem uma esponja, encharcada de bílis. Minha vesícula está dura como um lápis, põe só a mão aqui”.
      − É lápis mesmo, aí no seu bolso.
      − Do lado de cá, sua besta. Não adianta, ninguém me leva a sério.
[...]
      Ultimamente os amigos deram para conspirar, sentenciosos: o que ele precisa é casar. Arranjar uma mulherzinha dedicada, que cuidasse dele. “Casar, eu?” − e se abre numa gargalhada: “Vocês querem acabar de liquidar comigo?” Mas sua aversão ao casamento não pode ser tão forte assim, pois consta que de uns dias para cá está de namoro sério com uma jovem, recém-diplomada na Escola de Enfermagem Ana Néri.
(SABINO, Fernando. As melhores crônicas. Rio de Janeiro: BestBolso, 2012, p. 71-72) 
A personificação é um recurso expressivo que consiste em atribuir propriedades humanas a uma coisa, a um ser inanimado ou abstrato. Verifica-se a ocorrência desse recurso expressivo no seguinte trecho:
Alternativas
Q1252252 Português
Atenção: Para responder a questão, considere a fábula abaixo.

    Em Atenas, um devedor, ao ter sua dívida cobrada pelo credor, primeiro pôs-se a pedir-lhe um adiamento, alegando estar com dificuldade. Como não o convenceu, trouxe uma porca, a única que possuía, e, na presença dele, colocou-a à venda. Então chegou um comprador e quis saber se a porca era parideira. Ele afirmou que ela não apenas paria, mas que ainda o fazia de modo extraordinário: para as festas da deusa Deméter, paria fêmeas e, para as de Atena, machos. E, como o comprador estivesse assombrado com a resposta, o credor disse: “Mas não se espante, pois nas festas do deus Dioniso ela também vai lhe parir cabritos.”
(Esopo. Fábulas completas. Tradução de Maria Celeste Dezotti. São Paulo: Cosac Naify, 2013, p. 22) 
Observa-se a elipse (ou seja, a omissão) de um substantivo no seguinte trecho:
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Q1252250 Português
Atenção: Para responder a questão, considere a fábula abaixo.

    Em Atenas, um devedor, ao ter sua dívida cobrada pelo credor, primeiro pôs-se a pedir-lhe um adiamento, alegando estar com dificuldade. Como não o convenceu, trouxe uma porca, a única que possuía, e, na presença dele, colocou-a à venda. Então chegou um comprador e quis saber se a porca era parideira. Ele afirmou que ela não apenas paria, mas que ainda o fazia de modo extraordinário: para as festas da deusa Deméter, paria fêmeas e, para as de Atena, machos. E, como o comprador estivesse assombrado com a resposta, o credor disse: “Mas não se espante, pois nas festas do deus Dioniso ela também vai lhe parir cabritos.”
(Esopo. Fábulas completas. Tradução de Maria Celeste Dezotti. São Paulo: Cosac Naify, 2013, p. 22) 
Em “Mas não se espante, pois nas festas do deus Dioniso ela também vai lhe parir cabritos”, os pronomes sublinhados referem-se ao
Alternativas
Q1698492 Medicina
Sobre a paralisia obstétrica, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1698491 Medicina
Sobre a anatomia do punho e da mão, é correto afirmar que o
Alternativas
Q1698490 Medicina
Paciente de 67 anos refere queda da própria altura com trauma no ombro direito. Após o raio X desta articulação, nota-se uma fratura do úmero proximal do tipo C1 da classificação AO. Sobre a situação exposta, responda corretamente.
Alternativas
Q1698489 Medicina
Sobre a classificação de Salter-Harris para as fraturas nas crianças, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1698488 Medicina

Criança de 4 anos de idade com queixa de febre há 1 dia, de 38,5 graus, e recusa a deambulação. Dor intensa à palpação do joelho direito com este em flexo. Bastante calor à palpação. Mãe relata queda da própria altura há 2 dias.

Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1698487 Medicina

Paciente adulto de 55 anos, sem patologias prévias, com queda da própria altura com o antebraço em extensão há 1 dia. Com bastante dor nesse antebraço e dor de moderada intensidade no punho ipsilateral. Ao raio X, fratura na transição terço médio e distal e com subluxação radioulnar distal.

Assinale a alternativa correta.

Alternativas
Q1698485 Medicina
Paciente com fratura fechada de planalto tibial joelho esquerdo. Na classificação AO foi classificada como 41C. Frente ao exposto, responda corretamente.
Alternativas
Q1698484 Medicina
Médico revelou informações de seu paciente que pode expô-lo a processo criminal. Sobre essa situação, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1698483 Medicina
Qual das alternativas a seguir é uma indicação de uma osteossintese bem realizada em uma fratura de colo do fêmur?
Alternativas
Q1698482 Medicina

Adolescente com 14 anos de idade e dor na coxa direita há 2 semanas. Iniciou treino de futebol há 4 semanas. Tem claudicação antálgica e dor difusa à palpação da região. Mãe relata febre baixa e letargia.

Sobre o quadro, é correto afirmar que se deve

Alternativas
Q1698481 Medicina
Em relação à campodactilia, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1698480 Medicina

Mulher de 35 anos vem ao pronto-socorro com queixa de dor e edema no pé esquerdo após queda da escada. Ao exame físico apresenta dor moderada, à palpação mediopé com edema 3+ em 4 com boa perfusão dos dedos. Sem feridas ou lacerações. No raio X, fratura intra-articular aparentemente sem desvio da base do segundo metatarsiano com discreto desalinhamento entre o quarto metatarso e o cuboide.

Frente a esse quadro, responda qual é a conduta correta.

Alternativas
Q1698479 Medicina
Em relação à anatomia dos compartimentos da perna, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q1698478 Medicina
Médico trabalhando em ambulatório municipal de especialidades, na ortopedia, recusa-se a atender paciente por ter sido desrespeitado por seu acompanhante. O paciente tem como diagnóstico uma fratura da diáfise do terceiro metatarso do pé esquerdo ocorrida há 3 semanas. Qual a alternativa correta?
Alternativas
Respostas
101: A
102: C
103: D
104: A
105: B
106: D
107: B
108: C
109: A
110: D
111: E
112: D
113: A
114: D
115: B
116: E
117: C
118: A
119: D
120: B